{"id":17019,"date":"2010-09-23T06:19:52","date_gmt":"2010-09-23T09:19:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.inclusive.org.br\/?p=17019"},"modified":"2010-09-23T06:19:52","modified_gmt":"2010-09-23T09:19:52","slug":"cure-down-syndrome","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=17019","title":{"rendered":"Cura para a s\u00edndrome de Down?"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_16275\" aria-describedby=\"caption-attachment-16275\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.inclusivenews.com.br\/wp-content\/uploads\/2010\/06\/chang.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-16275\" title=\"chang\" src=\"http:\/\/inclusivenews.com.br\/wp-content\/uploads\/2010\/06\/chang.jpg\" alt=\"Logotipo da Changing Minds Foundation - Uma borboleta voando\" width=\"310\" height=\"130\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-16275\" class=\"wp-caption-text\">Logotipo da Changing Minds Foundation - Uma borboleta voando.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Por Ricardo Lima Caratti e Patricia Almeida<\/p>\n<p><em>O conte\u00fado deste artigo tem car\u00e1ter apenas informativo. O DFDown e a Inclusive n\u00e3o recomendam o uso de nenhum medicamento para pessoas com s\u00edndrome de Down. Toda medica\u00e7\u00e3o tem efeitos colaterais e um m\u00e9dico deve avaliar seus riscos para cada paciente, segundo o hist\u00f3rico cl\u00ednico. O leitor deve consultar um m\u00e9dico ou especialista antes de iniciar qualquer tratamento.<\/em><\/p>\n<p>Antes de mais nada, gostaria de fazer algumas coloca\u00e7\u00f5es quanto ao termo \u201cCura para a s\u00edndrome de Down\u201d. Alguns textos em ingl\u00eas sobre este tema, da forma como s\u00e3o colocados, podem sugerir que a s\u00edndrome de Down em si \u00e9 uma doen\u00e7a. \u00c9 importante que o leitor, ao ler este artigo, n\u00e3o associe a s\u00edndrome de Down a uma doen\u00e7a, pois n\u00e3o \u00e9 essa a inten\u00e7\u00e3o. Continuarei usando o termo \u201cCura para a s\u00edndrome de Down\u201d somente para ficar mais pr\u00f3ximo do texto original, mas, o seu real significado \u00e9 a cura para os problemas associados a s\u00edndrome de Down, em especial, o baixo desempenho cognitivo, principal objeto deste artigo.<\/p>\n<p>O conte\u00fado a seguir \u00e9 uma tradu\u00e7\u00e3o livre do texto \u201cCure Down Syndrome?\u201d escrito por Christy Sanchez e conta um pouco sobre a trajet\u00f3ria de Teresa Cody, m\u00e3e de Neal, uma crian\u00e7a com s\u00edndrome de Down. Nos \u00faltimos dois anos Teresa submeteu seu filho a um tratamento cujos resultados, em sua opini\u00e3o, s\u00e3o animadores. Diante disso, ela criou uma organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos (Changing Minds Fundation) para ajudar a melhorar a habilidade mental de pessoas com s\u00edndrome de Down. De antem\u00e3o, o editor deste artigo pede desculpa por eventuais erros de tradu\u00e7\u00e3o ou entendimento do tema. Caso o leitor deseje fazer alguma observa\u00e7\u00e3o sobre esta mat\u00e9ria, entre em contato com o DFDown clicando aqui (<a href=\"http:\/\/www.dfdown.org.br\/dfdown\/index.php\/entre-em-contato.html\">http:\/\/www.dfdown.org.br\/dfdown\/index.php\/entre-em-contato.html<\/a>). O texto original pode ser lido no link: <a href=\"http:\/\/www.inclusivenews.com.br\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/Cure-Down-Syndrome-Final-Copy.pdf\">http:\/\/www.inclusive.org.br\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/Cure-Down-Syndrome-Final-Copy.pdf<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Cura\u00a0para a\u00a0S\u00edndrome de Down?<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o dicion\u00e1rio online Webster\u2019s, curar significa remediar, remover, sarar.