{"id":49,"date":"2008-04-22T13:24:00","date_gmt":"2008-04-22T13:24:00","guid":{"rendered":"http:\/\/agenciainclusive.wordpress.com\/2008\/04\/22\/lista-de-checagem-sobre-as-praticas-inclusivas-na-sua-escola\/"},"modified":"2008-04-22T13:24:00","modified_gmt":"2008-04-22T13:24:00","slug":"lista-de-checagem-sobre-as-praticas-inclusivas-na-sua-escola","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=49","title":{"rendered":"Lista de Checagem sobre as Pr\u00e1ticas Inclusivas na sua Escola"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:left;\">Tradu\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o de Romeu Kazumi Sassaki, 1998<\/p>\n<p><strong>Instru\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Esta lista poder\u00e1 ser \u00fatil para avaliar o grau de consist\u00eancia entre as pr\u00e1ticas inclusivas da sua escola e os ideais do movimento de inclus\u00e3o escolar. Para cada item, atribua o sinal + (positivo) quando a sua resposta for SIM para a pergunta principal ou o n\u00famero O (zero) quando a sua resposta for SIM para a pergunta inserida entre colchetes.<\/p>\n<p>Os itens marcados com o n\u00famero O poder\u00e3o ser tomados como ponto de partida para debates em sua escola, envolvendo diretor, professores, coordenadores, alunos e pais. Vista neste contexto, uma escola inclusiva seria caracterizada n\u00e3o tanto por um conjunto de pr\u00e1ticas e sim pelo seu compromisso em desenvolver continuamente a capacidade de acolher uma ampla gama de diferen\u00e7as individuais entre seus alunos.<\/p>\n<p>Providencie v\u00e1rias c\u00f3pias desta lista a fim de que mais pessoas possam utiliz\u00e1-la.<\/p>\n<p>1. Partimos verdadeiramente da premissa de que cada aluno pertence \u00e0 sala de aula que ele freq\u00fcentaria se n\u00e3o possu\u00edsse defici\u00eancia? [Ou agrupamos alunos com defici\u00eancia em classes separadas ou escolas especiais?]<\/p>\n<p>2. Individualizamos o programa instrucional para todos os alunos, sejam eles deficientes ou n\u00e3o, e oferecemos os recursos que cada aluno necessita para explorar interesses individuais no ambiente escolar? [Ou temos a tend\u00eancia de oferecer os mesmos tipos de programa e recursos para a maioria dos alunos que possuem o mesmo r\u00f3tulo diagn\u00f3stico?]<\/p>\n<p>3. Estamos plenamente comprometidos em desenvolver uma comunidade que se preocupe em fomentar o respeito m\u00fatuo e o apoio entre a equipe escolar, os pais e os alunos, comunidade essa na qual acreditamos honestamente que os alunos sem defici\u00eancia podem beneficiar-se da amizade com colegas deficientes e vice-versa? [Ou as nossas pr\u00e1ticas tacitamente toleram que alunos n\u00e3o-deficientes mexam com colegas deficientes ou os isolem como se estes fossem seres estranhos?]<\/p>\n<p>4. Nossos professores comuns e educadores especiais j\u00e1 integraram seus esfor\u00e7os e seus recursos de tal forma que eles possam trabalhar juntos como parte integrante de uma equipe unificada? [Ou est\u00e3o eles isolados em salas separadas e departamentos separados com supervisares e or\u00e7amentos separados?]<\/p>\n<p>5 . A nossa diretoria cria um ambiente de trabalho no qual os professores s\u00e3o apoiados quando oferecem ajuda um para o outro? [Ou os professores t\u00eam receio de serem considerados incompetentes se pedirem colabora\u00e7\u00e3o no trabalho com os alunos?]<\/p>\n<p>6. Estimulamos a plena participa\u00e7\u00e3o dos alunos com defici\u00eancia na vida da nossa escola, inclusive nas atividades extracurriculares? [Ou eles participam apenas na parte acad\u00eamica de cada dia escolar?]<\/p>\n<p>7. Estamos preparados para modificar os sistemas de apoio para os alunos \u00e0 medida que suas necessidades mudem ao longo do ano escolar de tal forma que eles possam atingir e experienciar sucessos e sentir que verdadeiramente pertencem \u00e0 sua escola e \u00e0 sua saia de aula? [Ou \u00e0s vezes lhes oferecemos servi\u00e7os t\u00e3o limitados que eles ficam fadados ao fracasso?]<\/p>\n<p>8. Consideramos os pais de alunos com defici\u00eancia uma parte plena da nossa comunidade escolar de tal forma que eles tamb\u00e9m possam experienciar o senso de pertencer? [Ou os deixamos com uma Associa\u00e7\u00e3o de Pais e Mestres separada e lhes enviamos um jornalzinho separado?]