{"id":3338,"date":"2009-01-25T13:46:08","date_gmt":"2009-01-25T13:46:08","guid":{"rendered":"http:\/\/agenciainclusive.wordpress.com\/?p=3338"},"modified":"2009-01-25T13:46:08","modified_gmt":"2009-01-25T13:46:08","slug":"a-inclusao-escolar-de-criancas-com-deficiencia-na-escola-publica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=3338","title":{"rendered":"A inclus\u00e3o escolar de crian\u00e7as com defici\u00eancia na escola p\u00fablica"},"content":{"rendered":"<p><strong>Lucimar Perim de Siqueira, Renata Mendes Monteiro, Ros\u00e9 Colom Toldr\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Campinas \/ Faculdade de Terapia Ocupacional, lucimar_p_siqueira@yahoo.com.br<br \/>\nPontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Campinas \/ Faculdade de Terapia Ocupacional, renata_facul@yahoo.com.br<br \/>\nPontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Campinas \/ Faculdade de Terapia Ocupacional, rcolom@lexxa.com.br<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong> &#8211; Essa pesquisa tem por fim estudar a import\u00e2ncia da inclus\u00e3o escolar de crian\u00e7as com defici\u00eancia em escolas p\u00fablicas. A escola inclusiva tem como princ\u00edpio fundamental que todas as crian\u00e7as devem aprender coletivamente, n\u00e3o importando quais as dificuldades ou diferen\u00e7as que possam existir entre elas. Assim, esta escola necessita conhecer e responder as diferentes necessidades de cada indiv\u00edduo, bem como a diversos ritmos e estilos de aprendizagem de forma a promover uma educa\u00e7\u00e3o com qualidade para todos. Para isso foi utilizada pesquisa de campo atrav\u00e9s de entrevistas com professores e pais de tr\u00eas crian\u00e7as com defici\u00eancia que freq\u00fcentam a escola p\u00fablica e s\u00e3o acompanhadas no Ambulat\u00f3rio de Terapia Ocupacional da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Campinas. Como resultado deste estudo buscou-se a conscientiza\u00e7\u00e3o de educadores e familiares para a necessidade de inser\u00e7\u00e3o e perman\u00eancia do deficiente no \u00e2mbito escolar p\u00fablico e, ao mesmo tempo, identificou-se que a crian\u00e7a diante da diversidade de situa\u00e7\u00f5es desenvolve novas habilidades, auto-confian\u00e7a e auto-estima promovendo, ainda, maior solidariedade no ambiente escolar.<\/p>\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nO estudo da crian\u00e7a com defici\u00eancia e sua inclus\u00e3o escolar esta embasado nos benef\u00edcios m\u00fatuos que promove entre ela e os demais indiv\u00edduos. Para que a inclus\u00e3o escolar ocorra \u00e9 preciso transpor barreiras e quebrar preconceitos existentes na sociedade. Para tanto, o presente trabalho analisou a experi\u00eancia de acompanhamento de tr\u00eas crian\u00e7as com defici\u00eancia que e freq\u00fcentam a escola p\u00fablica e que s\u00e3o acompanhadas no Ambulat\u00f3rio de Terapia Ocupacional da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Campinas (PUC-Campinas).<\/p>\n<p>Na literatura especializada os conceitos inclusivistas s\u00e3o recentes. Surgiram lentamente a partir de conceitos que hoje podemos chamar de pr\u00e9\u2013inclusivistas, como normaliza\u00e7\u00e3o, baseada na id\u00e9ia de que todo deficiente tem o direito de experimentar um estilo de vida normal e mainstreaming, ou seja, o deficiente freq\u00fcenta a escola comum com finalidade apenas instrucional. Segundo Sassaki (1990)[1] s\u00e3o chamados inclusivistas porque abrangem valores que contemplam a inclus\u00e3o, como autonomia (dom\u00ednio do meio social e f\u00edsico); independ\u00eancia (capacidade de fazer escolhas e tomar decis\u00f5es); empoderamento (uso da raz\u00e3o pessoal, independ\u00eancia de sua condi\u00e7\u00e3o).