{"id":471,"date":"2008-06-14T10:13:00","date_gmt":"2008-06-14T10:13:00","guid":{"rendered":"http:\/\/agenciainclusive.wordpress.com\/2008\/06\/14\/acessibilidade-despacho-primoroso-de-promotora-publica\/"},"modified":"2008-06-14T10:13:00","modified_gmt":"2008-06-14T10:13:00","slug":"acessibilidade-despacho-primoroso-de-promotora-publica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=471","title":{"rendered":"Acessibilidade &#8211; despacho primoroso de promotora p\u00fablica"},"content":{"rendered":"<p><!-- START OF ACTIVEMETER CODE -->ACESSIBILIDADE, UM EXEMPLO A SER SEGUIDO&#8230; Parabenizo a promotora p\u00fablica  Rita<br \/>\nde C\u00e1ssia Nogueira Lima, que escreveu esta p\u00e9rola&#8230;<\/p>\n<p>ESTADO  DO ACRE &#8211; MINIST\u00c9RIO P\u00daBLICO<br \/>\nPROMOTORIA DE JUSTI\u00c7A ESPECIALIZADA DE HABITA\u00c7\u00c3O  E URBANISMO<br \/>\nRECOMENDA\u00c7\u00c3O N\u00ba 01\/2008<br \/>\nDisp\u00f5e sobre as provid\u00eancias  administrativas necess\u00e1rias para o cumprimento da<br \/>\nlegisla\u00e7\u00e3o de  acessibilidade de portadores de defici\u00eancia ou com mobilidade<br \/>\nreduzida, nos  edif\u00edcios p\u00fablicos e de uso coletivo, no mobili\u00e1rio urbano, nas<br \/>\nvias e  espa\u00e7os p\u00fablicos localizados no Munic\u00edpio de Rio Branco.<br \/>\nO MINIST\u00c9RIO P\u00daBLICO  DO ESTADO DO ACRE, por meio da Promotoria Especializada de<br \/>\nHabita\u00e7\u00e3o e  Urbanismo, representada pela Promotora de Justi\u00e7a signat\u00e1ria, no uso<br \/>\ndas suas  atribui\u00e7\u00f5es constitucionais e legais, previstas na Constitui\u00e7\u00e3o Federal<br \/>\n(art.  127, &#8220;caput&#8221;, e art. 129, II); e, com fundamento na Lei n.\u00ba 8.625\/93; na<br \/>\nLei  n\u00ba 7.853\/89, regulamentada pelo Decreto n.\u00ba 3.289\/99; nas Leis  n.\u00ba<br \/>\n10.048\/2000 e n.\u00ba 10.098\/2000, regulamentadas pelo Decreto n.\u00ba  5.296\/2004, bem<br \/>\ncomo fulcrado nas normas de acessibilidade prescritas pela  ABNT \u2013 NBR-9050,<br \/>\nsobre acessibilidade a edifica\u00e7\u00f5es, mobili\u00e1rio, espa\u00e7os e  equipamentos urbanos;<br \/>\ne,<br \/>\nCONSIDERANDO que a Constitui\u00e7\u00e3o Federal atribui  ao Minist\u00e9rio P\u00fablico a fun\u00e7\u00e3o<br \/>\nde zelar pelo efetivo respeito aos direitos  individuais indispon\u00edveis e<br \/>\ncoletivos assegurados na Carta Magna, bem como a  defesa da ordem jur\u00eddica, do<br \/>\nregime democr\u00e1tico e dos interesses  indispon\u00edveis (CF, art. 127 e Constitui\u00e7\u00e3o<br \/>\nAcreana, art. 106); e, ainda,  pugnar pelo efetivo respeito aos Poderes P\u00fablicos<br \/>\ne pelos servi\u00e7os de  relev\u00e2ncia p\u00fablica aos direitos assegurados na Carta Magna,<br \/>\npromovendo as  medidas necess\u00e1rias \u00e0 sua garantia, cabendo \u00e0 Institui\u00e7\u00e3o<br \/>\nMinisterial, dentre  outras medidas, velar pela celeridade dos procedimentos<br \/>\nadministrativos,  inclusive, EMITINDO RECOMENDA\u00c7\u00d5ES AOS PODERES ESTADUAIS E<br \/>\nMUNICIPAIS, BEM  COMO AOS \u00d3RG\u00c3OS DA ADMINISTRA\u00c7\u00c3O P\u00daBLICA ESTADUAL OU MUNICIPAL,<br \/>\nDIRETA OU  INDIRETA, NOS TERMOS DO ART. 27, IV, DA LEI N.\u00ba 8.625\/93.<br \/>\nCONSIDERANDO que a  Carta Magna estabelece como um dos fundamentos da Rep\u00fablica<br \/>\nFederativa do  Brasil a dignidade da pessoa humana (artigo 1\u00ba, inciso III), e,<br \/>\ncomo um dos  seus objetivos fundamentais &#8220;promover o bem de todos, sem<br \/>\npreconceito de  origem, ra\u00e7a, sexo, cor, idade e quaisquer formas de<br \/>\ndiscrimina\u00e7\u00e3o&#8221; (art.3\u00ba.,  inciso IV), al\u00e9m de expressamente declarar que &#8220;todos<br \/>\ns\u00e3o iguais perante a  lei, sem distin\u00e7\u00e3o de qualquer natureza&#8221; (Princ\u00edpio da<br \/>\nIgualdade), premissa  b\u00e1sica e consent\u00e2nea dos direitos fundamentais das pessoas<br \/>\ncom defici\u00eancia  (art. 5\u00ba, caput, e inciso XLI).