\u00a0 Sempre falamos que n\u00e3o h\u00e1 cura para a s\u00edndrome de Down. Isto \u00e9, sempre falamos que n\u00e3o h\u00e1 rem\u00e9dio para a s\u00edndrome de Down. Mas isso \u00e9 realmente verdade? Podemos afirmar isso em 2010? De acordo com a Sociedade Nacional S\u00edndrome de Down (americana), em 1983, a expectativa m\u00e9dia de vida de uma pessoa com s\u00edndrome de Down era de 25 anos. De l\u00e1 para c\u00e1, a expectativa de vida subiu para 56 anos. O que causou esse aumento? A s\u00edndrome de Down mudou nos \u00faltimos 27 anos? A trissomia do cromossomo 21 mudou de 1983 para c\u00e1? Claro que n\u00e3o! A gen\u00e9tica \u00e9 exatamente a mesma de antes.\u00a0 Um beb\u00ea que nasce hoje tem a mesma trissomia no cromossomo 21 que um beb\u00ea que nasceu em 1983.\u00a0 Diante disso, o que causou o aumento da expectativa de vida dessas pessoas? A resposta \u00e9 muito simples: O avan\u00e7o da medicina. Ningu\u00e9m questiona isso, nem pais nem profissionais.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que a longevidade das pessoas com s\u00edndrome de Down vem aumentando, a ci\u00eancia m\u00e9dica aumenta seus esfor\u00e7os direcionando a aten\u00e7\u00e3o aos problemas f\u00edsicos associados a elas. Continua, no entanto, o constante desafio em aprofundar o conhecimento sobre cada problema e prover um tratamento mais efetivo. Contamos hoje com excelentes medicamentos para tire\u00f3ide, tratamentos eficazes para a doen\u00e7a cel\u00edaca (seguindo uma dieta sem gl\u00faten), avan\u00e7adas cirurgias card\u00edacas dentre outras coisas.\u00a0 A trissomia do cromossomo 21 continua nas pessoas com s\u00edndrome de Down, mas hoje existem tratamentos eficazes para a maioria dos problemas f\u00edsicos associados.\u00a0 E no que diz respeito aos problemas cognitivos associados \u00e0s pessoas com s\u00edndrome de Down? Existe atualmente tratamento ou rem\u00e9dio que possa ajudar?<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos 10 anos um modelo de camundongo com s\u00edndrome de Down, conhecido por Ts65Dn foi criado e aperfei\u00e7oado. De acordo com o NIH National Human Genome Research Institute (http:\/\/www.genome.gov\/),\u00a0 camundongos Ts65Dn oferecem v\u00e1rias das caracter\u00edsticas encontradas em humanos com s\u00edndrome de Down, incluindo o defici\u00eancia intelectual, tamanho reduzido, obesidade entre outras. Esse modelo representa, atualmente, o que temos de melhor para estudar a s\u00edndrome de Down.\u00a0 O resultado \u00e9 que algumas quest\u00f5es come\u00e7am a ser respondidas e alguns medicamentos para o tratamento das desordens neurol\u00f3gicas associadas \u00e0 s\u00edndrome de Down come\u00e7am a ser projetados.<\/p>\n<p>Geralmente quando falamos em medicamentos ou cura para problemas cerebrais em pessoas com s\u00edndrome de Down, pais e profissionais costumam dizer: \u201cN\u00e3o h\u00e1 cura. \u00c9 imposs\u00edvel. Pessoas com s\u00edndrome de Down s\u00e3o como s\u00e3o. Simplesmente aceite isso e siga em frente!\u201d. Antes de voc\u00ea seguir essa mesma linha de pensamento,\u00a0 recomendo que d\u00ea uma olhada nos avan\u00e7os da ci\u00eancia nos \u00faltimos anos. Fa\u00e7a isso por voc\u00ea mesmo. Foi exatamente isso o que Teresa Cody fez.\u00a0 Teresa \u00e9 m\u00e3e de Neal, que tem s\u00edndrome de Down. At\u00e9 os 8 anos de idade, Neal n\u00e3o sabia ler, escrever e nem ao menos conseguia nomear formas. \u201cO principal problema \u00e9 que ele n\u00e3o conseguia se lembrar. Ele n\u00e3o fazia perguntas. Ele n\u00e3o verbalizava\u201d, diz Teresa. Ele pegava uma caneta, olhava fixamente para o papel e dava pra ver que n\u00e3o tinha a menor ideia por onde tinha que come\u00e7ar pra copiar alguma coisa\u201d.