{"id":17233,"date":"2010-09-16T06:11:36","date_gmt":"2010-09-16T09:11:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.inclusive.org.br\/?p=17233"},"modified":"2010-09-16T06:11:36","modified_gmt":"2010-09-16T09:11:36","slug":"a-internet-e-copyleft","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=17233","title":{"rendered":"A internet \u00e9 copyleft"},"content":{"rendered":"<figure style=\"width: 216px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"S\u00edmbolos de licen\u00e7as, como Creative Commons, Copyleft e imagens de pessoas\" src=\"http:\/\/www.blog.express.com.ar\/wp-content\/uploads\/2008\/05\/news007copyright-copyleft-y-creativecommons.png\" alt=\"\" width=\"216\" height=\"216\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\"> <\/figcaption><\/figure>\n<p><strong> <\/strong>No fim da d\u00e9cada de 90 a internet era uma tecnologia consolidada, com milh\u00f5es de usu\u00e1rios em todo mundo. Para muitas atividades cotidianas havia uma vers\u00e3o virtual. Da complexidade de tal rede de comunica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m emergiram esfor\u00e7os colaborativos, fortemente influenciados pelos grupos de desenvolvimento de <em>software<\/em> livre, a fim de resolver <em>on-line<\/em> assuntos de interesse individual e coletivo. Desde ent\u00e3o, o livre acesso \u00e1 informa\u00e7\u00e3o \u00e9 um assunto vital para os usu\u00e1rios da internet.<\/p>\n<p>E se a informa\u00e7\u00e3o for m\u00fasica? Em 1999, Shawn Fanning, um jovem programador norte-americano, queria compartilhar arquivos de m\u00fasica no formato MP3 com amigos. Assim, desenvolveu uma pequena aplica\u00e7\u00e3o e a batizou de <a href=\"https:\/\/secure.wikimedia.org\/wikipedia\/pt\/wiki\/Napster\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Napster<\/a>, uma alus\u00e3o ao seu apelido na rede. Um par de anos foi o suficiente para o Napster se tornar o ponto de encontro obrigat\u00f3rio para dezenas de milhares de pessoas. O <em>software<\/em> simples escrito por Fanning abriu as portas para um fen\u00f4meno social que extrapolou os limites da internet, que fez as pessoas usarem (e abusarem) da rede em n\u00edveis sem precedentes. O Napster deixou claro que o mundo queria se conectar a internet para obter e compartilhar informa\u00e7\u00f5es de todo tipo.<\/p>\n<p>E qual a causa do sucesso do Napster? Muito provavelmente seu modelo de participa\u00e7\u00e3o e colabora\u00e7\u00e3o massiva entre iguais. O Napster deu origem a uma nova gera\u00e7\u00e3o de aplica\u00e7\u00f5es na internet, as chamadas aplica\u00e7\u00f5es P2P (par-a-par ou <em>peer-to-peer<\/em>, em ingl\u00eas).<\/p>\n<p>As aplica\u00e7\u00f5es P2P criam redes de colabora\u00e7\u00e3o com tr\u00eas caracter\u00edsticas b\u00e1sicas:<\/p>\n<p>1. Todos os participantes da rede P2P s\u00e3o iguais em suas responsabilidades. Neste caso, todos recebem e todos entregam informa\u00e7\u00e3o. Em outros modelos de organiza\u00e7\u00e3o de rede, com uma hierarquia centralizada, certos membros t\u00eam uma posi\u00e7\u00e3o acima dos demais.<\/p>\n<p>2. O n\u00famero de participantes pode aumentar sem afetar negativamente os servi\u00e7os oferecidos, ou seja, pode ganhar escala. No caso das aplica\u00e7\u00f5es P2P para distribui\u00e7\u00e3o de conte\u00fado, quanto maior o n\u00famero de participantes, melhor, porque todos se apoiam compartilhando recursos e informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>3. As redes P2P apresentam um certo funcionamento org\u00e2nico. De um lado, os membros regulam seu ciclo de vida na rede de maneira aut\u00f4noma, (ao entrar, sair e participar \u00e0 vontade). De outro, a rede se auto-organiza para se manter em opera\u00e7\u00e3o e seguir oferecendo seus servi\u00e7os.<\/p>\n<p>As redes de colabora\u00e7\u00e3o criadas com aplica\u00e7\u00f5es P2P tamb\u00e9m s\u00e3o usadas para solucionar problemas. O projeto <a href=\"http:\/\/setiathome.ssl.berkeley.