{"id":12874,"date":"2009-12-03T17:40:04","date_gmt":"2009-12-03T20:40:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.inclusive.org.br\/?p=12874"},"modified":"2009-12-03T17:40:04","modified_gmt":"2009-12-03T20:40:04","slug":"deficiente-luta-para-superar-barreiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=12874","title":{"rendered":"Deficiente luta para superar barreiras"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_12760\" aria-describedby=\"caption-attachment-12760\" style=\"width: 247px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.inclusivenews.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/proibidocadeirante.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-12760\" title=\"Cadeira de rodas dentro de placa de tr\u00e2nsito simbolizando proibi\u00e7\u00e3o.\" src=\"http:\/\/inclusivenews.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/proibidocadeirante.jpg\" alt=\"Cadeira de rodas dentro de placa de tr\u00e2nsito simbolizando proibi\u00e7\u00e3o.\" width=\"247\" height=\"241\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-12760\" class=\"wp-caption-text\"> <\/figcaption><\/figure>\n<p><em>Apesar de uma maior visibilidade, a defici\u00eancia ainda n\u00e3o \u00e9 encarada com naturalidade no Pa\u00eds<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Fabiano Ormaneze<\/strong><br \/>\nDA AG\u00caNCIA ANHANGUERA<br \/>\nfabiano.ormaneze@rac.com.br<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O tema j\u00e1 chegou at\u00e9 a novela das oito da Rede Globo, Viver a Vida, na pele da personagem de Alinne Moraes, que fica tetrapl\u00e9gica ap\u00f3s um acidente. Mas, apesar de alcan\u00e7ar essa visibilidade, a defici\u00eancia ainda n\u00e3o \u00e9 encarada com naturalidade. O preconceito, a falta de informa\u00e7\u00e3o e a dificuldade em como lidar com pessoas que t\u00eam algum tipo de defici\u00eancia ainda s\u00e3o barreiras contra as quais milh\u00f5es de pessoas ainda precisam lutar. Essas, por sinal, s\u00e3o algumas das bandeiras a ser levantadas hoje, no Dia Internacional da Pessoa com Defici\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Brasil tem, segundo a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), que instituiu a comemora\u00e7\u00e3o em 1992, cerca de 27 milh\u00f5es de pessoas com algum tipo de defici\u00eancia. No mundo, s\u00e3o 650 milh\u00f5es de pessoas, o que representa cerca de 10% da popula\u00e7\u00e3o. Em Campinas, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), 11,4% da popula\u00e7\u00e3o vivem na mesma situa\u00e7\u00e3o. \u201cO preconceito vem diminuindo, mas a falta de informa\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 muito grande\u201d, diz o doutorando em economia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Vin\u00edcius Gaspar Garcia, de 33 anos. Ele ficou tetrapl\u00e9gico em 1995, depois de um acidente ao mergulhar na parte rasa de uma piscina durante uma festa de universit\u00e1rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Garcia conta que ainda \u00e9 enorme a curiosidade das pessoas sobre o seu modo de vida, o olhar de estranhamento e, principalmente, a falta de preparo num encontro com ele. \u201cMuitos m\u00e9dicos, inclusive, n\u00e3o sabem como lidar com as diferen\u00e7as. V\u00e1rias vezes me perguntaram se alguma parte do meu corpo do\u00eda, mas eu n\u00e3o tenho sensibilidade dos mamilos para baixo. O que eu poderia dizer sobre dor a ele?\u201d, afirma. Olhares e coment\u00e1rios entre pessoas que est\u00e3o pr\u00f3ximas, geralmente, considerando-o como um coitado, algu\u00e9m a se ter pena ou ent\u00e3o como um her\u00f3i, s\u00e3o outros comportamentos habituais que incomodam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cPrecisamos ser reconhecidos pela capacidade que temos. As pessoas com defici\u00eancia s\u00f3 est\u00e3o ocupando postos de trabalho, em muitos lugares, por causa da lei que obriga as empresas a terem cotas. Mas precisamos lutar para que esse acesso ocorra porque somos capazes e n\u00e3o simplesmente para que haja o cumprimento de uma lei\u201d, explica a presidente do Conselho dos Direitos da Pessoa com Defici\u00eancia de Campinas, Roseli Bianco Piantoni, que tem distrofia muscular progressiva, doen\u00e7a cong\u00eanita que se manifestou aos 26 anos e, aos poucos, foi lhe tirando os movimentos das pernas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Aos 59 anos e h\u00e1 uma d\u00e9cada na cadeira de rodas, Roseli sabe tamb\u00e9m que ainda falta muito para Campinas vencer todas as barreiras