{"id":17239,"date":"2010-09-16T06:03:47","date_gmt":"2010-09-16T09:03:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.inclusive.org.br\/?p=17239"},"modified":"2010-09-16T06:03:47","modified_gmt":"2010-09-16T09:03:47","slug":"plataformas-sociais-auxiliam-a-construcao-do-conhecimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=17239","title":{"rendered":"Plataformas sociais auxiliam a constru\u00e7\u00e3o do conhecimento?"},"content":{"rendered":"<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" title=\"Logotipos de redes sociais\" src=\"http:\/\/falandoti.com.br\/wp-content\/uploads\/2010\/03\/redes-sociais.jpg\" alt=\"\" width=\"270\" height=\"192\" \/>Por Cristiane Pai\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Embora seja ainda um pouco renegado, alvo de iniciativas pontuais e isoladas, pesquisas recentes v\u00eam mostrando como o uso de plataformas alternativas na educa\u00e7\u00e3o, como redes sociais e blogs, pode servir como uma estrat\u00e9gia bastante interessante do ponto de vista pedag\u00f3gico. Que as redes sociais como Orkut, FaceBook e Twitter, entre outras, est\u00e3o em alta, todo mundo sabe, mas o que ainda est\u00e1 por ser revelado \u00e9 que, na contram\u00e3o do que se poderia esperar, ainda existem muitos preconceitos em torno dessas ferramentas, que poderiam ser melhor aproveitadas na medida em que promovem grande intera\u00e7\u00e3o entre seus usu\u00e1rios e democratizam suas formas de acesso, ampliando redes de informa\u00e7\u00e3o e refinando conte\u00fados.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, vimos acontecer uma revolu\u00e7\u00e3o em termos de comunica\u00e7\u00e3o. A chamada web 2.0, termo criado em 2004, \u00e9 uma segunda gera\u00e7\u00e3o de comunidades e servi\u00e7os que t\u00eam a internet como plataforma, e envolve wikis, aplicativos, redes sociais e tecnologia da informa\u00e7\u00e3o. Ela revolucionou as formas pelas quais dados e informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o veiculados, e fez com que a web fosse hoje encarada por seus usu\u00e1rios e desenvolvedores como um ambiente de intera\u00e7\u00e3o que engloba in\u00fameras linguagens e motiva\u00e7\u00f5es. E cada vez mais h\u00e1 uma crescente press\u00e3o para que as novas tecnologias n\u00e3o apenas estejam presentes nas escolas, mas tamb\u00e9m fa\u00e7am parte efetiva do ensino e das pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas.<\/p>\n<p>\u201cO acesso \u00e0 internet tem sido cada dia mais comum, e os jovens s\u00e3o os que mais a utilizam. Por isso, \u00e9 bastante interessante cumprir nossos prop\u00f3sitos docentes de conduzir o aluno a uma aprendizagem cr\u00edtica, s\u00f3lida, coerente, mais interativa e proveitosa por meio da internet, que pode ser mais uma ferramenta a se somar ao livro did\u00e1tico, ao quadro, ao conhecimento e \u00e0 observa\u00e7\u00e3o t\u00e1cita do professor. A internet n\u00e3o deveria ser t\u00e3o banalizada. Ela pode tamb\u00e9m ser uma ferramenta \u00fatil para o professor, e um entre tantos espa\u00e7os para a aprendizagem do aluno\u201d, ressalta Claudia Rodrigues. Ela d\u00e1 aulas de reda\u00e7\u00e3o no ensino m\u00e9dio e analisou, em sua pesquisa de mestrado pelo Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), os resultados de uma estrat\u00e9gia aplicada em quatro turmas de uma escola em Minas Gerais, em 2007: a utiliza\u00e7\u00e3o de blogs como forma de intera\u00e7\u00e3o entre alunos e professor nas aulas de reda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>E