{"id":26605,"date":"2014-06-25T08:50:11","date_gmt":"2014-06-25T11:50:11","guid":{"rendered":"http:\/\/www.inclusive.org.br\/?p=26605"},"modified":"2014-06-25T08:50:11","modified_gmt":"2014-06-25T11:50:11","slug":"aids-e-o-preconceito-uma-doenca-biologica-e-outra-social","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=26605","title":{"rendered":"Aids e o preconceito: uma doen\u00e7a biol\u00f3gica e outra social"},"content":{"rendered":"<blockquote><p><em>Dentre as causas sociais que precisam de aten\u00e7\u00e3o nas lutas pol\u00edticas est\u00e1 o combate \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o e \u00e0 intoler\u00e2ncia. E entre tantos fatores que geram a discrimina\u00e7\u00e3o est\u00e1 a Aids.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-13644 alignleft\" alt=\"Fita vermelha, s\u00edmbolo da AIDS\" src=\"http:\/\/inclusivenews.com.br\/wp-content\/uploads\/2010\/01\/aids.jpg\" width=\"118\" height=\"113\" \/><\/p>\n<p><em>Por Cristiane Delfina <\/em><br \/>\n<em>na Com Ci\u00eancia<\/em><\/p>\n<p>Dentre as causas sociais que precisam de aten\u00e7\u00e3o nas lutas pol\u00edticas est\u00e1 o combate \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o e \u00e0 intoler\u00e2ncia. E entre tantos fatores que geram a discrimina\u00e7\u00e3o est\u00e1 a Aids. S\u00edndrome da imunodefici\u00eancia adquirida, a Aids \u00e9 uma doen\u00e7a transmitida pelo HIV (v\u00edrus da imunodefici\u00eancia humana) atrav\u00e9s do sangue, de rela\u00e7\u00f5es sexuais sem uso de preservativos, na gravidez, amamenta\u00e7\u00e3o ou no parto. N\u00e3o se pega Aids atrav\u00e9s da saliva ou do suor.<\/p>\n<p>Mas o medo prevalece, resqu\u00edcio das rea\u00e7\u00f5es chocantes ao primeiro diagn\u00f3stico da doen\u00e7a no pa\u00eds, no in\u00edcio dos anos 1980, conforme explica On\u00e3 Silva no artigo \u201cNo espelho da bio\u00e9tica cr\u00edtica: a imagem refletida das vulnerabilidades das pessoas que vivem-convivem com HIV\/Aids\u201d: &#8220;A peste gay foi o primeiro r\u00f3tulo constru\u00eddo para a Aids, pela sociedade perplexa, diante do mal que se disseminava com alta letalidade, causando p\u00e2nico e medo. Surgiu o discurso baseado em risco iminente de a coletividade ser atingida pela peste gay, influenciando os modos de vida e valores. A constru\u00e7\u00e3o social da Aids \u2013 s\u00edndrome ent\u00e3o desconhecida no mundo acad\u00eamico \u2013 se configurou e fortaleceu na ideia de doen\u00e7a contagiosa, incur\u00e1vel, mortal, provocada pelo castigo divino. Tornou-se amea\u00e7a \u00e0 sociedade, que passou a evitar o portador do v\u00edrus. Inclusive a exclus\u00e3o era reflexo do ato punitivo social pelas supostas transgress\u00f5es praticadas pelas pessoas soropositivas. A representa\u00e7\u00e3o inicial tamb\u00e9m era de uma doen\u00e7a associada aos grupos de risco \u2013 geralmente aqueles discriminados como homossexuais, usu\u00e1rios de drogas injet\u00e1veis e profissionais do sexo \u2013 e, posteriormente, aos grupos espec\u00edficos dos hemof\u00edlicos e receptores de sangue transfundido. Essa representa\u00e7\u00e3o rotulou a Aids no campo das doen\u00e7as malignas, mexeu com sentimentos e preconceitos, gerou condutas e pol\u00edticas discriminat\u00f3rias aos grupos mais vulner\u00e1veis ao HIV.&#8221;<\/p>\n<p>Apesar dos estigmas impostos \u00e0 doen\u00e7a, o Brasil teve uma rea\u00e7\u00e3o r\u00e1pida de busca por tratamento e controle, tornando-se pioneiro na quebra da patente para produ\u00e7\u00e3o de antirretrovirais e na distribui\u00e7\u00e3o e tratamento gratuito aos soropositivos. Pesquisas e aperfei\u00e7oamentos constantes fizeram da Aids, hoje, mais uma condi\u00e7\u00e3o de vida do que propriamente um estado sintom\u00e1tico e destrutivo; e isso revelou que talvez mais fortes que os sintomas f\u00edsicos provocados pela doen\u00e7a s\u00e3o os comportamentos discriminat\u00f3rios aos portadores, males que a sociedade tem dificuldades para curar.