{"id":18564,"date":"2011-02-24T08:11:53","date_gmt":"2011-02-24T11:11:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.inclusive.org.br\/?p=18564"},"modified":"2011-02-24T08:11:53","modified_gmt":"2011-02-24T11:11:53","slug":"no-brasil-preconceito-sutil-e-mais-forte-e-perpetua-racismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=18564","title":{"rendered":"No Brasil, preconceito sutil \u00e9 mais forte e perpetua racismo"},"content":{"rendered":"<figure style=\"width: 250px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Ao fundo pe\u00e7as brancas de jogo de xadrez, em primeiro plano, um pe\u00e3o preto.\" src=\"http:\/\/inclusivenews.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/racismo.jpg\" alt=\"Ao fundo pe\u00e7as brancas de jogo de xadrez, em primeiro plano, um pe\u00e3o preto.\" width=\"250\" height=\"168\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\"> <\/figcaption><\/figure>\n<p>As manifesta\u00e7\u00f5es sutis de discrimina\u00e7\u00e3o racial est\u00e3o cada vez mais presentes no dia-a-dia da sociedade brasileira. Segundo a psic\u00f3loga Sylvia Nunes, que pesquisou sobre o preconceito sutil no Instituto de Psicologia da USP, as pessoas ainda precisam pensar e discutir o tema de forma mais eficaz, a fim de reconhecer o racismo. Como aponta o estudo, a discrimina\u00e7\u00e3o, da maneira como vem sendo perpetuada, est\u00e1 cada vez mais \u201cescondida\u201d, por\u00e9m, ainda existente e resistente, tornando a luta contra o preconceito racial mais dif\u00edcil.<\/p>\n<p>O preconceito sutil se utiliza de brincadeiras, piadas, e apelidos que parecem \u201cinocentes\u201dDe acordo com o trabalho de Sylvia, j\u00e1 houve \u00e9pocas em que a forma mais comum de racismo era a expl\u00edcita, chamada pela autora de \u201cpreconceito flagrante\u201d, uma maneira de discrimina\u00e7\u00e3o que geralmente envolve viol\u00eancia, xingamentos, agress\u00e3o f\u00edsica e verbal, e \u00e9 de \u201cf\u00e1cil percep\u00e7\u00e3o\u201d e at\u00e9 de \u201cden\u00fancia\u201d. Enquanto isso, como aponta a psic\u00f3loga, o preconceito sutil \u00e9 corriqueiro, e se utiliza, por exemplo, de brincadeiras, piadas, omiss\u00f5es, aus\u00eancias e apelidos que parecem \u201cinocentes\u201d.<\/p>\n<p>Buscando entender e detectar esse tipo de manifesta\u00e7\u00e3o de racismo, Sylvia aplicou um question\u00e1rio a 235 alunos universit\u00e1rios, no Brasil, e a 71 estudantes, na Espanha. L\u00e1, as perguntas eram relacionadas \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o dos ciganos, chamados gitanos, enquanto no caso brasileiro, eram relacionadas a discrimina\u00e7\u00e3o contra negros e mesti\u00e7os.<\/p>\n<p>\u201cNo question\u00e1rio existiam frases ou perguntas como \u2018\u201cEu n\u00e3o gostaria que um negro suficientemente qualificado fosse escolhido para meu chefe\u201d, ou ent\u00e3o \u201ccom que frequencia voc\u00ea sente simpatia pelos negros?\u201d, respectivamente relacionadas ao preconceito flagrante ou sutil. Em algumas quest\u00f5es, por exemplo, as op\u00e7\u00f5es de respostas eram \u201cn\u00edveis de concord\u00e2ncia ou discord\u00e2ncia\u201d, como em \u201cdiscordo muito, discordo em parte, discordo um pouco, concordo um pouco, concordo em parte, concordo muito\u201d. Para chegar \u00e0s conclus\u00f5es quantitativas do estudo, foram utilizadas provas estat\u00edsticas, baseadas em escalas de preconceito sutil e flagrante, dos te\u00f3ricos Pettigrew e Meertens, aplicadas \u00e0s respostas do question\u00e1rio.<\/p>\n<p>Segundo os resultados dessas provas, h\u00e1 maior facilidade dos espanh\u00f3is em declarar o racismo que os brasileiros. A partir das respostas, tamb\u00e9m foi poss\u00edvel constatar que h\u00e1 maior express\u00e3o de preconceito sutil do que flagrante, nos dois pa\u00edses. Outro dado interessante \u00e9 que os homens se mostraram mais preconceituosos que as mulheres, tanto no Brasil quanto na Espanha.