{"id":18774,"date":"2011-03-17T07:36:42","date_gmt":"2011-03-17T10:36:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.inclusive.org.br\/?p=18774"},"modified":"2011-03-17T07:36:42","modified_gmt":"2011-03-17T10:36:42","slug":"cruzando-a-linha-entre-o-normal-e-o-anormal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=18774","title":{"rendered":"Cruzando a linha: entre o \u201cnormal\u201d e o \u201canormal\u201d"},"content":{"rendered":"<p><strong><\/p>\n<figure style=\"width: 188px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Fronteira EUA e M\u00e9xico\" src=\"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/_8I0qijuDOtg\/S9v1w2-VSlI\/AAAAAAAADhk\/c7VCGvSh5cc\/s320\/fronteira_eeuu_mexico.jpg\" alt=\"Fronteira EUA e M\u00e9xico\" width=\"188\" height=\"320\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\"> <\/figcaption><\/figure>\n<p>Por Cristiane Pai\u00e3o<\/p>\n<p><\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o relat\u00f3rio sobre os Centros de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial (CAPs) do estado de S\u00e3o Paulo, publicado em 2010 pelo Conselho Regional de Medicina (Cremesp), cerca de 10% da popula\u00e7\u00e3o precisa de assist\u00eancia em sa\u00fade mental atualmente, seja ela eventual ou cont\u00ednua. Entre as dez principais causas de incapacita\u00e7\u00e3o por doen\u00e7as em geral, cinco s\u00e3o por transtornos psiqui\u00e1tricos. Depress\u00e3o, alcoolismo, esquizofrenia, transtorno bipolar e transtorno obsessivo-compulsivo s\u00e3o as mais comuns. O quadro corresponde a 12% do total de incapacita\u00e7\u00f5es por doen\u00e7as em geral e cresce para 23% em pa\u00edses desenvolvidos. No mundo todo, os transtornos mentais s\u00e3o respons\u00e1veis por uma m\u00e9dia de 31% dos anos vividos com incapacita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ainda que os transtornos mentais representem um s\u00e9rio problema de sa\u00fade p\u00fablica, os embates e pol\u00eamicas sobre seus diagn\u00f3sticos e tratamentos, e sobre os limites entre uma doen\u00e7a e outra ainda s\u00e3o muitos. Ao longo da hist\u00f3ria da humanidade e, consequentemente, do processo de constru\u00e7\u00e3o dos conceitos envolvendo psiquiatria, psican\u00e1lise e psicologia, diversos conceitos e paradigmas entraram em jogo e, ora se destacavam, ora ca\u00edam por terra. Isso porque a ideia de \u201cnormalidade\u201d ou \u201canormalidade\u201d est\u00e1 relacionada, em grande medida, a conceitos hist\u00f3ricos, culturais e socialmente elaborados, ainda que relacionados, em grande medida, a quest\u00f5es f\u00edsico-qu\u00edmico-biol\u00f3gicas que interferem no processo de classifica\u00e7\u00e3o daquilo que \u00e9 tido como \u201ctranstorno mental\u201d.<\/p>\n<p>Normal x anormal<\/p>\n<p>De acordo com a filosofia, a \u201cnormalidade\u201d deve ser entendida como um estado de equil\u00edbrio do organismo, seja do ponto de vista do corpo ou da mente. Segundo Jo\u00e3o de Fernandes Teixeira, da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar), a senten\u00e7a \u201cde perto, ningu\u00e9m \u00e9 normal\u201d j\u00e1 era em grande medida professada pela filosofia e vem cada vez mais sendo estudada e desenvolvida. Embora os fil\u00f3sofos tenham criticado a exist\u00eancia de padr\u00f5es de normalidade\/anormalidade r\u00edgidos nos \u00faltimos tempos, uma certa classifica\u00e7\u00e3o \u00e9 plenamente poss\u00edvel.<\/p>\n<p>\u201cGeorge Canguilhem, por exemplo, tem um livro cl\u00e1ssico sobre o assunto, que se chama O normal e o patol\u00f3gico, em que ele nos diz que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel usar crit\u00e9rios externos, universais, para definir normalidade. Entretanto, em The disordered mind: philosophy of mind and mental illness, George Graham, fil\u00f3sofo da mente americano, argumenta que a mente insana \u00e9 aquela na qual a racionalidade foi profundamente afetada. Embora n\u00e3o possamos nos ver mais como um animal inteiramente racional, os dist\u00farbios da racionalidade, quando em excesso, nos levam \u00e0 mente insana. Nesse sentido, a insanidade \u00e9 a incoer\u00eancia quase total, o que leva tamb\u00e9m a uma desorganiza\u00e7\u00e3o das emo\u00e7\u00f5es \u2013 as emo\u00e7\u00f5es n\u00e3o est\u00e3o inteiramente separadas da raz\u00e3o, sen\u00e3o, n\u00e3o ser\u00edamos sequer capazes de falar delas\u201d, explica Teixeira.