{"id":20272,"date":"2011-07-14T23:05:09","date_gmt":"2011-07-15T02:05:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.inclusive.org.br\/?p=20272"},"modified":"2011-07-14T23:05:09","modified_gmt":"2011-07-15T02:05:09","slug":"a-guerra-sem-sentido-contra-a-homossexualidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=20272","title":{"rendered":"A guerra sem sentido contra a homossexualidade"},"content":{"rendered":"<p><a rel=\"attachment wp-att-12758\" href=\"http:\/\/www.inclusive.org.br\/?attachment_id=12758\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-12758\" title=\"Bandeira s\u00edmbolo do movimento GLBT contra a homofobia. A cor vermelha imita um sangramento.\" src=\"http:\/\/inclusivenews.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/bandeira.jpg\" alt=\"Bandeira s\u00edmbolo do movimento GLBT contra a homofobia. A cor vermelha imita um sangramento.\" width=\"161\" height=\"122\" \/><\/a><\/p>\n<p>Gays, l\u00e9sbicas, simpatizantes, homofobia, PL 122, uni\u00e3o homoafetiva.  Temas em pauta nas nos debates entre conservadores, homossexuais e  defensores dos direitos humanos. Um enorme gasto de energias e esfor\u00e7os  para resolver algo que, a priori, sequer \u00e9 um problema. Retomaremos este  ponto mais tarde, mas agora precisamos entender como chegamos \u00e0s  trincheiras desta guerra e toda a falta de sentido que a caracteriza.<\/p>\n<p>O  texto \u00e9 longo, compilado de v\u00e1rios lugares. Dividi-o em partes para  facilitar a leitura. Aos que j\u00e1 conhecem sobre as mat\u00e9rias, deixo minha  opini\u00e3o na parte de conclus\u00e3o deste texto.<\/p>\n<p><a name=\"more\"><\/a>A homossexualidade na antiguidade<\/p>\n<p>Embora  n\u00e3o valha completamente para provar que havia total e irrestrita  liberdade sexual, sem discrimina\u00e7\u00f5es, nos povos antigos, vale observar  um pouco <a rel=\"nofollow noopener\" href=\"http:\/\/guiadoestudante.abril.com.br\/estudar\/historia\/vale-tudo-homossexualidade-antiguidade-435906.shtml\" target=\"_blank\">como era a vida sexual naquela \u00e9poca<\/a>.<\/p>\n<p>As  tribos das ilhas de Nova Guin\u00e9, Fiji e Salom\u00e3o, no oceano Pac\u00edfico,  cerca de 10 mil anos atr\u00e1s j\u00e1 exercitavam algumas formas de  homossexualidade ritual. Os melan\u00e9sios acreditavam que o conhecimento  sagrado s\u00f3 poderia ser transmitido por meio do coito entre duplas do  mesmo sexo. No rito, um homem travestido representava um esp\u00edrito dotado  de grande alegria \u2013 e seus trejeitos n\u00e3o eram muito diferentes dos de  um show de drag queens atual.<\/p>\n<p>Um dos mais antigos e importantes  conjuntos de leis do mundo, elaborado pelo imperador Hammurabi na antiga  Mesopot\u00e2mia em cerca de 1750 a.C., cont\u00e9m alguns privil\u00e9gios que  deveriam ser dados aos prostitutos e \u00e0s prostitutas que participavam dos  cultos religiosos. Eles eram sagrados e tinham rela\u00e7\u00f5es com os homens  devotos dentro dos templos da Mesopot\u00e2mia, Fen\u00edcia, Egito, Sic\u00edlia e  \u00cdndia, entre outros lugares. Herdeiras do C\u00f3digo de Hammurabi, as leis  hititas chegam a reconhecer uni\u00f5es entre pessoas do mesmo sexo. E olha  que isso foi h\u00e1 mais de 3 mil anos.<\/p>\n<p>Na Gr\u00e9cia e na Roma da Antiguidade, era absolutamente normal um homem  mais velho ter rela\u00e7\u00f5es sexuais com um mais jovem. O fil\u00f3sofo grego  S\u00f3crates (469-399), adepto do amor homossexual, pregava que o coito anal  era a melhor forma de inspira\u00e7\u00e3o \u2013 e o sexo heterossexual, por sua vez,  servia apenas para procriar. Para a educa\u00e7\u00e3o dos jovens atenienses,  esperava-se que os adolescentes aceitassem a amizade e os la\u00e7os de amor  com homens mais velhos, para absorver suas virtudes e seus conhecimentos  de filosofia. Ap\u00f3s os 12 anos, desde que o garoto concordasse,  transformava-se em um parceiro passivo at\u00e9 por volta dos 18 anos, com a  aprova\u00e7\u00e3o de sua fam\u00edlia. Normalmente, aos 25 tornava-se um homem \u2013 e a\u00ed  esperava-se que assumisse o papel ativo.