{"id":10379,"date":"2009-08-26T07:08:16","date_gmt":"2009-08-26T10:08:16","guid":{"rendered":"http:\/\/agenciainclusive.wordpress.com\/?p=10379"},"modified":"2009-08-26T07:08:16","modified_gmt":"2009-08-26T10:08:16","slug":"tecnologia-e-educacao-parceria-revolucionaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=10379","title":{"rendered":"Tecnologia e educa\u00e7\u00e3o: parceria revolucion\u00e1ria?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:right;\"><strong>Por Erica Guimar\u00e3es, para a ComCi\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Imagine uma carteira tradicional escolar com o seguinte diferencial: al\u00e9m de apoiar cadernos, l\u00e1pis e livros, tem um tampo de vidro que vira uma tela sens\u00edvel ao toque, com a CPU de um computador integrada. O que parece fic\u00e7\u00e3o j\u00e1 \u00e9 realidade em escolas p\u00fablicas do interior de S\u00e3o Paulo. O projeto Lap Tup-niquim, em desenvolvimento na cidade de Serrana, pr\u00f3xima a Ribeir\u00e3o Preto, envolve um conceito novo dentro das Tecnologias de Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o (TICs) com fins educacionais. A carteira digital, uma tecnologia nacional patenteada pelo Centro de Pesquisas Renato Archer (Cenpra), de Campinas (SP), permite que o aluno escreva, acesse a internet, fa\u00e7a c\u00e1lculos e desenhe. Hoje, a cidade de Serrana possui 160 carteiras digitais em escolas p\u00fablicas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Um dos criadores da tecnologia \u00e9 o pesquisador chefe da Divis\u00e3o de Mostradores da Informa\u00e7\u00e3o do Cenpra, Victor Pellegrini Mammana. Ele diz que a proposta foi integrar a sala de computa\u00e7\u00e3o \u2013 chamada, nas escolas, de laborat\u00f3rio de inform\u00e1tica \u2013 com a pr\u00f3pria sala de aula. \u201cA ideia \u00e9 que a tela (da carteira) se torne interativa no ambiente escolar, na sala de aula\u201d, diz Mammana.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Ainda em fase inicial, a tecnologia deve ser adaptada, tamb\u00e9m, aos cadeirantes e deficientes visuais. A carteira digital, de acordo com o pesquisador, ainda n\u00e3o tem um valor definido. O custo aproximado, na cidade de Serrana, foi de R$ 1 mil por unidade, mas a fabrica\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o \u00e9 industrializada, e \u00e9 feita por incubadoras sociais. A prefeitura centralizou os servi\u00e7os e as carteiras convencionais s\u00e3o reformadas e convertidas em digitais. Em escala maior, o pre\u00e7o da carteira ser\u00e1 compar\u00e1vel ao do notebook de baixo custo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">O conv\u00eanio com o Cenpra depende do interesse das prefeituras, mas Mammana acredita que o maior desafio, depois de atrair o investimento p\u00fablico, seja mobilizar os professores e fazer com que eles se aliem \u00e0s novidades tecnol\u00f3gicas. \u201cAos poucos, se cria uma apropria\u00e7\u00e3o e n\u00e3o uma imposi\u00e7\u00e3o das novas tecnologias\u201d, defende.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Enquanto os professores se adaptam a essas novidades, as novas gera\u00e7\u00f5es j\u00e1 crescem acostumadas a us\u00e1-las. Orkut, MSN, facebook e twiter s\u00e3o express\u00f5es corriqueiras para crian\u00e7as e adolescentes de classe m\u00e9dia e alta, que possuem familiaridade com as ferramentas de relacionamento e com a internet. Mas o professor n\u00e3o tem como ficar alheio \u00e0s tecnologias que j\u00e1 chegaram ao ensino: em escolas particulares, aulas ministradas com giz e lousa d\u00e3o lugar a projetor de slides e lousa digital; e na rede p\u00fablica, alunos que antes levavam horas para chegar \u00e0 escola, hoje t\u00eam a oportunidade de estudar por meio do ensino a dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">No Amazonas, em cinco anos, a educa\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia qualificou 16 mil professores de ensino b\u00e1sico que s\u00f3 tinham o n\u00edvel m\u00e9dio de instru\u00e7\u00e3o. A Universidade do Estado do Amazonas, a Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o e Qualidade do Ensino do estado e o Col\u00e9gio Militar uniram for\u00e7as para romper os limites de tempo e espa\u00e7o que antes distanciavam professores de 16 munic\u00edpios do interior do Amazonas do diploma universit\u00e1rio. Em algumas regi\u00f5es, onde se tem acesso apenas pelos rios, o ensino foi ao encontro dos alunos, com o uso de computador e TV para transmiss\u00e3o de aulas gravadas em Manaus.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Al\u00e9m dos muros escolares, o blog<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Nem todas as mudan\u00e7as tecnol\u00f3gicas, contudo, s\u00e3o absorvidas pelos professores na mesma rapidez em que surgem. Essa \u00e9 uma das conclus\u00f5es da professora Cl\u00e1udia Rodrigues, que d\u00e1 aulas de reda\u00e7\u00e3o no ensino m\u00e9dio, no interior de S\u00e3o Paulo, e acaba de defender uma disserta\u00e7\u00e3o de mestrado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) sobre o uso do blog como ferramenta de ensino. Ela acredita que ainda h\u00e1 muito preconceito por parte dos professores quanto ao uso de tecnologias em sala de aula, o que dificulta a compreens\u00e3o dos resultados positivos que o ambiente virtual pode oferecer.