<\/p>\n<p>Como exemplo do preconceito institucionalizado no pa\u00eds, em 2011, o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o anunciou o lan\u00e7amento o kit anti-homofobia, desenvolvido pela organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental Ecos com o objetivo de abrir o di\u00e1logo sobre o homossexualidade em turmas de ensino m\u00e9dio de 6.000 escolas do pa\u00eds. Atacado pela Frente Parlamentar Evang\u00e9lica do Congresso Nacional e outros membros conservadores, o kit, composto por uma cartilha e tr\u00eas v\u00eddeos, foi vetado pela presidente Dilma Roussef. A censura a essa iniciativa do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o impediu que informa\u00e7\u00f5es importantes de preven\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a chegassem a jovens em plena descoberta sexual, funcionando como desservi\u00e7o \u00e0 sa\u00fade e \u00e0 toler\u00e2ncia, por ter como argumento o n\u00e3o incentivo a pr\u00e1ticas homossexuais e, mais do que isso, o n\u00e3o incentivo ao di\u00e1logo sobre sexo em geral nas escolas.<\/p>\n<p>Para Georgiana Braga-Orillard, diretora do Programa Conjunto das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre HIV\/Aids (Unaids) no Brasil, a discrimina\u00e7\u00e3o \u00e9 o medo do outro. Segundo ela, diante da qualidade que o pa\u00eds possui no tratamento \u00e0 doen\u00e7a, a maior contribui\u00e7\u00e3o que o programa pode trazer \u00e9 na luta contra o preconceito. Orillard assumiu em outubro de 2013 a dire\u00e7\u00e3o do Unaids, que engloba 11 ag\u00eancias da ONU e mais institui\u00e7\u00f5es e \u00f3rg\u00e3os parceiros, como minist\u00e9rios, empresas privadas, embaixadas, ag\u00eancias bilaterais e representantes da sociedade civil. Em 2014 o Unaids lan\u00e7ou a campanha mundial \u201cZero Discrimina\u00e7\u00e3o\u201d, que tem como meta \u201ccombater quaisquer estigmas e preconceitos que impe\u00e7am o direito a uma vida plena, digna e produtiva, combatendo todos os tipos de discrimina\u00e7\u00e3o \u2013 seja sexual, geracional, de ra\u00e7a ou de g\u00eanero \u2013 como fator de vulnerabilidade social e estrutural\u201d.<\/p>\n<p>&#8220;A gente quer incorporar zero discrimina\u00e7\u00e3o em tudo o que a gente faz. Nossas metas s\u00e3o para tratamento, para preven\u00e7\u00e3o, mas que a gente incorpore o zero discrimina\u00e7\u00e3o. Pensando na agenda do desenvolvimento sustent\u00e1vel, na agenda p\u00f3s-2015, um dos temas que sa\u00edram das discuss\u00f5es de alto n\u00edvel foi de n\u00e3o deixar ningu\u00e9m pra tr\u00e1s: \u201cleave no one behind\u201d. E o que \u00e9 que estamos vendo? Que justamente s\u00e3o essas popula\u00e7\u00f5es vulner\u00e1veis que est\u00e3o ficando para tr\u00e1s. Ent\u00e3o, \u00e9 essa ideia: a gente refor\u00e7ar esse trabalho contra a discrimina\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma campanha e uma iniciativa\u201d, diz Orillard.<\/p>\n<p>Trabalhando de forma transdisciplinar e n\u00e3o s\u00f3 focada no preconceito contra portadores do v\u00edrus HIV, essa campanha surge em um momento em que l\u00edderes da ONU demonstram preocupa\u00e7\u00e3o com o aumento da discrimina\u00e7\u00e3o como um todo no mundo, pois ap\u00f3s fases de conquistas de direitos por parte de minorias, como o reconhecimento do casamento entre pessoas do mesmo sexo em muitos pa\u00edses, por exemplo, em outros h\u00e1 retrocesso. &#8220;A gente v\u00ea pa\u00edses tomando posi\u00e7\u00f5es mais radicais. A gente v\u00ea Uganda, por exemplo, que, 20 anos atr\u00e1s, era um pa\u00eds que come\u00e7ou bem na luta contra a Aids, que tinha uma luta pelos direitos humanos muito boa e que retrocedeu e est\u00e1 cada vez mais tradicional. S\u00e3o quest\u00f5es que est\u00e3o vindo \u00e0 tona. S\u00e3o ondas que tomam forma e que a gente deve impedir&#8221;, observa Orillard.