<\/p>\n<p>Entre os romanos, os  ideais amorosos eram equivalentes aos dos gregos. A pederastia (rela\u00e7\u00e3o  entre um homem adulto e um rapaz mais jovem) era encarada como um  sentimento puro. No entanto, se a ordem fosse subvertida e um homem mais  velho mantivesse rela\u00e7\u00f5es sexuais com outro, estava estabelecida sua  desgra\u00e7a \u2013 os adultos passivos eram encarados com desprezo por toda a  sociedade, a ponto de o sujeito ser impedido de exercer cargos p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Boa  parte do modo como os povos da Antiguidade encaravam o amor entre  pessoas do mesmo sexo pode ser explicada \u2013 ou, ao menos, entendida \u2013 se  levarmos em conta suas cren\u00e7as. Na mitologia grega, romana ou entre os  deuses hindus e babil\u00f4nios, por exemplo, a homossexualidade existia.  Muitos deuses antigos n\u00e3o t\u00eam sexo definido. Alguns, como o  popular\u00edssimo hindu Ganesh, da fortuna, teriam at\u00e9 mesmo nascido de uma  rela\u00e7\u00e3o entre duas divindades femininas. N\u00e3o \u00e9 nada dif\u00edcil perceber  que, na Antiguidade, o sexo n\u00e3o tinha como objetivo exclusivo a  procria\u00e7\u00e3o. Isso come\u00e7ou a mudar, por\u00e9m, com o advento do cristianismo.<\/p>\n<p>As origens e causas do preconceito e persegui\u00e7\u00e3o aos homossexuais<\/p>\n<p>O  juda\u00edsmo j\u00e1 pregava que as rela\u00e7\u00f5es sexuais tinham como \u00fanico fim a  m\u00e1xima exigida por Deus: \u201cCrescei e multiplicai-vos\u201d. Diferentemente dos  deuses dos povos vizinhos de Israel, a sua divindade era alheia \u00e0  sexualidade, embora exortasse os homens \u00e0 procria\u00e7\u00e3o, \u00fanico fito  aceit\u00e1vel da atividade sexual, pelo que a sua \u00fanica modalidade  admiss\u00edvel correspondia \u00e0 intromiss\u00e3o do p\u00eanis na vagina, visando \u00e0  gravidez. Segundo a B\u00edblia, todo e qualquer ato sexual que n\u00e3o resulte,  potencialmente, ao menos, em procria\u00e7\u00e3o, \u00e9 antinatural e condenado por  deus, o que tornou os judeus uma exce\u00e7\u00e3o, dentre as civiliza\u00e7\u00f5es  antigas, na sua condena\u00e7\u00e3o da atividade sexual est\u00e9ril, o que inclu\u00eda a  homossexualidade.<\/p>\n<p>At\u00e9 o in\u00edcio do s\u00e9culo 4, essa id\u00e9ia, por\u00e9m,  ficou restrita \u00e0 comunidade judaica e aos poucos crist\u00e3os que existiam.  Nessa \u00e9poca, o imperador romano Constantino converteu-se \u00e0 f\u00e9 crist\u00e3 \u2013  e, na seq\u00fc\u00eancia, o cristianismo tornou-se obrigat\u00f3rio no maior imp\u00e9rio  do mundo. Como o sexo passou a ser encarado apenas como forma de gerar  filhos, a homossexualidade virou algo antinatural. Data de 390, do  reinado de Teod\u00f3sio, o Grande, o primeiro registro de um castigo  corporal aplicado em gays.<\/p>\n<p><strong>Do cristianismo prov\u00e9m uma  altera\u00e7\u00e3o das mentalidades e os crit\u00e9rios intelectuais da condena\u00e7\u00e3o,  crescente, da homossexualidade e de qualquer atividade sexual est\u00e9ril. <\/strong><a rel=\"nofollow noopener\" href=\"http:\/\/www.revistaladoa.com.br\/website\/artigo.asp?cod=1592&amp;idi=1&amp;moe=84&amp;id=5847\" target=\"_blank\"><strong>Ele formulou quatro opini\u00f5es<\/strong><\/a><strong>:<\/strong><\/p>\n<p>1\u00aa-  a de que a homossexualidade ligava-se ao comportamento de certos  animais, reputados como impuros, a saber, a lebre, a hiena, a doninha;<br \/>\n2\u00aa &#8211; a de que a homossexualidade relacionava-se com o polite\u00edsmo,  com o qual o cristianismo antagonizava (afinal, diversos povos na \u00e9poca  aceitavam a homossexualidade, j\u00e1 que seus deuses a praticavam);<br \/>\n3\u00aa  &#8211; a de que a sexualidade natural correspondia \u00e0 destinada \u00e0 reprodu\u00e7\u00e3o e  de que a homossexualidade era anormal no sentido de infreq\u00fcente;<br \/>\n4\u00aa &#8211; a de que o papel de s\u00facubo era vergonhoso.