{"id":3033,"date":"2009-01-18T14:56:21","date_gmt":"2009-01-18T14:56:21","guid":{"rendered":"http:\/\/agenciainclusive.wordpress.com\/?p=3033"},"modified":"2009-01-18T14:56:21","modified_gmt":"2009-01-18T14:56:21","slug":"igualdade-aos-olhos-da-justica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=3033","title":{"rendered":"Igualdade aos olhos da Justi\u00e7a"},"content":{"rendered":"<pre><a href=\"http:\/\/www.hojenoticia.com.br\/editoria_materia.php?id=22463\">http:\/\/www.hojenoticia.com.br\/editoria_materia.php?id=22463<\/a><\/pre>\n<p><span class=\"textoFoto\"> <\/span> <em>Liana Aguiar<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Em um bem organizado escrit\u00f3rio de advocacia no Centro de Goi\u00e2nia, Aldenor Carneiro dos Santos, 38, elabora suas peti\u00e7\u00f5es e estuda os processos c\u00edveis. No computador, um software o permite escutar artigos e a fazer pesquisas. Apenas um feixe de luz chega \u00e0 mesa do advogado, que luta pela inclus\u00e3o de deficientes visuais do mercado de trabalho e j\u00e1 conquistou seu espa\u00e7o. Al\u00e9m de advogado h\u00e1 tr\u00eas anos, ele \u00e9 gestor p\u00fablico e faz p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Direito P\u00fablico. Como ele, cada vez mais deficientes visuais t\u00eam se destacado em profiss\u00f5es que hoje abrem mais oportunidades a candidatos especiais.<\/p>\n<p>Natural de Porto Nacional (TO), Aldenor crescia na ro\u00e7a enquanto os nove irm\u00e3os iam para a escola. Lembra que sempre pensava em estudar. \u201cMas n\u00e3o vislumbrava qualquer possibilidade de ser diferente. Na minha cidade, o cego ou ia pedir esmola ou ia ser m\u00fasico na rua\u201d, recorda.<\/p>\n<p>Aos 11 anos de idade, foi para a escola pela primeira vez. Aldenor teve a oportunidade de vir morar com a tia em Goi\u00e2nia, onde cursou o antigo prim\u00e1rio no extinto Instituto Artesanal dos Cegos. Teve de ir para o Rio de Janeiro concluir o gin\u00e1sio, no Instituto Benjamin Constant. De volta \u00e0 capital goiana, se mostrou cada vez mais esfor\u00e7ado. Fazia o segundo grau no Col\u00e9gio Lyceu de Goi\u00e2nia e curso profissionalizante na Escola T\u00e9cnica Federal. Foi quando conseguiu o primeiro emprego, como empacotador de uma ind\u00fastria aliment\u00edcia. Abandonou o curso de Telecomunica\u00e7\u00f5es. \u201cN\u00e3o tinha condi\u00e7\u00f5es de competir no mercado. N\u00e3o existia um livro em braile na \u00e1rea, nem as tecnologias que temos hoje.&#8221;<\/p>\n<p>Aldenor tamb\u00e9m foi auxiliar de servi\u00e7os gerais e encadernador em uma unidade que editava livros em braile. O menino de Porto Nacional que sonhava ser cirurgi\u00e3o neurologista passou a estudar para ser advogado. Trabalhou como assessor t\u00e9cnico na superintend\u00eancia de ensino especial, onde se engajou na luta pela educa\u00e7\u00e3o inclusiva.<\/p>\n<p>DISCRIMINA\u00c7\u00c3O<br \/>\nA \u00fanica vez que sentiu a discrimina\u00e7\u00e3o na pele foi no ato de matr\u00edcula na universidade, que declarou que n\u00e3o tinha condi\u00e7\u00f5es de receb\u00ea-lo. Mas ele conseguiu ingressar na faculdade e foi um dos precursores na defesa dos direitos dos deficientes na institui\u00e7\u00e3o de ensino superior.<\/p>\n<p>Hoje, Aldenor tamb\u00e9m presta assist\u00eancia jur\u00eddica a pessoas carentes. O maior desafio, acredita, \u00e9 o deficiente visual tentar ocupar seu espa\u00e7o profissional e ter mais acesso \u00e0 leitura. Aldenor tem poucas limita\u00e7\u00f5es e usa a criatividade no cotidiano. Inventou uma minilupa que coloca sobre os \u00f3culos para leituras breves. Das tarefas corriqueiras, a \u00fanica que sente falta \u00e9 poder dirigir um carro. Tem uma namorada, tamb\u00e9m deficiente visual, e um filho de 14 anos, luz da sua vida.