arquitet\u00f4nicas que a impedem de transitar livremente pelas ruas com sua cadeira motorizada. \u201cH\u00e1 cal\u00e7adas que est\u00e3o t\u00e3o irregulares que, se passar com a cadeira de rodas, a pessoa corre o risco de cair no meio da rua\u201d, diz. A Prefeitura, aos poucos, torna a cidade mais acess\u00edvel, principalmente na \u00e1rea central e nas rec\u00e9m-criadas esta\u00e7\u00f5es de transfer\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cMas a principal barreira que n\u00f3s precisamos vencer diz respeito ao que est\u00e1 na mente das pessoas\u201d, afirma Fabiana Bonilha, de 31 anos, que \u00e9 cega desde o nascimento. A psic\u00f3loga, que trabalha no laborat\u00f3rio de acessibilidade da Unicamp, onde tamb\u00e9m faz doutorado em m\u00fasica, acredita que a informa\u00e7\u00e3o, desde a inf\u00e2ncia, \u00e9 um dos passos importantes para diminuir o preconceito. \u201cAbertamente, todo mundo fala que n\u00e3o tem preconceito, mas no dia a dia, sem perceber, as pessoas cometem atos que demonstram a falta de jeito\u201d, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Como exemplo, Fabiana lembra de uma cena comum, que tamb\u00e9m foi narrada por Roseli e por Garcia. Quando eles est\u00e3o acompanhados, \u00e9 h\u00e1bito que algu\u00e9m que queira qualquer informa\u00e7\u00e3o se dirija ao acompanhante. \u201cJ\u00e1 aconteceu comigo em lojas. Fui com minha m\u00e3e comprar uma roupa e em vez de perguntarem para mim se eu gostava de um certo modelo, perguntaram a ela, como se eu fosse incapaz de demonstrar os meus desejos\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Hist\u00f3ria<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Esse comportamento tem uma explica\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica. Durante s\u00e9culos, as pessoas com defici\u00eancia eram consideradas totalmente incapazes e tinham de se contentar em ficar presas em casa, sem nenhum contato com o mundo do trabalho e com a escola. \u201cJ\u00e1 fui com a minha mulher jantar em restaurantes e perguntaram a ela o que eu gostaria de beber. Na hora, eu j\u00e1 respondi, para que o gar\u00e7om percebesse que eu poderia falar e que ele devia se dirigir a mim tamb\u00e9m\u201d, lembra Garcia, casado h\u00e1 11 anos com a dentista Regina, que n\u00e3o tem nenhuma defici\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Roseli acha que o melhor, em situa\u00e7\u00f5es como essas, \u00e9 mostrar que se tem voz e opini\u00e3o pr\u00f3prias. Certa vez, durante uma radiografia, a enfermeira perguntou \u00e0 acompanhante se ela tinha condi\u00e7\u00f5es de ficar em p\u00e9. \u201cRespondi de prontid\u00e3o que, em p\u00e9, eu n\u00e3o poderia ficar, mas que eu falava e muito\u201d, conta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Secret\u00e1ria reconhece o preconceito<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A secret\u00e1ria de 30 anos esconde o nome. Quer ser chamada neste texto de Patr\u00edcia porque reconhece que tem vergonha do que lhe aconteceu. H\u00e1 tr\u00eas anos, depois de um per\u00edodo de seis meses desempregada, conseguiu um emprego numa cl\u00ednica de fisioterapia, especializada no tratamento de pessoas com defici\u00eancia. \u201cEu estava acostumada a trabalhar com advogados, com outro tipo de clientes. No primeiro dia do novo emprego, j\u00e1 fiquei supernervosa, sem saber o que fazer. Eu ficava impressionada com as defici\u00eancias e acabava sem saber como tratar as pessoas\u201d, conta. Ela lembra que uma das principais dificuldades era justamente o tratamento que deveria conceder. \u201cA princ\u00edpio, eu achei que deveria tratar todas as pessoas como crian\u00e7as. Eu at\u00e9 mudava o tom de voz, enchia de cuidados, mas eles reclamavam\u201d, lembra. Patr\u00edcia sabe, hoje, que suas atitudes eram preconceituosas. \u201cEu associava aquelas pessoas a totalmente incapazes.