<\/p>\n<p>Segundo o pesquisador da UFSCar, a filosofia da mente nunca se preocupou especificamente com o transtorno mental. O livro de Graham \u00e9 um dos pioneiros, nesse sentido. Para os estudiosos da \u00e1rea, o transtorno mental \u00e9 enfocado como um dos tipos de problemas que ocorrem na intera\u00e7\u00e3o entre mente e c\u00e9rebro. \u201cEsse \u00e9 o chamado problema mente-c\u00e9rebro, e \u00e9 a principal quest\u00e3o da filosofia da mente. Nesse sentido, h\u00e1 v\u00e1rias perguntas como, por exemplo: \u2018a depress\u00e3o e a tristeza podem afetar o c\u00e9rebro?\u2019 Ou melhor, \u2018como uma s\u00e9rie de acontecimentos ruins na vida de uma pessoa pode levar a uma modifica\u00e7\u00e3o de neurotransmissores?\u2019 E h\u00e1 a pergunta na dire\u00e7\u00e3o inversa: \u2018como drogas biopsiqui\u00e1tricas podem afetar nossa maneira de pensar?\u2019 \u2018Ser\u00e1 que elas agem s\u00f3 no c\u00e9rebro ou tamb\u00e9m na mente?\u2019\u201d, enumera.<\/p>\n<p>Do ponto de vista psiqui\u00e1trico\/psicol\u00f3gico, as no\u00e7\u00f5es de \u201cnormalidade\u201d ou \u201canormalidade\u201d se definem tamb\u00e9m por meio de padr\u00f5es culturais e sociais, mas, principalmente, por meio de rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmico-f\u00edsico-biol\u00f3gicas. Em doen\u00e7as graves como esquizofrenia, por exemplo, que comp\u00f5e o grupo das psicoses, os processos de pensamento, entendimento e processamento de informa\u00e7\u00f5es ficam desconexos e existem graves altera\u00e7\u00f5es no contato com a realidade. O paciente sofre com paranoias, transtornos graves de humor, del\u00edrios e alucina\u00e7\u00f5es (visuais, sinest\u00e9sicas, e sobretudo auditivas). Diante de um caso como esse, n\u00e3o fica dif\u00edcil identificar a \u201canormalidade\u201d. De modo geral, essas caracter\u00edsticas se repetem em v\u00e1rios dos transtornos mentais, mas existem tamb\u00e9m transtornos relativamente menos \u201cgraves\u201d que s\u00e3o mais dif\u00edceis de serem diagnosticados e que dependem, em grande medida, de conceitos hist\u00f3ricos e culturais, como a depress\u00e3o, por exemplo. Embora seu potencial para afetar negativamente a vida das pessoas seja grande \u2013 pois leva \u00e0 incapacita\u00e7\u00e3o para realizar atividades comuns do dia-a-dia, como diminui\u00e7\u00e3o do apetite, altera\u00e7\u00e3o de sono, de peso, inefici\u00eancia para processar informa\u00e7\u00f5es, concatenar ideias e fazer escolhas \u2013, durante muito tempo, a depress\u00e3o n\u00e3o foi encarada como transtorno, e apenas recentemente passou a ser tratada com a devida seriedade.<\/p>\n<p>De acordo com Laura Helena Silveira Guerra de Andrade, do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (FM-USP), e uma das organizadoras do relat\u00f3rio do Cremesp citado acima, a Classifica\u00e7\u00e3o Internacional das Doen\u00e7as (CID), da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade, e o Diagnostic and Statistic Manual of Mental Disorders (DSM), publicado pela American Psychiatric Association, s\u00e3o os grandes par\u00e2metros para definir esses padr\u00f5es. \u201cA pessoa tem uma doen\u00e7a se preencher os crit\u00e9rios\u201d, explica Andrade. \u201cPor\u00e9m, em estudos na popula\u00e7\u00e3o geral, h\u00e1 uma grande porcentagem que tem algum diagn\u00f3stico, por exemplo, fobia, mas n\u00e3o tem incapacita\u00e7\u00e3o. A incapacita\u00e7\u00e3o, o preju\u00edzo em atividades no trabalho, em casa, no relacionamento interpessoal, associada ao diagn\u00f3stico \u00e9 o que realmente implica que a pessoa tem um transtorno que necessita ser tratado\u201d, enfatiza.