<br \/>\nCONSIDERANDO que a cidade cumpre sua fun\u00e7\u00e3o  social quando propicia o bem-estar<br \/>\nde todos os seus habitantes (art. 182, da  Constitui\u00e7\u00e3o Federal).<br \/>\nCONSIDERANDO que constitui um dos objetivos da  Pol\u00edtica Nacional para a<br \/>\nIntegra\u00e7\u00e3o da Pessoa Portadora de Defici\u00eancia, nos  termos do Decreto n\u00ba.<br \/>\n3.298\/99, o acesso, o ingresso e a perman\u00eancia da  pessoa portadora de<br \/>\ndefici\u00eancia em todos os servi\u00e7os oferecidos \u00e0 comunidade;  assegurando a referida<br \/>\nLei (n.\u00ba 7.853\/89), \u00e0quela \u00e9poca, h\u00e1 mais de 20  (vinte) anos, no art. 2.\u00ba,<br \/>\npar\u00e1grafo \u00fanico, inciso V, &#8220;a&#8221;, &#8220;na \u00e1rea das  edifica\u00e7\u00f5es: a) a ado\u00e7\u00e3o e a<br \/>\nefetiva execu\u00e7\u00e3o de normas que garantam a  funcionalidade das edifica\u00e7\u00f5es e vias<br \/>\np\u00fablicas, que evitem ou removam os  \u00f3bices \u00e0s pessoas portadoras de defici\u00eancia,<br \/>\npermitam o acesso destas a  edif\u00edcios, a logradouros e a meios de transporte&#8221;.<br \/>\nCONSIDERANDO que,  corroborando o j\u00e1 estabelecido pela Lei n.\u00ba 7.853\/89, foi<br \/>\neditada a Lei n.\u00ba  10.098\/2000, que disciplinou a necessidade de adequa\u00e7\u00e3o de<br \/>\nlogradouros  p\u00fablicos, edif\u00edcios p\u00fablicos e privados, transportes coletivos,<br \/>\netc., visando  a sua acessibiliza\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas com defici\u00eancia, tendo sido<br \/>\nregulamentada  pelo Decreto n\u00ba 5.296\/2004, que al\u00e9m de determinar a forma pela<br \/>\nqual deve ser  feita essa acessibiliza\u00e7\u00e3o, definiu prazos, diferenciados de<br \/>\nacordo com a  natureza do bem a ser tornado acess\u00edvel, para sua realiza\u00e7\u00e3o.<br \/>\nCONSIDERANDO,  assim, que \u00e9 dever do Estado promover ou realizar a adapta\u00e7\u00e3o dos<br \/>\nlogradouros  e edif\u00edcios p\u00fablicos, objetivando propiciar acessibilidade ao<br \/>\nportador de  defici\u00eancia ou \u00e0quele com mobilidade reduzida, conforme estabelecido<br \/>\nnos  arts. 227, \u00a7 2\u00ba, e 244, ambos da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, na Lei n\u00ba  7.853\/89,<br \/>\nregulamentada pelo Decreto 3.298\/99, na Lei n\u00ba 10.098\/2000,  regulamentada pelo<br \/>\nDecreto n.\u00ba 5.296\/2004, bem assim no art. 92, \u00a7 2.\u00ba, da  Lei Org\u00e2nica do<br \/>\nMunic\u00edpio de Rio Branco.<br \/>\nCONSIDERANDO, ainda, que o  direito a acessar edif\u00edcios e circular livremente<br \/>\npelas ruas e pra\u00e7as da  cidade est\u00e1 diretamente ligado ao princ\u00edpio<br \/>\nconstitucional da liberdade,  sendo a acessibilidade um direito fundamental<br \/>\nsocial como se encontra  elencado na Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Federativa do<br \/>\nBrasil, constituindo-se,  pois, consect\u00e1rio do mais b\u00e1sico dos direitos, o de ir<br \/>\ne vir, fundamental  pilar de cidadania e dignidade.<br \/>\nCONSIDERANDO, neste sentido, o disposto na  Lei Estadual n.\u00ba 1.058\/92, que<br \/>\nestabelece: &#8220;Art. 1.\u00ba A constru\u00e7\u00e3o de pr\u00e9dios  e logradouros de uso p\u00fablico<br \/>\ndever\u00e1 ser adaptada \u00e0s pessoas que portam os  mais diversos tipos de defici\u00eancia.<br \/>\nArt. 2.\u00ba &#8211; Entende-se por adapta\u00e7\u00e3o toda  e qualquer medida que venha facilitar o<br \/>\nacesso, o deslocamento e a  perman\u00eancia, bem como o uso das instala\u00e7\u00f5es pelas<br \/>\npessoas que portam  defici\u00eancia.&#8221;<br \/>\nCONSIDERANDO, da mesma forma, o que preceitua o art. 1.\u00ba da Lei  Municipal n.