{"id":12328,"date":"2009-11-07T07:01:07","date_gmt":"2009-11-07T10:01:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.inclusive.org.br\/?p=12328"},"modified":"2009-11-07T07:01:07","modified_gmt":"2009-11-07T10:01:07","slug":"claude-levi-strauss-e-a-importancia-da-diversidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=12328","title":{"rendered":"Claude L\u00e9vi-Strauss e a import\u00e2ncia da diversidade"},"content":{"rendered":"<figure style=\"width: 116px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.comciencia.br\/comciencia\/ver.php?table=form_5&amp;field=foto_do_livro&amp;id=40\" alt=\"\" width=\"116\" height=\"160\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Na imagem, a capa do livro de Claude L\u00e9vi-Strauss.<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Com o falecimento do antrop\u00f3logo franc\u00eas, revitalizamos seu debate sobre a import\u00e2ncia da diversidade humana. A resenha abaixo apresenta suas principais id\u00e9ias sobre o assunto &#8211; Lucio Carvalho.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por Alexsander Lemos de Almeida Gebara<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O texto \u201cRa\u00e7a e hist\u00f3ria\u201d de Claude L\u00e9vi-Strauss, publicado em 1952, foi escrito sob encomenda da United Nations Educational Scientific and Cultural Organization (Unesco) como parte de uma cole\u00e7\u00e3o intitulada La question raciale devant la science moderne. N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil compreender algumas das raz\u00f5es que pautaram a encomenda. A Segunda Guerra Mundial havia recentemente marcado a hist\u00f3ria como um dos acontecimentos mais tr\u00e1gicos, violentos e devastadores de todos os tempos e, a despeito de suas raz\u00f5es pol\u00edticas, parte de seu motor ideol\u00f3gico funcionava com um combust\u00edvel bastante inflam\u00e1vel, o racismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, a Segunda Grande Guerra n\u00e3o foi o \u00fanico e nem o \u00faltimo dos processos geopol\u00edticos excludentes e opressores que derivam da id\u00e9ia de uma suposta hierarquia racial. Basta, como exemplo, apontar o controle colonial que boa parte dos pa\u00edses da Europa Ocidental exercia, ainda na d\u00e9cada de 1950, sobre grandes por\u00e7\u00f5es do territ\u00f3rio do globo, mais especialmente sobre o continente africano e o sudeste asi\u00e1tico. Em suas origens, tal colonialismo legitimava sua exist\u00eancia exatamente nas suposi\u00e7\u00f5es de uma hierarquia \u201cracial\u201d oriunda da \u201cantropologia\u201d do final do s\u00e9culo XIX. De fato, as chagas do racismo expostas pela Segunda Guerra Mundial teriam grande efeito no desencadeamento das lutas pela liberta\u00e7\u00e3o das regi\u00f5es coloniais nas d\u00e9cadas seguintes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desta forma, tamb\u00e9m n\u00e3o parece muito dif\u00edcil compreender qual seria o tom mais geral do referido texto de L\u00e9vi-Strauss, qual seja, a desconstru\u00e7\u00e3o, a cr\u00edtica e a condena\u00e7\u00e3o das perspectivas que continuavam a hierarquizar as diferentes \u201cra\u00e7as\u201d ou culturas do mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o \u00e9 por acaso, portanto, que o texto comece com a afirma\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o h\u00e1 nada que comprove, cientificamente, a superioridade de uma ra\u00e7a sobre a outra. Mas n\u00e3o \u00e9 apenas isso, o autor tamb\u00e9m n\u00e3o se contenta com a possibilidade de \u201cmedir\u201d supostas diferentes contribui\u00e7\u00f5es das \u201cra\u00e7as\u201d ao patrim\u00f4nio comum da humanidade, pela simples raz\u00e3o de que tal atitude seria uma esp\u00e9cie de invers\u00e3o da doutrina \u201cracista\u201d, uma vez que continuaria creditando \u00e0 \u201cra\u00e7a\u201d o motivo das diferen\u00e7as culturais. Ou seja, basicamente, o ponto inicial da cr\u00edtica \u00e9 a confus\u00e3o freq\u00fcente ent\u00e3o entre \u201cra\u00e7a\u201d, no sentido biol\u00f3gico do termo, e \u201ccultura\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por outro lado, L\u00e9vi-Strauss tamb\u00e9m n\u00e3o pode deixar de notar a diversidade das formas culturais humanas. Diversidade esta que s\u00f3 faz sentido na rela\u00e7\u00e3o entre elas, uma vez que se n\u00e3o se relacionassem, n\u00e3o haveria nem mesmo a percep\u00e7\u00e3o da diversidade. Neste sentido, as culturas n\u00e3o s\u00e3o em si, mas sim em rela\u00e7\u00e3o \u00e0. Esta constata\u00e7\u00e3o faz surgir um tema que permeia todo o texto, qual seja: \u201cexistem nas sociedades humanas, simultaneamente em elabora\u00e7\u00e3o, for\u00e7as trabalhando em dire\u00e7\u00f5es opostas: umas tendem \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o, e mesmo \u00e0 acentua\u00e7\u00e3o dos particularismos; as outras agem no sentido da converg\u00eancia e da afinidade\u201d (L\u00e9vi-Strauss, 1993, p.331).