\u00a0\u00a0\u00a0 Ela pesquisou e encontrou o trabalho do Dr. Graig Garner\u2019s (<a href=\"http:\/\/garnerlab.stanford.edu\/\">http:\/\/garnerlab.stanford.edu\/<\/a>), da Universidade de Stanford, onde foram estudados alguns medicamentos que atuam na melhoria da capacidade de aprendizado e mem\u00f3ria, e com base nesse estudo desenvolveu um protocolo. \u201cNeal foi submetido ao protocolo e em apenas um ano o seu rendimento acad\u00eamico foi not\u00e1vel\u201d, afirma Teresa. Ele aprendeu a ler e fazer contas com as m\u00e3os. Essa conquista inspirou Teresa a criar uma Funda\u00e7\u00e3o, denominada Changing Minds Foundation (no portugu\u00eas seria algo como: Funda\u00e7\u00e3o Mudando Mentes). Trata-se de uma organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos dedicada a melhorar a habilidade mental de pessoas com s\u00edndrome de Down <strong>hoje<\/strong>, informando sobre os tratamentos m\u00e9dicos j\u00e1 existentes. O document\u00e1rio \u201cChanging A Mind\u201d (Mudando uma Mente) conta a trajet\u00f3ria do progresso de Neal e v\u00e1rios outros participantes do protocolo piloto no decorrer de dois anos.\u00a0 Um trailer deste document\u00e1rio pode ser visto por meio do link: <a href=\"http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/\">www.changingmindsfoundation.org<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Posi\u00e7\u00e3o da National Down Syndrome Society (NDSS) &#8211; <\/strong><a href=\"http:\/\/www.ndss.org\/\">http:\/\/www.ndss.org\/<\/a><strong> <\/strong><\/p>\n<p>Mito: A s\u00edndrome de Down nunca poder\u00e1 ser curada.<\/p>\n<p>Verdade: As pesquisas t\u00eam encontrado grandes avan\u00e7os e identificado os genes do cromossomo 21 que causam as caracter\u00edsticas da s\u00edndrome de Down. Cientistas agora percebem que \u00e9 poss\u00edvel melhorar, corrigir ou at\u00e9 mesmo prevenir muitos dos problemas associados a s\u00edndrome de Down no futuro.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ndss.org\/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=59&amp;Itemid=76\">http:\/\/www.ndss.org\/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=59&amp;Itemid=76<\/a><\/p>\n<p>A \u00fanica diferen\u00e7a entre a posi\u00e7\u00e3o da NDSS e da Funda\u00e7\u00e3o Changing Minds \u00e9 que o futuro \u00e9 agora e tratamento \u00e9 poss\u00edvel <strong>hoje<\/strong>.<\/p>\n<p>Changing Minds Fundation promove a primeira Confer\u00eancia Nacional<\/p>\n<p>A Confer\u00eancia foi realizada nos dias 23 e 24 de Julho de 2010, em Houston, Texas e com a participa\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias pessoas de diferentes estados e pa\u00edses.\u00a0 Gra\u00e7as ao generoso apoio da Associa\u00e7\u00e3o de S\u00edndrome de Down Cora\u00e7\u00e3o de Illinois\u00a0 (HOIDSA) eu pude comparecer. O relato a seguir \u00e9 um resumo da informa\u00e7\u00e3o obtida na Confer\u00eancia e no website e Blog da Funda\u00e7\u00e3o Changing Minds.<\/p>\n<p><strong>Neurobiologia<\/strong><\/p>\n<p>Os termos Neurobiologia e Neuroci\u00eancia podem ser entendidos como complementares. Ambos se referem a biologia ou ci\u00eancias do sistema nervoso. V\u00e1rias pesquisas no departamento de Neuroci\u00eancia da <strong>Universidade de Stanford<\/strong> est\u00e3o direcionadas ao desenvolvimento de terapias para normalizar a cogni\u00e7\u00e3o de pessoas com s\u00edndrome de Down.\u00a0 Neurotransmissores regulam o aprendizado. No c\u00e9rebro de uma pessoa com s\u00edndrome de Down, esses neurotransmissores est\u00e3o presentes em menor quantidade ou est\u00e3o ligeiramente desequilibrados. Eles precisam de um medicamento para promover o equil\u00edbrio. A boa not\u00edcia \u00e9 que n\u00f3s podemos tratar esse desequil\u00edbrio da mesma forma que s\u00e3o tratados os problemas psiqui\u00e1tricos (com medicina de ponta). Assim como a expectativa de vida melhorou desde 1983, com o avan\u00e7o da medicina, a cogni\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode ser melhorada com os avan\u00e7os da neuroci\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Quais os problemas que o protocolo da Changing Minds ataca?<\/strong><\/p>\n<p>A Changing Minds Foundation vem desenvolvendo um tratamento para atacar quatro problemas neurol\u00f3gicos identificados em pessoas com s\u00edndrome de Down.