<br \/>\nOs conceitos pr\u00e9-inclusivistas e inclusivistas s\u00e3o fundamentais para a compreens\u00e3o das pr\u00e1ticas sociais, pois \u00e9 atrav\u00e9s deles que nossas a\u00e7\u00f5es s\u00e3o constru\u00eddas e com isso nos permitem rever as pol\u00edticas sociais, j\u00e1 que esses conceitos caminham juntamente com a evolu\u00e7\u00e3o de alguns valores \u00e9ticos, como aqueles em torno da pessoa com defici\u00eancia. N\u00e3o se pode, portanto, deixar de considerar os conceitos inclusivistas para que todos os indiv\u00edduos sejam agentes ativos na constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade igualit\u00e1ria, independente de qualquer diferen\u00e7a entre as pessoas, quer seja de ra\u00e7a ou atributo pessoal.<\/p>\n<p>Os objetivos da pesquisa visam identificar e discutir os benef\u00edcios que a inclus\u00e3o escolar proporciona para as crian\u00e7as com defici\u00eancia atrav\u00e9s da experi\u00eancia realizada no Ambulat\u00f3rio de Terapia Ocupacional da PUC-Campinas.<br \/>\nMateriais e M\u00e9todos<\/p>\n<p>Para realiza\u00e7\u00e3o deste estudo foi utilizada pesquisa de campo atrav\u00e9s de entrevistas com professores e familiares de tr\u00eas crian\u00e7as portadoras de defici\u00eancia, inseridos na escola p\u00fablica. Foi tamb\u00e9m realizada pesquisa de\u00a0 bibliografias referente \u00e0 inclus\u00e3o, escola inclusiva, Declara\u00e7\u00e3o de Salamanca, leis de diretrizes e bases da educa\u00e7\u00e3o nacional, para melhor estudo sobre o tema.<\/p>\n<p>A pesquisa foi realizada com crian\u00e7as com diferentes patologias e fases de inclus\u00e3o escolar, para obter maiores informa\u00e7\u00f5es a respeito das quest\u00f5es que envolvem a inclus\u00e3o na escola.<\/p>\n<p>Foram escolhidas tr\u00eas crian\u00e7as do sexo feminino com 9 (nove) anos de idade que est\u00e3o inseridas na escola p\u00fablica e s\u00e3o acompanhadas no Ambulat\u00f3rio de Terapia Ocupacional da PUC- Campinas. A primeira crian\u00e7a foi escolhida por apresentar uma encefalopatia cr\u00f4nica n\u00e3o evolutiva tipo esp\u00e1stico e ter ingressado na primeira s\u00e9rie do ensino fundamental no ano de 2005; a segunda crian\u00e7a foi selecionada por apresentar s\u00edndrome de down e tamb\u00e9m ter ingressado na primeira s\u00e9rie do ensino fundamental nesse mesmo ano; foi dada tamb\u00e9m prefer\u00eancia \u00e0 terceira crian\u00e7a por apresentar uma amputa\u00e7\u00e3o de membro superior direito causada por uma queimadura grave e estar cursando a segunda serie do ensino fundamental.<\/p>\n<p>O estudo ocorreu em tr\u00eas escolas p\u00fablicas freq\u00fcentadas pelas crian\u00e7as estudadas: Escola Municipal de Educa\u00e7\u00e3o Fundamental (EMEF) Luiz Henrique March, EMEF. Padre Francisco Silva e Escola Estadual do Primeiro Grau Andr\u00e9 Forte. Foram elaborados dois question\u00e1rios, sendo um para os professores, no intuito de conhecer o acompanhamento da crian\u00e7a na escola, e outro para os pais das crian\u00e7as, a fim de identificar qual a percep\u00e7\u00e3o dos mesmos quanto ao processo de inclus\u00e3o social dos filhos.