{"id":19942,"date":"2011-06-23T01:05:41","date_gmt":"2011-06-23T04:05:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.inclusive.org.br\/?p=19942"},"modified":"2011-06-23T01:05:41","modified_gmt":"2011-06-23T04:05:41","slug":"uma-reflexao-sobre-acessibilidade-e-inclusao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=19942","title":{"rendered":"Uma reflex\u00e3o sobre acessibilidade e inclus\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-13887\" title=\"S\u00edmbolo da acessibilidade - figura em cadeira de rodas\" src=\"http:\/\/inclusivenews.com.br\/wp-content\/uploads\/2010\/02\/acessibilidade.bmp\" alt=\"\" \/>O tema  acessibilidade parece ser ainda controverso,  ou seja, h\u00e1 muitas perspectivas de  julgamento sobre uma obra ser ou n\u00e3o  acess\u00edvel. Come\u00e7o com um exemplo simples,  recente, p\u00fablico. Ao  assistir a um v\u00eddeo que tratava sobre educa\u00e7\u00e3o, no You Tube,  reclamei  ao respons\u00e1vel pela postagem, dizendo-lhe que o v\u00eddeo n\u00e3o era  acess\u00edvel  e a resposta dada iniciou com uma pergunta \u201cacess\u00edvel para quem?\u201d.<\/p>\n<p>Tenho que  concordar: aquele v\u00eddeo era acess\u00edvel para  pessoas alfabetizadas em Libras,  para essas era, somente para elas.  Mesmo as pessoas sem defici\u00eancia visual que  n\u00e3o soubessem Libras, n\u00e3o  poderiam aproveitar nada, pois n\u00e3o havia legenda em  l\u00edngua portuguesa  com a transcri\u00e7\u00e3o das falas. O <em>pseudo<\/em> p\u00fablico-alvo era os  surdos. Por que pseudogrupo? Porque  mesmo dentro do grupo dos surdos  houve uma parcela de pessoas que n\u00e3o teve  acesso ao seu conte\u00fado pelo  simples fato de n\u00e3o serem usu\u00e1rios de Libras.<\/p>\n<p>Apesar disso,  o respons\u00e1vel pela postagem julgava  que o v\u00eddeo era acess\u00edvel aos surdos.  Claro, dentro de seu limitado  conceito de quem s\u00e3o os surdos, dos quais se  julgava ser porta-voz,  surdo \u00e9 aquele que domina Libras. Se adotarmos esse  princ\u00edpio, em outro  contexto poder\u00edamos dizer que pessoas analfabetas n\u00e3o  poderiam ser  computadas como pessoas porque n\u00e3o dominam a l\u00edngua portuguesa.  Nenhum  l\u00edngua \u00e9 propriedade de ningu\u00e9m, de nenhum povo. As pessoas s\u00e3o usu\u00e1rias   da l\u00edngua, n\u00e3o propriet\u00e1rias.<\/p>\n<p>Evidentemente  que as pessoas com defici\u00eancia visual  nem foram lembradas como poss\u00edveis  interessadas naquele v\u00eddeo, j\u00e1 que  n\u00e3o existe absolutamente nenhum \u00e1udio. E o  que falar de pessoas com  defici\u00eancia intelectual, dislexia e outras pessoas  como eu que, mesmo  sem defici\u00eancias, n\u00e3o dominam a Libras?<\/p>\n<p>E assim, cada  dia mais se evidencia a exclus\u00e3o e,  como se pode perceber, \u00e0s vezes a exclus\u00e3o  ocorre dentro do pr\u00f3prio  grupo de exclu\u00eddos. Est\u00e1 na hora de os surdos reverem  sua posi\u00e7\u00e3o sobre  as diferentes formas de comunica\u00e7\u00e3o humana (acredito que os  surdos  ainda fazem parte da humanidade) e, em particular, percebam que ningu\u00e9m   \u00e9 dono de uma l\u00edngua, ou seja, t\u00e3o certo como o ingl\u00eas n\u00e3o pertence aos   brit\u00e2nicos ou o castelhano ao povo de Castilha, a l\u00edngua de sinais n\u00e3o  pertence  ao povo surdo. A l\u00edngua n\u00e3o \u00e9 propriedade de nenhuma academia  de letras,  nenhuma l\u00edngua \u00e9.