{"id":30782,"date":"2017-12-18T05:57:34","date_gmt":"2017-12-18T08:57:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.inclusive.org.br\/?p=30782"},"modified":"2017-12-18T05:57:34","modified_gmt":"2017-12-18T08:57:34","slug":"todo-professor-e-sempre-um-aprendiz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=30782","title":{"rendered":"Todo professor \u00e9 sempre um aprendiz"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_30783\" aria-describedby=\"caption-attachment-30783\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-30783\" src=\"http:\/\/inclusivenews.com.br\/wp-content\/uploads\/ovo-300x143.jpg\" alt=\"caixa de ovo com ovos representando as letras do braille formando a palavra amor.\" width=\"300\" height=\"143\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-30783\" class=\"wp-caption-text\">Caixas de ovos com ovos representando as letras\u00a0em Braille formando a palavra amor.<\/figcaption><\/figure>\n<p><em>Observa\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/em><em>A autora do relato apresentado a seguir \u00e9 Simone da Costa Lima, professora de ingl\u00eas da rede p\u00fablica municipal e professora de Inform\u00e1tica Educativa do Col\u00e9gio Pedro II<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>, da cidade do Rio de Janeiro.<\/em><\/p>\n<p><em>Foi ela quem deu o t\u00edtulo: \u201cTodo professor \u00e9 sempre um aprendiz\u201d.<\/em><\/p>\n<p><em>A fonte foi um e-mail que ela enviou para a Rede SACI; t\u00ednhamos um Observat\u00f3rio da Educa\u00e7\u00e3o Inclusiva, criado em 2001 ou 2002.<\/em><\/p>\n<p><em>Ela relata como foi receber uma aluna com defici\u00eancia visual em sua sala. Isso aconteceu em 2002<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>, quando a Inclus\u00e3o dava seus primeiros passos e antes da Conven\u00e7\u00e3o sobre os Direitos das Pessoas com Defici\u00eancia, de leis como a Lei Brasileira de Inclus\u00e3o de Pessoas com Defici\u00eancia e sem todos os recursos did\u00e1ticos e de Tecnologia Assistiva que temos hoje.<\/em><\/p>\n<p><em>Mesmo assim&#8230; a Inclus\u00e3o foi poss\u00edvel!<\/em><\/p>\n<p><em>A seguir, o texto da professora Simone, que considero muito rico. Tomei a liberdade de atualizar a nomenclatura.<\/em><\/p>\n<p><em>Marta Gil, Instituto Amankay<\/em><\/p>\n<p><strong>Todo professor \u00e9 sempre um aprendiz<\/strong><\/p>\n<p>O grupo de professores da escola municipal onde trabalho foi comunicado, em outubro de 2002, que receberia no ano seguinte uma aluna com defici\u00eancia visual.<\/p>\n<p>A princ\u00edpio houve muitos protestos, inclusive da minha parte. As perguntas eram muitas: V\u00e3o jogar a garota aqui e pronto? Os cegos n\u00e3o t\u00eam que estudar no Instituto Benjamin Constant<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup><sup>[3]<\/sup><\/sup><\/a>? Por que ela vir\u00e1 para nossa escola? Quem vai nos capacitar? Quem vai me ensinar a dar aula pra cego? E o material did\u00e1tico? Ela vai receber os livros em Braille? Eu vou ter que aprender Braille? Eu sou obrigado a dar aula pra ela? Posso escolher outra turma?<\/p>\n<p>O problema maior foi que, na hora da reuni\u00e3o, quando recebemos esta informa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o havia ningu\u00e9m para responder as perguntas.<\/p>\n<p>O tempo foi passando, as ang\u00fastias aumentando, as perguntas continuavam sem respostas. Muitas est\u00e3o sem resposta at\u00e9 hoje. Diziam-nos para ter calma porque, quando a aluna chegasse, as coisas iriam se esclarecer, ter\u00edamos o apoio necess\u00e1rio. Com o tempo, percebemos que o apoio e a orienta\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica n\u00e3o chegariam sem que n\u00f3s f\u00f4ssemos busc\u00e1-los e, principalmente, estiv\u00e9ssemos abertos a receb\u00ea-los. S\u00f3 com o tempo percebemos tamb\u00e9m que ningu\u00e9m tinha as &#8220;respostas&#8221;, simplesmente porque ter\u00edamos que busc\u00e1-las dentro de n\u00f3s mesmos.