{"id":13553,"date":"2010-01-26T00:36:13","date_gmt":"2010-01-26T03:36:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.inclusive.org.br\/?p=13553"},"modified":"2010-01-26T00:36:13","modified_gmt":"2010-01-26T03:36:13","slug":"eles-moveram-montanhas-por-um-amor-com-final-feliz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=13553","title":{"rendered":"Eles moveram montanhas por um amor com final feliz"},"content":{"rendered":"<h1><em><\/p>\n<p><\/em><em> <\/em><\/h1>\n<h1><em><\/p>\n<p><\/em><span style=\"font-weight: normal; font-size: 13px;\"> <\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_13555\" aria-describedby=\"caption-attachment-13555\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.inclusivenews.com.br\/wp-content\/uploads\/2010\/01\/coracao_481.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-13555\" title=\"coracao_481\" src=\"http:\/\/inclusivenews.com.br\/wp-content\/uploads\/2010\/01\/coracao_481-300x286.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"286\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-13555\" class=\"wp-caption-text\">Cora\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Priscilla Thompson<br \/>\n<a rel=\"nofollow noopener\" href=\"mailto:ppessini@redegazeta.com.br\" target=\"_blank\">ppessini@redegazeta.com.br<\/a><\/h1>\n<h1><span style=\"font-weight: normal; font-size: 13px;\"><a rel=\"nofollow noopener\" href=\"mailto:ppessini@redegazeta.com.br\" target=\"_blank\"><\/a>Eles  podem n\u00e3o ser parecidos, podem n\u00e3o ser do tipo &#8220;nascidos um para o outro&#8221; nem  formarem, juntos, um casal de causar inveja. Mas isso apenas \u00e0 primeira vista.  Afinal, quem nunca ouviu dizer que os opostos se atraem e que aqueles que s\u00e3o  capazes de superar as barreiras \u00e9 que s\u00e3o, definitivamente, felizes?<\/span><\/h1>\n<p>Em  mat\u00e9ria de amor, eles s\u00e3o mestres em superar os obst\u00e1culos das diferen\u00e7as, mesmo  quando falta o apoio de quem est\u00e1 por perto. O que sobra na maioria deles,  ali\u00e1s, \u00e9 perfei\u00e7\u00e3o, semelhan\u00e7a e afinidade. Talvez a supera\u00e7\u00e3o das diferen\u00e7as  seja, inclusive, o tempero ideal para o amor.<\/p>\n<p>Na literatura, no cinema e  na televis\u00e3o, hist\u00f3rias de amores improv\u00e1veis s\u00e3o, de longe, os preferidos. Seja  na rela\u00e7\u00e3o entre um escravo e sua senhora, vivida por Peri e Ceci no romance &#8220;O  Guarani&#8221;, de Jos\u00e9 de Alencar; na hist\u00f3ria de amor nada convencional entre um  rapaz milion\u00e1rio e uma garota de programa, como no filme &#8220;Uma Linda Mulher&#8221;, de  Garry Marshall; nas diferen\u00e7as de idade entre tantos personagens de telenovelas,  ou nas diferen\u00e7as de cor, de tipo f\u00edsico, de habilidades e de formas de pensar,  na vida real.<\/p>\n<p>Casos de casais como esses geralmente acontecem diante da  reprova\u00e7\u00e3o dos outros. E o preconceito que acompanha a hist\u00f3ria de amor de quem  n\u00e3o tem &#8220;tudo a ver&#8221; um com o outro pode p\u00f4r tudo a perder. Mas para esses cinco  casais que t\u00eam, hoje, suas hist\u00f3rias contadas por A GAZETA, o final foi  diferente, e foi feliz.