<\/p>\n<p>9. Damos aos alunos com defici\u00eancia o curr\u00edculo escolar pleno na medida de suas capacidades e modificamos esse curr\u00edculo na medida do necess\u00e1rio para que eles possam partilhar elementos destas experi\u00eancias com seus colegas sem defici\u00eancia? [Ou temos um curr\u00edculo separado para alunos deficientes?]<\/p>\n<p>10. Temos inclu\u00eddo, com apoios, os alunos deficientes no maior n\u00famero poss\u00edvel de provas e outros procedimentos de avalia\u00e7\u00e3o a que se submetem seus colegas n\u00e3o-deficientes? [Ou n\u00f3s os exclu\u00edmos destas oportunidades sob o argumento de que eles n\u00e3o podem beneficiar-se delas?]<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> Joy Rogers, Research Bulletin (maio 1993), Center for Evaluation, Development, and Research, Phi Delta Kappa, Bloomington, Indiana. Esta lista foi anexada a um memorando, Basic Education Circulars Ganeiro 1995), &#8220;Coloca\u00e7\u00e3o de Alunos de Educa\u00e7\u00e3o Especial &#8211; Pol\u00edtica de Inclus\u00e3o&#8221;, escrito por Joseph F. Bard, Diretor da Educa\u00e7\u00e3o de I&#8217; e 2&#8242; Graus, Secretaria Estadual de Educa\u00e7\u00e3o, Pensilv\u00e2nia, EUA.<\/p>\n<p><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:left;\"><strong>COMPONENTES DA EDUCA\u00c7\u00c3O INCLUSIVA<\/strong><\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o de Romeu Kazumi Sassaki, 1998.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> The Roeher lnstitute, Disability, Community and Society: Exploring the Links. North York: Roeher, 1996 p.68-69.<\/p>\n<p>Os alunos freq\u00fcentam classes comuns com colegas n\u00e3o deficientes da mesma faixa et\u00e1ria<\/p>\n<p>Este princ\u00edpio assegura aos alunos deficientes e n\u00e3o-deficientes a oportunidade de aprenderem uns sobre os outros e reduz o estigma experienciado por alunos que estavam separados anteriormente.<\/p>\n<p>Escola da vizinhan\u00e7a<\/p>\n<p>Os alunos freq\u00fcentam uma escola comum em sua vizinhan\u00e7a ou aquela que a fam\u00edlia escolheu por uma raz\u00e3o particular.<\/p>\n<p>O professor ensina a todos os alunos<\/p>\n<p>Em escolas inclusivas, o professor tem a responsabilidade de educar tanto as crian\u00e7as sem defici\u00eancia como aquelas com defici\u00eancia. Tem tamb\u00e9m a responsabilidade de assegurar que o aluno deficiente seja um membro integrante e valorizado da saia de aula<\/p>\n<p>Curr\u00edculo adequadamente adaptado<\/p>\n<p>Educa\u00e7\u00e3o inclusiva significa que os alunos com defici\u00eancia est\u00e3o sendo ensinados no mesmo contexto curricular e instrucional com os demais colegas de sala de aula. Materiais curriculares comuns podem precisar ser adaptados, mas somente at\u00e9 o n\u00edvel necess\u00e1rio para satisfazer as necessidades de aprendizagem de qualquer aluno.<\/p>\n<p>M\u00e9todos instrucionais diversificados<\/p>\n<p>S\u00e3o aplic\u00e1veis \u00e0s classes de hoje, marcadas pela diversidade humana, os seguintes m\u00e9todos: instru\u00e7\u00e3o multin\u00edvel, a comunica\u00e7\u00e3o total, a aprendizagem por coopera\u00e7\u00e3o, aprendizado baseado em atividades.<\/p>\n<p>Colabora\u00e7\u00e3o entre professores e outros profissionais<\/p>\n<p>A tend\u00eancia para uma maior colabora\u00e7\u00e3o e apoio m\u00fatuo entre professores e a prefer\u00eancia dos terapeutas e consultores em oferecer apoio na pr\u00f3pria saia de aula em vez de retirar alunos de l\u00e1 beneficiam a pr\u00e1tica educativa em geral e a educa\u00e7\u00e3o inclusiva em particular.<\/p>\n<p>Inclus\u00e3o do aluno na vida social da escola<\/p>\n<p>S\u00e3o partes importantes da educa\u00e7\u00e3o inclusiva os relacionamentos e intera\u00e7\u00f5es sociais. Assim como os demais alunos, aqueles com defici\u00eancia tamb\u00e9m precisam participar da vida social da escola como, por exemplo, conduzindo visitantes pela escola, ajudando no gerenciamento de equipes e trabalhando no escrit\u00f3rio da escola.<\/p>\n<p>Quanto mais presentes estiverem esses componentes, maiores ser\u00e3o as chances de que a escola incluir\u00e1 crian\u00e7as e jovens portadores de defici\u00eancia.<br \/>\n<strong><\/p>\n<p>ATITUDES INCLUSIVAS FUNDAMENTAIS EM EDUCA\u00c7\u00c3O<\/strong><br \/>\nTradu\u00e7\u00e3o de Romeu Kazumi Sassaki, 1998.<\/p>\n<p>Todo educador comprometido com a filosofia da inclus\u00e3o. ..<\/p>\n<p>&#8230; est\u00e1 mais interessado naquilo que o aluno deseja aprender do que em r\u00f3tulos sobre ele.