<\/p>\n<p>Dizer pra uma pessoa ansiosa como eu que teria que esperar at\u00e9 o ano seguinte para saber o que fazer era demais. Comecei, ent\u00e3o a buscar informa\u00e7\u00f5es na Internet. Descobri o site do Instituto Benjamin Constant (IBC).<\/p>\n<p>Fiz o download da fonte Braille Kiama<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\"><sup><sup>[4]<\/sup><\/sup><\/a>, o que me permitiu conhecer o alfabeto Braille. A fonte fica disponibilizada como uma fonte qualquer e, ao ser acionada, permite a visualiza\u00e7\u00e3o dos caracteres em Braille durante a digita\u00e7\u00e3o. Depois, eu imprimia, colocava do avesso em cima de um emborrachado e furava os pontos com a ponta de uma caneta fina.<\/p>\n<p>Preparei um pequeno di\u00e1logo de apresenta\u00e7\u00e3o para o primeiro dia de aula da Lindinha (nome fict\u00edcio). No dia, enquanto ela lia (acompanhando o que eu falava) e ria, eu me segurava para n\u00e3o chorar. Perguntei: &#8220;<em>D\u00e1 pra entender?<\/em>&#8221; Ela respondeu: &#8220;<em>Est\u00e1 pequeno (se referindo ao tamanho da letra), mas d\u00e1.<\/em>&#8221; Perguntei: <strong>&#8220;<\/strong><em>Os sinais de pontua\u00e7\u00e3o s\u00e3o diferentes? N\u00e3o tem letra mai\u00fascula?&#8221;<\/em><\/p>\n<p>Depois descobri que teria que aumentar o tamanho da fonte para 30; tamb\u00e9m descobri as teclas corretas para os sinais de pontua\u00e7\u00e3o e letra mai\u00fascula, pois havia ficado tudo errado. Ela comentou ainda: <em>&#8220;\u00c9 a primeira vez que algu\u00e9m, sem ser a tia Rosinha (se referindo \u00e0 professora que a alfabetizou) escreve algo em Braille pra mim. Nem minha m\u00e3e sabe. A senhora vai poder corrigir meus trabalhos?&#8221;<\/em> Fiquei sem responder. Como explicar pra ela que eu n\u00e3o sabia Braille, que o computador tinha feito tudo pra mim?<\/p>\n<p>A partir do site do IBC descobri tamb\u00e9m que poder\u00edamos solicitar material did\u00e1tico para a Lindinha. A diretora fez um of\u00edcio e depois algu\u00e9m foi buscar. Nesse meio tempo, recebemos a visita de pessoas do Instituto Helena Antipoff (IHA) <a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\"><sup><sup>[5]<\/sup><\/sup><\/a>. Confesso que at\u00e9 ent\u00e3o desconhecia a exist\u00eancia e fun\u00e7\u00e3o do Instituto. Participei de algumas reuni\u00f5es no Instituto e as coisas come\u00e7aram a se esclarecer.<\/p>\n<p>Uma delas foi de suma import\u00e2ncia: uma professora de outra escola municipal nos contou sobre sua experi\u00eancia com alunos com defici\u00eancia visual e nos apresentou muitos materiais adaptados. Lembro-me at\u00e9 hoje do \u201cOvo BRAILLE\u201d, que era uma embalagem de ovos cortada ao meio, sem tampa. Com esta embalagem cortada e seis tampinhas de refrigerante, nos ensinou como alfabetizava as crian\u00e7as. Um dia, levei as tais caixas e as tampinhas para a sala. Achei que era importante que os alunos da turma compreendessem como o Braille funcionava. Lindinha adorou. Todos queriam aprender com ela.<\/p>\n<p>Muitas das informa\u00e7\u00f5es que recebia nas reuni\u00f5es passava para os colegas. Muita coisa a gente inventava. Me lembro da professora de Geografia querendo explicar fuso hor\u00e1rio. Montei uma tabela no Excel, dividida em 24 colunas, representando os fusos. Colei tiras de contact<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\"><sup><sup>[6]<\/sup><\/sup><\/a> transparente nas colunas, de forma alternada.<\/p>\n<p>Escrevi o nome de algumas cidades em Braille. Passei exerc\u00edcios orais e Lindinha conseguia resolv\u00ea-los, com a ajuda da tabela. Depois, a tabela acabou sendo usada por outros alunos da turma, sem defici\u00eancia, que n\u00e3o conseguiam fazer os exerc\u00edcios de fuso hor\u00e1rio da forma tradicional.