<\/p>\n<p>Est\u00e1 na hora  de ficar claro que nem todos os surdos  nasceram assim, que muitos que nasceram  com surdez, por diferentes  caminhos, voltaram a ouvir; que muitos emudeceram,  mas outros se  comunicam oralmente sem maiores dificuldades; que entre os  brasileiros  h\u00e1 analfabetos da l\u00edngua portuguesa; da mesma forma, entre os surdos,   h\u00e1 muitos que desconhecem a Libras e muitos que a dominam sem jamais  terem sido  surdos. Est\u00e1 na hora de os surdos se conhecerem melhor, de  incluir-se a si  mesmos em seu grupo.<\/p>\n<p>Imaginemos o  seu Z\u00e9, de 75 anos, que teve um  acidente h\u00e1 um ano e perdeu totalmente a  audi\u00e7\u00e3o. Ser\u00e1 que um dia vai  ser reconhecido como surdo? E dona Joana, que tem  mais idade, tem  tendinite e osteoporose e teve o mesmo problema? Vamos querer  que  aprenda e use Libras? Ou ser\u00e1 considerada uma falsa surda? Ser\u00e1  considerada  nas estat\u00edsticas ou descartada como irrelevante?<\/p>\n<p>Por\u00e9m, se  essa limita\u00e7\u00e3o no entendimento de o que  seja acessibilidade num v\u00eddeo  silencioso e sem legendas, no qual as  pessoas se comunicam em Libras ficasse  apenas no \u00e2mbito de um grupo de  pessoas que luta por causa pr\u00f3pria (a defesa da  Libras), estaria  entendido e at\u00e9 justificado. Entretanto, quando essa ideia  limitada  passa para grupos que levam o nome da acessibilidade em seu t\u00edtulo, o   assunto parece carecer de melhor referencial te\u00f3rico.Muitos pensam  que:<\/p>\n<blockquote><p>\u00c9  imposs\u00edvel conceber uma \u00fanica vers\u00e3o de conte\u00fado  da web que seja igualmente  compreens\u00edvel por completo por todas  categorias de defici\u00eancias, ou at\u00e9 mesmo  dentro do espectro das  defici\u00eancias cognitivas. O conceito de um formato  verdadeiramente  universal soa como uma id\u00e9ia maravilhosa, mas \u00e9 inating\u00edvel.  Ainda  assim, \u00e9 poss\u00edvel a cria\u00e7\u00e3o de conte\u00fado web que se aproxime do ideal do   design universal, mesmo que n\u00e3o muito bem sucedida no sentido absoluto.   (DEFICI\u00caNCIA, 2011).<\/p><\/blockquote>\n<p>O autor do  texto acima usa palavras que evocam o  \u201cideal\u201d e a \u201cplenitude\u201d. Evidentemente,  situa\u00e7\u00f5es perfeitas n\u00e3o s\u00e3o  para os humanos, s\u00e3o para os deuses. Desta forma,  afirmar que nenhum  conte\u00fado ser\u00e1 acess\u00edvel idealmente para todos \u00e9, no m\u00ednimo,   desnecess\u00e1rio. Logicamente, se a pessoa n\u00e3o tiver um computador  dispon\u00edvel n\u00e3o  poder\u00e1 acessar esse conte\u00fado, se n\u00e3o tiver energia  el\u00e9trica n\u00e3o poder\u00e1 acessar  esse conte\u00fado, se n\u00e3o tiver um sistema  operacional, um browser e todas as  condi\u00e7\u00f5es que lhe permitam acessar o  conte\u00fado ela n\u00e3o conseguir\u00e1 acess\u00e1-lo. Por  acaso isso \u00e9 diferente para  algum de n\u00f3s, \u00e9 diferente para uma pessoa sem  defici\u00eancia? Todos  dependeremos de um design que nos permita acessibilidade e,  aqui,  design nada tem a ver com cores e flores numa p\u00e1gina web. Ora, se um   conte\u00fado pode ser acessado apenas com uma senha, ent\u00e3o ele \u00e9 inacess\u00edvel  para  aqueles que n\u00e3o a tenham, trata-se, pois, de uma barreira.<\/p>\n<p>A Lei 10.098\/2000 garante \u00e0s pessoas com defici\u00eancia o  direito \u00e0 acessibilidade, definida no item I do artigo 2\u00ba como:<\/p>\n<blockquote><p>Condi\u00e7\u00e3o para utiliza\u00e7\u00e3o, com  seguran\u00e7a e  autonomia, total ou assistida, dos espa\u00e7os, mobili\u00e1rios e  equipamentos  urbanos, das edifica\u00e7\u00f5es, dos servi\u00e7os de transporte e dos   dispositivos, sistemas e meios de comunica\u00e7\u00e3o e informa\u00e7\u00e3o, por pessoa   portadora de defici\u00eancia ou com mobilidade reduzida. (BRASIL, 