<\/p>\n<p>O  primeiro texto de lei proibindo sem reservas a homossexualidade foi  promulgado mais tarde, em 533, pelo imperador crist\u00e3o Justiniano. Ele  vinculou todas as rela\u00e7\u00f5es homossexuais ao adult\u00e9rio \u2013 para o qual se  previa a pena de morte. Mais tarde, em 538 e 544, outras leis obrigavam  os homossexuais a arrepender-se de seus pecados e fazer penit\u00eancia. O  nascimento e a expans\u00e3o do islamismo, a partir do s\u00e9culo 7, junto com a  for\u00e7a crist\u00e3, refor\u00e7aram a teoria do sexo para procria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Durante  muito tempo, at\u00e9 meados do s\u00e9culo 14, no entanto, embora a f\u00e9  condenasse os prazeres da carne, na pr\u00e1tica os costumes permaneciam os  mesmos. A Igreja viu-se, a partir da\u00ed, diante de uma s\u00e9rie de crises. Os  cat\u00f3licos assistiram horrorizados \u00e0 convers\u00e3o ao protestantismo de  diversas pessoas ap\u00f3s a Reforma de Lutero. E, com o humanismo  renascentista, os valores cl\u00e1ssicos \u2013 e, assim, o gosto dos antigos pela  forma masculina \u2013 voltaram \u00e0 tona. Pintores, escritores, dramaturgos e  poetas celebravam o amor entre homens. Al\u00e9m disso, entre a nobreza, que  costumava ditar moda, a homossexualidade sempre correu solta. E, o mais  importante, sem censura alguma \u2013 ficaram not\u00f3rios os casos homossexuais  de monarcas como o ingl\u00eas Ricardo Cora\u00e7\u00e3o de Le\u00e3o (1157-1199).<\/p>\n<p>No  curto intervalo entre 1347 e 1351, a peste negra assolou a Europa e  matou 25 milh\u00f5es de pessoas. Como ningu\u00e9m sabia a causa da doen\u00e7a, a  especula\u00e7\u00e3o ultrapassava os limites da sa\u00fade p\u00fablica e alcan\u00e7ava os  costumes. O \u201cpecado\u201d em que viviam os homens passou a ser apontado como a  causa dela e de diversas outras cat\u00e1strofes, como fomes e guerras.  Judeus, hereges e sodomitas tornaram-se a causa dos males da sociedade.  N\u00e3o havia outra solu\u00e7\u00e3o a n\u00e3o ser a erradica\u00e7\u00e3o desses grupos. Medidas  en\u00e9rgicas foram tomadas. Em Floren\u00e7a, por exemplo, a sodomia foi  proibida em 1432, com a cria\u00e7\u00e3o dos Ufficiali di Notte (agentes da  noite). O resultado? Setenta anos de persegui\u00e7\u00e3o aos homens que  mantinham rela\u00e7\u00f5es com outros. Entre 1432 e 1502, mais de 17 mil foram  incriminados e 3 mil condenados por sodomia, numa popula\u00e7\u00e3o de 40 mil  habitantes.<\/p>\n<p>Leis duras foram estabelecidas em v\u00e1rios outros  pa\u00edses europeus. Na Inglaterra, o s\u00e9culo 19 come\u00e7ou com o enforcamento  de v\u00e1rios cidad\u00e3os acusados de sodomia. E, entre 1800 e 1834, 80 homens  foram mortos. Apenas em 1861 o pa\u00eds aboliu a pena de morte para os atos  de sodomia, substituindo-a por uma pena de dez anos de trabalhos  for\u00e7ados.<\/p>\n<p>Leia mais em: <a href=\"http:\/\/www.umavisaodomundo.com\/2011\/07\/guerra-sem-sentido-homossexualidade.html\">http:\/\/www.umavisaodomundo.com\/2011\/07\/guerra-sem-sentido-homossexualidade.html<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Gays, l\u00e9sbicas, simpatizantes, homofobia, PL 122, uni\u00e3o homoafetiva. Temas em pauta nas nos debates entre conservadores, homossexuais e defensores dos direitos humanos. Um enorme gasto de energias e esfor\u00e7os para resolver algo que, a priori, sequer \u00e9 um problema. Retomaremos este ponto mais tarde, mas agora precisamos entender como chegamos \u00e0s trincheiras desta guerra e toda a falta de sentido que a caracteriza.<\/p>\n<p>O texto \u00e9 longo, compilado de v\u00e1rios lugares. Dividi-o em partes para facilitar a leitura. 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