<\/p>\n<p>No primeiro ano, Lindinha ficou em uma turma com 28 alunos. Na turma havia muitos alunos com baixo n\u00edvel de letramento, oriundos de classes de acelera\u00e7\u00e3o de outras escolas. Lindinha acabou sendo o destaque da turma.<\/p>\n<p>Depois percebemos que tinha sido um erro coloc\u00e1-la naquela turma. O tempo que par\u00e1vamos para ditar e soletrar coisas para ela fazia falta, pois os demais alunos precisavam de um atendimento individualizado at\u00e9 mais do que ela. Alguns professores sugeriram que, para o ano seguinte, ela fosse para uma turma com melhor aproveitamento.<\/p>\n<p>Em 2004, Lindinha foi matriculada em outra turma, dessa vez com melhor aproveitamento. A turma a recebeu muito bem desde o in\u00edcio, com o \u00fanico problema de quererem fazer tudo pra ela. Eles tinham que perceber que ela tinha uma defici\u00eancia, e n\u00e3o era incapaz. A turma era muito barulhenta e muitas vezes eu tinha que dizer: &#8220;Voc\u00eas n\u00e3o perceberam que tem uma aluna com defici\u00eancia visual na sala? Ela precisa me ouvir. Voc\u00eas est\u00e3o vendo o quadro. Ela n\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 nada mais constrangedor do que ficar toda hora falando para a turma que h\u00e1 um colega com defici\u00eancia visual na sala com ele presente, mas muitas vezes isto foi necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>Disponibilizei na sala um cartaz com o alfabeto Braille e muitos aprenderam com facilidade. Agora Lindinha podia passar bilhetinhos que os outros conseguiam ler. Ela inclusive ensinou algumas colegas a escrever com a m\u00e1quina Perkins<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\"><sup><sup>[7]<\/sup><\/sup><\/a>, m\u00e1quina pr\u00f3pria para datilografar Braille.<\/p>\n<p>Com o tempo, meus textos de ingl\u00eas foram ficando grandes e n\u00e3o dava mais pra ficar furando todas as letras. Surgiu, ent\u00e3o, a ideia de come\u00e7ar a gravar os textos em \u00e1udio. Isso facilitava, pois oferecia certa autonomia \u00e0 Lindinha, principalmente durante as avalia\u00e7\u00f5es. Ela trazia o fone de ouvido e transcrevia para o Braille \u00e0 medida que ouvia a fita.<\/p>\n<p>O problema era para corrigir depois. Ter que ler em Braille, usando os olhos \u00e9 bem complicado. Demorava, pois tinha que comparar cada caractere com a tabela que eu tinha. Alguns alunos da turma j\u00e1 liam bem melhor do que eu. \u00c0s vezes eu mandava por ela as avalia\u00e7\u00f5es para a professora da Sala de Recursos <a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\"><sup><sup>[8]<\/sup><\/sup><\/a>para que fossem transcritas, mas nem sempre isso era poss\u00edvel. Surgiu, ent\u00e3o, a ideia de incluir Lindinha digitalmente. O problema foi que n\u00e3o t\u00ednhamos laborat\u00f3rio de inform\u00e1tica, nem nenhum computador dispon\u00edvel&#8230;<\/p>\n<p>Em julho de 2004, fiz o download do software DOSVOX <a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\"><sup><sup>[9]<\/sup><\/sup><\/a>para o computador da minha casa pra descobrir como ele funcionava. Veio outro problema: Como ensinar uma cega a digitar corretamente, se eu mesma &#8220;catava milho&#8221;? Perguntei ao meu marido as posi\u00e7\u00f5es corretas dos dedos nas teclas. Arrumei um teclado velho, que n\u00e3o funcionava. Lindinha fez em Braille algumas letras com contact transparente com a m\u00e1quina Perkins e colamos nas teclas. Ela levava aquele teclado pra casa e toda semana tinha que me mostrar que j\u00e1 dominava um exerc\u00edcio de digita\u00e7\u00e3o. Prometi a ela que, quando j\u00e1 estivesse dominando o uso do teclado, eu a ensinaria a usar o computador.<\/p>\n<p>Ela dominou o teclado mais cedo do que poderia supor. Tinha que cumprir a promessa. Convenci a minha diretora a permitir a instala\u00e7\u00e3o do DOS VOX em um computador da secretaria da escola.