<\/p>\n<p>Tem-se hoje, no combate \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o, in\u00fameras iniciativas que se interrelacionam, por terem muitas coisas em comum. Contra a discrimina\u00e7\u00e3o da Aids, uma recente conquista pode ser comemorada. No dia 06 de junho deste ano, foi publicada no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o a Lei 12.984\/2014, aprovada recentemente pelo Congresso Nacional e sancionada pela presidente Dilma Rousseff. Essa lei tramitou por 11 anos na C\u00e2mara e no Senado e prev\u00ea quatro anos de pris\u00e3o para quem discriminar portadores do HIV. De acordo com a lei, ser\u00e1 crime impedir ou dificultar a inscri\u00e7\u00e3o de soropositivos em institui\u00e7\u00f5es de ensino, assim como demitir ou exonerar de cargos ou isolar trabalhadores em raz\u00e3o da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>O respaldo da justi\u00e7a \u00e9 um passo grande para a garantia da dignidade de pessoas que sofrem qualquer tipo de preconceito, enquanto uma pol\u00edtica educacional \u00edntegra n\u00e3o d\u00ea conta disso. Mudan\u00e7as como essa n\u00e3o seriam efetivadas sem a press\u00e3o da sociedade em suas mais diversas inst\u00e2ncias.<\/p>\n<p>Manifesta\u00e7\u00f5es sociais e ONGs<\/p>\n<p>No artigo &#8220;Sociedade civil no Brasil: movimentos sociais e ONGs&#8221;, publicado pela revista Meta em agosto de 2013, Maria da Gloria Gohn, p\u00f3s doutora pela New School University &#8211; New York e professora da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade Estadual de Campinas, aponta como, no Brasil, o \u00faltimo mil\u00eanio mobilizou a popula\u00e7\u00e3o em busca de mudan\u00e7as sociais. Inicialmente, antes da d\u00e9cada de 1990, como rea\u00e7\u00e3o \u00e0s a\u00e7\u00f5es governamentais autorit\u00e1rias, grupos se organizaram para reivindicar a democracia atrav\u00e9s de milit\u00e2ncias e manifesta\u00e7\u00f5es. Posteriormente, ora auxiliando as organiza\u00e7\u00f5es j\u00e1 formadas, ora propondo novos focos, as organiza\u00e7\u00f5es se voltariam para assuntos mais pontuais e para proposi\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es para problemas, para isso associando-se, inclusive, a \u00f3rg\u00e3os governamentais e privados.<\/p>\n<p>&#8220;Em suma, o associativismo nos anos de 1990 passou a ser mais propositivo, operativo e menos reivindicativo \u2013 produzindo menos mobiliza\u00e7\u00f5es ou grandes manifesta\u00e7\u00f5es \u2013; \u00e9 mais estrat\u00e9gico. O conceito b\u00e1sico que d\u00e1 fundamento \u00e0s a\u00e7\u00f5es desse novo associativismo \u00e9 o de participa\u00e7\u00e3o cidad\u00e3. \u00c9 importante destacarmos algumas caracter\u00edsticas deste conceito porque ele fundamentou v\u00e1rias pr\u00e1ticas civis que se desenrolaram no interior de estruturas estatais ao longo da primeira d\u00e9cada do novo s\u00e9culo. Elas esclarecem a \u00eanfase que passou a ser dada \u00e0 participa\u00e7\u00e3o institucionalizada, normatizada, que apresentou claros sinais de esgotamento no in\u00edcio da d\u00e9cada que vivemos (2010 em diante) e ajudam a compreender o retorno das manifesta\u00e7\u00f5es civis nas ruas, em junho de 2013&#8221;, diz o artigo.<\/p>\n<p>Gohn afirma, portanto, que as organiza\u00e7\u00f5es institucionalizadas dos anos 1990 teriam se tornado tamb\u00e9m burocr\u00e1ticas e opacas como os pr\u00f3prios governos, trazendo como exemplos a Anistia Internacional, o Greenpeace e a Campanha contra a Fome (a\u00e7\u00e3o de cidadania lan\u00e7ada pelo soci\u00f3logo Herbert de Souza), mas reconhece que tanto as milit\u00e2ncias quanto as novas ONGs juntas teriam pap\u00e9is importantes nas mudan\u00e7as do pa\u00eds.<\/p>\n<p>&#8220;Uma nova cultura pol\u00edtica foi constru\u00edda a partir daquela heran\u00e7a, em rela\u00e7\u00e3o ao espa\u00e7o p\u00fablico e aos temas de interesse coletivo como meio ambiente, sa\u00fade, lazer etc., ou temas de interesse de coletivos espec\u00edficos como os portadores de defici\u00eancia f\u00edsica, mental, do v\u00edrus da Aids etc. Ou seja, as ONGs cidad\u00e3s\/militantes, junto com os movimentos sociais reivindicat\u00f3rios dos anos 1980, constru\u00edram um conjunto de pr\u00e1ticas que se traduzem numa cultura de cidadania, algo novo num pa\u00eds de tradi\u00e7\u00e3o centralizadora, autorit\u00e1ria, patrimonialista e clientel\u00edstica. Suas a\u00e7\u00f5es abriram espa\u00e7os que demarcaram novos \u2018lugares\u2019 para a a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, especialmente ao n\u00edvel do poder local e no meio urbano, na gest\u00e3o das cidades&#8221;, segue o artigo.