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">SETI@Home<\/a>, por exemplo, utiliza o modelo P2P para processar coletivamente a informa\u00e7\u00e3o gerada por seus telesc\u00f3pios em busca de vida fora da terra. Outros projetos semelhantes <a href=\"http:\/\/www.gpugrid.net\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">analisam mol\u00e9culas<\/a>, encontram <a href=\"http:\/\/www.primegrid.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">novos n\u00fameros primos<\/a> ou v\u00e3o ajudar o grande <a href=\"http:\/\/lhcathome.cern.ch\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">acelerador de part\u00edculas<\/a> rec\u00e9m-instalado no CERN a processar uma quantidade desmedida de dados.<\/p>\n<p>A m\u00eddia ignora isso e trata as redes P2P somente como meios de distribui\u00e7\u00e3o de pornografia, v\u00edrus, como redes de atividades an\u00f4nimas que podem afetar a seguran\u00e7a nacional. O tema mais pol\u00eamico relacionado ao seu uso, no entanto, \u00e9 a distribui\u00e7\u00e3o coletiva de obras protegidas por direitos autorais.<\/p>\n<p>O Napster foi <a href=\"http:\/\/www.wired.com\/politics\/law\/news\/2000\/04\/35670\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">processado<\/a> por integrantes da banda de rock Metallica e finalmente obrigado pela Justi\u00e7a a retirar do ar todo tipo de conte\u00fado considerado ilegal, at\u00e9 o ponto de desaparecer como servi\u00e7o. O processo judicial, no entanto, deu ao Napster uma popularidade imensa. O Napster desapareceu, mas foi sucedido por uma s\u00e9rie de novas redes P2P, entre elas Kazaa, Gnutella, BitTorrent e Freenet, com servi\u00e7os cada vez mais eficientes, coletivos, an\u00f4nimos e especializados.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria de cada uma das redes P2P quase reproduz a do Napster:<\/p>\n<p>1. nascimento t\u00edmido,<br \/>\n2. desenvolvimento exponencial,<br \/>\n3. pol\u00eamicas que duraram meses,<br \/>\n4. populariza\u00e7\u00e3o,<br \/>\n5. resolu\u00e7\u00e3o judicial em meio a grandes debates na m\u00eddia,<br \/>\n6. encerramento abrupto do servi\u00e7o,<br \/>\n7. e surgimento de clones mais sofisticados que o original.<\/p>\n<p>As redes P2P s\u00e3o uma esp\u00e9cie de organismo vivo. Nascem, se desenvolvem e se adaptam ao seu entorno tecnopol\u00edtico at\u00e9 morrer de causas judiciais e renascer com muta\u00e7\u00f5es que as fortalecem contra novas amea\u00e7as.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m as institui\u00e7\u00f5es que usam a Justi\u00e7a para fechar as redes P2P sofisticaram suas t\u00e1ticas de defesa e de ataque. As grandes empresas de produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fados &#8212; a ind\u00fastria cinematogr\u00e1fica e os est\u00fadios musicais &#8211;, assim como as institui\u00e7\u00f5es civis e governamentais que defendem a propriedade intelectual se uniram em um grupo compacto para derrubar qualquer tentativa de uso de suas propriedades na internet.<\/p>\n<p>Para alcan\u00e7ar seus objetivos, os chamados <em>lobbies<\/em> da propriedade intelectual decidiram ir al\u00e9m. Querem vigiar n\u00e3o s\u00f3 os provedores de servi\u00e7os P2P mas tamb\u00e9m a pr\u00f3pria internet, para controlarr o fluxo de informa\u00e7\u00e3o entre os internautas. Com a implanta\u00e7\u00e3o, por via legal, de tecnologias para detectar as informa\u00e7\u00f5es protegidas por <em>copyright<\/em>, essas empresas querem processar diretamente os usu\u00e1rios que supostamente distribuem informa\u00e7\u00e3o protegida.<\/p>\n<p>Isso polariza as opini\u00f5es sobre o tema. De um lado est\u00e3o os defensores da propriedade intelectual. Do outro, os que levantam a voz diante do que consideram a vigil\u00e2ncia um ataque a direitos civis fundamentais como privacidade, equidade e liberdade de express\u00e3o. Esses dois lados s\u00e3o os protagonistas de uma batalha em curso, com enfrentamentos em tribunais e nas entranhas da internet. Essa batalha vai definir, de acordo com seus resultados e alcance, como vamos ter acesso a boa parte de nossos bens culturais, dentro ou fora da internet.