\u201d Mesmo consciente disso, ela n\u00e3o conseguiu ficar muito tempo no trabalho: pediu demiss\u00e3o cerca de quatro meses depois, com dificuldades para lidar com as situa\u00e7\u00f5es. \u201cTudo aquilo me impressionava muito, provavelmente porque fui criada numa fam\u00edlia em que a defici\u00eancia era encarada com muito preconceito. Ainda n\u00e3o me livrei dessa influ\u00eancia\u201d, diz. (FO\/AAN)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>SAIBA MAIS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O que fazer quando encontrar uma pessoa com defici\u00eancia:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">N\u00e3o fa\u00e7a de conta que a defici\u00eancia n\u00e3o existe: se voc\u00ea se relacionar com uma pessoa com defici\u00eancia como se ela n\u00e3o tivesse nada de diferente, voc\u00ea vai ignorar uma caracter\u00edstica muito importante dela. Em v\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es, ela vai necessitar de condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">N\u00e3o subestime as possibilidades, nem superestime as dificuldades: por causa da defici\u00eancia, uma pessoa pode ter dificuldade para realizar algumas atividades e, por outro lado, poder\u00e1 ter extrema habilidade para fazer outras. Exatamente como todo mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Quando quiser alguma informa\u00e7\u00e3o de uma pessoa com defici\u00eancia, dirija-se diretamente a ela e n\u00e3o a seus acompanhantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sempre que quiser ajudar, ofere\u00e7a ajuda. Mas sempre espere sua oferta ser aceita antes de ajudar. Nem sempre as pessoas com defici\u00eancia precisam de aux\u00edlio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Se ocorrer alguma situa\u00e7\u00e3o embara\u00e7osa, uma boa dose de delicadeza, sinceridade e bom humor nunca falha. Voc\u00ea n\u00e3o deve ter receio de fazer alguma coisa errada. Aja com naturalidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Fonte: Cartilha Convivendo com a Diferen\u00e7a, do Centro de Vida Independente (CVI-Campinas)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>PONTO DE VISTA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>K\u00e1tia Fonseca<br \/>\nEditora-assistente de Opini\u00e3o do Correio e presidente da ONG Centro de Vida Independente de Campinas (CVI-Campinas)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">N\u00e3o apenas tolerar, mas desejar<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Depois de quase tr\u00eas d\u00e9cadas do pontap\u00e9 inicial para a efetiva inclus\u00e3o social das pessoas com defici\u00eancia \u2014 dado pela ONU, em 1981, ao instituir o Ano Internacional da Pessoa com Defici\u00eancia \u2014, ainda trombamos, diariamente, com situa\u00e7\u00f5es constrangedoras, atitudes inadequadas e, \u00e0s vezes, at\u00e9 com atos de viol\u00eancia contra aqueles que fogem ao dito padr\u00e3o de normalidade. Resumindo: o preconceito ainda vigora firme e forte! Um pouco mais oculto, escondido, pois, hoje em dia \u201cpega mal\u201d ser preconceituoso&#8230; E, por isso mesmo, mais dif\u00edcil de ser combatido. Contra escadas, h\u00e1 as rampas. E contra o preconceito? Informa\u00e7\u00e3o! \u00c9 disso que a sociedade precisa: informa\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso falar, escrever, ler, conversar e, sobretudo, conviver com as pessoas com defici\u00eancia. N\u00e3o h\u00e1 crime em se ter preconceito. O crime \u00e9 negar isso e se recusar a elimin\u00e1-lo. Neste 3 de dezembro, quando se celebra mais um Dia Internacional da Pessoa com Defici\u00eancia, deixo uma sugest\u00e3o aos pais e a todos que t\u00eam sob sua responsabilidade a forma\u00e7\u00e3o de nossas crian\u00e7as: exijam que a escola, desde os primeiros anos (quanto mais cedo, melhor), tenham alunos com defici\u00eancia. Com certeza, essas crian\u00e7as \u2014 com e sem defici\u00eancia \u2014 ser\u00e3o adultos melhores que n\u00f3s e poder\u00e3o construir uma sociedade muito mais plural, na qual a diversidade ser\u00e1 bem vinda e na qual o \u201cdiferente\u201d n\u00e3o ser\u00e1 apenas tolerado, mas desejado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>ARTIGO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Acessibilidade e capacita\u00e7\u00e3o: construindo a Inclus\u00e3o, por <\/strong><strong>Vin\u00edcius Gaspar Garcia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em 1992, a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) adotou, em assembleia geral, o dia 3 de dezembro como o Dia Internacional das Pessoas com Defici\u00eancia. A partir de ent\u00e3o, o movimento social das pessoas com defici\u00eancia, no Brasil e em v\u00e1rios pa\u00edses, utiliza essa data para reafirmar os direitos humanos deste grupo populacional, muitas vezes discriminado e exclu\u00eddo socialmente num passado n\u00e3o muito distante. Outro momento significativo na luta pela inclus\u00e3o social das pessoas com defici\u00eancia \u00e9 o ano de 1981, tamb\u00e9m promulgado pela ONU como o Ano Internacional das Pessoas com Defici\u00eancia. No \u00e2mbito nacional, desde o in\u00edcio dos anos 80, celebra-se o dia 21 de setembro como o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Defici\u00eancia, formalmente institu\u00eddo pela Lei 11.133\/05.