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong><br \/>\nDe acordo com os dados coletados com os pais na entrevista observou-se que, no in\u00edcio do ano letivo de 2005, sentiam-se inseguros e com medo de colocar seus filhos com defici\u00eancia em escolas p\u00fablicas, pois n\u00e3o sabiam se os professores conseguiriam compreender as necessidades de seus filhos. Em rela\u00e7\u00e3o as outras crian\u00e7as da escola ditas normais referiam receio se estas aceitariam e tratariam bem seus filhos, o mesmo tamb\u00e9m manifestaram sentir em rela\u00e7\u00e3o aos pais destas crian\u00e7as. Por\u00e9m, ap\u00f3s quatro meses de freq\u00fc\u00eancia escolar por duas das crian\u00e7as e mais de um ano pela outra, estes mesmos pais mostraram-se surpresos com a aceita\u00e7\u00e3o de seus filhos deficientes pelas crian\u00e7as e pelos seus respectivos pais, e hoje sentem-se gratos diante do esfor\u00e7o dos professores em buscar formas de inclus\u00e3o para seus filhos.<\/p>\n<p>De acordo com Vayer e Roncin (1989)[2] a crian\u00e7a denominada normal consegue encontrar solu\u00e7\u00f5es para realizar seu EU com mais facilidade, mesmo quando o contexto n\u00e3o lhe facilita as coisas, ao passo que para a crian\u00e7a denominada deficiente esse mesmo contexto, especialmente a qualidade do relacionamento com as pessoas, assume valor vital.<\/p>\n<p>Num segundo momento, ao serem entevistados, os professores resaltaram no in\u00edcio medo de receber em sua classe uma crian\u00e7a com deficiencia, j\u00e1 que n\u00e3o \u00e9 dado nenhum preparo para professores e funcion\u00e1rios para acompanhamento destas crian\u00e7as. Resaltaram ainda, a omiss\u00e3o do governo diante do fato do pr\u00e9dio escolar n\u00e3o ser adaptado para receber estes alunos e da falta de provid\u00eancias para adapt\u00e1-lo. Outra dificuldade citada pelos professores foi a falta de materias did\u00e1ticos que possam ajudar numa melhor compreens\u00e3o do conte\u00fado das aulas por estas crian\u00e7as, bem como pelas outras crian\u00e7as.<\/p>\n<p>De acordo com Mantoan (1997) apud Dami\u00e3o (2000)[3] a no\u00e7\u00e3o de inclus\u00e3o institui a inser\u00e7\u00e3o de uma forma mais radical, completa e sistem\u00e1tica. As escolas t\u00eam que construir um sistema educacional que considere a necessidade de todos os alunos e serem estruturadas em virtude dessas necessidades. A inclus\u00e3o causa uma mudan\u00e7a de perspectiva educacional, pois n\u00e3o se limita a ajudar somente os alunos que apresentam dificuldades na escola, mas visa apoiar a todos: professores, alunos, pessoal administrativo, para que obtenham sucesso na corrente educativa geral.<\/p>\n<p>Foi observado nas crian\u00e7as com defici\u00eancia que est\u00e3o no primeiro ano, atrav\u00e9s do relato dos pais e professores, que a rela\u00e7\u00e3o intra-pessoal e com as outras crian\u00e7as tem melhorado com a conviv\u00eancia na escola e que as crian\u00e7as com defici\u00eancia, dentro do seu ritmo, t\u00eam tido um avan\u00e7o nos aspectos cognitivos \u2013 aten\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria, orienta\u00e7\u00e3o, assim como na aprendizagem. J\u00e1 a crian\u00e7a que freq\u00fcenta a escola h\u00e1 dois anos, segundo relato de sua professora, tem um bom conv\u00edvio com as outras crian\u00e7as e vem apresentando avan\u00e7os no seu aprendizado, como mem\u00f3ria,organiza\u00e7\u00e3o, consegue resolver problemas tanto problemas matem\u00e1ticos quanto as atividades ministradas em sala que envolve a defici\u00eancia.No come\u00e7o apresentava maior lentid\u00e3o de aprendizagem nas atividades que envolvem a alfabetiza\u00e7\u00e3o, de acordo com a professora, hoje a aluna j\u00e1 apresenta certa agilidade na aprendizagem. Em atividades pedag\u00f3gicas envolvidas na sala de aula, a aluna trouxe que hoje se sente muito bem em casa e na escola, porem na rua se sente observada e algumas vezes \u00e9 questionada sobre o que lhe aconteceu, e isso lhe causa incomodo.