<\/p>\n<p>Comecei a dar aula pra ela nos meus tempos de complementa\u00e7\u00e3o uma vez por semana. O som era horr\u00edvel, mas ela achava tudo \u00f3timo.<\/p>\n<p>Fui ao N\u00facleo de Computa\u00e7\u00e3o Eletr\u00f4nica &#8211; NCE da Universidade Federal do Rio de Janeiro &#8211; UFRJ<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\"><sup><sup>[10]<\/sup><\/sup><\/a> conversar com o professor Ant\u00f4nio Borges, respons\u00e1vel pelo desenvolvimento do programa. Consegui alguns sintetizadores de voz. Agora o computador j\u00e1 lia em ingl\u00eas, franc\u00eas, espanhol, voz de homem, mulher e crian\u00e7a; era s\u00f3 configurar.<\/p>\n<p>No Natal de 2004, Lindinha ganhou o computador dela e as coisas foram ficando mais f\u00e1ceis. Fui \u00e0 casa dela instalar o programa. Lembro at\u00e9 hoje da alegria dela ao escrever uma carta para um tio, agradecendo o computador. Estou devendo outra visita a ela, pois agora ela j\u00e1 tem linha telef\u00f4nica em casa e quer acessar a Internet<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\"><sup><sup>[11]<\/sup><\/sup><\/a>.<\/p>\n<p>As professoras de Hist\u00f3ria, Portugu\u00eas, Geografia e Ci\u00eancias j\u00e1 utilizam material em disquete pra ela. A maior dificuldade \u00e9 matem\u00e1tica, pois os caracteres s\u00e3o diferentes.<\/p>\n<p>Dizer que a inclus\u00e3o de Lindinha \u00e0 escola foi f\u00e1cil \u00e9 mentira.. Foi muito dif\u00edcil. Cheia de erros e alguns acertos. Diria que muitas vezes ela foi cobaia das nossas experi\u00eancias. Mais dif\u00edcil ainda foi a nossa inclus\u00e3o a ela. At\u00e9 hoje h\u00e1 pessoas que se sentem t\u00e3o incomodadas com a presen\u00e7a dela na sala que simplesmente a ignoram. N\u00e3o querer enxergar a defici\u00eancia do outro, mesmo sendo t\u00e3o clara, muitas vezes demonstra a nossa dificuldade de enxergar as nossas pr\u00f3prias defici\u00eancias.<\/p>\n<p>Ao longo de todo este trabalho, muitas vezes foi a pr\u00f3pria Lindinha que nos mostrou o caminho, o como fazer. Com certeza, a inclus\u00e3o dela n\u00e3o teria ocorrido se, al\u00e9m da defici\u00eancia visual, ela tamb\u00e9m apresentasse outros tipos de defici\u00eancia.<\/p>\n<p>No ano seguinte, Lindinha acabou ficando em uma turma com 48 alunos, o que dificultou muito o trabalho. Passou por problemas de sa\u00fade que muitas vezes a impediam de ir \u00e0 escola. \u00c0s vezes nos comunic\u00e1vamos por e-mail.<\/p>\n<p>Por falar nisso, acabei n\u00e3o indo a casa dela configurar a conex\u00e3o com a Internet. Ela se virou sozinha. Telefonou para algu\u00e9m do NCE (projeto DosVox) e obteve as informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias.<\/p>\n<p>No final de 2006, Lindinha concluiu o Ensino Fundamental, prestou concurso para uma escola t\u00e9cnica estadual para cursar &#8220;Processamento de dados&#8221; e foi aprovada. Por dificuldades de locomo\u00e7\u00e3o, Lindinha resolveu fazer o Ensino M\u00e9dio na modalidade \u00e0 dist\u00e2ncia e apenas o curso t\u00e9cnico de forma presencial. Segundo informa\u00e7\u00f5es do \u00faltimo e-mail, enviado por ela em 07 de novembro de 2008, seu aproveitamento tem sido muito bom.<\/p>\n<p>No in\u00edcio de 2008, recebemos outra aluna com defici\u00eancia visual total: Mari. Ela\u00a0 \u00e9 t\u00e3o inteligente quanto Lindinha e j\u00e1 \u00e9 inclu\u00edda digitalmente. Usa um laptop em sala de aula (sem acesso \u00e0 Internet). Textos e exerc\u00edcios s\u00e3o enviados e corrigidos por e-mail ou disponibilizados em pen drives ou disquetes.