\u00a0 As pessoas com s\u00edndrome de Down tendem a ter um baixo desenvolvimento intelectual. Diante disso, at\u00e9 mesmo uma pequena melhora nesse desenvolvimento pode fazer a diferen\u00e7a entre um indiv\u00edduo dependente de outro com capacidade de viver de forma aut\u00f4noma na sociedade.<\/p>\n<p><strong>Problema 1:<\/strong> A maior causa dos problemas cognitivos observados em camundongos com s\u00edndrome de Down (Ts65Dn) est\u00e1 relacionada ao neurotransmissor inibidor GABA. Em 2003, uma pesquisa realizada na Universidade de Stanford descobriu que esses receptores estavam sendo estimulados constantemente (em atividade acima do normal) nesses camundongos, causando preju\u00edzo \u00e0 mem\u00f3ria e, conseq\u00fcentemente, baixo rendimento cognitivo.\u00a0 S\u00f3 para fazer uma analogia, \u00e1lcool ou <strong>benzodiazepinas<\/strong> (Valium e Versed) simulam o receptor GABA no c\u00e9rebro, resultando em baixa atividade e rendimento cognitivo.<\/p>\n<p><strong>Tratamento para o problema 1:<\/strong> Para reduzir os efeitos do receptor GABA a um n\u00edvel que permita melhor rendimento cognitivo, foi utilizado um antagonista desse receptor.\u00a0 Bilobalide, um componente do extrato da Ginkgo Biloba, demonstrou ser eficaz para reverter o efeito do receptor GABA nos camundongos Ts65Dn. A Universidade de Stanford est\u00e1 pesquisando um medicamento antag\u00f4nico do receptor GABA chamado PTZ. No entanto, pode levar 10 anos ou mais para que esse medicamento seja aprovado pela FDA (uma institui\u00e7\u00e3o americana similar a ANVISA \u2013 Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria no Brasil). Ginkgo Biloba, por outro lado, est\u00e1 dispon\u00edvel em v\u00e1rias lojas de produtos naturais e \u00e9 comercializado livremente. Segundo a Changing Minds Foundation, o uso do Ginkgo Biloba tem alcan\u00e7ado bons resultados em pessoas que participam do protocolo.<\/p>\n<p><strong>Problema 2:<\/strong> Perda ou quantidade reduzida de neur\u00f4nios na regi\u00e3o do c\u00e9rebro denominada hipocampo. Beb\u00eas com s\u00edndrome de Down perdem at\u00e9 50% de neur\u00f4nios nos seis primeiros meses de vida. Dentre v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es, o hipocampo est\u00e1 relacionado \u00e0 mem\u00f3ria, em especial nas a\u00e7\u00f5es que convertem mem\u00f3ria de curto prazo em mem\u00f3ria de longo prazo.<\/p>\n<p><strong>Tratamento para o problema 2:<\/strong> Em 2006 a Universidade de Maryland of Medicine School (<a href=\"http:\/\/medschool.umaryland.edu\/\">http:\/\/medschool.umaryland.edu\/<\/a> ), tratou\u00a0 camundongos Ts65Dn com Prozac (nome gen\u00e9rico Fluoxetina). O resultado observado neste experimento foi o aumento do n\u00famero de neur\u00f4nios para um n\u00edvel normal em 24 dias. O Prozac foi aprovado pela FDA em 2003 para uso em pessoas com idade acima de seis anos. Vale lembrar que o Prozac \u00e9 um medicamento vendido em farm\u00e1cia sob prescri\u00e7\u00e3o m\u00e9dica e n\u00e3o deve ser ministrado \u00e0 revelia. Acredita-se que \u00e9 clinicamente plaus\u00edvel que pessoas com s\u00edndrome de Down possam se beneficiar desse medicamento. Al\u00e9m disso, muitas pessoas com s\u00edndrome de Down s\u00e3o acometidas de sintomas de ansiedade e TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) na juventude e depress\u00e3o na vida adulta, sendo o Prozac um medicamento indicado para tratar esses sintomas.<\/p>\n<p><strong>Problema 3:<\/strong> Manifesta\u00e7\u00e3o precoce da doen\u00e7a de Alzheimer. Uns dos sintomas mais comuns \u00e9 a perda da mem\u00f3ria seguida de baixo rendimento cognitivo.