<\/p>\n<p>A crian\u00e7a seja ela deficiente ou n\u00e3o, constr\u00f3i-se como indiv\u00edduo com suas possibilidades e com o que o mundo lhe apresenta. Esta constru\u00e7\u00e3o \u00e9 uma auto-organiza\u00e7\u00e3o que o meio e as pessoas oferecem ao sujeito proporcionando-lhe estabilidade para poder agir e ser aut\u00f4nomo. Conforme Vayer e Roncin (1989)[2] pode-se dizer que n\u00e3o existe experi\u00eancia de si mesmo e do mundo circundante sem fracasso. \u00c9 o exerc\u00edcio malogrado que obriga o sujeito a reconsiderar a situa\u00e7\u00e3o e a reorganizar as informa\u00e7\u00f5es com vista a retornar seu projeto. Em outras palavras, a situa\u00e7\u00e3o de fracasso \u00e9 necess\u00e1ria \u00e0 elabora\u00e7\u00e3o do pensamento consciente, pois o EU n\u00e3o pode desenvolver-se sem enfrentar o mundo circundante, e este enfrentamento faz-se necessariamente de modo conflitual. Deste modo pode-se dizer a inclus\u00e3o escolar \u00e9 uma vivencia valida para todos que experenciam.<\/p>\n<p>A educa\u00e7\u00e3o inclusiva esta prevista pelas leis vigentes em nosso pa\u00eds e, sendo assim, o sistema educacional deveria contemplar todos os cidad\u00e3os. No entanto, segundo Abbamonte, Ranoya e Gaviolli (2003) [4], a inclus\u00e3o de diversidades tem sido historicamente negada pela comunidade educacional e isto se torna claro quando se pensa na realidade das escolas e classes especiais como exemplos concretos do que ocorre a cerca da exclus\u00e3o dentro da educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Discuss\u00e3o<\/strong><br \/>\nCom este estudo procurou-se verificar se a crian\u00e7a com defici\u00eancia diante da diversidade de est\u00edmulos e viv\u00eancias que a escola oferece pode desenvolver novas habilidades, auto confian\u00e7a e melhorar a auto estima, com a amplia\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es e v\u00ednculos.Cabe salientar que o desenvolvimento humano ocorre pela matura\u00e7\u00e3o e crescimento org\u00e2nico (biol\u00f3gico), mas \u00e9 a inclus\u00e3o da crian\u00e7a \u00e0 sociedade (cultural), que possibilita a assimila\u00e7\u00e3o de cultura atrav\u00e9s do papel do outro. Conforme De Carlo &amp; Bartalotti (2001) [5] o desenvolvimento infantil n\u00e3o \u00e9 um processo de acumula\u00e7\u00e3o lenta e gradual de mudan\u00e7as isoladas e sim, um processo complexo caracterizado pela periodicidade, desigualdade no desenvolvimento de diferentes fun\u00e7\u00f5es, (&#8230;).O resultado do desenvolvimento n\u00e3o ser\u00e1 uma estrutura puramente psicol\u00f3gica, nem a soma de processos elementares, mas uma forma qualitativamente nova que se constr\u00f3i ao longo do processo, mediante intera\u00e7\u00f5es sociais.