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A diversidade, apesar de n\u00e3o ser mensur\u00e1vel, vinha sendo comumente retratada como uma diferen\u00e7a derivada de um processo evolutivo, ou seja, enquanto algumas culturas evolu\u00edram, outras permaneceram est\u00e1ticas. Ora, supor que alguma cultura estaria isenta da influ\u00eancia do tempo seria propor um absurdo. Entretanto, tal absurdo permaneceu por muito tempo como sustent\u00e1culo das teorias evolucionistas sociais, que viam nas sociedades \u201cprimitivas\u201d um est\u00e1gio anterior do desenvolvimento da cultura ocidental1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Duas quest\u00f5es passam a dominar o texto a partir de ent\u00e3o, quais sejam: como se explica a diversidade? E como as diferentes culturas interagem? Dado o fato de que todas as culturas disp\u00f5em do mesmo \u201cmaterial b\u00e1sico\u201d \u2013 ou seja, \u201ctodos os homens, sem exce\u00e7\u00e3o, possuem uma linguagem, t\u00e9cnicas, uma arte, conhecimentos positivos, cren\u00e7as religiosas, uma organiza\u00e7\u00e3o social, econ\u00f4mica e pol\u00edtica\u201d (L\u00e9vi-Strauss, 1993, p.349) \u2013 as diferen\u00e7as estariam baseadas na \u201cdosagem\u201d de cada um desses elementos para cada uma delas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, para uma compreens\u00e3o mais ampla do \u201coutro\u201d faz-se necess\u00e1ria uma mudan\u00e7a de perspectiva, ou ao menos na cr\u00edtica da perspectiva tradicional com a qual a sociedade ocidental enxerga o \u201coutro\u201d. Dominado pela id\u00e9ia de \u201cprogresso\u201d e, logo, pela constru\u00e7\u00e3o de sua hist\u00f3ria como uma evolu\u00e7\u00e3o paulatina e relativamente constante, o Ocidente toma-se como modelo, o que redunda na explica\u00e7\u00e3o evolucionista social anteriormente criticada. Ou seja, \u00e9 preciso rever o pr\u00f3prio conceito de progresso, que o autor classifica ent\u00e3o como n\u00e3o linear e ocorrendo aos \u201csaltos\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma vez que a cultura ocidental trilhou um caminho de progress\u00e3o t\u00e9cnica para sua reprodu\u00e7\u00e3o e expans\u00e3o, \u00e9 com base nesse conceito que observa as demais, tornando-se incapaz de perceber eventuais \u201cdesenvolvimentos\u201d de outras culturas que trilharam outros caminhos2. Deste \u00e2ngulo de vis\u00e3o, quaisquer progressos t\u00e9cnicos de outras sociedades s\u00e3o vistos como obra do \u201cacaso\u201d, diferentemente da sociedade ocidental que \u201cprogride\u201d pela reflex\u00e3o e investimento objetivo e consciente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A diferen\u00e7a t\u00e9cnica da sociedade ocidental, dessa forma, n\u00e3o pode ser \u00edndice de uma superioridade em si, mas deve ser tratada apenas como caracter\u00edstica hist\u00f3rica espec\u00edfica. Mas L\u00e9vi-Strauss vai ainda mais al\u00e9m. Mesmo a conjun\u00e7\u00e3o de fatores que resultaram nesse desenvolvimento espec\u00edfico n\u00e3o pode ser creditada unicamente \u00e0 hist\u00f3ria ocidental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 aqui que entra a segunda das quest\u00f5es esbo\u00e7adas acima, ou seja, como as diferentes culturas interagem? Segundo o autor, para que qualquer forma de desenvolvimento se torne poss\u00edvel, \u00e9 necess\u00e1ria uma conjun\u00e7\u00e3o de in\u00fameros fatores, ou seja, em \u00faltima an\u00e1lise trata-se de uma quest\u00e3o de probabilidade3. A met\u00e1fora utilizada no texto remete \u00e0s probabilidades de uma determinada sequ\u00eancia num\u00e9rica ocorrer em seguidas rodadas de uma \u00fanica roleta. Dessa forma, a probabilidade da bolinha cair no n\u00famero 1, depois