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 como se a gente tivesse que provar aos outros  que \u00e9 poss\u00edvel, sim, dar certo. E isso nos faz ser ainda mais felizes&#8221;, resume a  professora Marta Maria Em\u00edlio, 36 anos, uma das personagens da vida real que tem  orgulho de contar a todos a sua hist\u00f3ria de amor nada  convencional.<\/p>\n<p><strong>Aluno da Apae e professora: paix\u00e3o que supera  preconceitos <\/strong><br \/>\nA hist\u00f3ria de amor que uniu, no dia 19 de dezembro, a  professora Marta Maria Em\u00edlio, 36 anos, e o ajudante geral Dione Ramos da Silva,  26, poderia ser como outra qualquer se n\u00e3o tivesse sido escrita em meio a muito  preconceito e vontade de supera\u00e7\u00e3o. Os dois se conheceram h\u00e1 pouco mais de um  ano, na Apae de Cariacica. Ela, professora; e ele, aluno especial h\u00e1 16 anos,  diagnosticado com retardo mental.<\/p>\n<p>&#8220;A gente se conhecia, mas eu n\u00e3o era  professora da turma dele. Um dia, uma amiga me contou que o Dione estava  interessado em mim, e eu n\u00e3o dei aten\u00e7\u00e3o. Achava que era coisa da cabe\u00e7a dele,  que iria passar. Depois de um tempo, decidi dar uma chance, e acabamos nos  apaixonando&#8221;, conta Marta.<\/p>\n<p>Foi preciso pouco tempo para que eles tivessem  certeza do que queriam. &#8220;Fomos morar juntos, mas as pessoas nos olhavam com  desd\u00e9m, faziam fofoca e ligavam para a minha casa me cobrando o que eu n\u00e3o devia  a ningu\u00e9m. E me chocava o fato de at\u00e9 mesmo os professores que trabalham com a  inclus\u00e3o criticarem a nossa rela\u00e7\u00e3o&#8221;, lembra Marta.<\/p>\n<p>Dione, por outro  lado, sempre esteve certo do que queria. &#8220;Eu dizia para ela: \u00e9 s\u00f3 ter Deus no  cora\u00e7\u00e3o que tudo vai dar certo&#8221;, lembra o rapaz. Foi tamb\u00e9m em 2008 que Dione  saiu da Apae e conseguiu um emprego em uma empresa de alimentos.<\/p>\n<p>E os  dois j\u00e1 realizaram o segundo grande sonho: o casamento no religioso. &#8220;N\u00f3s nos  sentimos vitoriosos, porque provamos que o nosso amor \u00e9 maior&#8221;, diz  Marta.<\/p>\n<p><strong>33 anos que n\u00e3o atrapalham <\/strong><br \/>\nA diferen\u00e7a de idade entre  Agnaldo Valtair de Oliveira e Shirley Almeida nunca foi problema para o casal,  que est\u00e1 junto h\u00e1 cerca de tr\u00eas anos. Ele tem 53 anos; ela, 20. No in\u00edcio do  relacionamento, por\u00e9m, os 33 anos que os &#8220;separavam&#8221; e chamavam a aten\u00e7\u00e3o de  todos n\u00e3o foram t\u00e3o bem aceitos pela fam\u00edlia de Shirley.<\/p>\n<p>&#8220;Minha m\u00e3e  sempre me apoiou e ficou feliz de eu ter encontrado algu\u00e9m como ele. Mas minhas  irm\u00e3s nunca aprovaram completamente. As pessoas na rua tamb\u00e9m achavam que eu  estava com ele por causa de dinheiro, mas o dinheiro que temos, n\u00f3s ganhamos com  muito trabalho, meu e dele&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Os dois mant\u00eam, juntos, uma casa de  festas e tamb\u00e9m alugam brinquedos para festas infantis e parques. &#8220;Somos muito  companheiros. \u00c9 dif\u00edcil me encontrarem sem ela na rua, seja trabalhando ou me  divertindo. Acho que a nossa rela\u00e7\u00e3o d\u00e1 certo por isso. \u00c9 uma parceria  constru\u00edda na base da confian\u00e7a, da verdade e do respeito&#8221;, conta  Agnaldo.