{"id":32360,"date":"2021-12-22T06:10:39","date_gmt":"2021-12-22T09:10:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.inclusive.org.br\/?p=32360"},"modified":"2021-12-22T06:10:39","modified_gmt":"2021-12-22T09:10:39","slug":"2021-o-ano-em-que-mais-falamos-sobre-capacitismo-para-2022-que-tal-sermos-anticapacitistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=32360","title":{"rendered":"2021 &#8211; O ano em que mais falamos sobre capacitismo! Para 2022, que tal sermos anticapacitistas?"},"content":{"rendered":"<p>O ano vai se encerrando e o que voc\u00ea fez?<\/p>\n<p>Entre uma lista enorme de coisas, escrevi alguns artigos e\u00a0me perguntaram v\u00e1rias vezes sobre sobre CAPACITISMO.<\/p>\n<p>Termo relativamente novo no Brasil, o termo capacitismo ainda n\u00e3o est\u00e1 no dicion\u00e1rio. Mas em uma r\u00e1pida busca no Google surgem\u00a0mais de 170 mil resultados!<\/p>\n<p>O termo capacitismo (traduzido do ingl\u00eas <em>ableism<\/em>) foi introduzido com mais for\u00e7a no Brasil em 2016, pela antrop\u00f3loga e pesquisadora Anahi Guedes de Mello.<\/p>\n<p>Com o texto &#8220;O que \u00e9 capacitismo&#8221;, Anahi explicava a palavra, ent\u00e3o desconhecida, e propunha que, para marcar o Dia Internacional das Pessoas com Defici\u00eancia naquele ano, us\u00e1ssemos a hashtag #\u00c9CapacitismoQuando<\/p>\n<p>https:\/\/www.inclusivenews.com.br\/\/arquivos\/29958<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.inclusive.org.br\/arquivos\/32360\/batman\" rel=\"attachment wp-att-32361\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-32361 size-medium\" src=\"http:\/\/inclusivenews.com.br\/wp-content\/uploads\/batman-300x290.jpeg\" alt=\"Descri\u00e7\u00e3o da imagem: Ilustra\u00e7\u00e3o de Batman dando um tapa no rosto de Robin. Bal\u00e3o de conversa. Robin: tenho que mostrar que sou um exemplo para as pessoas mostrando sempre como sou feliz e...&quot; Batman: &quot;As pessoas com defici\u00eancia n\u00e3o devem prestar conta de suas vidas para ningu\u00e9m!&quot; #\u00c9capacitismoquando\" width=\"300\" height=\"290\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>Descri\u00e7\u00e3o da imagem:\u00a0Ilustra\u00e7\u00e3o de Batman dando um tapa no rosto de Robin. Bal\u00e3o de conversa. Robin: tenho que mostrar que sou um exemplo para as pessoas mostrando sempre como sou feliz e&#8230;&#8221; Batman: &#8220;As pessoas com defici\u00eancia n\u00e3o devem prestar conta de suas vidas para ningu\u00e9m!&#8221;\u00a0 #\u00c9capacitismoquando Postagem original: Anahi Guedes de Mello<\/em><\/p>\n<p>A Inclusive &#8211; Inclus\u00e3o e Cidadania e a Gadim Brasil aderiram ao chamado.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.gadimbrasil.org\/dia-da-pessoa-com-deficiencia\">https:\/\/www.gadimbrasil.org\/dia-da-pessoa-com-deficiencia<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.inclusive.org.br\/arquivos\/32360\/cap-2\" rel=\"attachment wp-att-32363\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-32363 size-medium\" src=\"http:\/\/inclusivenews.com.br\/wp-content\/uploads\/cap-300x169.jpeg\" alt=\"Descri\u00e7\u00e3o da imagem: card com ilustra\u00e7\u00e3o de pessoas com diferentes tipos de defici\u00eancia. Texto: Capacitismo n\u00e3o!\" width=\"300\" height=\"169\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>Descri\u00e7\u00e3o da imagem: card com ilustra\u00e7\u00e3o de pessoas com diferentes tipos de defici\u00eancia. Texto: Capacitismo n\u00e3o!<\/em><\/p>\n<p>Um dos\u00a0artigos\u00a0que escrevi para o livro &#8220;Cuidadania &#8211; Construir coletivamente o igual no diferente&#8221;, do Escrit\u00f3rio LBS Advogados, que\u00a0me convidou para uma roda de conversa sobre o tema, d\u00e1 algumas dicas de como podemos ser anticapacitistas.