<\/p>\n<p><strong>Tratamento para o problema 3<\/strong>: H\u00e1 evid\u00eancias de que a doen\u00e7a de Alzheimer esteja relacionada \u00e0 inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica, especialmente neuroinflama\u00e7\u00e3o. Inflama\u00e7\u00f5es s\u00e3o respostas naturais do corpo a algum tipo de agress\u00e3o e podem tamb\u00e9m ser consideradas como o in\u00edcio do processo de cicatriza\u00e7\u00e3o. Neste contexto, entende-se por agress\u00e3o qualquer processo capaz de causar algum dano em tecidos ou c\u00e9lulas do corpo. Existe um lado bom da inflama\u00e7\u00e3o, chamado resolu\u00e7\u00e3o. A resolu\u00e7\u00e3o \u00e9 um processo ativado com sust\u00e2ncias espec\u00edficas que faz com que o processo inflamat\u00f3rio seja bem sucedido, atingindo o seu objetivo de conter, diluir e destruir o agente agressor. Um recente estudo da Universidade de Harvard revelou que alguns componentes qu\u00edmicos podem reduzir ou controlar a dimens\u00e3o dessas inflama\u00e7\u00f5es. Esses produtos qu\u00edmicos s\u00e3o denominados de Mediadores Pr\u00f3-resolu\u00e7\u00e3o Especializados (do Ingl\u00eas Specialized Pro-resolving Mediators \u2013 SPM) e s\u00e3o derivados de lip\u00eddios, conhecidos tamb\u00e9m por \u00e1cidos graxos, da\u00ed a import\u00e2ncia do Body Bio Oil e Phosphatidyl Choline. \u00c9 desej\u00e1vel que seu corpo produza \u00e1cidos graxos para auxiliar na redu\u00e7\u00e3o dos\u00a0 processo inflamat\u00f3rio. Entre os SPMs est\u00e3o resolvinas, protectinas e maresinas e s\u00e3o sintetizadas biologicamente a partir de \u00e1cidos graxos precursores de \u00f4mega-3. O protocolo visa diminuir a inflama\u00e7\u00e3o\u00a0usando \u00e1cidos graxos como fosfatidilcolina, \u00f3leo de girassol e\u00a0 \u00f3leo de linha\u00e7a. Quando usados nas propor\u00e7\u00f5es corretas atuam de forma segura para reduzir a prote\u00edna C-reativa Interleukin 1 e o fator de necrose tumoral que contribuem para o processo inflamat\u00f3rio no c\u00e9rebro. Phosphatidyl Choline \u00e9 um fosfolip\u00eddeo que comp\u00f5e 50% da membrana celular. A membrana \u00e9 a capa de cada c\u00e9lula nervosa que carrega nossos sinais. PC \u00e9 um \u00e1cido graxo essencial que, de acordo com estudos, protege os nervos de danos. Os \u00f3leos de girassol e linha\u00e7a s\u00e3o reconhecidos por reduzirem inflama\u00e7\u00f5es desencadeando um processo de restaura\u00e7\u00e3o celular.<\/p>\n<p><strong>Problema neurol\u00f3gico 4:<\/strong> Noraepinefrina, tamb\u00e9m chamada de noradrenalina, \u00e9 um neurotransmissor que as c\u00e9lulas nervosas utilizam para se comunicar.\u00a0 Tem rela\u00e7\u00e3o com as fun\u00e7\u00f5es do humor, ansiedade, sono e alimenta\u00e7\u00e3o.\u00a0 Em estudos, os c\u00e9rebros de camundongos Ts65Dn apresentaram um baixo n\u00edvel de noraepinefrina.\u00a0 \u00a0Al\u00e9m disso, muitas crian\u00e7as com s\u00edndrome de Down t\u00eam sintomas de hiperatividade e d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o.\u00a0 Segundo o Dr. Joseph Carver, alguns estudos sugerem que crian\u00e7as e adultos com s\u00edndrome de Down e com sintomas de hiperatividade e d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o possuem entre 10% e 15% da Noraepinefrina encontrada em um c\u00e9rebro normal.<\/p>\n<p><strong>Tratamento para o problema 4: <\/strong>O uso de Focalin XR, uma medica\u00e7\u00e3o estimulante, apresentou bons resultados em algumas pessoas com s\u00edndrome de Down. Essa abordagem tem se mostrado eficiente para melhorar a aten\u00e7\u00e3o e o aprendizado. Acredita-se que algumas pessoas podem ter resultados melhores usando outro tipo de estimulante.\u00a0 Focalin \u00e9 um medicamento que deve se ministrado com orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica e \u00e9 recomendado para pessoas com mais de 6 anos.