\u00ba<br \/>\n1.142\/94: &#8220;Fica obrigado que os projetos arquitet\u00f4nicos dos  pr\u00e9dios p\u00fablicos e<br \/>\nprivados comerciais, constru\u00eddos no Munic\u00edpio de Rio  Branco, permitam o livre<br \/>\nacesso de deficientes f\u00edsicos, com detalhes  arquitet\u00f4nicos como rampa, larguras<br \/>\ndas portas, corrim\u00f5es, banheiros  adequados, telefones, etc., visando o  perfeito<br \/>\natendimento.&#8221;.<br \/>\nCONSIDERANDO, tamb\u00e9m, que, nos termos do art. 2.\u00ba,  da supracitada Lei: &#8220;A<br \/>\nPrefeitura n\u00e3o conceder\u00e1 alvar\u00e1 de constru\u00e7\u00e3o nem  habite-se aos projetos que n\u00e3o<br \/>\ncumprirem o estabelecido no artigo anterior&#8221;;  e, em complementa\u00e7\u00e3o, estabelece o<br \/>\nart. 3.\u00ba, da Lei n.\u00ba 1.142\/94, que o  disposto nos artigos anteriores se aplica<br \/>\ntamb\u00e9m aos projetos de reforma e  amplia\u00e7\u00e3o.<br \/>\nCONSIDERANDO que, al\u00e9m das normas citadas, o novo Plano Diretor de  Rio Branco \u2013<br \/>\nLei Municipal n.\u00ba 1.611\/2006, preceitua, no art. 7.\u00ba, inciso  VII, que &#8220;&#8230;<br \/>\nconstituem-se fun\u00e7\u00f5es sociais do Munic\u00edpio de Rio Branco: VII \u2013  garantir \u00e0s<br \/>\npessoas portadoras de defici\u00eancia f\u00edsica condi\u00e7\u00f5es estruturais de  acesso a<br \/>\nservi\u00e7os p\u00fablicos e particulares de freq\u00fc\u00eancia ao p\u00fablico, a  logradouros e ao<br \/>\ntransporte coletivo.&#8221;<br \/>\nCONSIDERANDO que o Decreto n.\u00ba  5.296\/2004 imp\u00f4s o prazo de 30 (trinta) meses, a<br \/>\npartir da publica\u00e7\u00e3o do  referido Decreto (02.12.2004), para a adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s<br \/>\nnormas de acessibilidade  das edifica\u00e7\u00f5es de uso p\u00fablico j\u00e1 existentes,<br \/>\nconcernentes a: edifica\u00e7\u00f5es  administradas por entidades da administra\u00e7\u00e3o<br \/>\np\u00fablica, direta e indireta, ou  por empresas prestadoras de servi\u00e7os p\u00fablicos e<br \/>\ndestinados ao p\u00fablico em  geral, incluindo, a\u00ed, as institui\u00e7\u00f5es financeiras;<br \/>\nlocais de reuni\u00e3o,  esporte, espet\u00e1culos, confer\u00eancias; institui\u00e7\u00f5es de ensino<br \/>\np\u00fablico; nos  termos da ABNT NBR 9050:2004, cujo prazo, portanto, de h\u00e1 muito se<br \/>\nexpirou,  ou seja, h\u00e1 quase 01 (um) ano, mais precisamente, em data de 02.06.2007<br \/>\n(art.  19, \u00a7 1.\u00ba).<br \/>\nCONSIDERANDO, ainda, que, nos termos do aludido Decreto, no que  diz respeito ao<br \/>\nmobili\u00e1rio urbano (espa\u00e7os p\u00fablicos), o prazo para  implanta\u00e7\u00e3o da referida<br \/>\nlegisla\u00e7\u00e3o de acessibilidade, era imediato, ou seja,  a partir da publica\u00e7\u00e3o do<br \/>\nDecreto n.\u00ba 5.296\/2004  (02.12.2004).<br \/>\nCONSIDERANDO, deste modo, que, nos termos do art. 15, do  Decreto n.\u00ba 5.296\/2004,<br \/>\ne art. 1.\u00ba, da Lei n.\u00ba 10.098\/00, o planejamento e a  urbaniza\u00e7\u00e3o das vias,<br \/>\npra\u00e7as, dos logradouros, parques e demais espa\u00e7os de  uso p\u00fablico, est\u00e3o sujeitas<br \/>\naos efeitos das normas t\u00e9cnicas de acessibilidade  da ABNT: constru\u00e7\u00e3o ou<br \/>\nadapta\u00e7\u00e3o de cal\u00e7adas para circula\u00e7\u00e3o livre de  barreiras, rebaixamentos de<br \/>\nmeio-fio com rampa acess\u00edvel, eleva\u00e7\u00e3o de  cal\u00e7adas para travessia em n\u00edvel,<br \/>\ninstala\u00e7\u00e3o de piso t\u00e1til direcional e de  alerta, instala\u00e7\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o e<br \/>\nmobili\u00e1rio urbano.