<\/p>\n<p>MERCADO AINDA \u00c9 MUITO RESTRITO, AFIRMA ONG<\/p>\n<p>A defici\u00eancia visual \u00e9 a mais comum, representa 48,1% da popula\u00e7\u00e3o deficiente. Em Goi\u00e2nia, algumas entidades trabalham na qualifica\u00e7\u00e3o e no encaminhamento para o mercado de trabalho. \u00c9 o caso da Associa\u00e7\u00e3o dos Deficientes Visuais do Estado de Goi\u00e1s (Adveg). No m\u00eas passado, a institui\u00e7\u00e3o inaugurou o Centro Brasileiro de Reabilita\u00e7\u00e3o Visual (Cebravi), parceria entre a Universidade Federal de Goi\u00e1s (UFG) e secretariais estaduais de Educa\u00e7\u00e3o e Sa\u00fade.<\/p>\n<p>A presidente Geralda Maria de Lacerda observa que o mercado ainda \u00e9 muito restrito, mas acredita que os empres\u00e1rios est\u00e3o mais abertos. H\u00e1 muitos cursos de capacita\u00e7\u00e3o, como na \u00e1rea de inform\u00e1tica, al\u00e9m dos tradicionais cursos de telefonia e de radiologia. Ela comemora cada encaminhamento para o mercado de trabalho.<\/p>\n<p>Janilda Collo, procuradora do Trabalho, observa que, entre profissionais com algum tipo de defici\u00eancia, os que t\u00eam mais dif\u00edcil aceita\u00e7\u00e3o das empresas s\u00e3o os deficientes visual e mental. O visual tem obtido mais sucesso nos concursos p\u00fablicos \u2013 por exemplo, a sele\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Goiana de Administra\u00e7\u00e3o e Neg\u00f3cios P\u00fablicos (Aganp) teve 23 deficientes visuais aprovados. Mas no \u00e2mbito das empresas, os empregados t\u00eam mais resist\u00eancia. O estudo \u201cPopula\u00e7\u00e3o com Defici\u00eancia no Brasil &#8211; Fatos e Percep\u00e7\u00f5es\u201d, publicado em 2006 pela Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Bancos (Fenabran), mostra que 57,9% dos deficientes visuais n\u00e3o trabalham e a maioria deles segue no mercado informal (60,4%).<\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho h\u00e1 dez anos atua na inser\u00e7\u00e3o de deficientes e frequentemente promove cursos de qualifica\u00e7\u00e3o com entidades parceiras, pagos com dinheiro de execu\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es de empresas que descumprem a lei de cotas. Para Janilda, os deficientes visuais t\u00eam qualifica\u00e7\u00e3o, mas a inser\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho esbarra na discrimina\u00e7\u00e3o dos empregadores. Muitos profissionais, infelizmente, ainda reclamam pouco seus direitos. Segundo a procuradora, o preconceito acontece de forma muito velada e por isso quase n\u00e3o h\u00e1 den\u00fancia de deficientes visuais.<\/p>\n<p>Maria Helena da Silva, 42, veio na semana passada para Goi\u00e2nia procurar emprego. Acredita que na capital goiana ter\u00e1 mais oportunidade de trabalho do que em Belo Horizonte, onde trabalha como auxiliar t\u00e9cnica de radiologia e est\u00e1 concluindo o curso de Gest\u00e3o de Recursos Humanos. J\u00e1 Francisco Lima de Souza, 52, maratonista e deficiente visual h\u00e1 seis anos, tem menos esperan\u00e7a. Ele trabalhou como porteiro, vigilante, encarregado de limpeza, e hoje se dedica apenas \u00e0s corridas. \u201cParei de procurar. Hoje vivo s\u00f3 para correr.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><em>Fonte: Jornal Hoje Not\u00edcia &#8211; Goi\u00e2noa\/GO<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>http:\/\/www.hojenoticia.com.br\/editoria_materia.php?id=22463 Liana Aguiar Em um bem organizado escrit\u00f3rio de advocacia no Centro de Goi\u00e2nia, Aldenor Carneiro dos Santos, 38, elabora suas peti\u00e7\u00f5es e estuda os processos c\u00edveis. No computador, um software o permite escutar artigos e a fazer pesquisas. 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