<\/p>\n<p>Entrevistas<\/p>\n<p>Ap\u00f3s essa fase da pesquisa, a psic\u00f3loga sorteou 19 pessoas dentre as que haviam respondido ao question\u00e1rio, sendo 15, brasileiras e 4, espanholas. Na opini\u00e3o da autora, \u201cde todas as etapas, a das entrevistas no Brasil foi a mais enriquecedora. Ao prestar aten\u00e7\u00e3o nos discursos, era evidente a sutileza do preconceito, e o quanto as pessoas quase sempre dizem que o racista n\u00e3o \u00e9 ela pr\u00f3pria, e sim o outro\u201d, afirma a autora do trabalho.<\/p>\n<p>Depois de feitas as entrevistas, Sylvia formulou \u201ccategorias de an\u00e1lise\u201d para estudar o aspecto qualitativo do estudo. Ao todo, a psic\u00f3loga apontou seis categorias, que sistematizam o que foi encontrado e detectado nos discursos, como evid\u00eancia do preconceito sutil. Por exemplo, na categoria \u201cBrincadeiras racistas\u201d, o estudo revela o quanto a sutileza racista conquista lugar no universo do l\u00fadico, das brincadeiras e apelidos, onde tudo parece n\u00e3o ser t\u00e3o real ou s\u00e9rio, apesar de serem, quando o tema \u00e9 preconceito.<\/p>\n<p>J\u00e1 a categoria \u201cO dedo apontado para o negro\u201d \u00e9 composta pelas falas daqueles que recorrem ao discurso de que, na verdade, quem \u00e9 preconceituoso e n\u00e3o aceita a si pr\u00f3prio \u00e9 o negro, ou seja, fala por meio da qual h\u00e1 a culpabiliza\u00e7\u00e3o da v\u00edtima. Segundo Sylvia, h\u00e1 tamb\u00e9m os discursos que se encaixam na categoria \u201cPseudoneutralidade\u201d. \u201cEsses s\u00e3o aqueles que se protegem, que se incomodam sim com o tema, mas n\u00e3o encaram, e tentam se dizer neutros, imparciais, como se as situa\u00e7\u00f5es cotidianas que envolvem preconceito sutil fossem indiferentes\u201d, explica a pesquisadora.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a autora afirma o seguinte: \u201cnas entrevistas, tamb\u00e9m levantei a quest\u00e3o das cotas e de outras a\u00e7\u00f5es afirmativas. Agrupei as falas relacionadas ao assunto categorizando-as como \u2018Ra\u00e7a e classe\u2019. Neste agrupamento de falas, todos os entrevistados se posicionaram contra as cotas sem mesmo saber realmente o que s\u00e3o e o que representam, como se essas medidas afirmativas fossem os racistas da hist\u00f3ria\u201d, exemplifica a autora.<\/p>\n<p>O \u00faltimo grupo formulado pela psic\u00f3loga chama-se \u201cAdmiss\u00e3o do pr\u00f3prio racismo\u201d. Nele, est\u00e3o contidas as \u00fanicas 2 falas nas quais foi assumida a exist\u00eancia do racismo. Segundo Sylvia, \u00e9 nessa admiss\u00e3o que est\u00e1 a melhor maneira de lutar contra o preconceito sutil. \u201cQuando admitimos e reconhecemos o quanto somos sim racistas, temos mais elementos para decidir, e para refletir sobre n\u00f3s mesmos. Falar do assunto, mexer com o assunto, expor o tema e perceber o racismo \u00e9 bom, e nos faz militantes de n\u00f3s mesmos quando nos deparamos com qualquer situa\u00e7\u00e3o de discrimina\u00e7\u00e3o\u201d, conclui a autora.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es: (35) 9942-0068 ou (35) 9150-2678, com Sylvia Nunes.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> <a href=\"http:\/\/www.usp.br\/agen\/?p=48558\">Ag\u00eancia USP <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O estudo da psic\u00f3loga Sylvia Nunes aponta que a discrimina\u00e7\u00e3o, da maneira como vem sendo perpetuada, est\u00e1 cada vez mais \u201cescondida\u201d, por\u00e9m, ainda existente e resistente, tornando a luta contra o preconceito racial mais dif\u00edcil. 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