<br \/>\nCONSIDERANDO que, n\u00e3o  obstante a clareza das imposi\u00e7\u00f5es estabelecidas pela<br \/>\nlegisla\u00e7\u00e3o supracitada  (n\u00e3o existe discricionariedade), tem se observado, no<br \/>\n\u00e2mbito do Munic\u00edpio de  Rio Branco, que os respons\u00e1veis por seu cumprimento<br \/>\noptaram, ao longo dos  \u00faltimos anos, por ignor\u00e1-la, perpetuando a situa\u00e7\u00e3o de<br \/>\nexclus\u00e3o \u00e0 qual \u00e9  submetido o segmento das pessoas com defici\u00eancia e com<br \/>\nmobilidade reduzida;  fato que tem sido constado, inclusive, em obras recentes<br \/>\nexecutadas pelo  Poder P\u00fablico Municipal e Estadual, concernente \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de<br \/>\npra\u00e7as e  passeios, a exemplo da Avenida Cear\u00e1, Na\u00e7\u00f5es Unidas e Isaura Parente,<br \/>\ncom  desenhos pintados de forma errada, aus\u00eancia de piso t\u00e1til e  direcional,<br \/>\ndentre outras irregularidades.<br \/>\nCONSIDERANDO que cal\u00e7adas bem  arrumadas facilitam o tr\u00e2nsito de pessoas<br \/>\nportadoras de defici\u00eancia ou com  mobilidade reduzida, e, principalmente, impedem<br \/>\nmuitos acidentes que poderiam  ser evitados se estas estivessem padronizadas e em<br \/>\nperfeito estado de  conserva\u00e7\u00e3o.<br \/>\nCONSIDERANDO, como referido alhures, que, no caso das  edifica\u00e7\u00f5es de uso<br \/>\np\u00fablico, a viola\u00e7\u00e3o dos dispositivos legais informados \u00e9  ainda mais contundente,<br \/>\nhaja vista que o prazo para que fossem realizadas as  adapta\u00e7\u00f5es dos pr\u00e9dios de<br \/>\nuso p\u00fablico j\u00e1 existentes, a teor do Decreto n.\u00ba  5.296\/2004 (art. 19, \u00a7 1.\u00ba), j\u00e1<br \/>\nse encontra vencido, sem que qualquer  provid\u00eancia fosse ou esteja sendo tomada<br \/>\npor parte do Poder P\u00fablico<br \/>\nno  sentido de garantir a todos, sem discrimina\u00e7\u00e3o, o seu imposterg\u00e1vel  direito<br \/>\nde &#8220;ir e vir&#8221;.<br \/>\nCONSIDERANDO, tamb\u00e9m, que as iniciativas de  acessibilidade favorecem n\u00e3o apenas<br \/>\nos deficientes f\u00edsicos, o que, por si s\u00f3,  j\u00e1 seria suficiente para sua efetiva<br \/>\nimplanta\u00e7\u00e3o, mas laboram, tamb\u00e9m, em  prol de toda e qualquer pessoa com<br \/>\nmobilidade reduzida, aqui entendida como  aquela que, temporariamente, tem<br \/>\nreduzida a sua capacidade de locomo\u00e7\u00e3o, tais  como: crian\u00e7as, pessoas idosas,<br \/>\nobesas, an\u00e3s, gr\u00e1vidas, pessoas com carrinho  de beb\u00ea ou acompanhadas por crian\u00e7a<br \/>\nde colo, a pessoa engessada com muleta,  entre outras.<br \/>\nCONSIDERANDO, neste mesmo prisma, que, segundo estudos  cient\u00edficos, apenas com o<br \/>\nprocesso de envelhecimento, a probabilidade de que  uma pessoa tenha algum tipo<br \/>\nde incapacidade chega a ser de 10% (dez por  cento) at\u00e9 os 21 anos, eleva-se a<br \/>\n36% (trinta e seis por cento) em pessoas na  faixa et\u00e1ria de 55 a 64 anos,<br \/>\natingindo 72% (setenta e dois por cento)  naquelas com mais de 80 anos.<br \/>\nCONSIDERANDO, nesta esteira, que in\u00fameras  pessoas t\u00eam defici\u00eancias em diferentes<br \/>\nn\u00edveis, e a n\u00e3o observ\u00e2ncia da  legisla\u00e7\u00e3o de acessibilidade implica em uma<br \/>\ndificuldade de acesso para que  esses cidad\u00e3os estabele\u00e7am contatos e troquem<br \/>\ninforma\u00e7\u00f5es, exer\u00e7am uma  atividade produtiva e rent\u00e1vel, encontrem formas<br \/>\nalternativas de lazer e  aprendizado, aumentem as suas rela\u00e7\u00f5es sociais, em<br \/>\nresumo, torne poss\u00edvel a  constru\u00e7\u00e3o de uma vida mais digna e feliz.<br \/>\nCONSIDERANDO, noutro giro, que  qualquer argumento de natureza econ\u00f4mica que<br \/>\npossa ser levantado para  justificar a n\u00e3o acessibilidade dos edif\u00edcios,<br \/>\nlogradouros p\u00fablicos e  mobili\u00e1rios urbanos nesta Capital, ser\u00e1 in\u00f3cuo e<br \/>\ninjustificado, pelo simples  fato de que o prazo concedido pelo Decreto Federal<br \/>\nn.\u00ba 5.296\/2004 foi mais do  que suficiente, sendo certo que, caso houvesse<br \/>\nsensibilidade e,  principalmente, respeito ao princ\u00edpio da legalidade, o<br \/>\nplanejamento  arquitet\u00f4nico e financeiro para tanto teria sido realizado  e,<br \/>\nconseq\u00fcentemente, as obras necess\u00e1rias teriam sido  feitas.