<\/p>\n<p>E se engana quem pensa que eles n\u00e3o t\u00eam os mesmos gostos \u2013  natural entre pessoas de gera\u00e7\u00f5es diferentes. Na hora de escolher um lugar para  sair, eles est\u00e3o sempre de acordo. &#8220;Gostamos de ir para o interior do Estado,  nos finais de semana, visitar cachoeiras, ou ir \u00e0 praia&#8221;, conta Agnaldo. At\u00e9 no  gosto musical eles se parecem. &#8220;N\u00e3o sinto que tenho 53 anos. Curto as mesmas  m\u00fasicas que ela, principalmente o forr\u00f3&#8221;, diz.<\/p>\n<p>A maior prova de amor dos  dois est\u00e1 na rela\u00e7\u00e3o com o filho de Shirley, o Jo\u00e3o Arthur, de 2 anos.<\/p>\n<p>&#8220;Quando nos conhecemos, eu estava gr\u00e1vida, e ele n\u00e3o teve vergonha  disso, nem quis desistir da rela\u00e7\u00e3o. Assumiu o Jo\u00e3o como filho do cora\u00e7\u00e3o, como  ele mesmo diz, e eles se amam de verdade, como pai e filho&#8221;, conta Shirley. &#8220;N\u00e3o  devemos nada a ningu\u00e9m e n\u00e3o tememos a reprova\u00e7\u00e3o dos outros&#8221;, completa  Agnaldo.<\/p>\n<p><strong>Diferen\u00e7as que atraem olhares <\/strong><br \/>\n\u00c0 primeira vista, a  artista pl\u00e1stica Elisa Queiroz, 39 anos, e o videomaker Fran de Oliveira, 34,  casados h\u00e1 sete anos, s\u00e3o muito diferentes um do outro. Ela tem apenas 1,60m de  altura e pesa cerca de 100kg; ele, do alto dos seus 1,80m, pesa pouco menos de  85kg. Nas ruas, o casal quase nunca passa despercebido.<\/p>\n<p>&#8220;Somos o  palitinho e a bolinha. E ainda tem o nosso jeito nada convencional de se vestir.  Os coment\u00e1rios s\u00e3o os mais diversos. At\u00e9 sinal da cruz as velhinhas fazem pra  gente&#8221;, conta Elisa.<\/p>\n<p>Mas se engana quem pensa que eles se incomodam com  essas rea\u00e7\u00f5es. &#8220;Temos muitas coisas em comum, inclusive coincid\u00eancias como o  fato de sermos librianos e fazermos anivers\u00e1rio um dia depois do outro&#8221;, diz  Elisa.<\/p>\n<p>No in\u00edcio do namoro, nem mesmo a fam\u00edlia de Elisa apostava no  relacionamento. A apar\u00eancia de Fran assustava a m\u00e3e dela, mas ele acabou  conquistando a todos. &#8220;Os meus colegas, por\u00e9m, ainda questionavam: \u2018Isso vai  durar at\u00e9 quando?\u2019&#8221;, lembra Fran.<\/p>\n<p><strong>Arte <\/strong><br \/>\nO preconceito dos  outros acabou, inclusive, se transformando em arte, para eles. Em suas obras,  Elisa trabalha a ideia de corpo, al\u00e9m de discutir injusti\u00e7a, religi\u00e3o e outros  temas de forma l\u00fadica. &#8220;Aprendemos a tirar proveito daquilo que poderia ser  motivo de tristeza. Transformamos tudo em arte&#8221;, diz Elisa.<\/p>\n<p>Se eles temem  os olhares dos outros? &#8220;A gente apenas ri. As pessoas acham que somos \u2018maus\u2019,  que queremos chocar os outros, mas n\u00e3o tem nada disso. Somos o que somos, e  aprendemos a nos divertir com isso&#8221;, diz Elisa.<\/p>\n<p><strong>Ela, evang\u00e9lica;  ele, mu\u00e7ulmano. E casados <\/strong><br \/>\nFoi praticamente do outro lado do mundo que a  empres\u00e1ria Eliane Paulo Abed Zedan, 45 anos, encontrou o seu grande amor. E  convencer a fam\u00edlia de que o relacionamento entre uma brasileira, evang\u00e9lica, e  um eg\u00edpcio, mu\u00e7ulmano, daria certo n\u00e3o foi nada f\u00e1cil. Para piorar, havia o fato  de terem se conhecido pela internet. Era o ano de 2008, e os dois iriam se casar  sem nunca terem se visto antes.