{"id":11519,"date":"2009-06-10T12:15:17","date_gmt":"2009-06-10T12:15:17","guid":{"rendered":"http:\/\/agenciainclusive.wordpress.com\/?p=8148"},"modified":"2009-06-10T12:15:17","modified_gmt":"2009-06-10T12:15:17","slug":"unicef-educacao-no-brasil-melhora-mas-desigualdades-ainda-criam-barreiras-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=11519","title":{"rendered":"UNICEF: Educa\u00e7\u00e3o no Brasil melhora, mas desigualdades ainda criam barreiras"},"content":{"rendered":"<p>Educa\u00e7\u00e3o no Brasil melhora, mas desigualdades ainda criam barreiras<\/p>\n<p>Relat\u00f3rio do UNICEF revela que Pa\u00eds precisatratar de maneira diferenciada as parcelas mais vulner\u00e1veis da popula\u00e7\u00e3opara que os avan\u00e7os j\u00e1 alcan\u00e7ados beneficiem todas e cada uma das crian\u00e7ase adolescentes<\/p>\n<p>O Fundo das Na\u00e7\u00f5esUnidas para a Inf\u00e2ncia (UNICEF) divulgou nesta ter\u00e7a-feira o relat\u00f3rio Situa\u00e7\u00e3o da Inf\u00e2ncia e da Adolesc\u00eancia Brasileira 2009 O Direitode Aprender: Potencializar Avan\u00e7os e Reduzir Desigualdades, uma an\u00e1lisesobre o direito de aprender no Brasil realizada a partir das estat\u00edsticasmais recentes relacionadas ao tema.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio conclui que o Pa\u00eds obteve importantesavan\u00e7os nos indicadores de acesso, aprendizagem, perman\u00eancia e conclus\u00e3odo Ensino B\u00e1sico. Na publica\u00e7\u00e3o, o UNICEF analisa as desigualdades educacionaisno Brasil especialmente as regionais, \u00e9tnico-raciais e socioecon\u00f4micas,bem como as relacionadas \u00e0 inclus\u00e3o de crian\u00e7as com defici\u00eancia. S\u00e3o essasdesigualdades que impedem que parcelas mais vulner\u00e1veis da popula\u00e7\u00e3o brasileiratenham garantido seu direito de aprender, sobretudo nas regi\u00f5es do Semi\u00e1rido,da Amaz\u00f4nia Legal e nas comunidades populares dos centros urbanos.<\/p>\n<p>Para se ter uma ideia, 97,6% das crian\u00e7ase adolescentes entre 7 e 14 anos est\u00e3o matriculados na escola, o que representacerca de 26 milh\u00f5es de estudantes. Esses 2,4% podem parecer pouco, masrepresentam 680 mil crian\u00e7as fora da escola. \u00c9 mais do que a popula\u00e7\u00e3odo Suriname. E desse total de crian\u00e7as fora da escola, 66% (450 mil) s\u00e3onegras. Da mesma forma, o percentual de crian\u00e7as fora da escola na Regi\u00e3oNorte \u00e9 duas vezes maior do que o mesmo percentual na Regi\u00e3o Sudeste.<\/p>\n<p>\u201cO UNICEF reconhece e comemora os avan\u00e7os,apontando a necessidade e assumindo o compromisso de apoiar e participarde a\u00e7\u00f5es que garantam a sustentabilidade e aprimoramento das pol\u00edticase programas que lhes d\u00e3o apoio. A capacidade demonstrada pelo Pa\u00eds de melhoraresses indicadores \u00e9 que nos permite afirmar que \u00e9 poss\u00edvel sim universalizaro direito de aprender para todas e cada uma das crian\u00e7as e adolescentesno Brasil\u201d, afirma Marie-Pierre Poirier, Representante do UNICEF no Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Marie-Pierre destaca ainda que, para queos avan\u00e7os conquistados pelo Pa\u00eds alcancem todas e cada uma das crian\u00e7ase adolescentes, s\u00e3o necess\u00e1rias a cria\u00e7\u00e3o e a implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticasp\u00fablicas que tenham como resultado a efetiva redu\u00e7\u00e3o das desigualdadesem todas as suas dimens\u00f5es. Ao mesmo tempo, considera fundamental a continuidadee o fortalecimento das articula\u00e7\u00f5es entre a\u00e7\u00f5es governamentais e sociaispara supera\u00e7\u00e3o das barreiras existentes.