<br \/>\nCONSIDERANDO, sobremaneira, o contido no Inqu\u00e9rito Civil n.\u00ba  043332-2005, em<br \/>\ntr\u00e2mite nesta Promotoria de Habita\u00e7\u00e3o e Urbanismo e  Promotoria Especializada de<br \/>\nCidadania e Sa\u00fade P\u00fablica, que versa sobre o  cumprimento da legisla\u00e7\u00e3o de<br \/>\nacessibilidade, onde se verifica que o Munic\u00edpio  de Rio Branco n\u00e3o vem<br \/>\nobservando com regularidade as normas de  acessibilidade, nem, tampouco, exigindo<br \/>\na sua observ\u00e2ncia.<br \/>\nCONSIDERANDO  que a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica municipal deve adotar a\u00e7\u00f5es programadas<br \/>\nvisando \u00e0  fiscaliza\u00e7\u00e3o das edifica\u00e7\u00f5es de uso p\u00fablico e coletivo j\u00e1 existentes,<br \/>\nde  forma a dar efetivo cumprimento \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o de acessibilidade.<br \/>\nCONSIDERANDO,  por fim, que o Munic\u00edpio de Rio Branco n\u00e3o vem exigindo a<br \/>\nadapta\u00e7\u00e3o dos  pr\u00e9dios de uso p\u00fablico e de uso coletivo j\u00e1 existentes; e, quando<br \/>\nprovocado  pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico, limita-se, t\u00e3o-somente, a realizar as<br \/>\nvistorias  requisitadas, ou seja, sem que seja tomada por ele qualquer<br \/>\nprovid\u00eancia ante  a constata\u00e7\u00e3o de irregularidades, visando san\u00e1-las.<\/p>\n<p>RECOMENDA:<\/p>\n<p>1.  AO MUNIC\u00cdPIO DE RIO BRANCO \u2013 Poder Executivo, atrav\u00e9s do Prefeito  Municipal:<br \/>\n1.1. Providencie, no prazo m\u00e1ximo de 180 (cento e oitenta) dias, a  adapta\u00e7\u00e3o de<br \/>\ntodos os edif\u00edcios p\u00fablicos sob sua administra\u00e7\u00e3o, de acordo com  as<br \/>\nespecifica\u00e7\u00f5es da NBR ABNT 9050, em cumprimento ao disposto nos arts. 227,  \u00a7 2.\u00ba<br \/>\ne 244, ambos da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, artigo 19, \u00a7 1\u00ba, do Decreto  Federal n\u00ba<br \/>\n5.296\/2004, bem como da Lei Estadual n.\u00ba 1.058\/92, da Lei Org\u00e2nica  do Munic\u00edpio<br \/>\nde Rio Branco e da Lei Municipal n.\u00ba<br \/>\n1.142\/94.<br \/>\n1.2. Tornar  acess\u00edveis os edif\u00edcios de uso p\u00fablico e coletivo, teatros,  cinemas,<br \/>\naudit\u00f3rios, est\u00e1dio, gin\u00e1sios de esporte, casas de espet\u00e1culos,  salas de<br \/>\nconfer\u00eancias e similares, estabelecimentos de ensino de qualquer  n\u00edvel, etapa ou<br \/>\nmodalidade, p\u00fablicos ou privados, na forma do disposto no  art. 23, &#8220;caput&#8221;, e \u00a7<br \/>\n8.\u00ba, do Decreto Federal n.\u00ba 5.296\/2004, ou seja, no  prazo de 30 (trinta) meses,<br \/>\npara as edifica\u00e7\u00f5es de uso p\u00fablico, que venceu em  data 02.06.2007; e, 48<br \/>\n(quarenta e oito) meses, para as de uso coletivo, cujo  prazo se expira em<br \/>\n02.12.2008.<br \/>\n1.3. Definir os alinhamentos prediais e de  meios fios.<br \/>\n1.4. Adotar todas as medidas necess\u00e1rias a garantir o direito de  uso dos<br \/>\npasseios e logradouros p\u00fablicos (mobili\u00e1rio urbano), com a devida  acessibilidade<br \/>\ne respeito \u00e0 dignidade humana, na forma do artigo 16, do  Decreto n\u00ba 5.296\/2004,<br \/>\ncujo prazo para adequa\u00e7\u00e3o era imediato, a partir da  publica\u00e7\u00e3o daquele Decreto<br \/>\n(02.12.2004); providenciando, tamb\u00e9m, a retirada  de quaisquer obst\u00e1culos que se<br \/>\nencontrem sobre os passeios e logradouros  p\u00fablicos, tais como churrasqueiras,<br \/>\nferro-velho, com\u00e9rcios informais,  garagens, obras e materiais de constru\u00e7\u00e3o,<br \/>\noficinas mec\u00e2nicas, metalurgias,  lavagens de autom\u00f3veis e demais atividades<br \/>\ncomerciais.