<\/p>\n<p>Dentre os documentos produzidos a respeito da educa\u00e7\u00e3o inclusiva a Declara\u00e7\u00e3o de Salamanca [6], proporcionou a oportunidade de inser\u00e7\u00e3o dentro de uma estrutura ampla de educa\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de apresentar encaminhamentos e diretrizes b\u00e1sicas para a formula\u00e7\u00e3o e reforma de pol\u00edticas e sistemas de educacionais Assim, podemos dizer que consiste no reconhecimento da necessidade de caminhar junto \u00e0 escola para todos \u2013 um lugar que inclua todos os alunos, celebre a diferen\u00e7a, ap\u00f3ie a aprendizagem e responda as necessidades individuais.<\/p>\n<p>Esta mesma declara\u00e7\u00e3o define que todos t\u00eam direito de receber apoio extra para conseguirem adquirir e garantir sua educa\u00e7\u00e3o eficaz. \u00c9 atrav\u00e9s da educa\u00e7\u00e3o inclusiva que se consegue formar solidariedade entre as crian\u00e7as com defici\u00eancia e seus colegas.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia, al\u00e9m do mais, sugere que a escola inclusiva servindo todas as crian\u00e7as em uma comunidade tem mais sucesso na obten\u00e7\u00e3o de apoio da comunidade e em encontrar meios criativos e inovadores para usar os limitados recursos que estiverem dispon\u00edveis.<\/p>\n<p>Segundo os professores entrevistados, \u00e9 preciso que o governo, juntamente com toda a comunidade educacional estejam empenhados em incluir a crian\u00e7a com deficiente da melhor forma, dando subs\u00eddios estruturais e pedag\u00f3gicos para professores e funcion\u00e1rios, al\u00e9m de adapta\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas de acessibilidade nas escolas. A nova Lei de Diretrizes e Bases da Educa\u00e7\u00e3o Nacional (LDB) (Lei n\u00ba 9394\/96, apud, Palhares &amp; Marins (2002) [7], aponta a import\u00e2ncia de ver a educa\u00e7\u00e3o como forma integrada \u00e0s demais modalidades de ensino, afirmando que todo aluno com defici\u00eancia deve ser atendido em uma institui\u00e7\u00e3o de ensino regular, mas n\u00e3o exclusivamente.<br \/>\nA Terapia Ocupacional entende que n\u00e3o basta somente focar no individuo, a sociedade e a cultura tamb\u00e9m devem ser transformadas. A atua\u00e7\u00e3o da Terapia Ocupacional abrange a crian\u00e7a com defici\u00eancia e o meio sociocultural que ela est\u00e1 inserida.<\/p>\n<p>Segundo De Carlos &amp; Bartalotti (2001)[5] a compreens\u00e3o do processo de ensino-aprendizagem, aliada ao conhecimento sobre a a\u00e7\u00e3o humana em geral, sobre o desenvolvimento humano e as rela\u00e7\u00f5es socioculturais, permite ao terapeuta ocupacional colocar-se como um parceiro essencial [&#8230;], neste caso o desenvolvimento de a\u00e7\u00f5es que favore\u00e7am as a\u00e7\u00f5es inclusivas. O terapeuta ocupacional deve atuar em conjunto com estas institui\u00e7\u00f5es de ensino \u2013 visitando e procurando fazer adapta\u00e7\u00f5es no ambiente escolar para melhor desempenho e acomoda\u00e7\u00e3o do aluno, orientar professores e pais de forma a contribuir \u00e0 medida que as necessidades apare\u00e7am.<\/p>\n<p>Para isso \u00e9 necess\u00e1rio que tanto as escolas quanto os servi\u00e7os de sa\u00fade visualizem e viabilizem este trabalho de troca e coopera\u00e7\u00e3o favorecendo o desenvolvimento da crian\u00e7a em todas os aspectos sejam sociais, emocionais, f\u00edsicas ou cognitivos.<\/p>\n<p>Nesse sentido o Ambulat\u00f3rio de Terapia Ocupacional da PUC Campinas, tem desempenhado o papel de instruir e incentivar os familiares a matricularem seus filhos em escolas da rede p\u00fablica por acreditar que a crian\u00e7a precisa estar inserida neste meio para que possa ter contato com diferentes est\u00edmulos, e com isso promover oportunidades de melhor desenvolvimento global das crian\u00e7as.