<\/p>\n<p>2022 t\u00e1 chegando&#8230; bora l\u00e1?<\/p>\n<p><strong>Vamos ser anticapacitistas? <\/strong><\/p>\n<p><em>Patricia Almeida <\/em><\/p>\n<p><em>Jornalista, especialista em\u00a0Linguagem Simples\u00a0e mestre em\u00a0Estudos sobre Defici\u00eancia (CUNY &#8211; City University of New York). <\/em><\/p>\n<p>N\u00f3s j\u00e1 sabemos que os brasileiros com defici\u00eancia s\u00e3o reconhecidos como sujeitos de direitos desde a Constitui\u00e7\u00e3o de 1988, com confirma\u00e7\u00e3o pela Conven\u00e7\u00e3o da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Defici\u00eancia (CDPD), incorporada no Brasil como norma constitucional, em 2009, e aprofundada pela Lei Brasileira de Inclus\u00e3o em 2015.<\/p>\n<p>Mas ser\u00e1 que eles est\u00e3o exercendo esses direitos como requer a CDPD \u201cem igualdade de condi\u00e7\u00f5es com os demais\u201d, ou seguem enfrentando obst\u00e1culos vis\u00edveis e invis\u00edveis? Para entender melhor os fatores que contribuem para a exclus\u00e3o das pessoas com defici\u00eancia, \u00e9 preciso compreendermos dois conceitos: o modelo m\u00e9dico e o modelo social da defici\u00eancia.<\/p>\n<p>De acordo com o modelo m\u00e9dico, a defici\u00eancia est\u00e1 na pessoa, que deve ser \u201ccurada\u201d, ou ao menos \u201cconsertada\u201d para ser inclu\u00edda. J\u00e1 o modelo social leva em conta que a defici\u00eancia est\u00e1 no ambiente que n\u00e3o \u00e9 adaptado \u00e0s necessidades da pessoa com defici\u00eancia para que ela possa exercer sua cidadania.<\/p>\n<p>De acordo com esse princ\u00edpio, \u00e9 dever do Estado e da sociedade se reestruturarem &#8211; com participa\u00e7\u00e3o ativa das pessoas com defici\u00eancia &#8211; para garantir a inclus\u00e3o de todos. Na charge abaixo, de Ricardo Ferraz, cartunista com defici\u00eancia, explica bem como isso acontece, por exemplo, no caso de elei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.inclusive.org.br\/arquivos\/32360\/vote-2\" rel=\"attachment wp-att-32362\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-32362\" src=\"http:\/\/inclusivenews.com.br\/wp-content\/uploads\/vote-300x190.png\" alt=\"Descri\u00e7\u00e3o da imagem: Charge em preto e branco. Homem cadeirante na base de uma escada com cara de espanto\/d\u00favida. No alto, urna de vota\u00e7\u00e30 com homem votando e dizendo &quot;Quer que eu vote no seu lugar?&quot; Texto: Modelo m\u00e9dico X modelo social da defici\u00eancia. Modelo m\u00e9dico: coitado, n\u00e3o pode votar porque \u00e9 deficiente... - a defici\u00eancia est\u00e1 no indiv\u00edduo. Modelo social: &quot;absurdo, ele n\u00e3o pode votar porque tem uma escada que o impede de chegar at\u00e9 a urna!&quot; - a defici\u00eancia est\u00e1 na sociedade.\" width=\"456\" height=\"289\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>Descri\u00e7\u00e3o da imagem: Charge em preto e branco. Homem cadeirante na base de uma escada com cara de espanto\/d\u00favida. No alto, urna de vota\u00e7\u00e30 com homem votando e dizendo &#8220;Quer que eu vote no seu lugar?&#8221; Texto: Modelo m\u00e9dico X modelo social da defici\u00eancia. Modelo m\u00e9dico: coitado, n\u00e3o pode votar porque \u00e9 deficiente&#8230; &#8211; a defici\u00eancia est\u00e1 no indiv\u00edduo. Modelo social: &#8220;absurdo, ele n\u00e3o pode votar porque tem uma escada que o impede de chegar at\u00e9 a urna!&#8221; &#8211; a defici\u00eancia est\u00e1 na sociedade.