2000)<\/p><\/blockquote>\n<p>Igualmente, o mesmo artigo no item II deixa claro que  barreiras  s\u00e3o \u201cqualquer entrave ou obst\u00e1culo que limite ou impe\u00e7a o  acesso, a liberdade  de movimento e a circula\u00e7\u00e3o com seguran\u00e7a das  pessoas\u201d e podem ser  classificadas em diversos grupos, entre os quais a  \u201cbarreira nas comunica\u00e7\u00f5es\u201d  que se refere a \u201cqualquer entrave ou  obst\u00e1culo que dificulte ou impossibilite a  express\u00e3o ou o recebimento  de mensagens por interm\u00e9dio dos meios ou sistemas de  comunica\u00e7\u00e3o, sejam  ou n\u00e3o de massa\u201d (BRASIL, 2000).<\/p>\n<p>N\u00e3o estamos no mundo do ideal, estamos no mundo do  real.  N\u00e3o se buscam atitudes de perfei\u00e7\u00e3o, mas atitudes coerentes com a  cultura de  inclus\u00e3o, com os princ\u00edpios de inclus\u00e3o. Esses princ\u00edpios  foram definidos por  diversos estudiosos, a partir de pesquisas tanto  com o p\u00fablico consumidor como  com desenvolvedores, pesquisadores e  gestores.<\/p>\n<p>Na Conven\u00e7\u00e3o da ONU de 2006, que tratou sobre as pessoas  com defici\u00eancia, ficou claro que \u00e9 necess\u00e1rio:<\/p>\n<blockquote><p>Realizar ou promover a pesquisa e o   desenvolvimento de produtos, servi\u00e7os, equipamentos e instala\u00e7\u00f5es com  desenho  universal, conforme definidos no Artigo 2 da presente  Conven\u00e7\u00e3o, que exijam o  m\u00ednimo poss\u00edvel de adapta\u00e7\u00e3o e cujo custo seja o  menor poss\u00edvel, destinados a  atender \u00e0s necessidades espec\u00edficas de  pessoas com defici\u00eancia, a promover sua  disponibilidade e seu uso e a  promover o desenho universal quando da elabora\u00e7\u00e3o  de normas e  diretrizes. (BRASIL, 2007).<\/p><\/blockquote>\n<p>O Brasil, como membro e signat\u00e1rio, compromete-se em:<\/p>\n<blockquote><p>Realizar ou promover a  pesquisa e o  desenvolvimento, bem como a disponibilidade e o emprego de novas   tecnologias, inclusive as tecnologias da informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o,  ajudas  t\u00e9cnicas para locomo\u00e7\u00e3o, dispositivos e tecnologias assistivas,  adequados a  pessoas com defici\u00eancia, dando prioridade a tecnologias de  custo acess\u00edvel.  (BRASIL, 2007).<\/p><\/blockquote>\n<p>Assim, seria de esperar que entidades que trabalham e   divulgam temas de acessibilidade e inclus\u00e3o estivessem preocupadas em  ampliar  sua vis\u00e3o ou, pelo menos, assumir sua limita\u00e7\u00e3o sem apresentar  desculpas sem  fundamento.<\/p>\n<p>As emissoras de televis\u00e3o durante anos v\u00eam alegando o  alto  custo da inclus\u00e3o do recurso da audiodescri\u00e7\u00e3o em sua grade de  programa\u00e7\u00e3o. A  mesma alega\u00e7\u00e3o foi dada por um canal de televis\u00e3o  dispon\u00edvel na web ao lan\u00e7ar  uma s\u00e9rie de programas sobre acessibilidade  e inclus\u00e3o, limitando-se a inserir  uma pequena janela de Libras nas  reportagens. Sobre a aus\u00eancia de legenda com a  transcri\u00e7\u00e3o das falas, a  alega\u00e7\u00e3o foi o custo desse trabalho.<\/p>\n<p>Entretanto, o  mesmo grupo, que num bloco de v\u00eddeos  divulgados n\u00e3o trazia a audiodescri\u00e7\u00e3o,  posteriormente divulgou os  mesmos v\u00eddeos, mas agora incluindo o recurso de  acessibilidade para  cegos e outros que possam se beneficiar dele. O que  preocupa \u00e9 que em  lugar de avan\u00e7ar, a atitude foi de retrocesso, j\u00e1 que  anteriormente  esse mesmo canal divulgava v\u00eddeos com legendas.