<\/p>\n<p>De acordo com a psiquiatra, existe uma cren\u00e7a de que as classifica\u00e7\u00f5es atuais s\u00e3o ate\u00f3ricas, sem ju\u00edzos de valor, mas isso tem sido questionado e, segundo ela, n\u00e3o corresponde \u00e0 verdade. \u201cTudo depende das circunst\u00e2ncias. \u00c9 mais f\u00e1cil, em casos graves, saber quem \u00e9 acometido e quem n\u00e3o \u00e9. Por\u00e9m, em casos mais leves, muita coisa depende de valores sociais\u201d, pondera.<\/p>\n<p>Segundo o relat\u00f3rio do Cremesp, a carga dos transtornos mentais n\u00e3o \u00e9 meramente um reflexo dos \u00edndices de psicopatologia, mas de uma s\u00e9rie de condi\u00e7\u00f5es e problemas individuais e da coletividade. Em pa\u00edses desenvolvidos, o uso nocivo ou a depend\u00eancia de subst\u00e2ncias psicoativas est\u00e1 entre as 10 principais causas de incapacita\u00e7\u00e3o, sendo a Doen\u00e7a de Alzheimer e outros quadros demenciais a terceira causa de incapacita\u00e7\u00e3o e morte prematura.<\/p>\n<p>Conceitos e paradigmas<\/p>\n<p>Ao longo de suas quatro edi\u00e7\u00f5es j\u00e1 publicadas, de fato, os DSMs v\u00eam passando por significativas transforma\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o a seus conceitos e procedimentos. A defini\u00e7\u00e3o de algumas doen\u00e7as se alterou ao longo dos anos e nas diferentes vers\u00f5es do manual, o que mostra como a compreens\u00e3o daquilo que \u00e9 tido como \u201cnormal\u201d ou \u201cpatol\u00f3gico\u201d muda n\u00e3o apenas conforme os avan\u00e7os e descobertas da ci\u00eancia e da tecnologia mas tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cultura e ao per\u00edodo hist\u00f3rico que a rodeia, conformando e modificando conceitos e paradigmas.<\/p>\n<p>No artigo \u201cClassificando as pessoas e suas perturba\u00e7\u00f5es: a \u2018revolu\u00e7\u00e3o terminol\u00f3gica\u2019 do DSM III\u201d, Jane Russo e Ana Teresa Ven\u00e2ncio mostram como os conceitos de neurose e homossexualismo, por exemplo, foram caracterizados de diferentes formas ao longo dos anos e das diversas vers\u00f5es do manual. A forma de lidar com os doentes e de compreender e tratar as diferentes manifesta\u00e7\u00f5es dos transtornos mentais tamb\u00e9m se alterou ao longo da hist\u00f3ria e de suas transforma\u00e7\u00f5es culturais e sociais. Segundo o artigo, havia e ainda h\u00e1 um grande embate conceitual entre a psiquiatria e a psican\u00e1lise, e mesmo dentro de cada uma dessas \u00e1reas, quando se trata de compreender os dist\u00farbios mentais. A hist\u00f3ria dos manic\u00f4mios e a resposta da sociedade a essas institui\u00e7\u00f5es ajudam a compreender um pouco desse processo. (Ver reportagens e sobre a hist\u00f3ria dos manic\u00f4mios e da reforma psiqui\u00e1trica).<\/p>\n<p>De acordo com o relat\u00f3rio do Cremesp, o fato de a faixa et\u00e1ria economicamente ativa sofrer nas \u00faltimas d\u00e9cadas forte impacto com problemas sociais graves como desemprego, viol\u00eancia, pobreza, inequidade social, desrespeito aos direitos humanos e, em diversos pa\u00edses, guerras civis e desastres naturais, entre outros, fez com que a popula\u00e7\u00e3o viesse a se tornar muito mais vulner\u00e1vel a quadros relacionados ao estresse, p\u00f3s-traum\u00e1tico ou n\u00e3o, e a diversas doen\u00e7as como depress\u00e3o, alcoolismo e os transtornos bipolar e obsessivo-compulsivo.<\/p>\n<p>Segundo Teixeira, da UFSCar, a cultura influencia sim, e muito, os limites para aquilo que \u00e9 tido como \u201cnormal\u201d ou \u201canormal\u201d. \u201cNo final do s\u00e9culo XIX, falava-se muito em histeria e esse foi o assunto inicial da psican\u00e1lise, os famosos Estudos sobre a histeria, de Freud. Hoje em dia, pouco se fala sobre histeria no sentido freudiano e outros transtornos ganharam lugar de destaque, como, por exemplo, as depress\u00f5es e o transtorno bipolar. As depress\u00f5es s\u00e3o mais t\u00edpicas de uma \u00e9poca como a nossa, na qual \u2018n\u00e3o h\u00e1 cadeira para todo mundo sentar\u2019, ou seja, em que h\u00e1 excesso de competitividade, o que acaba levando a uma maior exist\u00eancia de \u2018perdedores\u2019 do que \u2018ganhadores\u2019 e, por isso, um n\u00famero maior de pessoas acometidas pela depress\u00e3o, embora essa seja apenas uma das poss\u00edveis causas da doen\u00e7a\u201d, acentua.