<br \/>\n1.5. Estabelecer  padr\u00f5es arquitet\u00f4nicos, expedindo normas ou prescri\u00e7\u00f5es<br \/>\nt\u00e9cnicas, para as  cal\u00e7adas no munic\u00edpio de Rio Branco com material e dimens\u00f5es<br \/>\napropriadas ao  tr\u00e1fego de pessoas, obedecendo aos dispositivos de  acessibilidade<br \/>\ndeterminados na Norma T\u00e9cnica NBR 9050, atentando-se n\u00e3o  somente, mas,<br \/>\nprincipalmente, \u00e0 reserva da faixa destinada ao mobili\u00e1rio  urbano (espa\u00e7os<br \/>\nnecess\u00e1rios \u00e0 coloca\u00e7\u00e3o de \u00e1rvores, postes de ilumina\u00e7\u00e3o,  sinaliza\u00e7\u00e3o de<br \/>\ntr\u00e2nsito, lixeiras e outros elementos), e a reserva de faixa  livre para<br \/>\ncircula\u00e7\u00e3o de pedestres, no que diz respeito \u00e0 largura m\u00ednima e  inclina\u00e7\u00f5es; bem<br \/>\ncomo aplicar medidas administrativas sanciona t\u00f3rias \u00e0queles  que n\u00e3o constru\u00edrem<br \/>\nos passeios em conformidade com tais normas.<br \/>\n1.6  Promover campanhas publicit\u00e1rias, visando conscientizar e informar  a<br \/>\npopula\u00e7\u00e3o sobre os padr\u00f5es arquitet\u00f4nicos e as normas t\u00e9cnicas  especificadas no<br \/>\nitem 1.5.<br \/>\n1.7. No exame de projetos arquitet\u00f4nicos para  fins de aprova\u00e7\u00e3o, exigir que<br \/>\npropriet\u00e1rios, arquitetos, engenheiros e  respons\u00e1veis t\u00e9cnicos firmem<br \/>\ndeclara\u00e7\u00e3o, acompanhada de rela\u00e7\u00e3o dos itens e  elementos construtivos sujeitos<br \/>\n\u00e0s regras especiais de acessibilidade,  afirmando que a obra projetada, no que se<br \/>\nrefere a portadores de defici\u00eancia  e de mobilidade reduzida, atende \u00e0s<br \/>\nprescri\u00e7\u00f5es das normas t\u00e9cnicas  brasileiras da ABNT e da legisla\u00e7\u00e3o pertinente.<br \/>\n1.8. No licenciamento de  obras, o servidor respons\u00e1vel dever\u00e1 verificar e<br \/>\natestar o atendimento da  exig\u00eancia prevista no item 1.7, procedendo da mesma<br \/>\nforma, no que couber, em  rela\u00e7\u00e3o aos projetos elaborados pelas Secretarias de<br \/>\nEstado das \u00e1reas de  Infra Estrutura, Obras P\u00fablicas e Habita\u00e7\u00e3o, Sa\u00fade, Educa\u00e7\u00e3o<br \/>\ne Seguran\u00e7a,  enfim, para todas as obras p\u00fablicas, em face do disposto no art.<br \/>\n57.\u00ba, do  C\u00f3digo de Obras do Munic\u00edpio de Rio Branco, Lei Municipal n.\u00ba 611\/1986.<br \/>\n1.9.  Para efeito de emiss\u00e3o de certificados de conclus\u00e3o, exigir declara\u00e7\u00e3o  de<br \/>\npropriet\u00e1rios, arquitetos, engenheiros e respons\u00e1veis t\u00e9cnicos de que a  obra foi<br \/>\nconclu\u00edda com atendimento das regras de acessibilidade do portador  de<br \/>\ndefici\u00eancia, bem como atestado da veracidade desta afirma\u00e7\u00e3o assinado  pelo<br \/>\nservidor respons\u00e1vel pela vistoria final.<br \/>\n1.10. Em cumprimento ao  estabelecido na Lei n\u00ba 7.853\/89, regulamentada pelo<br \/>\nDecreto 3.298\/99, na Lei  n\u00ba 10.098\/00, regulamentada pelo Decreto n.\u00ba<br \/>\n5.296\/2004, bem assim na Lei  Estadual n.\u00ba 1.058\/92, na Lei Org\u00e2nica do Munic\u00edpio<br \/>\nde Rio Branco, art. 92, \u00a7  2.\u00ba, e na Lei Municipal n.\u00ba 1.142\/94, a institui\u00e7\u00e3o de<br \/>\na\u00e7\u00f5es programadas de  fiscaliza\u00e7\u00e3o dos pr\u00e9dios existentes, com agendamento de<br \/>\nprioridades, prazos,  locais e respons\u00e1veis pelas vistorias.<br \/>\n1.11. Remeter \u00e0 Promotoria de Justi\u00e7a  de Habita\u00e7\u00e3o e Urbanismo, no prazo de 30<br \/>\n(trinta) dias, relat\u00f3rio acerca das  medidas tomadas em conformidade com esta<br \/>\nRecomenda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>2. AO ESTADO DO  ACRE &#8211; SECRETARIAS DE ESTADO DE INFRA-ESTRUTURA, OBRAS P\u00daBLICAS<br \/>\nE HABITA\u00c7\u00c3O,  SA\u00daDE, EDUCA\u00c7\u00c3O E SEGURAN\u00c7A P\u00daBLICA:<br \/>\n2.1. Providenciem, no prazo m\u00e1ximo de  180 (cento e oitenta) dias, a adapta\u00e7\u00e3o de<br \/>\ntodos os edif\u00edcios p\u00fablicos sob  sua administra\u00e7\u00e3o, de acordo com as<br \/>\nespecifica\u00e7\u00f5es da NBR ABNT 9050, em  cumprimento ao disposto no artigo 19 \u00a7 1\u00ba,<br \/>\ndo Decreto Federal n\u00ba 5.296\/2004,  bem como da Lei Estadual n.