<\/p>\n<p><strong><em>Com a palavra, Teresa Cody<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>\u201cDevemos esperar at\u00e9 que todos os detalhes sejam conhecidos? Voc\u00ea sabia que n\u00e3o se sabia como a aspirina funcionava at\u00e9 o come\u00e7o dos anos 1990? Os sistemas biol\u00f3gicos das pessoas s\u00e3o melhor entendidos hoje do que jamais foram. Por que n\u00e3o usar essa informa\u00e7\u00e3o em tempo real? Todos os medicamentos do protocolo passaram por an\u00e1lises cl\u00ednicas. Ok, n\u00e3o especificamente em pessoas com s\u00edndrome de Down, mas NENHUM rem\u00e9dio passou por an\u00e1lise cl\u00ednica espec\u00edfica para s\u00edndrome de Down! Por exemplo, voc\u00ea j\u00e1 deu algum antibi\u00f3tico a seu filho? N\u00f3s sabemos que o sistema imunol\u00f3gico deles pode ser definido no m\u00ednimo como diferente, se n\u00e3o imunodeficente. Mas diante de pneumonia, ou streptococos a decis\u00e3o l\u00f3gica \u00e9 tratar com a medica\u00e7\u00e3o que o resto da popula\u00e7\u00e3o usa. Pesquisas cient\u00edficas j\u00e1 demonstraram que as drogas usadas no protocolo ajudam a corrigir problemas espec\u00edficos no c\u00e9rebro. Problemas que os cientistas dizem existir nos c\u00e9rebros das pessoas com s\u00edndrome de Down. Alguns dos participantes do protocolo est\u00e3o usando estes medicamentos h\u00e1 4 anos. A observa\u00e7\u00e3o cl\u00ednica das 300 crian\u00e7as e adultos \u00e9 que h\u00e1 grande melhora nas fun\u00e7\u00f5es incluindo: habilidade verbal, mem\u00f3ria de logo prazo, mem\u00f3ria de curto prazo, sistema motor fino e grosso. Que parte disso voc\u00ea n\u00e3o quer?\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>Perguntas e respostas<\/strong><\/p>\n<p>1)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O protocolo sugerido pela Changing Minds Foundation \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o para todos os problemas cerebrais em pessoas com s\u00edndrome de Down?<\/p>\n<p>Resposta: N\u00e3o. Mas \u00e9 um in\u00edcio. \u00c9 o que \u00e9 poss\u00edvel fazer hoje para melhorar a cogni\u00e7\u00e3o de pessoas com s\u00edndrome de Down.<\/p>\n<p>2)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O protocolo far\u00e1 com que meu filho aprenda t\u00e3o bem quanto uma que n\u00e3o tem s\u00edndrome de Down?<\/p>\n<p>Resposta: N\u00e3o. Mas permite hoje que a maioria dos participantes do protocolo aprenda e compreenda melhor que antes.<\/p>\n<p>3)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Onde encontro informa\u00e7\u00e3o sobre dosagens?\u00a0 Existe uma tabela de sosagem no link abaixo: <a href=\"http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/dose_chart.html\">http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/dose_chart.html<\/a><\/p>\n<p>4)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Como encontro mais informa\u00e7\u00e3o? Leia os links no final do artigo.<\/p>\n<p>5)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Por quanto tempo o protocolo funciona? As crian\u00e7as estacionam depois de se desenvolverem por um determinado per\u00edodo? De acordo com CMF aqueles que participam do protocolo h\u00e1 mais tempo seguem tendo ganhos e se desenvolvendo. Como qualquer rem\u00e9dio, os componentes do protocolo CM devem ser ajustados com o tempo e o crescimento. N\u00e3o deixe de acessar o link hist\u00f3rias de sucesso no website da Funda\u00e7\u00e3o CM.<\/p>\n<p>6)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Como eu apresento estas informa\u00e7\u00f5es ao m\u00e9dico do meu filho? Imprima este artigo e os links de refer\u00eancia, leve numa pasta ao consult\u00f3rio de seu m\u00e9dico e depois marque uma consulta para discutir o assunto.<\/p>\n<p>7)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Para maiores informa\u00e7\u00f5es, envie e-mail para <a href=\"mailto:changingmindsfoundation@gmail.com\">changingmindsfoundation@gmail.com<\/a><\/p>\n<p>Refer\u00eancias:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/\">www.changingmindsfoundation.org<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/ginkgobiloba.html\">http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/ginkgobiloba.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/med.stanford.edu\/news_releases\/2007\/february\/down.html\">http:\/\/med.stanford.edu\/news_releases\/2007\/february\/down.