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><br \/>\nCom este trabalho buscou-se a conscientiza\u00e7\u00e3o de educadores e familiares quanto \u00e0 necessidade e benef\u00edcios da inser\u00e7\u00e3o e perman\u00eancia da crian\u00e7a deficiente no \u00e2mbito escolar p\u00fablico.<\/p>\n<p>\u00c9 importante ressaltar para pais e educadores que a inclus\u00e3o n\u00e3o quer absolutamente dizer que somos todos iguais, e sim, que, quanto maior a nossa diversidade, mais rica a nossa capacidade de criar novas formas de ver o mundo.<\/p>\n<p>Acredita-se na import\u00e2ncia da participa\u00e7\u00e3o escolar destas crian\u00e7as, pelo desenvolvimento cognitivo, pela assimila\u00e7\u00e3o de cultura, al\u00e9m da diversidade de situa\u00e7\u00f5es existentes no contexto escolar \u2013 hor\u00e1rios a serem respeitados (recreio, aula de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica), crian\u00e7as de diferentes estilos e temperamentos proporcionado, assim, a troca e a cria\u00e7\u00e3o de novos s\u00edmbolos que resignifiquem a aprendizagem e o crescimento humano.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><br \/>\n[1] SASSAKI, R. K., Inclus\u00e3o Construindo uma Sociedade para Todos, Rio de Janeiro: WVA, 1997.<br \/>\n[2] VAYER,P.; RONCIN,C. Integra\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a deficiente na classe, Editora Manole1989.<br \/>\n[3] DAMI\u00c3O, C.R.T. Educa\u00e7\u00e3o especial: vis\u00e3o de professores e psic\u00f3logos. 2000. Trabalho de conclus\u00e3o de curso (mestrado) \u2013 Faculdade de Psicologia, Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Campinas, Campinas, 2000.<br \/>\n[4] ABBAMONTE,R.; RANOYA, F.; GAVIOLI, C. Uma apresenta\u00e7\u00e3o do tema sobre inclus\u00e3o escolar, 2003.<br \/>\n[5] BARTALOTTI, C.C. &amp; DE CARLO, M.M.R.P. Terapia Ocupacional e os processos socioeducacionais. In: Terapia Ocupacional no Brasil.S\u00e3o Paulo: Editora Plexus, 2001. Cap 5.<br \/>\n[6] DECLARA\u00c7\u00c3O DE SALAMANCA, internet site address: http:\/\/www.eduquenet.net\/pageeduc1c.htm\/ acessado em 01\/03\/2005<br \/>\n[7] PALHARES, M. S.; MARINS,S. Escola Inclusiva, Editora EduFSCar 2002.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lucimar Perim de Siqueira, Renata Mendes Monteiro, Ros\u00e9 Colom Toldr\u00e1 Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Campinas \/ Faculdade de Terapia Ocupacional, lucimar_p_siqueira@yahoo.com.br Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Campinas \/ Faculdade de Terapia Ocupacional, renata_facul@yahoo.com.br Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Campinas \/ Faculdade de Terapia Ocupacional, rcolom@lexxa.com.br Resumo &#8211; Essa pesquisa tem por fim estudar a import\u00e2ncia da inclus\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-container-style":"default","site-container-layout":"default","site-sidebar-layout":"default","disable-article-header":"default","disable-site-header":"default","disable-site-footer":"default","disable-content-area-spacing":"default","footnotes":""},"categories":[6,8],"tags":[],"class_list":["post-3338","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-educacao","category-textos-e-artigos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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