no n\u00famero 2, e assim sequencialmente at\u00e9 o n\u00famero 9, por exemplo, \u00e9 muito pequena. No entanto, se utiliz\u00e1ssemos um n\u00famero maior de roletas, e pud\u00e9ssemos selecionar o resultado de qualquer uma delas a cada rodada, as probabilidades seriam ampliadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Transposta \u00e0 situa\u00e7\u00e3o de contatos culturais, conclui-se que quanto maior o n\u00famero de contato entre culturas diferentes, maiores as probabilidades de desenvolvimentos espec\u00edficos em quaisquer delas. Dessa forma, L\u00e9vi-Strauss procura valorizar a coexist\u00eancia de diferentes estruturas culturais como forma de impulsionar o \u201cdesenvolvimento\u201d de todas elas. Entretanto, essas considera\u00e7\u00f5es o levam de volta \u00e0 tens\u00e3o expressa no in\u00edcio de seu texto, entre as tend\u00eancias por um lado particularistas, e por outro homogeneizadoras, resultantes do contato cultural. Uma tens\u00e3o paradoxal, pois se o contato com outras culturas amplia as possibilidades de desenvolvimentos, ao mesmo tempo faz com que tendam a se tornar cada vez mais parecidas. De fato, a distin\u00e7\u00e3o entre \u201chist\u00f3ria cumulativa\u201d e \u201cestacion\u00e1ria\u201d ganha aqui uma defini\u00e7\u00e3o mais ampla:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c&#8230; pode-se dizer que a hist\u00f3ria cumulativa \u00e9 a forma de hist\u00f3ria caracter\u00edstica desses super-organismos sociais que constituem os grupos de sociedades i.e., das sociedades que t\u00eam contatos com outras, ao passo que a hist\u00f3ria estacion\u00e1ria \u2013 se \u00e9 que ela existe verdadeiramente \u2013 seria a marca deste g\u00eanero de vida inferior, que \u00e9 o das sociedades solit\u00e1rias\u201d (L\u00e9vi-Strauss, p.361).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enfim, na resposta \u00e0 quest\u00e3o sobre como as diferentes sociedades e culturas interagem, encontra-se a valoriza\u00e7\u00e3o da diferen\u00e7a como elemento produtivo. \u00c9 justamente o afastamento diferencial entre as culturas que oferece as maiores probabilidades de configura\u00e7\u00e3o de novos elementos de desenvolvimento para todas elas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desta forma, o texto termina com uma recomenda\u00e7\u00e3o \u00e0s institui\u00e7\u00f5es internacionais (n\u00e3o nos esque\u00e7amos que a encomenda do artigo partiu da Unesco), no sentido de preservar a diversidade cultural, n\u00e3o significando com isso mant\u00ea-las intactas, mas incitando os desenvolvimentos e potencialidades de cada uma delas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Certamente, uma s\u00e9rie de cr\u00edticas pode e deve ser feita ao texto de Strauss, mas este n\u00e3o \u00e9 o espa\u00e7o adequado para apresent\u00e1-las, uma vez que n\u00e3o se trata de uma revis\u00e3o da teoria antropol\u00f3gica, mas sim de observar a import\u00e2ncia desse ensaio no contexto de reflex\u00e3o sobre os direitos humanos na sociedade contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste sentido, basta notar alguns exemplos de acontecimentos e processos geopol\u00edticos internacionais deste meio s\u00e9culo posterior \u00e0 publica\u00e7\u00e3o original, tais como a resist\u00eancia dos pa\u00edses europeus \u00e0s demandas por independ\u00eancia nas col\u00f4nias asi\u00e1ticas e africanas at\u00e9 as d\u00e9cadas de 1960 e 1970; a divis\u00e3o global em blocos pol\u00edticos durante a Guerra Fria at\u00e9 o final da d\u00e9cada de 1980; a cont\u00ednua explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica sobre o sul global at\u00e9 os dias atuais; as manifesta\u00e7\u00f5es xen\u00f3fobas na Europa contra os imigrantes; os incessantes embates entre judeus e palestinos, (para citar apenas alguns) para perceber que a li\u00e7\u00e3o enunciada por Strauss, sobre a impossibilidade de hierarquizar a diversidade, e de fato, a extrema import\u00e2ncia desta diversidade no desenvolvimento mundial ainda n\u00e3o foi apreendida, de maneira que sua leitura ainda se mant\u00e9m, at\u00e9 hoje, na ordem do dia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Alexsander Lemos de Almeida Gebara \u00e9 professor adjunto de hist\u00f3ria da \u00c1frica da Universidade Federal Fluminense (UFF).