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/journals.lww.com\/jneuropath\/Abstract\/2004\/07000\/Trisomy_21_and_the_Brain.1.aspx\">http:\/\/journals.lww.com\/jneuropath\/Abstract\/2004\/07000\/Trisomy_21_and_the_Brain.1.aspx<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jneurosci.org\/cgi\/content\/abstract\/30\/26\/8769?maxtoshow=&amp;hits=10&amp;RESULTFORM\">http:\/\/www.jneurosci.org\/cgi\/content\/abstract\/30\/26\/8769?maxtoshow=&amp;hits=10&amp;RESULTFORM<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jneurosci.org\/cgi\/content\/abstract\/30\/26\/8769?maxtoshow=&amp;hits=10&amp;RESULTFORM\">AT=&amp;fulltext=fluoxetine+Renata+Bartesaghi&amp;andorexactfulltext=and&amp;searchid=1&amp;FIRSTINDEX=<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jneurosci.org\/cgi\/content\/abstract\/30\/26\/8769?maxtoshow=&amp;hits=10&amp;RESULTFORM\">0&amp;resourcetype=HWCIT<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/sites\/pubmed\/16624293?ordinalpos=1\">http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/sites\/pubmed\/16624293?ordinalpos=1<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/prozac.html\">http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/prozac.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/phosphatidyl_choline.html\">http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/phosphatidyl_choline.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/body_bio_balanced_oil.html\">http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/body_bio_balanced_oil.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/15468085?ordinalpos=1&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_DefaultReportPanel.Pubmed_RVDocSum\">http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/15468085?ordinalpos=1&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_DefaultReportPanel.Pubmed_RVDocSum<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/19630766\">http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/19630766<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/focalin_xr.html\">http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/focalin_xr.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/med.stanford.edu\/ism\/2009\/november\/down-syndrome.html\">http:\/\/med.stanford.edu\/ism\/2009\/november\/down-syndrome.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/20691429\">http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/20691429<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.enotalone.com\/article\/4121.html\">http:\/\/www.enotalone.com\/article\/4121.html<\/a><\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias em Portugu\u00eas:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.dfdown.org.br\/dfdown\/index.php\/noticias\/61-ha-tratamento-para-sindrome-de-down.html\">http:\/\/www.dfdown.org.br\/dfdown\/index.php\/noticias\/61-ha-tratamento-para-sindrome-de-down.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.inclusive.org.br\/?p=1738\">http:\/\/www.inclusive.org.br\/?p=1738<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.inclusive.org.br\/?p=16674Por\">http:\/\/www.inclusive.org.br\/?p=16674Por<\/a><\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias em Ingl\u00eas:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.changingmindsfoundation.org<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/ginkgobiloba.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/ginkgobiloba.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/med.stanford.edu\/news_releases\/2007\/february\/down.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/med.stanford.edu\/news_releases\/2007\/february\/down.