Rodrigues n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica. Assim como ela, diversos outros professores v\u00eam tentando empregar o blog como ferramenta pedag\u00f3gica, ainda que isoladamente, como estrat\u00e9gia pr\u00f3pria do docente, n\u00e3o inserida no projeto pedag\u00f3gico da escola como um todo. A professora Joana Darque Cardoso Santos, que leciona no ensino fundamental em Hortol\u00e2ndia (SP), tem um outro exemplo de experi\u00eancia bem sucedida. Ela participou do projeto Time \u2013 Tecnologias e M\u00eddias Interativas na Escola, elaborado por pesquisadores do N\u00facleo de Inform\u00e1tica Aplicada \u00e0 Educa\u00e7\u00e3o (Nied), em parceria com o N\u00facleo de Desenvolvimento da Criatividade (Nudecri), ambos da Unicamp.<\/p>\n<p>O Time atendeu, ao longo de tr\u00eas anos, duas escolas municipais de ensino fundamental de Hortol\u00e2ndia, envolvendo 15 professoras e 1.300 alunos na faixa de 6 a 10 anos. Eles trabalharam na produ\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos, r\u00e1dio web, hist\u00f3rias em quadrinhos e blogs, como meios de diversificar e enriquecer o conte\u00fado curricular. Ap\u00f3s o t\u00e9rmino da pesquisa, Santos foi uma das \u00fanicas professoras a continuar usando o blog em suas turmas. Ela conta que a ideia do blog deu t\u00e3o certo que n\u00e3o apenas continuou utilizando a plataforma com os seus alunos como tamb\u00e9m estendeu a ferramenta para outras redes sociais, como Orkut e Twitter. \u201cHoje temos tr\u00eas comunidades ativas no Orkut, nas quais eu posto textos e dicas sobre assuntos variados ligados aos conte\u00fados escolares, para v\u00e1rias s\u00e9ries e idades. Ao manusear o Orkut, eles participam da comunidade, estudam e visitam p\u00e1ginas de amigos. Tamb\u00e9m estou montando um perfil no Twitter, que ainda est\u00e1 sendo planejado. Mas o carro-chefe mesmo \u00e9 o blog. \u00c9 nele que acontece a maior parte da intera\u00e7\u00e3o\u201d, explica.<\/p>\n<p>Os blogs consistem em um fen\u00f4meno recente, mas que conquistou as mais diferentes categorias de internautas pela pr\u00f3pria din\u00e2mica da p\u00e1gina. Entre suas principais caracter\u00edsticas est\u00e3o, primeiro, seu custo zero, na medida em que se trata de uma ferramenta gratuita na internet, disponibilizada por v\u00e1rios servidores, bastando apenas um cadastro r\u00e1pido e uma conta de email para que se possa utiliz\u00e1-la; e, segundo, sua facilidade de opera\u00e7\u00e3o, manuseio, e manuten\u00e7\u00e3o, na medida em que n\u00e3o exige conhecimento t\u00e9cnico na constru\u00e7\u00e3o de p\u00e1ginas de internet, permitindo que os pr\u00f3prios usu\u00e1rios possam publicar seus conte\u00fados.<\/p>\n<p>Para Rodrigues, o blog poderia ser considerado uma ferramenta a mais para ampliar a discuss\u00e3o iniciada em sala de aula, estendendo-a para o ambiente virtual. Em sua experi\u00eancia, a iniciativa mostrou-se mais do que positiva. \u201cAs discuss\u00f5es tiveram maior alcance, do ponto de vista tem\u00e1tico, e despertaram nos adolescentes o desejo de escrever mais. Eles tiveram que produzir blogs para continuar as discuss\u00f5es da sala de aula. A tarefa proposta promoveu maior engajamento dos alunos, propiciou a leitura de uma gama de g\u00eaneros disponibilizados na internet e gerou debates e coment\u00e1rios mediados pela escrita. Os dados tamb\u00e9m indicam que a produ\u00e7\u00e3o dos alunos foi bastante complexa e n\u00e3o se enquadra no \u2018internet\u00eas\u2019 t\u00e3o temido pelos professores. O blog tem a vantagem de integrar, em um \u00fanico meio, informa\u00e7\u00f5es de diferentes tipos (visuais, audiovisuais, verbais) e tamb\u00e9m abre espa\u00e7o para intera\u00e7\u00e3o entre leitores e autores\u201d, salienta.