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta resenha foi feita a partir do cap\u00edtulo do livro Antropologia Estrutural II:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; L\u00c9VI-STRAUSS, C. \u201cRa\u00e7a e hist\u00f3ria\u201d. In: Antropologia Estrutural II. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro, 4\u00aa. ed, p. 328-366, 1993.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A imagem da capa \u00e9 de um livro publicado posteriormente com o ensaio de L\u00e9vi-Strauss:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; L\u00c9VI-STRAUSS, C. Ra\u00e7a e hist\u00f3ria. 7\u00aa. ed. Portugal: Editorial Presen\u00e7a, 2003. (Universidade).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Notas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1 Mesmo uma leitura leviana e equivocada do texto de Strauss poderia concluir que as diferen\u00e7as esbo\u00e7adas pelo autor entre \u201chist\u00f3ria cumulativa\u201d e \u201chist\u00f3ria estacion\u00e1ria\u201d tra\u00e7am uma diferen\u00e7a entre culturas que se desenvolvem e outras que permanecem paradas. Claro est\u00e1 que esta n\u00e3o \u00e9 a leitura apropriada. Para uma avalia\u00e7\u00e3o desses conceitos ver Goldman, M. \u201cL\u00e9vi-Strauss e o sentido da hist\u00f3ria\u201d. Revista de Antropologia, vol. 42, n 1-2, 1999.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2 A t\u00edtulo de exemplo, Strauss sugere, por exemplo, que as culturas orientais acumularam um conhecimento muito maior sobre o corpo humano, esta \u201cm\u00e1quina suprema\u201d, do que o pr\u00f3prio Ocidente. Conclui-se que, dessa forma, o caminho trilhado pelas culturas orientais foi diferente, mais \u201catrasado\u201d com rela\u00e7\u00e3o a conhecimentos t\u00e9cnico-mec\u00e2nicos e mais \u201cadiantado\u201d no conhecimento do corpo humano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3 Nunca \u00e9 demais relembrar que \u201cdesenvolvimento\u201d no sentido empregado aqui n\u00e3o tem a conota\u00e7\u00e3o de \u201cprogresso\u201d em sentido \u00fanico, mas sim de transforma\u00e7\u00f5es quaisquer, a despeito de suas import\u00e2ncias no processo de diferencia\u00e7\u00e3o ao longo do tempo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">________________________________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fonte de informa\u00e7\u00e3o:<\/strong> <a href=\"http:\/\/www.comciencia.br\/comciencia\/?section=8&amp;tipo=resenha&amp;edicao=43\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ComCi\u00eancia <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Link abrir\u00e1 em uma nova janela ou aba.\" src=\"http:\/\/www.inclusive.org.br\/images\/new_window.gif\" alt=\"Link abrir\u00e1 em uma nova janela ou aba.\" width=\"16\" height=\"14\" \/><\/a><br \/>\nLicenciada de acordo com CC 2.0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o falecimento do antrop\u00f3logo franc\u00eas, revitalizamos seu debate sobre a import\u00e2ncia da diversidade humana. A resenha abaixo apresenta suas principais id\u00e9ias sobre o assunto &#8211; Lucio Carvalho. Por Alexsander Lemos de Almeida Gebara O texto \u201cRa\u00e7a e hist\u00f3ria\u201d de Claude L\u00e9vi-Strauss, publicado em 1952, foi escrito sob encomenda da United Nations Educational Scientific and [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-container-style":"default","site-container-layout":"default","site-sidebar-layout":"default","disable-article-header":"default","disable-site-header":"default","disable-site-footer":"default","disable-content-area-spacing":"default","footnotes":""},"categories":[11,40,8,58],"tags":[],"class_list":["post-12328","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-direitos-humanos","category-diversidade","category-textos-e-artigos","category-resenha-e-critica"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Claude L\u00e9vi-Strauss e a import\u00e2ncia da diversidade -<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=12328\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Claude L\u00e9vi-Strauss e a import\u00e2ncia da diversidade -\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Com o falecimento do antrop\u00f3logo franc\u00eas, revitalizamos seu debate sobre a import\u00e2ncia da diversidade humana. 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