<\/em><\/p>\n<p>Podemos at\u00e9 achar que esse tipo de ilegalidade n\u00e3o existe mais. Mas, infelizmente, a mera exist\u00eancia de uma legisla\u00e7\u00e3o robusta que determina a evolu\u00e7\u00e3o do modelo m\u00e9dico para o modelo social n\u00e3o \u00e9 suficiente para promover as mudan\u00e7as necess\u00e1rias.<\/p>\n<p>O que constatamos diariamente \u00e9 que muito do modelo m\u00e9dico ainda persiste e as pessoas com defici\u00eancia seguem enfrentando in\u00fameros obst\u00e1culos.<\/p>\n<p>S\u00e3o barreiras f\u00edsicas, como a falta de acessibilidade: rampas, piso t\u00e1til, banheiro adaptado, transporte acess\u00edvel.<\/p>\n<p>Barreiras comunicacionais, como falta de int\u00e9rprete de l\u00edngua de sinais (Libras), braile, linguagem simples, comunica\u00e7\u00e3o alternativa.<\/p>\n<p>Uma barreira que tem efeito transversal em todas as esferas da vida da pessoa com defici\u00eancia \u00e9 a barreira atitudinal.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos tempos, essa barreira ganhou um nome: capacitismo.<\/p>\n<p>Assim como o racismo e o machismo, o capacitismo \u00e9 uma forma de opress\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 acreditar que uma pessoa com defici\u00eancia vale menos do que uma pessoa sem defici\u00eancia.<\/p>\n<p>\u00c9 hierarquizar vidas humanas, de acordo com o que se pressup\u00f5e que uma pessoa pode \u201cproduzir\u201d para a sociedade.<\/p>\n<p>Como os outros \u201cismos\u201d, o capacitismo \u00e9 estrutural e faz parte da cultura em que fomos criados.<\/p>\n<p>Quer ver?<\/p>\n<p>\u00c9 capacitismo quando\u2026<\/p>\n<p>\u2022 Olhamos com estranheza para uma pessoa com defici\u00eancia.<\/p>\n<p>\u2022 Expressamos surpresa pela pessoa com defici\u00eancia fazer coisas \u201cnormais\u201d.<\/p>\n<p>\u2022 Falamos com adultos com defici\u00eancia em tom infantil.<\/p>\n<p>\u2022\u00a0Usamos express\u00f5es ofensivas como \u201ct\u00e1 surdo?\u201d, \u201cparece autista!\u201d, \u201cdeu uma de jo\u00e3o sem bra\u00e7o\u201d&#8230;<\/p>\n<p>\u2022 Achamos que pessoas com defici\u00eancia s\u00e3o coitadinhas.<\/p>\n<p>\u2022 Sentimos pena quando uma crian\u00e7a com defici\u00eancia nasce em uma fam\u00edlia e tentamos \u201ccompensar\u201d esse sentimento: \u201cDeus d\u00e1 a cruz do seu tamanho\u201d, \u201ccrian\u00e7as especiais nascem em fam\u00edlias especiais\u201d, \u201cvoc\u00eas s\u00e3o guerreiros\u201d&#8230;<\/p>\n<p>\u2022 Exultamos qualquer realiza\u00e7\u00e3o de quem tem defici\u00eancia, como se fosse um super-her\u00f3i.<\/p>\n<p>\u2022 Acreditamos que pessoas com defici\u00eancia s\u00e3o anjos assexuais, eternas crian\u00e7as.<\/p>\n<p>\u2022 Usamos suas hist\u00f3rias como exemplos de supera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Precisamos entender o conceito de \u201cnormalidade\u201d como uma constru\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n<p>A nossa forma\u00e7\u00e3o capacitista nos impede de ver a pessoa antes da defici\u00eancia.<\/p>\n<p>A defici\u00eancia n\u00e3o define a pessoa.<\/p>\n<p>Ela \u00e9 apenas uma caracter\u00edstica dela.<\/p>\n<p>Em 2008, o MEC lan\u00e7ou a Pol\u00edtica de Educa\u00e7\u00e3o Especial na Perspectiva da Educa\u00e7\u00e3o Inclusiva. Um ano depois, estudo do INEP, realizado pela FIPE, apontou que 96,5% dos integrantes da comunidade escolar &#8211; professores, funcion\u00e1rios, estudantes, familiares &#8211; tinham preconceito em rela\u00e7\u00e3o a pessoas com defici\u00eancia.<\/p>\n<p>Dez anos se passaram e uma pesquisa da Folha de S. Paulo mostrou que, para 86% dos entrevistados, as escolas se tornam melhores com a educa\u00e7\u00e3o inclusiva. O que mudou? A conviv\u00eancia \u00e9 a chave da inclus\u00e3o.