<\/p>\n<p>De acordo com Marco Silva, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), com o uso do blog, a escola, que sempre chegou atrasada ao cen\u00e1rio midi\u00e1tico, pode colocar-se em sintonia com o contexto de comunica\u00e7\u00e3o atual e, assim, potencializar a aprendizagem, a educa\u00e7\u00e3o e a cidadania. \u201cNa web 1.0, os sites eram criados com base em linguagens complicadas e, por isso, somente experts estavam aptos a oper\u00e1-los. Os blogs s\u00e3o mais f\u00e1ceis de se criar e se participar, e essa facilidade de participa\u00e7\u00e3o traz a grande novidade da web 2.0: mais interatividade, mais autoria social. O professor e os alunos podem criar facilmente o blog da turma e todos podem atuar nele com postagens e administra\u00e7\u00e3o coletiva da comunica\u00e7\u00e3o. O maior benef\u00edcio disso \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o da ciberdemocracia, tal como a entendem os autores Andr\u00e9 Lemos e Pierre Levy no livro O futuro da internet: em dire\u00e7\u00e3o a uma ciberdemocracia planet\u00e1ria\u201d, explica.<\/p>\n<p>Interatividade<\/p>\n<p>De acordo com os entusiastas da ferramenta, o uso dos blogs em sala de aula pode oferecer aos alunos uma nova maneira de produzir conhecimento, leitura e escrita, fazendo com que os alunos possam ir al\u00e9m dos murros escolares, pois a pr\u00f3pria socializa\u00e7\u00e3o por meio de coment\u00e1rios faz com que os estudantes se sintam motivados a inovar com mais liberdade que nos meios tradicionais. Textos complementares, dicas de links, imagens e not\u00edcias relacionadas aos assuntos tratados em sala de aula s\u00e3o exemplos de a\u00e7\u00f5es utilizadas para movimentar os debates entre os usu\u00e1rios do blog. Caprichar na proposta da atividade e motivar os alunos a pesquisar e publicar conte\u00fados \u00e9 essencial. Por meio do blog, \u00e9 poss\u00edvel a produ\u00e7\u00e3o de textos, narrativas, poemas, an\u00e1lise de obras liter\u00e1rias, opini\u00e3o sobre atualidades, relat\u00f3rios de visitas, publica\u00e7\u00e3o de fotos, desenhos e v\u00eddeos produzidos por alunos.<\/p>\n<p>Mas at\u00e9 que ponto essas iniciativas podem ser consideradas redes sociais? Quanto h\u00e1 de intera\u00e7\u00e3o nessas experi\u00eancias? H\u00e1 uma sensa\u00e7\u00e3o maior de pertencimento a uma comunidade por parte dos alunos ou a ades\u00e3o est\u00e1 meramente vinculada ao tradicional receio quanto \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o do professor?<\/p>\n<p>Segundo Santos, existe realmente interatividade, e n\u00e3o apenas extra muros, mas tamb\u00e9m extra continentes. \u201cJoaninha\u201d, como ela gosta de ser carinhosamente chamada por seus alunos, conta que a experi\u00eancia deu t\u00e3o certo que hoje ela recebe posts e coment\u00e1rios de pais e professores at\u00e9 de outros pa\u00edses. Ela explica que o blog nasceu de uma necessidade pr\u00f3pria das crian\u00e7as e de seus pais, que \u00e0s vezes encontravam-se fora do pa\u00eds, mas queriam muito continuar acompanhando de perto as atividades dos filhos, ou que apenas queriam observar melhor suas tarefas escolares e interagir mais, mostrando os trabalhos para a fam\u00edlia, por exemplo. \u201cEm um ano, temos quase 60 mil acessos. Tem alunos de 10, 15 anos atr\u00e1s que me acham e deixam recado\u201d, comemora.