\u00ba 1.058\/92, da Lei<br \/>\nOrg\u00e2nica do Munic\u00edpio de Rio  Branco, e da Lei Municipal n.\u00ba 1.142\/94.<br \/>\n2.2. Tornar acess\u00edveis os sanit\u00e1rios  dos edif\u00edcios de uso p\u00fablico, bem como<br \/>\nteatros, audit\u00f3rios, est\u00e1dio, gin\u00e1sios  de esporte, casas de espet\u00e1culos, salas<br \/>\nde confer\u00eancias e similares,  estabelecimentos de ensino de qualquer n\u00edvel, etapa<br \/>\nou modalidade, sob sua  administra\u00e7\u00e3o, na forma do disposto no Decreto Federal<br \/>\nn.\u00ba 5.296\/2004.<br \/>\n2.3  A observ\u00e2ncia, no que couber, das orienta\u00e7\u00f5es previstas nos item 1.7 e  1.8<br \/>\ndesta Recomenda\u00e7\u00e3o, quando da aprova\u00e7\u00e3o de projetos arquitet\u00f4nicos e  do<br \/>\nlicenciamento das obras de responsabilidade pr\u00f3pria, conforme art. 57.\u00ba  e<br \/>\nseguintes do C\u00f3digo de Obras do Munic\u00edpio de Rio Branco.<br \/>\n2.4. Atuar  conjuntamente com os \u00f3rg\u00e3os municipais competentes pela execu\u00e7\u00e3o de<br \/>\ncal\u00e7adas  e coloca\u00e7\u00e3o dos elementos de arboriza\u00e7\u00e3o (SEDOP, SEMEIA, RBTRANS),<br \/>\nquando da  realiza\u00e7\u00e3o de tais obras pelo Estado.<br \/>\n2.5. A remessa \u00e0 Promotoria de Justi\u00e7a  de Habita\u00e7\u00e3o e Urbanismo, no prazo de 30<br \/>\n(trinta) dias, de informa\u00e7\u00f5es a  respeito das medidas tomadas em conformidade com<br \/>\nesta recomenda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A  Promotoria de Justi\u00e7a de Habita\u00e7\u00e3o e Urbanismo coloca-se \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o  dos<br \/>\n\u00f3rg\u00e3os Recomendados para discutir sugest\u00f5es visando ao aperfei\u00e7oamento  das a\u00e7\u00f5es<br \/>\nestabelecidas.<br \/>\nImpende ADVERTIR, igualmente, que o n\u00e3o  cumprimento da presente RECOMENDA\u00c7\u00c3O,<br \/>\ncom a tomada das devidas provid\u00eancias,  implicar\u00e1, sem preju\u00edzo da<br \/>\nresponsabilidade administrativa, no ajuizamento da  competente a\u00e7\u00e3o civil<br \/>\np\u00fablica, inclusive, por improbidade administrativa,  conforme prev\u00ea o artigo 11,<br \/>\ninciso II, da Lei n.\u00ba 8.429\/92.<br \/>\nPor fim, tendo  em vista que as atividades de engenheiros e arquitetos s\u00e3o<br \/>\nfiscalizadas pelo  Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia &#8211;<br \/>\nCREA\/AC e que  referidas profiss\u00f5es, al\u00e9m de fundamentais para a efetiva\u00e7\u00e3o  da<br \/>\nacessibilidade, caracterizam-se &#8220;pelas realiza\u00e7\u00f5es de interesse social  e<br \/>\nhumano&#8221;, recomendando o respectivo C\u00f3digo de \u00c9tica que os profissionais  devem<br \/>\ninteressar-se &#8220;pelo bem p\u00fablico e com tal finalidade contribuir com  seus<br \/>\nconhecimentos, capacidade e experi\u00eancia para melhor servir \u00e0  humanidade&#8221;, em<br \/>\nconformidade com a Lei n\u00ba 5.194, de 24 dezembro de 1966 e a  Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 205, de<br \/>\n30.09.71, do CONFEA &#8211; Conselho Federal de Engenharia,  Arquitetura e Agronomia;<br \/>\ne, ainda, que, para aprova\u00e7\u00e3o ou licenciamento ou  emiss\u00e3o de certificado de<br \/>\nconclus\u00e3o de projeto arquitet\u00f4nico ou urban\u00edstico  dever\u00e1 ser atestado o<br \/>\natendimento \u00e0s regras de acessibilidade previstas nas  normas t\u00e9cnicas de<br \/>\nacessibilidade da ABNT, na legisla\u00e7\u00e3o espec\u00edfica e no  Decreto n.