<\/p>\n<p>Vale lembrar que grupos organizados para propor a\u00e7\u00f5es ou reivindic\u00e1-las n\u00e3o necessariamente lutam por corre\u00e7\u00f5es em prol da igualdade de direitos e deveres. Embora muitas associa\u00e7\u00f5es tenham origem em grupos pol\u00edtico-ideologicamente fechados e se unam por bens comuns \u00e0 sociedade em geral, semelhantes estruturas se formam para discutir e compor programas e projetos com bases e motiva\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, religiosas, vis\u00f5es e interesses bem espec\u00edficos, como por exemplo o Instituto Pl\u00ednio Corr\u00eaa de Oliveira e a Associa\u00e7\u00e3o para Defesa da Heterossexualidade, do Casamento e Fam\u00edlia Tradicionais. O objetivo, nesses casos, pode tornar-se novamente impositivo e pouco ou nada inclusivo.<\/p>\n<p>Em 1945, ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial, formava-se a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, substituindo a Liga das Na\u00e7\u00f5es, com o objetivo de promover di\u00e1logos pela manuten\u00e7\u00e3o da paz mundial. A ONU \u00e9 composta por ag\u00eancias especializadas que atuam no direito internacional, seguran\u00e7a internacional, desenvolvimento econ\u00f4mico, progresso social e direitos humanos. Ao mesmo tempo em que \u00e9 muito criticada por ter como membros permanentes no seu Conselho de Seguran\u00e7a somente as cinco maiores pot\u00eancias nucleares (o que torna as a\u00e7\u00f5es bastante imperativas e talvez tendenciosas), tamb\u00e9m se mostra influente e bem sucedida em momentos de crise localizada e apoio a projetos e programas sociais, al\u00e9m de ser um importante canal de comunica\u00e7\u00e3o e troca de informa\u00e7\u00f5es entre as na\u00e7\u00f5es e suas realidades. Campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o ganham maior visibilidade quando endossadas pela organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 dif\u00edcil mensurar e avaliar resultados de projetos e programas sociais. Em parte porque existem poucas metodologias especializadas nessas \u00e1reas; em parte porque a\u00e7\u00f5es sociais s\u00e3o completamente dependentes das din\u00e2micas da vida, das intera\u00e7\u00f5es e das mentes. Tra\u00e7ar planos e metas e verificar se foram ou n\u00e3o atingidos n\u00e3o garante que se reconhe\u00e7a todas as mudan\u00e7as qualitativas provocadas por projetos em prol desses planos. Mas o trabalho constante de planejamento, a m\u00e9dio e longo prazo, e da valoriza\u00e7\u00e3o da alteridade e da auto-cr\u00edtica pode ser ferramenta \u00fatil para se transformar realidades.<\/p>\n<p>&#8220;O Unaids est\u00e1 vendo como objetivo chegar a 2030 com o que chamamos de fim da epidemia (da Aids). \u00c9 uma esperan\u00e7a; \u00e9 um objetivo bem dif\u00edcil \u2013 n\u00e3o de acabar com o v\u00edrus, que ningu\u00e9m tenha mais HIV \u2013, mas que, em 2030, os n\u00edveis epid\u00eamicos n\u00e3o existam mais, que seja uma doen\u00e7a mais controlada. Essa \u00e9 uma meta que o Unaids tem e onde gostaria de chegar. Daqui para l\u00e1, vejo v\u00e1rios momentos de crise, de retrocesso pol\u00edtico, de retrocesso econ\u00f4mico, que podem nos levar a n\u00e3o chegar a esses objetivos\u201d, finaliza Orillard.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dentre as causas sociais que precisam de aten\u00e7\u00e3o nas lutas pol\u00edticas est\u00e1 o combate \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o e \u00e0 intoler\u00e2ncia. E entre tantos fatores que geram a discrimina\u00e7\u00e3o est\u00e1 a Aids. 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