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Ser\u00e1 mesmo que os professores de hoje utilizam pouco as ferramentas j\u00e1 dispon\u00edveis que podem auxiliar no ensino? Segundo a pesquisadora, sim. Para Rodrigues, a causa dessa repulsa \u00e9 a falta de familiaridade e receio em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 linguagem da web. \u201cA internet deveria ser compreendida mais como um fen\u00f4meno social do que algo que provoca modifica\u00e7\u00f5es da l\u00edngua\u201d, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Certamente, n\u00e3o se pode generalizar. De acordo com a pesquisadora, existem professores que acham que a internet e as novas tecnologias utilizadas na educa\u00e7\u00e3o s\u00e3o modismos; outros que se dizem contr\u00e1rios, pois acreditam que a internet atrapalha os estudos; mas h\u00e1, ainda, aqueles que j\u00e1 utilizam ferramentas, muitas delas bem sucedidas, na sala de aula.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Em sua disserta\u00e7\u00e3o, Rodrigues analisou o impacto de blogs nas atividades escolares de produ\u00e7\u00e3o de texto e constatou que o instrumento permite uma socializa\u00e7\u00e3o significante. Ela notou que, de forma progressiva, eram publicados posts (coment\u00e1rios nos blogs) de pessoas que ela n\u00e3o conhecia e que sinalizavam ser pais, m\u00e3es, tios dos alunos. Essas pessoas entravam no blog e colocavam impress\u00f5es pessoais sobre a tem\u00e1tica que estava sendo discutida. Houve uma intera\u00e7\u00e3o entre professor da turma, professores da escola, alunos e fam\u00edlia. A pesquisadora considera essa discuss\u00e3o proveitosa e quase imposs\u00edvel de acontecer quando ocorre apenas em sala de aula. \u201cO blog favorece a participa\u00e7\u00e3o coletiva, formando autores, co-autores, leitores ass\u00edduos e alunos mais envolvidos com a leitura e a escrita\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Em sua experi\u00eancia com blogs, a professora teve a percep\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o basta o professor estar sens\u00edvel \u00e0s mudan\u00e7as tecnol\u00f3gicas, j\u00e1 que elas demandam um abandono da imagem do mero fornecedor e avaliador de textos e controlador de debates. O professor passa a ser um orientador e, embora ainda d\u00ea a nota e avalie, na pr\u00e1tica deixa de ser o \u00fanico leitor alvo das produ\u00e7\u00f5es dos alunos. Sob o aspecto cultural, a pesquisadora avalia ser dif\u00edcil abandonar cren\u00e7as enraizadas de que o ensino deva se dar de forma \u201cvertical\u201d, de cima para baixo, mas acredita que \u00e9 poss\u00edvel, quando se experimenta que os aprendizes \u201csaboreiam\u201d melhor a aprendizagem.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Pr\u00e1ticas como essa, do uso blog em aulas de reda\u00e7\u00e3o, levam ao desenvolvimento da independ\u00eancia, da autonomia e tamb\u00e9m ao desenvolvimento da capacidade argumentativa dos alunos, j\u00e1 que os autores do blog precisam envolver e convencer outras pessoas sobre seus pontos de vista. No estudo, Rodrigues observou a import\u00e2ncia de se explorar o letramento digital na sala de aula para atender as necessidades sociais, interativas e cognitivas do aluno.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Do correio ao espa\u00e7o virtual<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A educa\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia (EAD) tamb\u00e9m envolve maior autonomia do aluno, que deve ser respons\u00e1vel e organizado o suficiente para se adaptar a um modelo \u201chorizontal\u201d de ensino. Os cursos por correspond\u00eancia s\u00e3o antigos e deram o pontap\u00e9 inicial para o ensino a dist\u00e2ncia no final do s\u00e9culo XIX, no oferecimento de cursos por correspond\u00eancia em hebraico. O presidente do conselho cient\u00edfico da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Educa\u00e7\u00e3o a Dist\u00e2ncia (Abed), Waldomiro Loyolla, destaca que, ainda hoje, essa modalidade de ensino a dist\u00e2ncia corresponde a 50% do total, por sua hist\u00f3ria e solidez.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A segunda fase se deu nos anos 1960 e 1970, com a inser\u00e7\u00e3o do r\u00e1dio para oferecer ensino das mat\u00e9rias b\u00e1sicas, como hist\u00f3ria, geografia, portugu\u00eas, com diferentes abordagens e n\u00edveis. Loyolla destaca que na segunda metade dos anos 1970, a educa\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia foi proibida no Brasil por problemas pol\u00edticos, enquanto florescia mundo afora e come\u00e7ava-se a usar com mais propriedade a televis\u00e3o. No final da d\u00e9cada de 1970 e in\u00edcio dos anos 1980, o uso da televis\u00e3o como modalidade de ensino a dist\u00e2ncia tamb\u00e9m come\u00e7a a ser feito no Brasil, atrav\u00e9s dos telecursos, que funcionavam como supletivo e tinham como p\u00fablico alvo pessoas que, por diferentes motivos, n\u00e3o tinham conclu\u00eddo o ensino m\u00e9dio.