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/journals.lww.com\/jneuropath\/Abstract\/2004\/07000\/Trisomy_21_and_the_Brain.1.aspx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/journals.lww.com\/jneuropath\/Abstract\/2004\/07000\/Trisomy_21_and_the_Brain.1.aspx<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.jneurosci.org\/cgi\/content\/abstract\/30\/26\/8769?maxtoshow=&amp;hits=10&amp;RESULTFORMAT=&amp;fulltext=fluoxetine+Renata+Bartesaghi&amp;andorexactfulltext=and&amp;searchid=1&amp;FIRSTINDEX=0&amp;resourcetype=HWCIT\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.jneurosci.org\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/sites\/pubmed\/16624293?ordinalpos=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/sites\/pubmed\/16624293?ordinalpos=1<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/prozac.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/prozac.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/phosphatidyl_choline.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/phosphatidyl_choline.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/body_bio_balanced_oil.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/body_bio_balanced_oil.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/15468085?ordinalpos=1&amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_DefaultReportPanel.Pubmed_RVDocSum\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/19630766\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/19630766<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/focalin_xr.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/documents\/focalin_xr.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/med.stanford.edu\/ism\/2009\/november\/down-syndrome.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/med.stanford.edu\/ism\/2009\/november\/down-syndrome.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/20691429\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/20691429<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.enotalone.com\/article\/4121.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.enotalone.com\/article\/4121.html<\/a><\/p>\n<p>\u201cNo, a cure is impossible. People with Down syndrome are the way they are \u2013 just accept it and move on!\u201d Before you jump to that same conclusion, I encourage you to take a look at current science. Read it yourself. That is exactly what Teresa Cody did. Teresa is the mother of Neal, who has Down syndrome. At the age of 8, Neal couldn&#8217;t read, write or distinguish shapes. \u201cThe main problem was he really couldn&#8217;t remember. He did not ask questions. He could not verbalize,\u201d said Teresa. \u201cHe used to pick up the pen and stare at the paper and you could see he had no idea which way to make the pen go to copy something.\u201d Teresa studied the research.<\/p>\n<p>Read the full article on the link bellow.<\/p>\n<p>By Christy Sanchez<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.inclusivenews.com.br\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/Cure-Down-Syndrome-Final-Copy.pdf\">Cure Down Syndrome Final Copy<\/a><\/p>\n<p>____________________________<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> <a href=\"http:\/\/www.changingmindsfoundation.org\/\">Changing Minds Foundation <\/a>&#8211; Tradu\u00e7\u00e3o &#8211; <a href=\"www.dfdown.org.br\">DFDown<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cN\u00e3o h\u00e1 cura. \u00c9 imposs\u00edvel. Pessoas com s\u00edndrome de Down s\u00e3o como s\u00e3o. Simplesmente aceite isso e siga em frente!\u201d. Antes de voc\u00ea seguir essa mesma linha de pensamento,  recomendo que voc\u00ea d\u00ea uma olhada nos avan\u00e7os da ci\u00eancia nos \u00faltimos anos. 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Pessoas com s\u00edndrome de Down s\u00e3o como s\u00e3o. Simplesmente aceite isso e siga em frente!\u201d. Antes de voc\u00ea seguir essa mesma linha de pensamento, recomendo que voc\u00ea d\u00ea uma olhada nos avan\u00e7os da ci\u00eancia nos \u00faltimos anos. 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