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio Situa\u00e7\u00e3o da Inf\u00e2ncia e da Adolesc\u00eanciaBrasileira 2009 est\u00e1 dispon\u00edvel na \u00edntegra no site do UNICEF:<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.unicef.org\/brazil\">http:\/\/www.unicef.org\/brazil<\/a><\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es:<br \/>\nAssessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do UNICEF<br \/>\nEstela Caparelli<br \/>\nTelefones: (61) 3035 1963 ou 8166 1648<br \/>\nE-mail: <a href=\"mailto:mecaparelli@unicef.org\">mecaparelli@unicef.org<\/a><br \/>\nLet\u00edcia Sobreira<br \/>\nTelefones: (61) 3035 1917<br \/>\nE-mail: <a href=\"mailto:lsobreira@unicef.org.br\">lsobreira@unicef.org.br<\/a><br \/>\nAlexandre Amorim<br \/>\nTelefones: (61) 3035 1947 ou 8166 1636<br \/>\nE-mail: <a href=\"mailto:aamorim@unicef.org\">aamorim@unicef.org<\/a><br \/>\nVeja a seguir alguns dos principais dados apresentados no relat\u00f3rio:<\/p>\n<p>Educa\u00e7\u00e3o Infantil<br \/>\nNo Brasil, o atendimento de crian\u00e7as de at\u00e9 3 anos tem aumentado (Pnad2007).<br \/>\n1995: 7,6 %<br \/>\n2001: 10,6%<br \/>\n2007: 17,1%<\/p>\n<p>No mesmo per\u00edodo, foi ampliado o atendimentode crian\u00e7as de at\u00e9 4 a 6 anos (Pnad 2007).<br \/>\n1995: 53,5%<br \/>\n2001: 65,6%<br \/>\n2007: 77,6%<\/p>\n<p>Ensino Fundamental<br \/>\nDo total de crian\u00e7as entre 7 e 14 anos, 97,6% est\u00e3o matriculadas na escola.O que representa cerca de 26 milh\u00f5es de estudantes (Pnad 2007). O percentualde 2,4% de crian\u00e7as e adolescentes fora da escola pode parecer pouco, masrepresenta cerca de 680 mil crian\u00e7as entre 7 e 14 que t\u00eam seu direito deacesso \u00e0 escola negado. As mais atingidas s\u00e3o as negras, ind\u00edgenas, quilombolas,pobres, sob risco de viol\u00eancia e explora\u00e7\u00e3o, e com defici\u00eancia. Desse contingentefora da escola, 450 mil s\u00e3o crian\u00e7as negras e pardas.<\/p>\n<p>Ensino M\u00e9dio<br \/>\nSegundo uma an\u00e1lise da Pnad feita pelo Ipea, 82,1% dos adolescentes entre15 e 17 anos frequentam a escola. Entretanto, 44% dos adolescentes aindan\u00e3o conclu\u00edram o Ensino Fundamental e apenas 48% cursam o Ensino M\u00e9diodentro da faixa et\u00e1ria adequada para esse n\u00edvel. No Nordeste, apenas 34%dos adolescentes de 15 a 17 anos frequentam o Ensino M\u00e9dio. No Norte, 36%dos meninos e meninas de 15 a 17 anos cursam o Ensino M\u00e9dio. A m\u00e9dia nacional,de acordo com a Pnad, \u00e9 de 48%. Na Regi\u00e3o Sudeste, esse percentual ficaem 58,8% e, no Sul, 55%. (Pnad 2007)<\/p>\n<p>Desigualdade racial<br \/>\nO n\u00famero de pessoas brancas matriculadas no Ensino M\u00e9dio \u00e9 49,2% maiordo que o mesmo n\u00famero entre a popula\u00e7\u00e3o negra. Percebe-se uma significativamelhora na adequa\u00e7\u00e3o idade-s\u00e9rie entre os adolescentes negros.<\/p>\n<p>Anos de estudo<br \/>\nEnquanto a popula\u00e7\u00e3o urbana possui, em m\u00e9dia, 8,5 anos de estudo conclu\u00eddoscom sucesso, a rural tem apenas 4,5. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o branca, osnegros possuem, em m\u00e9dia, dois anos de estudo a menos. A popula\u00e7\u00e3o nordestinaacima de 15 anos \u00e9 a menos escolarizada do Pa\u00eds. Essa parcela da popula\u00e7\u00e3opossui apenas seis anos de escolaridade, enquanto a m\u00e9dia nacional \u00e9 de7,3 anos.<\/p>\n<p>Analfabetismo<br \/>\nDo total de crian\u00e7as com 10 anos de idade no Nordeste, 12,8% n\u00e3o sabemler. A m\u00e9dia nacional \u00e9 de 5,5%. J\u00e1 no Sul o indicador \u00e9 de 1,2%. Emboraimportantes conquistas tenham sido obtidas nos \u00faltimos 15 anos, os Estadosda Amaz\u00f4nia Legal Brasileira ainda t\u00eam mais de 90 mil adolescentes analfabetose cerca de 160 mil meninos e meninas entre 7 e 14 anos fora da escola.<\/p>\n<p>Segundo a Pnad de 2007, 82,7% dos analfabetosde 15 anos ou mais do Norte s\u00e3o pretos ou pardos, o que evidencia a desigualdaderacial.<\/p>\n<p>Educa\u00e7\u00e3o no campo<br \/>\nNo campo, encontram-se as maiores taxas de analfabetismo e o maior contingentede crian\u00e7as fora da escola. De maneira geral, os curr\u00edculos est\u00e3o desvinculadosdas realidades, das necessidades, dos valores e dos interesses dos estudantesque residem no campo, o que impede que o aprendizado, de fato, se transformeem um instrumento para o desenvolvimento local.<\/p>\n<p>A escolaridade m\u00e9dia da popula\u00e7\u00e3o ruralde 15 anos ou mais corresponde a menos da metade do \u00edndice entre a popula\u00e7\u00e3oda \u00e1rea urbana. Enquanto a popula\u00e7\u00e3o urbana possui, em m\u00e9dia, 8,5 anosde estudos conclu\u00eddos com sucesso, a rural tem apenas 4,5. No Nordeste,a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais grave: a popula\u00e7\u00e3o rural da regi\u00e3o tem, em m\u00e9dia, apenas3,1 anos de escolaridade. Menos da metade do que a popula\u00e7\u00e3o urbana. Dototal da popula\u00e7\u00e3o rural com 15 anos ou mais, 25,8% s\u00e3o analfabetos. Esseindicador entre os habitantes da \u00e1rea urbana \u00e9 de 8,7%. Apenas pouco maisde um quinto dos adolescentes da \u00e1rea rural est\u00e1 matriculado no EnsinoM\u00e9dio. No Nordeste, esse \u00edndice \u00e9 de 11,6%. Nas escolas do campo, a defasagemidade-s\u00e9rie nas s\u00e9ries iniciais do Ensino Fundamental \u00e9 de 41,4%. Nos anosfinais \u00e9 de 56%, e no Ensino M\u00e9dio sobe para 59,1%.<\/p>\n<p>Crian\u00e7as com defici\u00eancia<br \/>\nH\u00e1 muitos obst\u00e1culos f\u00edsicos e sociais que impedem o livre acesso das crian\u00e7ascom defici\u00eancia \u00e0 escola e \u00e0 educa\u00e7\u00e3o inclusiva. Os dados do Censo Escolar2007 confirmam essa dificuldade: enquanto 70,8% cursam o Ensino Fundamental,apenas 2,5% est\u00e3o no Ensino M\u00e9dio. O n\u00famero de estudantes nesse n\u00edvel deensino \u00e9 muito mais baixo do que na educa\u00e7\u00e3o de jovens e adultos (11,2%).Por exemplo, h\u00e1 poucas escolas de Ensino M\u00e9dio que oferecem atendimentoe salas de recursos aos estudantes com defici\u00eancia.<\/p>\n<p>De acordo com dados do Censo Escolar, houveum crescimento de 94% nas matr\u00edculas na Educa\u00e7\u00e3o Especial.<br \/>\n1998: 337.326<br \/>\n2007: 654.606<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao ingresso em classes comunsdo ensino regular, o aumento foi de cerca de 597%<br \/>\n1998: 43.923<br \/>\n2007: 304.882<\/p>\n<p>Educa\u00e7\u00e3o ind\u00edgena<br \/>\nFoi registrado um aumento de 50,8% no n\u00famero de 2002 a 2007 do n\u00famero deestudantes ind\u00edgenas:<br \/>\n2002: 117.171<br \/>\n2007: 176.714<\/p>\n<p>Nesse mesmo per\u00edodo, o crescimento de matr\u00edculasde alunos ind\u00edgenas no Ensino M\u00e9dio subiu 665%.