<\/p>\n<p>Pr\u00e1tica semelhante foi adotada por outro canal de   televis\u00e3o que disponibilizou seu material na web com uma s\u00e9rie de  reportagens  feitas na ReaTech 2011. Tamb\u00e9m eles duplicaram o n\u00famero de  v\u00eddeos: uma s\u00e9rie  sem audiodescri\u00e7\u00e3o e uma outra s\u00e9rie com os mesmos  v\u00eddeos com audiodescri\u00e7\u00e3o.  Essa pr\u00e1tica \u00e9 de trabalho dobrado, ocupa  espa\u00e7os em servidores, separa os  usu\u00e1rios e, assim, as discuss\u00f5es e  coment\u00e1rios dos v\u00eddeos. Tudo isso est\u00e1 longe  de enquadrar-se no desenho  universal e na pol\u00edtica de inclus\u00e3o e acessibilidade  legalmente  regulamentada.<\/p>\n<p>A legisla\u00e7\u00e3o, o desenho universal, a praticidade, a   economia e at\u00e9 mesmo o sempre question\u00e1vel bom senso indicam que todos  devem  compartilhar do mesmo espa\u00e7o e dos mesmos produtos, cada um com  suas  caracter\u00edsticas, a seu modo. Orientam que se devem eliminar as  barreiras  existentes em um produto e permitir o seu acesso a todos. Em  nenhum lugar se  orienta que se deva criar outro produto para dar acesso  a outras pessoas. Se os  criadores dos v\u00eddeos dos canais citados fossem  arquitetos, por acaso  construiriam um edif\u00edcio com escadas e outro  edif\u00edcio com rampas? Um edif\u00edcio  para andantes e outro para  cadeirantes?<\/p>\n<p>\u00c9 curioso, por\u00e9m, que nos v\u00eddeos desses dois canais  de  televis\u00e3o a janela de Libras esteja presente nas duas vers\u00f5es. Por  que, ent\u00e3o,  n\u00e3o terem feito apenas um v\u00eddeo com a Libras, com a legenda  (que nesses dois  canais n\u00e3o existe e parece que n\u00e3o pretendem incluir)  e com a audiodescri\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>E se apesar de todos os esfor\u00e7os ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel  que  tudo esteja acess\u00edvel a todos, comecemos a eliminar as barreiras  das atitudes e,  pois isso, ainda podemos.<\/p>\n<blockquote><p>As barreiras atitudinais, portanto,  partem de uma  predisposi\u00e7\u00e3o negativa, de um julgamento depreciativo em rela\u00e7\u00e3o  \u00e0s  pessoas com defici\u00eancia, sendo sua manifesta\u00e7\u00e3o a grande respons\u00e1vel  pela  falta de acesso e \u00e0 conseq\u00fcente exclus\u00e3o e marginaliza\u00e7\u00e3o social  vivenciada por  todos os grupos vulner\u00e1veis, mais particularmente, por  aquelas pessoas  vulner\u00e1veis em fun\u00e7\u00e3o da defici\u00eancia. (LIMA et. al,  2010, 3)<\/p><\/blockquote>\n<p>O certo \u00e9 que n\u00e3o basta incluir janela de Libras nos  v\u00eddeos  na web ou na televis\u00e3o, \u00e9 preciso considerar que h\u00e1 surdos que  n\u00e3o usam Libras.  \u00c9 preciso incluir legendas com transcri\u00e7\u00e3o das falas.  Acima de tudo, \u00e9 preciso  incluir todos os surdos dentro da cultura  surda. Da mesma forma que homens,  mulheres, crian\u00e7as, amarelos, negros,  brancos, ricos e pobres e outras tantas  diferen\u00e7as, juntas, formam a  sociedade. N\u00e3o basta incluir a audiodescri\u00e7\u00e3o no  cinema, na televis\u00e3o,  no teatro, \u00e9 preciso incluir a ideia de que isso n\u00e3o \u00e9  favor, n\u00e3o \u00e9  despesa, n\u00e3o \u00e9 investimento, isso \u00e9 respeito \u00e0s diferen\u00e7as.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p>BRASIL. <strong>Conven\u00e7\u00e3o  sobre os Direitos das Pessoas com Defici\u00eancia<\/strong>:  Protocolo Facultativo \u00e0  Conven\u00e7\u00e3o sobre os Direitos das Pessoas com  Defici\u00eancia. Tradu\u00e7\u00e3o  Oficial\/Brasil, Bras\u00edlia: Presid\u00eancia da  Rep\u00fablica Secretaria Especial dos  Direitos Humanos Coordenadoria  Nacional para Integra\u00e7\u00e3o da Pessoa Portadora de  Defici\u00eancia,  Setembro\/2007. 