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios finais<br \/>\n<\/strong>Podemos resumir assim as condi\u00e7\u00f5es que permitiram a cria\u00e7\u00e3o de uma nova era tecnol\u00f3gica e social, baseada na participa\u00e7\u00e3o e na informa\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>1. A prolifera\u00e7\u00e3o de dispositivos poderosos de armazenamento e transmiss\u00e3o;<br \/>\n2. A cria\u00e7\u00e3o de aplica\u00e7\u00f5es como as redes P2P, desenhadas especialmente para estimular massivamente a distribui\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o, muitas delas dirigidas por importantes grupos de pesquisa ;<br \/>\n3. A <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Emerg%C3%AAncia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">emerg\u00eancia<\/a> de redes sociais virtuais por todo o lado, constitu\u00eddas por participantes \u00e1vidos de informa\u00e7\u00e3o, com n\u00edveis de conectividade e de comunica\u00e7\u00e3o nunca vistos.<\/p>\n<p>Vista de maneira simples, a informa\u00e7\u00e3o na internet \u00e9 um trem de <em>bits<\/em> que, de acordo com sua disposi\u00e7\u00e3o, podem representar textos, \u00e1udios, v\u00eddeos ou qualquer outro tipo de arquivo. Mas onde est\u00e1 a informa\u00e7\u00e3o, na internet?<\/p>\n<p>* Nas pontas, onde est\u00e3o os usu\u00e1rios com seus equipamentos, a informa\u00e7\u00e3o est\u00e1 em seus dispositivos de armazenamento (discos r\u00edgidos, mem\u00f3rias Flash).<br \/>\n* No interior da rede, a informa\u00e7\u00e3o reside temporariamente em dispositivos (roteadores) que a transmitem ao seu destino.<\/p>\n<p>Independente do seu conte\u00fado (livros, filmes, discos), uma vez digitalizada a informa\u00e7\u00e3o mant\u00e9m suas propriedades, independente do meio de transmiss\u00e3o. Transmitida por meio uma rede P2P ilegal ou legalmente, depois de ser comprada via iTunes, ela sofre as mesmas transforma\u00e7\u00f5es inerentes aos protocolos de comunica\u00e7\u00e3o da internet.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, em que momento a informa\u00e7\u00e3o original deixa de ser ela mesma, se para trafegar pela rede tem que ser literalmente despeda\u00e7ada? Por acaso cada um desses pedacinhos devem tamb\u00e9m ser protegidos pelo <em>copyright<\/em>? Os <em>softwares<\/em> dos protocolos de comunica\u00e7\u00e3o da internet violam as leis de direitos autorais ao copiar, transmitir e modificar informa\u00e7\u00e3o que pode ser protegida por <em>copyright<\/em>?<\/p>\n<p>Da mesma maneira, o que existe de propriedade intelectual em uma informa\u00e7\u00e3o que no fundo consiste em bits e que \u00e9 manipulada para se transformar em outro tipo de informa\u00e7\u00e3o &#8212; caso da criptografia usada nas compras <em>on-line<\/em>?<\/p>\n<p>Como deter essa m\u00e1quina de copiar informa\u00e7\u00e3o chamada internet?<\/p>\n<p>Quando a informa\u00e7\u00e3o cresce na internet, em todo tipo de novos formatos e meios, quem tem a \u00faltima palavra sobre dom\u00ednio p\u00fablico, <em>copyleft<\/em> e <em>copyright<\/em>? At\u00e9 que grau se pode expandir o <em>copyright<\/em> para que alcance cada novo integrante dessa selva de informa\u00e7\u00e3o? Como regular os <em>blogs<\/em>, f\u00f3runs, redes sociais e a descomunal energia de milh\u00f5es de pessoas atuando entre si e em torno de informa\u00e7\u00f5es compartilhadas? Essas s\u00e3o perguntas que as inst\u00e2ncias t\u00e9cnicas, culturais, empresariais ou sociais s\u00f3 podem (ou n\u00e3o) responder a partir de perspectivas parciais, muitas vezes sem sequer se encontrarem.