<\/p>\n<p>Apesar desse grande aumento, apenas 4,8%dos ind\u00edgenas que estudam est\u00e3o nessa modalidade de ensino, totalizandosomente 8.418 alunos. 80% das 2.480 escolas ind\u00edgenas do Brasil est\u00e3o localizadasnos Estados da Amaz\u00f4nia Legal (Educacenso 2007).<\/p>\n<p>118.223 meninas e meninos ind\u00edgenas est\u00e3omatriculados nos estabelecimentos de ensino da Amaz\u00f4nia. Eles representam66,8% dos alunos ind\u00edgenas brasileiros. 10% dos professores ind\u00edgenas ematua\u00e7\u00e3o nessas escolas n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o conclu\u00edram o Ensino Fundamental comonunca receberam nenhuma forma\u00e7\u00e3o para atuar como professores.<\/p>\n<p>Na Regi\u00e3o Norte, 18,4% dos docentes ind\u00edgenast\u00eam apenas o Ensino Fundamental incompleto, o que evidencia a necessidadecont\u00ednua de investimentos espec\u00edficos na \u00e1rea. (Estat\u00edsticas sobre Educa\u00e7\u00e3oEscolar Ind\u00edgena no Brasil, Inep 2007, com base nos dados do Censo Escolar2005).<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao acesso ao Ensino M\u00e9dio, decada 16,3 alunos ind\u00edgenas no Ensino Fundamental e na Educa\u00e7\u00e3o de Jovense Adultos (EJA) Fundamental, um est\u00e1 no Ensino M\u00e9dio (considerando EnsinoM\u00e9dio regular e EJA M\u00e9dio). Essa rela\u00e7\u00e3o era de 86,4 para 1, em 2002, oque mostra uma tend\u00eancia de expans\u00e3o do acesso a esse n\u00edvel de ensino.<\/p>\n<p>Educa\u00e7\u00e3o quilombola<br \/>\nAt\u00e9 dezembro de 2008, havia 1.305 comunidades remanescentes de quilombosreconhecidas no Pa\u00eds. Em 2006, o n\u00famero de escolas localizadas em \u00e1reasremanescentes de quilombos cresceu 94,4%, chegando, em rela\u00e7\u00e3o a 2005,a 1.283 unidades e 161.625 matr\u00edculas. O Maranh\u00e3o \u00e9 o Estado com maiorn\u00famero de escolas em \u00e1reas quilombolas: 423.<\/p>\n<p>Infraestrutura escolar<\/p>\n<p>Das mais de 58 mil escolas do Semi\u00e1rido, 51% n\u00e3o s\u00e3o abastecidas pela redep\u00fablica de \u00e1gua, 14% n\u00e3o disp\u00f5em de energia el\u00e9trica e 6,6% n\u00e3o t\u00eam sanit\u00e1rios.A grande maioria (80%) n\u00e3o possui biblioteca ou sala de leitura, computador(75,8%) e muito menos acesso \u00e0 Internet (89,2%).<\/p>\n<p>Fonte: UNICEF Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Educa\u00e7\u00e3o no Brasil melhora, mas desigualdades ainda criam barreiras Relat\u00f3rio do UNICEF revela que Pa\u00eds precisatratar de maneira diferenciada as parcelas mais vulner\u00e1veis da popula\u00e7\u00e3opara que os avan\u00e7os j\u00e1 alcan\u00e7ados beneficiem todas e cada uma das crian\u00e7ase adolescentes O Fundo das Na\u00e7\u00f5esUnidas para a Inf\u00e2ncia (UNICEF) divulgou nesta ter\u00e7a-feira o relat\u00f3rio Situa\u00e7\u00e3o da Inf\u00e2ncia e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-container-style":"default","site-container-layout":"default","site-sidebar-layout":"default","disable-article-header":"default","disable-site-header":"default","disable-site-footer":"default","disable-content-area-spacing":"default","footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-11519","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.6 - 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