<\/p>\n<p>Rodrigues confirma essa avalia\u00e7\u00e3o positiva. \u201cEu acreditava na validade dos blogs para a educa\u00e7\u00e3o, mas precisava comprovar minhas cren\u00e7as. Aos poucos, fui percebendo que outras pessoas come\u00e7aram a participar por meio de posts publicados na p\u00e1gina: pais, m\u00e3es, tios; e que essas pessoas simplesmente entravam no blog e colocavam impress\u00f5es pessoais sobre a tem\u00e1tica que estava sendo discutida. Houve uma intera\u00e7\u00e3o entre professor da turma, professores da escola, alunos, fam\u00edlia. Uma discuss\u00e3o quase imposs\u00edvel de acontecer quando ocorre apenas em sala de aula\u201d, conta.<\/p>\n<p>\u201cIntera\u00e7\u00e3o, sempre h\u00e1. Interatividade, nem sempre\u201d, observa Silva, da Uerj. Para o pesquisador, interatividade pressup\u00f5e interlocu\u00e7\u00e3o, co-cria\u00e7\u00e3o da mensagem, do conhecimento, e isso nem sempre pode acontecer. \u201cUm blog criado pelo professor pode gerar interatividade quando ele \u00e9 espa\u00e7o de colabora\u00e7\u00e3o, quando cada postagem do professor ou dos alunos gera interlocu\u00e7\u00e3o inventiva ou comunica\u00e7\u00e3o de todos para todos, que potencializa a constru\u00e7\u00e3o do conhecimento curricular. Entretanto, muitas vezes uma postagem, seja do professor, seja de um aluno, gera apenas reatividade na turma, isto \u00e9, respostas mec\u00e2nicas, pouco criativas, burocr\u00e1ticas, apenas para cumprir uma atividade que vale ponto, nota. Isso \u00e9 intera\u00e7\u00e3o e n\u00e3o interatividade, no sentido que defendo no livro Sala de aula interativa\u201d, explica. \u201cO blog pode permitir emiss\u00e3o e recep\u00e7\u00e3o na co-cria\u00e7\u00e3o da mensagem, desde que o professor esteja consciente do desafio de formar cidad\u00e3os criativos e n\u00e3o se conforme apenas com reatividade e reprodu\u00e7\u00e3o, pr\u00e1ticas j\u00e1 cristalizadas historicamente nas salas de aula. Em suma, ele poder\u00e1 sim ser rede social, mas apenas se for capaz de engajar uma coletividade viva e participativa e n\u00e3o apenas reatividade baseada em respostas previs\u00edveis de alguns alunos a uma postagem do professor\u201d, enfatiza.<\/p>\n<p>Dificuldades e perspectivas<\/p>\n<p>Mas se existem tantos benef\u00edcios para o uso dos blogs no processo educativo, porque ainda existe certo receio por parte dos educadores em utilizar a ferramenta? Para Rodrigues, um dos grandes entraves para a aceita\u00e7\u00e3o do blog como estrat\u00e9gia de ensino seria a linguagem pr\u00f3pria que a internet produz. \u201c\u00c9 como uma esp\u00e9cie de dialeto que os jovens utilizam para expressar suas opini\u00f5es. Mas n\u00e3o se trata de substituir a forma de ensinar a norma culta. Ela tem seu espa\u00e7o j\u00e1 reconhecido, assim como a linguagem informal. A minha proposta \u00e9 utilizar um novo espa\u00e7o para otimizar os debates ocorridos em sala de aula e despertar o interesse pela escrita\u201d, esclarece.<\/p>\n<p>Segundo a professora, a escola, em geral, ainda possui resist\u00eancia em levar para a sala de aula g\u00eaneros digitais que possam auxiliar o ensino. Na opini\u00e3o de Rodrigues, muitos ainda veem a internet apenas como um instrumento de entretenimento e n\u00e3o se d\u00e3o conta de sua utilidade nos estudos e pesquisas. Ela lembra o dom\u00ednio que os jovens possuem das tecnologias da informa\u00e7\u00e3o e alega que isso poderia ser melhor aproveitado no ambiente escolar.