<\/p>\n<p>Seja para a cria\u00e7\u00e3o de <em>software<\/em> livre ou para a difus\u00e3o de novas metodologias de acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o (distantes do conceito tradicional de propriedade intelectual), podemos dizer que um mundo alternativo est\u00e1 sendo criado pelas chamadas culturas livres. Desde os grupos de trabalho com a filosofia Fa\u00e7a Voc\u00ea Mesmo (ou DIY, Do It Yourself, em ingl\u00eas) at\u00e9 os Partidos Piratas (nascidos na Su\u00e9cia em 2006, mas multiplicados em dezenas de pa\u00edses), passando pelos grupos <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Hacktivismo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">hacktivistas<\/a> (inform\u00e1ticos comprometidos com a defesa do livre acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e os direitos civis na rede, geralmente reunidos em <a href=\"http:\/\/hackerspaces.org\/wiki\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>hacklabs<\/em><\/a>), as culturas livres procuram se tornar, pouco a pouco e a partir de diferentes perspectivas, alternativas de acesso \u00e0 cultura, ao conhecimento e \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, distantes de todas as formas de controle centralizado.<\/p>\n<p>Em 2003, <a href=\"https:\/\/secure.wikimedia.org\/wikipedia\/pt\/wiki\/Lawrence_Lessig\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lawrence Lessig<\/a> escreveu em em seu livro <a href=\"http:\/\/www.free-culture.cc\/freecontent\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cultura Livre<\/a>, considerado por muitos uma das pedras angulares da cultura livre:<\/p>\n<p>&#8220;<em>Na hist\u00f3ria da humanidade nunca houve um momento como o atual, em que uma parcela t\u00e3o grande de nossa &#8216;cultura&#8217; seja &#8216;propriedade&#8217; de algu\u00e9m.<\/em>&#8221;<\/p>\n<p>As licen\u00e7as <a href=\"http:\/\/creativecommons.org\/about\/what-is-cc\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Creative Commons<\/a>, desenvolvidas sob a lideran\u00e7a de Lessig, constituem uma das respostas mais importantes a um mundo governado por modelos econ\u00f4micos baseados no <em>copyright<\/em>. Atualmente, essas licen\u00e7as mostram ao mundo como compartilhar informa\u00e7\u00e3o em vez de pedir permiss\u00e3o para us\u00e1-la, de acordo com um esp\u00edrito chamado <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Licen%C3%A7as_Creative_Commons\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>share-alike<\/em><\/a>.<\/p>\n<p>As licen\u00e7as Creative Commons, com as GPL e outras licen\u00e7as livres, integram uma trincheira ideol\u00f3gica, t\u00e9cnica e legal que, com certeza, vai se aperfei\u00e7oar no sentido de devolver a cultura a seus verdadeiros donos: todos n\u00f3s.<\/p>\n<p>Sem saber, quase sem pensar nisso, transformamos a internet no maior inimigo do conceito tradicional\/industrial de propriedade intelectual. Com a internet levamos ao limite do absurdo essa ideia, cada vez que copiamos ou baixamos uma informa\u00e7\u00e3o. E assim estabelecemos a internet como a ferramenta mais poderosa a favor de uma cultura <em>copyleft<\/em>.<\/p>\n<p>__________<\/p>\n<p>Este \u00e9 o quinto e \u00faltimo uma s\u00e9rie de artigos escritos por <a href=\"http:\/\/bitelia.com\/author\/alan-lazalde\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Alan Lazalde<\/a> para o <em>blog<\/em> espanhol <a href=\"http:\/\/bitelia.com\/2010\/08\/internet-es-copyleft-final\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bitelia<\/a>. Nesses textos, ele faz uma &#8220;revis\u00e3o da hist\u00f3ria da internet e das ideias libert\u00e1rias que a sustentam&#8221;. No primeiro artigo, Lazalde fala sobre a Arpanet e a origem da internet. No segundo, a cria\u00e7\u00e3o da World Wide Web (WWW) e a populariza\u00e7\u00e3o da rede. No terceiro, os algoritmos de software e a quem eles pertencem. O quarto foi sobre o <em>software<\/em> livre, a licen\u00e7a GPL e o Linux. E este, afinal, \u00e9 sobre as redes P2P e a subvers\u00e3o do conceito tradicional de propriedade intelectual realizada pela internet.<br \/>\n____________<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> <a href=\"http:\/\/www.arede.inf.br\/inclusao\/component\/content\/article\/106-acontece\/3331\">A Rede<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As licen\u00e7as Creative Commons, com as GPL e outras licen\u00e7as livres, integram uma trincheira ideol\u00f3gica, t\u00e9cnica e legal que, com certeza, vai se aperfei\u00e7oar no sentido de devolver a cultura a seus verdadeiros donos: todos n\u00f3s. 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