<\/p>\n<p>&#8220;As pessoas diziam que eu estava ficando  maluca, contavam hist\u00f3rias de mu\u00e7ulmanos que vieram para o Brasil apenas para se  aproveitar da mulher e, depois sumiam. Diziam que ele ia me tornar submissa, que  eu teria que me converter e n\u00e3o poderia mais ser como eu era&#8221;, conta Eliane,  hoje casada com o engenheiro Mohamed Sayed Abed Zedan, 44.<\/p>\n<p>Tantas  hist\u00f3rias fizeram com que ela desistisse do relacionamento por duas vezes. Nem  mesmo o apoio da m\u00e3e e das filhas ela teve no primeiro momento. &#8220;Mas eu tinha  certeza de que era amor, e no dia 9 de novembro de 2008 ele desembarcou no  Brasil. N\u00f3s nos casamos no dia 27 seguinte&#8221;, conta.<\/p>\n<p>At\u00e9 mesmo a  diferen\u00e7a religiosa foi superada. &#8220;A gente se respeita, e nenhum dos dois quer  se converter. O fato de adorarmos a Deus nos une, independentemente das ora\u00e7\u00f5es  que fa\u00e7amos&#8221;, diz Eliane.<\/p>\n<p>Hoje, mais de um ano depois, um outro  &#8220;problema&#8221; tem sido superado: o da comunica\u00e7\u00e3o. Quando se conheceram, Mohamed  falava apenas \u00e1rabe e ingl\u00eas. J\u00e1 Eliane n\u00e3o falava nada al\u00e9m do portugu\u00eas. Para  se comunicarem pela internet, ela usava um tradutor de frases para o  ingl\u00eas.<\/p>\n<p>Hoje, Mohamed faz aulas de portugu\u00eas e j\u00e1 consegue se comunicar  com as pessoas. &#8220;Mas a gente s\u00f3 precisa do olhar para dizer que se ama&#8221;, diz  Eliane. Ainda neste ano, os dois pretendem viajar para o Egito, quando Eliane  dever\u00e1 conhecer a fam\u00edlia do marido. &#8220;Sinto que ser\u00e1 um choque de costumes,  tanto para mim quanto para eles. Mas a fam\u00edlia dele me respeita, porque sabe que  n\u00f3s tamb\u00e9m nos respeitamos&#8221;, diz.<\/p>\n<p><strong>Entre o amor e a fam\u00edlia, o amor <\/strong><br \/>\n&#8220;Meu pai era de fam\u00edlia italiana muito tradicional e queria que eu me  casasse com um homem rico, bonito e perfeito. Quando apareci em casa com meu  novo namorado, pela primeira vez, carregado no colo, foi como se o mundo tivesse  acabado&#8221;. A hist\u00f3ria de amor da pedagoga aposentada Terezinha Cogo Lodi, 58  anos, e do deputado estadual Cl\u00e1udio Vereza, 59, parece enredo de novela. E de  novela com final feliz.<\/p>\n<p>A aceita\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o entre a &#8220;menina bonita&#8221; e  o &#8220;rapaz aleijado&#8221; &#8211; como os dois eram vistos pela fam\u00edlia e pelos colegas &#8211; s\u00f3  veio depois do casamento, em outubro de 1976. &#8220;No in\u00edcio do namoro, meu pai  negava quando as pessoas perguntavam se est\u00e1vamos juntos. Quando ele viu que a  coisa era s\u00e9ria, ordenou que eu escolhesse: era o Cl\u00e1udio ou a fam\u00edlia, e eu  tinha uma semana para pensar. Na mesma hora eu respondi que queria apenas duas  horas para arrumar as minhas coisas&#8221;, conta Tereza.