<\/p>\n<p>\u201cNa minha experi\u00eancia com os blogs, percebi que o uso das p\u00e1ginas digitais demanda mudan\u00e7as sens\u00edveis no perfil do professor. Primeiro porque ele deixa de ser o fornecedor dos textos, controlador do debate e avaliador dos textos que seus alunos produzem. Ele passa a ser um orientador. Embora ainda d\u00ea a nota e avalie, na pr\u00e1tica deixa de ser leitor alvo dos textos. Sob o aspecto cultural, \u00e9 dif\u00edcil abandonar cren\u00e7as anteriores, mas \u00e9 poss\u00edvel, quando se v\u00ea que o ensino melhorou, ou que os aprendizes \u2018saboreiam\u2019 melhor a aprendizagem\u201d, salienta Rodrigues. \u201cO estudo que realizei ressalta a necessidade de encontrarmos caminhos para explorar o letramento digital em sala de aula, pois a escrita convencional n\u00e3o tem sido suficiente para atender as necessidades sociais, interativas e cognitivas de nossos alunos. A limita\u00e7\u00e3o est\u00e1 apenas na criatividade do professor e de seus participantes. O blog favorece a participa\u00e7\u00e3o coletiva, formando autores, co-autores, leitores ass\u00edduos e alunos mais envolvidos com a leitura e a escrita\u201d, avalia.<\/p>\n<p>De acordo com Silva, da Uerj, as pol\u00edticas de inclus\u00e3o digital nas escolas p\u00fablicas ainda s\u00e3o meramente instrumentais, isto \u00e9, apenas distribuem computadores e internet quando na verdade deveriam, concomitantemente, formar os professores para uso criativo em sintonia com o curr\u00edculo escolar e com a cibercultura. \u201cOs professores mal aprenderam a usar a TV e agora s\u00e3o desafiados a usar algo muito mais complexo. A TV situa-se no mesmo paradigma da pedagogia da transmiss\u00e3o de A para B. O computador n\u00e3o se reduz a isso. Trata-se de meio de interatividade, de constru\u00e7\u00e3o da autoria colaborativa. Se o professor n\u00e3o \u00e9 inclu\u00eddo digitalmente, ele subutilizar\u00e1 a nova m\u00eddia e far\u00e1 dela um instrumento para refor\u00e7ar o velho paradigma da transmiss\u00e3o unidirecional\u201d, evidencia.<\/p>\n<p>\u201cEu penso que hoje um professor precisa ser multifacetado\u201d, diz Santos. \u201cPrecisa ser artista, para agradar aos alunos, profissional, para agradar aos pais, \u00e9tico, para agradar aos colegas, e, \u00e0s vezes, at\u00e9 palha\u00e7o, para agradar a escola. Mas, sobretudo, ser verdadeiro consigo mesmo. Eu tento pegar tudo e fazer uma salada, uma vitamina\u201d, continua. \u201cNo estado em que estamos, n\u00e3o posso mais n\u00e3o gostar de tecnologia, proibir celular, falar mal do Orkut, dos cantores de \u2018rebolation\u2019. Preciso, sim, conhecer e dialogar com meus alunos sobre perigos e solu\u00e7\u00f5es. Na minha opini\u00e3o, o que est\u00e1 faltando \u00e9 mais \u201cprofessores Joaninhas\u201d, que apesar de n\u00e3o dominar a parte t\u00e9cnica, tem a coragem de dizer: vamos meninas, juntas podemos mostrar para os alunos que o computador n\u00e3o \u00e9 mais importante do que a professora e sim aliado para se conseguir entrar no mundo do aluno! Precisamos desmitificar esse medo. Mexer, manusear, usar!\u201d, conclui.<br \/>\n________________<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> <a href=\"http:\/\/www.comciencia.br\/comciencia\/?section=8&amp;edicao=59&amp;id=746\">Com Ci\u00eancia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisas recentes v\u00eam mostrando como o uso de plataformas alternativas na educa\u00e7\u00e3o, como redes sociais e blogs, pode servir como uma estrat\u00e9gia bastante interessante do ponto de vista pedag\u00f3gico. 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