<\/p>\n<p>Hoje mais de 90% de estudantes com defici\u00eancia frequentam escolas comuns.<\/p>\n<p>Quanto mais vemos pessoas de grupos sub-representados na escola, no trabalho, nas ruas, no dia a dia, na m\u00eddia, mais achamos \u201cnormal\u201d que ocupem esses espa\u00e7os, o que diminui o preconceito.<\/p>\n<p>Ok, entendi o que \u00e9 capacitismo. Me reconhe\u00e7o como capacitista. Mas como fa\u00e7o para ser anticapacitista?<\/p>\n<p>Diferentemente de outros grupos exclu\u00eddos, a inclus\u00e3o da pessoa com defici\u00eancia n\u00e3o acontece apenas com nossa mudan\u00e7a de olhar.<\/p>\n<p>Ela requer um recurso extra: acessibilidade.<\/p>\n<p>Fazer valer as leis; promover e cobrar acessibilidade em todos os espa\u00e7os devem ser nossa primeira bandeira.<\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica Scope perguntou \u00e0s pessoas com defici\u00eancia o que uma pessoa sem defici\u00eancia poderia fazer para ser uma boa aliada anticapacitista.<\/p>\n<p>Veja e coloque em pr\u00e1tica essas 10 dicas e colabore para promover a inclus\u00e3o!<\/p>\n<p>1. Ou\u00e7a as pessoas com defici\u00eancia. Se voc\u00ea n\u00e3o tem certeza, pergunte! N\u00e3o fa\u00e7a suposi\u00e7\u00f5es nem complete as frases das pessoas!<\/p>\n<p>2. Nem todas as defici\u00eancias e condi\u00e7\u00f5es s\u00e3o vis\u00edveis. E algumas mudam. Voc\u00ea pode n\u00e3o ser capaz de v\u00ea-las, mas elas ainda est\u00e3o l\u00e1.<\/p>\n<p>3. Pense nas suas palavras. N\u00e3o use palavras ligadas \u00e0 defici\u00eancia como xingamento e chame aten\u00e7\u00e3o quando algu\u00e9m usar um termo ofensivo.<\/p>\n<p>4. Defenda e promova acessibilidade e inclus\u00e3o \u2013 especialmente na escola e no trabalho. Pergunte quais s\u00e3o as necessidades de acesso das pessoas; por exemplo, necessidade de receber apresenta\u00e7\u00f5es antes de uma aula ou reuni\u00e3o.<\/p>\n<p>5. Eduque-se. Leia e conhe\u00e7a as vantagens e os benef\u00edcios que voc\u00ea tem como pessoa sem defici\u00eancia e aprenda a defender os direitos das pessoas com defici\u00eancia.<\/p>\n<p>6. Fale. Se voc\u00ea v\u00ea ou ouve bullying ou discrimina\u00e7\u00e3o, fale ou denuncie.<\/p>\n<p>7. N\u00e3o pressione. Se algu\u00e9m diz que n\u00e3o pode fazer algo ou n\u00e3o est\u00e1 se sentindo bem, mesmo que pare\u00e7a bem, n\u00e3o pressione.<\/p>\n<p>8. Nunca assuma que algu\u00e9m est\u00e1 exagerando ou \u201cfingindo\u201d. S\u00f3 porque voc\u00ea n\u00e3o pode ver a condi\u00e7\u00e3o de algu\u00e9m, n\u00e3o significa que ela n\u00e3o existe.<\/p>\n<p>9. N\u00e3o tem problema fazer perguntas. Mas se lembre de s\u00f3 perguntar coisas que voc\u00ea gostaria de responder sobre voc\u00ea mesmo! Nada de perguntas invasivas!<\/p>\n<p>Todos s\u00e3o diferentes.<\/p>\n<p>Nem toda pessoa com defici\u00eancia ter\u00e1 as mesmas dicas.<\/p>\n<p>E tudo bem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Link para a \u00edntegra do livro (pag 180):<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.lbs.adv.br\/pdf\/artigos\/24cb9bab35049369116eabfbc36cff07acf40baa.pdf?fbclid=IwAR0b7wSvlld5vONdUX8tBRpEzdz9ccLR2unDQNu4Z3qG3BEnkishQt0LnNc\">https:\/\/www.lbs.adv.br\/pdf\/artigos\/24cb9bab35049369116eabfbc36cff07acf40baa.pdf?fbclid=IwAR0b7wSvlld5vONdUX8tBRpEzdz9ccLR2unDQNu4Z3qG3BEnkishQt0LnNc<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ano vai se encerrando e o que voc\u00ea fez? Entre uma lista enorme de coisas, escrevi alguns artigos e\u00a0me perguntaram v\u00e1rias vezes sobre sobre CAPACITISMO. Termo relativamente novo no Brasil, o termo capacitismo ainda n\u00e3o est\u00e1 no dicion\u00e1rio. 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