<\/p>\n<p>Ela chegou a morar em  uma congrega\u00e7\u00e3o de freiras e, depois, dividiu apartamento com uma amiga, na  \u00e9poca da faculdade. Mas, em nenhum momento, duvidou da escolha que fez. &#8220;Nunca  enxerguei defici\u00eancia alguma no Cl\u00e1udio. Os colegas diziam que eu ia passar a  vida inteira empurrando uma cadeira de rodas. Era muita bobagem!&#8221;, lembra. O  pai, com o passar dos anos, se tornou a visita mais frequente na casa  deles.<\/p>\n<p>Hoje, 33 anos depois e cinco filhos, eles s\u00f3 tem a comemorar.  &#8220;Transformamos os problemas em trabalho e dedica\u00e7\u00e3o. Se tivesse que voltar no  tempo, faria tudo de novo&#8221;, completa Tereza.<\/p>\n<p><strong>An\u00e1lise <\/strong><br \/>\n<strong> <\/strong><br \/>\n<em>Angelita Corr\u00eaa Scardua <\/em><br \/>\nPsic\u00f3loga e  especialista em felicidade<\/p>\n<p>Desde muito cedo, aprendemos que certas  caracter\u00edsticas e condi\u00e7\u00f5es materiais conferem mais valor a um indiv\u00edduo do que  outras. Com isso, tendemos a acreditar que algumas pessoas s\u00e3o melhores, n\u00e3o em  fun\u00e7\u00e3o do que elas realmente s\u00e3o mas do que aparentam ser. Mas, quanto mais  convivemos com diferentes pessoas, mais chances temos de entender que o valor  delas n\u00e3o pode ser medido pelas apar\u00eancias.<\/p>\n<p>O preconceito est\u00e1  intimamente associado com imaturidade emocional. Na l\u00f3gica dos que s\u00e3o  preconceituosos, a uni\u00e3o entre duas pessoas muito distintas \u00e9 percebida como a  de um &#8220;perfeito&#8221; com um &#8220;imperfeito&#8221;. A rejei\u00e7\u00e3o do v\u00ednculo afetivo entre  diferentes independe do n\u00edvel de satisfa\u00e7\u00e3o demonstrado pelo casal.<\/p>\n<p>Onde  h\u00e1 preconceito n\u00e3o h\u00e1 respeito pelos sentimentos alheios, h\u00e1 somente o desejo de  fazer prevalecer a pr\u00f3pria vis\u00e3o de mundo. Brigar por um amor requer coragem \u2013 a  palavra &#8220;coragem&#8221; vem do latim &#8220;cordis&#8221;, que quer dizer cora\u00e7\u00e3o. Ter coragem tem  a ver com ser capaz de p\u00f4r o cora\u00e7\u00e3o naquilo que faz.<\/p>\n<p>Quando nosso  cora\u00e7\u00e3o est\u00e1 em alguma coisa temos a confian\u00e7a necess\u00e1ria para lutar por ela.  Talvez a coragem explique o sucesso de relacionamentos que venceram o  preconceito. Se n\u00e3o desejarmos muito uma pessoa, dificilmente teremos a energia  necess\u00e1ria para lutar por ela.<\/p>\n<p>O amor \u00e9 uma parte essencial do sucesso  de uma rela\u00e7\u00e3o afetiva, mas di\u00e1logo, compreens\u00e3o e vontade s\u00e3o armas igualmente  poderosas na arena rom\u00e2ntica, n\u00e3o importa quais sejam os protagonistas e qu\u00e3o  profundas suas diferen\u00e7as<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/gazetaonline.globo.com\/_conteudo\/2010\/01\/593138-eles+moveram+montanhas+por+um+amor+com+final+feliz.html\">http:\/\/gazetaonline.globo.com\/_conteudo\/2010\/01\/593138-eles+moveram+montanhas+por+um+amor+com+final+feliz.htm<\/a>l<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eles podem n\u00e3o ser parecidos, podem n\u00e3o ser do tipo &#8220;nascidos um para o outro&#8221; nem formarem, juntos, um casal de causar inveja. Mas isso apenas \u00e0 primeira vista. 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