\u00ba 5.296\/04,<br \/>\nconforme o disposto no art. 11, \u00a7 2\u00ba, do citado diploma  legal; encaminhe-se<br \/>\nc\u00f3pia desta Recomenda\u00e7\u00e3o ao CREA\/ACRE, para conhecimento  e provid\u00eancias a seu<br \/>\ncargo, no que se refere \u00e0 estrita observ\u00e2ncia por parte  dos engenheiros e<br \/>\narquitetos \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o de acessibilidade.<br \/>\nRemeta-se  c\u00f3pia, tamb\u00e9m, para conhecimento, \u00e0s entidades privadas e \u00f3rg\u00e3os<br \/>\np\u00fablicos de  defesa do portador de defici\u00eancia, especialmente, \u00e0 Associa\u00e7\u00e3o  dos<br \/>\nDeficientes Visuais do Acre &#8211; ADEVI; Centro de Apoio ao Deficiente Visual  \u2013<br \/>\nCEADV; Associa\u00e7\u00e3o de Pais e Amigos dos Excepcionais &#8211; APAE; \u00e0  Associa\u00e7\u00e3o<br \/>\nRiobranquense de Deficientes F\u00edsicos \u2013 ARDEF; \u00e0 Pastoral da Pessoa  com<br \/>\nDefici\u00eancia; bem como \u00e0 Secretaria<br \/>\nMunicipal do Trabalho, Cidadania e  Assist\u00eancia Social; \u00e0 C\u00e2mara Municipal; ao<br \/>\nTribunal de Justi\u00e7a; ao Estado do  Acre (Governo) \u2013 Poder Executivo; \u00e0<br \/>\nProcuradoria-Geral do Estado do Acre; \u00e0  Secretaria de Estado de Cidadania e<br \/>\nAssist\u00eancia Social; \u00e0 Assembl\u00e9ia  Legislativa; \u00e0 Defensoria P\u00fablica do Estado; \u00e0<br \/>\nProcuradoria-Geral de Justi\u00e7a  e \u00e0 Corregedoria do Minist\u00e9rio P\u00fablico; \u00e0<br \/>\nCoordenadoria de Defesa do Meio  Ambiente, Habita\u00e7\u00e3o e Urbanismo; \u00e0 Promotoria de<br \/>\nJusti\u00e7a Especializada de  Cidadania e Sa\u00fade P\u00fablica; e, \u00e0 Procuradoria da<br \/>\nRep\u00fablica no Estado do Acre \u2013  Procuradoria Regional dos Direitos do  Cidad\u00e3o.<br \/>\nPublique-se,<br \/>\nNotifique-se,<br \/>\nCumpra-se.<br \/>\nRio Branco, 23 de  maio de 2008.<br \/>\nRita de C\u00e1ssia Nogueira Lima<br \/>\nPromotora de Justi\u00e7a de  Habita\u00e7\u00e3o e Urbanismo<\/p>\n<p>Entidades de Classe, Conselhos Regionais,  Institui\u00e7\u00f5es de Ensino, Comiss\u00f5es<br \/>\nespeciais que tratam deste assunto no  Sistema Confea\/CREAs, que tal<br \/>\nencaminharmos por of\u00edcio \u00e0s Prefeituras, \u00f3rg\u00e3os  P\u00fablicos, Minist\u00e9rio P\u00fablicos,<br \/>\nPromotores p\u00fablicos locais, as mesmas  proposituras deste boletim para que as<br \/>\ndemais autoridades constitu\u00eddas tomem  ci\u00eancia e repitam em suas cidades os<br \/>\nmesmos procedimentos, que esta brilhante  promotora nos concede. Isto sim \u00e9<br \/>\ncidadania.<\/p>\n<p>Engenheiro  Civil<br \/>\nMarcio de Almeida Pernambuco \u2013 CREA 0600905790<\/p>\n<p>Copyright\u00a9  &#8220;P\u00e9rolas do Dicas do Pernambuco&#8221; \u00e9 um boletim eletr\u00f4nico,<br \/>\nDistribu\u00eddo  gratuitamente por e-mail: tiragem 10.000 exemplares.<br \/>\nEnvie-nos um e mail com  artigos, sugest\u00f5es, ou solicite o boletim e comece a<br \/>\nreceb\u00ea-lo  mensalmente.<br \/>\nEngenheiro Civil Marcio de Almeida Pernambuco &#8211; email :<br \/>\n<a href=\"\/group\/sindromededown\/post?postID=NAeV8nydn-6ownCDn_jvV9fkG39J6tKqcA93piV_8g4XxEmHz1P7M-LhCv4fjhTr-6Q1-IuDJa5hMRFo6OjnkK4\">engpernambuco@uol.com.br<\/a>.<br \/>\nTodos  os direitos reservados &#8211; Permitida a reprodu\u00e7\u00e3o se e quando comunicada  ao<br \/>\nautor e citada a fonte.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.activemeter.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/am1.activemeter.com\/webtracker\/track.html?method=track&amp;pid=46224&amp;java=0\" border=\"0\" alt=\"Free Hit Counter\" \/><br \/>\n<\/a><br \/>\n<!-- END OF ACTIVEMETER CODE --><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ACESSIBILIDADE, UM EXEMPLO A SER SEGUIDO&#8230; 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