48p.<\/p>\n<p>BRASIL. Minist\u00e9rio das  Comunica\u00e7\u00f5es. <strong>Lei 10.098<\/strong> \u2013 de 19 de  dezembro de 2000. Dispon\u00edvel em:  &lt;http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil\/LEIS\/L10098.htm&gt;.  Acesso em:  23 abr. 2010.<\/p>\n<p><strong>DEFICI\u00caNCIA  Visual versus Cognitiva.<\/strong> Dispon\u00edvel em &lt;http:\/\/www.brasilmedia.com\/visual-vs-cognitiva.html&gt;.  Acesso em: 28 mai. 2011.<\/p>\n<p>LIMA, Francisco Jos\u00e9 de et  al. <strong>\u00c1udio-descri\u00e7\u00e3o<\/strong>:  orienta\u00e7\u00f5es  para uma pr\u00e1tica sem barreiras atitudinais. Dispon\u00edvel em:    &lt;http:\/\/www.rbtv.associadosdainclusao.com.br\/index.php\/principal\/article\/download\/28\/22&gt;.   Acesso em: 01 jun. 2010.<\/p>\n<p><strong>Sobre os autores<\/strong><\/p>\n<p><strong>Elton Vergara Nunes<\/strong><br \/>\nPossui gradua\u00e7\u00e3o em Letras pela  Universidade Federal de Pelotas  (1997) , gradua\u00e7\u00e3o em Superior de Teologia pelo  Semin\u00e1rio Teol\u00f3gico da  Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (1988) e mestrado  em Educa\u00e7\u00e3o pela  Universidade Federal de Pelotas (2002) . Atualmente \u00e9  professor  titular da Universidade Federal de Pelotas e Pesquisador da   Universidade Federal de Santa Catarina. Tem experi\u00eancia na \u00e1rea de  Letras, com  \u00eanfase em   L\u00ednguas Estrangeiras Modernas. Atuando  principalmente nos  seguintes temas: conhecimento, audiodescri\u00e7\u00e3o,  tecnologia assistiva.<\/p>\n<p><strong>Gertrudes Aparecida Dandolini<\/strong><br \/>\nPossui gradua\u00e7\u00e3o em Matem\u00e1tica  Licenciatura pela Universidade Federal  de Santa Catarina (1992), mestrado em  Engenharia de Produ\u00e7\u00e3o pela  Universidade Federal de Santa Catarina (1997) e  doutorado em Engenharia  de Produ\u00e7\u00e3o pela Universidade Federal de Santa Catarina  (2000).  Atualmente \u00e9 professora Associada da Universidade Federal de Santa   Catarina. Tem experi\u00eancia na \u00e1rea de Engenharia de Produ\u00e7\u00e3o, com \u00eanfase  em  Intelig\u00eancia Aplicada, Matem\u00e1tica, Ensino de Matem\u00e1tica, Educa\u00e7\u00e3o a  Dist\u00e2ncia.  Atualmente tem atuado nas \u00e1reas de Estat\u00edstica, M\u00e9todos de  Pesquisa  Quantitativa e M\u00eddias do Conhecimento.<\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o Artur de Souza<\/strong><br \/>\nPossui gradua\u00e7\u00e3o em Matem\u00e1tica Licenciatura  pela Universidade Federal  de Santa Catarina (1989), mestrado em Matem\u00e1tica e  Computa\u00e7\u00e3o  Cient\u00edfica pela Universidade Federal de Santa Catarina (1993),   doutorado em Engenharia de Produ\u00e7\u00e3o pela Universidade Federal de Santa  Catarina  (1999) e p\u00f3s-doutorado pela Universidade Federal de Santa  Catarina (2000) .  Atualmente \u00e9 Professor Associado da Universidade  Federal de Santa Catarina e  Membro de corpo editorial da Revista do  CCEI. Tem experi\u00eancia na \u00e1rea de  Matem\u00e1tica, com \u00eanfase em Matem\u00e1tica  Aplicada.   Atuando principalmente nos seguintes temas: Reconhecimento  de  padr\u00f5es, Redu\u00e7\u00e3o de Dimensionalidade, Indexa\u00e7\u00e3o de Padr\u00f5es, Redes  Neurais  Artificiais, Intelig\u00eancia Aplicada.<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.planetaeducacao.com.br\/portal\/artigo.asp?artigo=2050\">http:\/\/www.planetaeducacao.com.br\/portal\/artigo.asp?artigo=2050<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cAcess\u00edvel para 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