<\/p>\n<p>A maioria dos professores usa as Tecnologias de Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o -TIC para trabalhar com Mari. Com certeza, nossa experi\u00eancia com Lindinha &#8220;deixou as coisas mais f\u00e1ceis&#8221; para o trabalho com ela. Por coincid\u00eancia ou n\u00e3o, voltei a estudar depois de conhecer Lindinha. Fiz especializa\u00e7\u00e3o em Inform\u00e1tica Educativa (conclu\u00edda em 2005) e mestrado em Lingu\u00edstica Aplicada (conclu\u00eddo em 2008). A hist\u00f3ria acima retrata o olhar retrospectivo de uma professora e (hoje) pesquisadora, certa de que tudo teria sido mais f\u00e1cil se o grupo de professores tivesse sido previamente capacitado para o trabalho com a aluna com defici\u00eancia visual<\/p>\n<p>Na aus\u00eancia de uma forma\u00e7\u00e3o em servi\u00e7o, busquei pessoalmente atualizar minha forma\u00e7\u00e3o profissional.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> O Col\u00e9gio Pedro II \u00e9 uma tradicional institui\u00e7\u00e3o de <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Ensino_p%C3%BAblico\">ensino p\u00fablico<\/a> federal, localizado no Estado do <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Rio_de_Janeiro\">Rio de Janeiro<\/a>. \u00c9 o terceiro mais antigo dentre os col\u00e9gios em atividade no pa\u00eds, depois do <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Gin%C3%A1sio_Pernambucano\">Gin\u00e1sio Pernambucano<\/a> e do <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Atheneu_Norte-Riograndense\">Atheneu Norte-Riograndense<\/a>. Fonte: <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Col%C3%A9gio_Pedro_II\">https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Col%C3%A9gio_Pedro_II<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Fonte: E-mail enviado para o Observat\u00f3rio de Educa\u00e7\u00e3o da Rede SACI\/USP. Infelizmente o site da Rede SACI foi desativado em 2010.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> O Instituto Benjamin Constant foi fundado em 1854 na cidade do Rio de Janeiro, pelo imperador D. Pedro II. Foi a primeira escola, no Brasil, para crian\u00e7as cegas e com baixa vis\u00e3o. <a href=\"http:\/\/www.ibc.gov.br\">http:\/\/www.ibc.gov.br<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> <a href=\"http:\/\/www.fontesgratis.com.br\/b\/BrailleKiama.php\">http:\/\/www.fontesgratis.com.br\/b\/BrailleKiama.php<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> O Instituto Municipal Helena Antipoff \u00e9 o Centro de Refer\u00eancia em Educa\u00e7\u00e3o Municipal da cidade do Rio de Janeiro. Atua na perspectiva da educa\u00e7\u00e3o inclusiva, acompanhando as diretrizes e metas propostas pela Pol\u00edtica Nacional de Educa\u00e7\u00e3o Especial. <a href=\"http:\/\/www0.rio.rj.gov.br\/sme\/destaques\/educacaoEspecialIHA.htm\">http:\/\/www0.rio.rj.gov.br\/sme\/destaques\/educacaoEspecialIHA.htm<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> Contact: nome comercial de papel autoadesivo.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> <a href=\"http:\/\/www.civiam.com.br\/blog\/765\">http:\/\/www.civiam.com.br\/blog\/765<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> A Sala de Recursos foi a percursora do AEE \u2013 Atendimento Educacional Especializado.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> <a href=\"http:\/\/intervox.nce.ufrj.br\/dosvox\/intro.htm\">http:\/\/intervox.nce.ufrj.br\/dosvox\/intro.htm<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Dosvox\">https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Dosvox<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> Este relato \u00e9 de 2002, quando o \u00fanico jeito de usar a Internet era por conex\u00e3o telef\u00f4nica (Internet discada).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Observa\u00e7\u00e3o:\u00a0A autora do relato apresentado a seguir \u00e9 Simone da Costa Lima, professora de ingl\u00eas da rede p\u00fablica municipal e professora de Inform\u00e1tica Educativa do Col\u00e9gio Pedro II[1], da cidade do Rio de Janeiro. 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