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Passada essa fase, que Loyolla chama de anal\u00f3gica, come\u00e7a-se a digital, com o surgimento do uso do computador, na qual se desenvolveriam cursos de auto aprendizagem para um p\u00fablico, a princ\u00edpio, elitista. Hoje, no entanto, a digitaliza\u00e7\u00e3o se populariza e contribui para facilitar o acesso ao ensino. \u201cCom a evolu\u00e7\u00e3o da fase digital, veio a internet, que al\u00e9m de permitir a entrega de conte\u00fados, permite uma interatividade muito grande\u201d, descreve Loyolla. Para ele, o desenvolvimento da EAD nos anos 90 passa a ser mais apurado para cada tipo de p\u00fablico alvo e tecnologia escolhida. \u201cA EAD passa a ser mais profissional\u201d, avalia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">De acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais An\u00edsio Teixeira (Inep), entre 2003 e 2006, houve um aumento de 571% no n\u00famero de cursos e 315% no n\u00famero de matr\u00edculas em EAD no Brasil. Esse aumento, para Loyolla, \u00e9 a resposta de uma brutal demanda reprimida no oferecimento de educa\u00e7\u00e3o. Alguns cr\u00edticos da EAD dizem que a educa\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia quer substituir a presencial, o que Loyolla enfatiza veementemente n\u00e3o ser verdade. \u201cEla vem para suprir uma demanda por educa\u00e7\u00e3o daquele p\u00fablico que n\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es, por variados motivos, de frequentar com a regularidade requerida os cursos presenciais\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A modalidade a dist\u00e2ncia vem ganhando for\u00e7a, inclusive, no ensino superior. Baseadas em experi\u00eancias internacionais de sucesso, como a Universidade Aberta de Catalunha, na Espanha, e a Open University, no Reino Unido, as iniciativas de universidades virtuais t\u00eam a fun\u00e7\u00e3o de criar alternativas de acesso ao ensino superior para forma\u00e7\u00e3o e qualifica\u00e7\u00e3o. O governo federal, por meio do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, criou a Universidade Aberta do Brasil, que trabalha em parceria com universidades federais no oferecimento de cursos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">No \u00e2mbito estadual, foi criada por meio da Secretaria de Ensino Superior do governo paulista e est\u00e1 em fase inicial de funcionamento a Universidade Virtual do Estado de S\u00e3o Paulo (Univesp), que vai trabalhar de forma consorciada com as universidades estaduais \u2013 USP, Unesp e Unicamp \u2013 e utilizar como ferramenta a internet, mas tamb\u00e9m a TV digital e material impresso.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\u201cHoje em dia, ningu\u00e9m mais fala em televis\u00e3o a cores e preto e branco. \u00c9 televis\u00e3o. A distin\u00e7\u00e3o hoje \u00e9 muito mais entre anal\u00f3gica e digital do que qualquer outra coisa\u201d. Com essas palavras, Loyolla descreve o que pensa sobre o futuro da EAD. Ele espera que daqui a dez anos, ou menos, n\u00e3o se distinga mais a EAD da educa\u00e7\u00e3o presencial e que os instrumentos tecnol\u00f3gicos dispon\u00edveis sejam usados intensamente no ensino presencial.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">No ensino a dist\u00e2ncia, \u00e9 poss\u00edvel o aluno ter um link atrav\u00e9s do qual pode entrar num museu e ver uma obra em tr\u00eas dimens\u00f5es, girando-a e lendo informa\u00e7\u00f5es de todo tipo sobre ela. J\u00e1 no ensino presencial, o professor de hist\u00f3ria da arte, quando muito, mostra uma foto e d\u00e1 alguma explica\u00e7\u00e3o. \u201cQuando tivermos o presencial usando intensamente as tecnologias, n\u00e3o vai ter motivo para ter a distin\u00e7\u00e3o entre EAD e presencial\u201d, finaliza.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>__________________________<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Fonte de informa\u00e7\u00e3o:<\/strong> <a href=\"http:\/\/www.comciencia.br\/comciencia\/?section=8&amp;edicao=48&amp;id=595\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ComCi\u00eancia<\/a><br \/>\nLicenciado pela CC 2.5<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Erica Guimar\u00e3es, para a ComCi\u00eancia Imagine uma carteira tradicional escolar com o seguinte diferencial: al\u00e9m de apoiar cadernos, l\u00e1pis e livros, tem um tampo de vidro que vira uma tela sens\u00edvel ao toque, com a CPU de um computador integrada. 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