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A import\u00e2ncia destas datas \u201ccomemorativas\u201d est\u00e1 ligada ao processo em curso de inclus\u00e3o social das pessoas com defici\u00eancia. Ao longo do s\u00e9culo passado, o avan\u00e7o da medicina e o desenvolvimento de tecnologias de apoio permitiram que um contingente maior de pessoas com defici\u00eancia permanecesse vivo. Grosso modo, at\u00e9 a d\u00e9cada de 1970, a maior parte das pessoas com defici\u00eancia era vista como \u201cinv\u00e1lida\u201d ou \u201cincapaz\u201d. Felizmente, nos \u00faltimos 30 ou 40 anos, percebeu-se, gradativamente, que as pessoas com defici\u00eancia n\u00e3o devem ser simplesmente objeto de caridade, mas, sim, s\u00e3o cidad\u00e3os com direitos e deveres plenos. A vis\u00e3o unicamente m\u00e9dica e cl\u00ednica para trabalhar com essas pessoas foi substitu\u00edda \u2013 e ainda est\u00e1 sendo \u2013 pelo paradigma da inclus\u00e3o social. Na esteira deste processo \u00e9 que aproveitamos o Dia Internacional para fazer alguns coment\u00e1rios sobre as pol\u00edticas p\u00fablicas e o movimento social das pessoas com defici\u00eancia em Campinas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Desde 1999, existe na cidade o Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Defici\u00eancia (CMPD), que vem tentando se firmar como f\u00f3rum leg\u00edtimo das discuss\u00f5es sobre pol\u00edticas p\u00fablicas que envolvem este segmento populacional. Em 1997, foi fundado o Centro de Vida Independente de Campinas (CVI-Campinas), uma ONG cuja caracter\u00edstica fundamental \u00e9 o fato de ser gerida pelas pr\u00f3prias pessoas com defici\u00eancia. No dia 29\/11, estas duas entidades, em parceria com a consultoria Pr\u00f3-Inclus\u00e3o e com o apoio do SESC-Campinas, realizaram um debate sobre o tema \u201csa\u00fade sexual e reprodutiva das pessoas com defici\u00eancia\u201d, com a presen\u00e7a do coordenador do programa de sa\u00fade da mulher da Secretaria Municipal de Sa\u00fade, o m\u00e9dico Fernando Brand\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Consideramos que um dos resultados pr\u00e1ticos deste encontro foi o consenso acerca do modo ou da forma correta para se pensar e executar as pol\u00edticas p\u00fablicas no munic\u00edpio, no sentido de que elas sejam, de fato, inclusivas. Tal consenso pode ser sintetizado nas palavras chaves: acessibilidade e capacita\u00e7\u00e3o. Sem a primeira, as pessoas com defici\u00eancia n\u00e3o conseguem nem chegar aos postos de sa\u00fade (seja para tratar da quest\u00e3o da sa\u00fade sexual e reprodutiva ou de qualquer outra). E sem a capacita\u00e7\u00e3o dos gestores p\u00fablicos, mesmo que cheguem nos servi\u00e7os de sa\u00fade, ter\u00e3o um atendimento inapropriado e insuficiente. Esse racioc\u00ednio vale tamb\u00e9m para outras \u00e1reas, como Educa\u00e7\u00e3o ou Trabalho, por exemplo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Portanto, o \u00eaxito de uma pol\u00edtica p\u00fablica de inclus\u00e3o social das pessoas com defici\u00eancia em Campinas passa, no nosso entendimento, pelo tratamento adequado das quest\u00f5es de acessibilidade e capacita\u00e7\u00e3o. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 primeira, o Decreto Federal 5.296\/04, conhecido como o Decreto da Acessibilidade, j\u00e1 definiu prazos e metas que precisam ser cumpridas pelos espa\u00e7os p\u00fablicos e privados (de uso coletivo). Quanto \u00e0 capacita\u00e7\u00e3o dos gestores, al\u00e9m de um trabalho com os funcion\u00e1rios diretamente envolvidos no atendimento da popula\u00e7\u00e3o, h\u00e1 que se pensar numa melhor forma\u00e7\u00e3o de m\u00e9dicos, professores e outros profissionais, pois estes muitas vezes desconhecem por completo o universo das pessoas com defici\u00eancia. Neste Dia Internacional das Pessoas com Defici\u00eancia, nosso objetivo \u00e9 avan\u00e7ar nos vetores acessibilidade e capacita\u00e7\u00e3o para construir uma sociedade inclusiva!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">________________________________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Vin\u00edcius Gaspar Garcia \u00e9 economista e diretor do Centro de Vida Independente de Campinas<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar da crescente visibilidade, a defici\u00eancia ainda n\u00e3o \u00e9 encarada com naturalidade. 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