<\/p>\n<p>A classifica\u00e7\u00e3o e suas implica\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>No document\u00e1rio Omiss\u00e3o de socorro, o cineasta Ol\u00edvio Tavares de Ara\u00fajo mostra a dura realidade dos doentes mentais depois da pol\u00edtica de extin\u00e7\u00e3o dos leitos psiqui\u00e1tricos no sistema p\u00fablico de sa\u00fade. Ara\u00fajo j\u00e1 havia rodado, na d\u00e9cada de 1980, um filme sobre travestis vivendo de prostitui\u00e7\u00e3o, e outro, no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1990, sobre soropositivos, quando a aids ainda era uma doen\u00e7a inevitavelmente fatal. O cineasta conta que teve problemas parecidos durante a produ\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas filmes. \u201cO principal \u00e9 que da classe m\u00e9dia baixa para cima, ningu\u00e9m quer se expor. Acabam predominando, de longe, as personagens pobres, e \u00e9 preciso muito cuidado para n\u00e3o ficar parecendo que o problema tratado afeta s\u00f3 a pobres. Sen\u00e3o, o cara v\u00ea o filme e diz: \u2018Ah, mas isso \u00e9 l\u00e1 com eles. Eu estou fora\u2019. Em todas as minorias (\u2018loucos\u2019, soropositivos, deficientes f\u00edsicos, negros, homossexuais etc.), a resposta \u00e9 absolutamente simples e transparente. Ningu\u00e9m quer olhar para as pr\u00f3prias feridas, sejam elas j\u00e1 existentes, sejam apenas poss\u00edveis de acontecer um dia. No caso da \u2018loucura\u2019, ent\u00e3o, j\u00e1 imaginou? At\u00e9 pessoas das mais esclarecidas t\u00eam medo de psiquiatra. Soma-se o terror do desconhecido, do incontrol\u00e1vel, do abismo\u201d, aponta Ara\u00fajo. \u201cAcho que o filme deixa absolutamente evidente a diferen\u00e7a entre doentes tratados e n\u00e3o tratados, e mostra que em muitos casos, o tratamento passa for\u00e7osamente pelo hospital. Doen\u00e7a n\u00e3o tem ideologia\u201d, destaca.<\/p>\n<p>Para Teixeira, da UFSCar, essa dicotomia entre o \u201cnormal\u201d e o \u201canormal\u201d prejudica, e muito, a vida em sociedade, porque faz com que o \u201cdiferente\u201d n\u00e3o seja aceito e acabe sendo at\u00e9 mesmo recriminado e escondido. \u201cTenho a impress\u00e3o de que nunca vivemos uma \u00e9poca em que se tenta \u2018normalizar\u2019 as pessoas tanto quanto a atual. O desvio, mas tamb\u00e9m a originalidade, s\u00e3o fortemente coibidos atualmente. Todo mundo tem de ser igual. Esse, ali\u00e1s, \u00e9 o pano de fundo da neuroci\u00eancia hoje em dia: todos s\u00e3o iguais porque t\u00eam um c\u00e9rebro igual. Acho isso t\u00e3o rid\u00edculo como dizer que os card\u00e1pios de todos os restaurantes do mundo deveriam ser iguais porque temos todos um est\u00f4mago igual. Com esse discurso, tenta-se eliminar as diferen\u00e7as e, entre elas, os grupos diferentes\u201d, argumenta. \u201cRecentemente, o presidente do Ir\u00e3 declarou que no seu pa\u00eds n\u00e3o h\u00e1 homossexuais. Nunca vi nada t\u00e3o forte no sentido de enquadrar as pessoas na \u2018normalidade\u2019. Mas ele n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico caso. Muitas culturas fazem um discurso que pretende eliminar a exclus\u00e3o, a homofobia etc, mas acho que fica s\u00f3 no n\u00edvel do discurso. Claro que n\u00e3o quero dizer que as leis n\u00e3o devam existir, mas se soub\u00e9ssemos lidar bem com as diferen\u00e7as, n\u00e3o precisar\u00edamos de legisla\u00e7\u00e3o que punisse a discrimina\u00e7\u00e3o\u201d, aponta o fil\u00f3sofo.<br \/>\n________________<br \/>\n<strong><br \/>\nFonte: <\/strong><a href=\"http:\/\/www.comciencia.br\/comciencia\/?section=8&amp;edicao=64&amp;id=810\">ComCi\u00eancia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O artigo pretende discutir aspectos bio\u00e9ticos, sociais e psicol\u00f3gicos das pr\u00e1ticas sociais normalizantes. 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