<\/p>\n<p>&#8230; respeita o potencial de cada aluno e aceita todos os estudantes igualmente.<\/p>\n<p>&#8230; adota urna abordagem que propicie ajuda na solu\u00e7\u00e3o de problemas e dificuldades.<\/p>\n<p>&#8230; acredita que todos os educandos conseguem desenvolver habilidades b\u00e1sicas.<\/p>\n<p>&#8230; estimula os educandos a direcionarem seu aprendizado de modo a aumentar sua autoconfian\u00e7a, a participar mais plenamente na sociedade, a usar mais o seu poder pessoal e a desafiar a sociedade para a mudan\u00e7a.<\/p>\n<p>&#8230; acredita nos alunos e em sua capacidade de aprender.<\/p>\n<p>&#8230; deseja primeiro conhecer o aluno e aumentar a sua autoconfian\u00e7a,<\/p>\n<p>&#8230; acredita que as metas podem ser estabelecidas e que, para ating\u00ed-Ias, pequenos passos podem ser \u00fateis.<\/p>\n<p>&#8230; defende o princ\u00edpio de que todas as pessoas devem ser inclu\u00eddas em escolas comuns da comunidade.<\/p>\n<p>&#8230; sabe que ele precisa prover suportes (acessibilidade arquitet\u00f4nica, atendentes pessoais, profissionais de ajuda, hor\u00e1rios flex\u00edveis etc.) a fim de incluir todos os alunos.<\/p>\n<p>&#8230; est\u00e1 preparado para indicar recursos adequados a cada necessidade dos alunos, tais como: livros, entidades, aparelhos.<\/p>\n<p>&#8230; sabe que a aprendizagem deve estar baseada nas metas do aluno e que cada aluno ser\u00e1 capaz de escolher m\u00e9todos e materiais para aprender as li\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8230; sabe que, nos programas de alfabetiza\u00e7\u00e3o, os seguintes m\u00e9todos s\u00e3o eficientes: reda\u00e7\u00e3o de experi\u00eancias com linguagem, hist\u00f3rias e outros textos sobre temas que o aprendiz conhece; alfabetiza\u00e7\u00e3o assistida por computador; material dispon\u00edvel no cotidiano do p\u00fablico; leitura assistida ou pareada usando livros convencionais e livros falados; debate ap\u00f3s atividade extra-classe; cole\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias de vida dos pr\u00f3prios alunos; uso da lousa para escrever um texto em grupo; colagem com recortes de revistas, entre outros.<\/p>\n<p>&#8230; fornece informa\u00e7\u00f5es sobre recursos externos \u00e0 escola e intermedia a conex\u00e3o com pessoas e entidades que possam ajudar o aluno na comunidade.<\/p>\n<p>&#8230; estimula outras pessoas importantes na vida do aluno a se envolverem com o processo educativo.<\/p>\n<p>&#8230; \u00e9 flex\u00edvel nos m\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o pois sabe que os testes, provas e exames provocam medo e ansiedade nos alunos.<\/p>\n<p>&#8230; utiliza as experi\u00eancias de vida do pr\u00f3prio aluno como fator rnotivador da aprendizagem dele.<\/p>\n<p>&#8230; indaga primeiro o aluno deficiente se ele quer partilhar dados sobre sua defici\u00eancia e s\u00f3 cm caso afirmativo passa essa informa\u00e7\u00e3o para outras pessoas.<\/p>\n<p>&#8230; \u00e9 um bom ouvinte para que os alunos possam falar sobre a realidade da vida que levam.<\/p>\n<p>&#8230; adota a abordagem centrada-no-aluno e ajuda os estudantes a desenvolverem habilidades para o uso do poder pessoal no processo de mudan\u00e7a da sociedade.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> The Roeher lnstitute. Speaking of Equality: A Guide to Choosing an Inclusive Literacy Program for People with<br \/>\nlntellectual Disability, Their Families, Fdends and Support Workers. North York, Ontario: The Roeher lnstitute, 1995, 35 p.<\/p>\n<p><strong>ENVOLVIMENTO DA FAMILIA NAS PR\u00c1TICAS INCLUSIVAS DA ESCOLA<\/strong><br \/>\nTradu\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o de Romeu Kazumi Sassaki, 1998.<\/p>\n<p>Ocorre envolvimento da fam\u00edlia nas pr\u00e1ticas inclusivas da escola quando:<\/p>\n<p>1 . Existe, entre a escola e a fam\u00edlia, um sistema de comunica\u00e7\u00e3o (telefonemas, cadernos etc.) com o qual ambas as partes concordam.<\/p>\n<p>2. Os pais participam nas reuni\u00f5es da equipe escolar para planejar, adaptar o curr\u00edculo e compartilhar sucessos.<\/p>\n<p>3. As fam\u00edlias s\u00e3o reconhecidas pela escola como parceiros plenos junto \u00e0 equipe escolar.<\/p>\n<p>4. As prioridades da fam\u00edlia s\u00e3o utilizadas como uma base para o preenchimento do Plano Individualizado de Educa\u00e7\u00e3o (PIE) do seu filho, base essa que ser\u00e1 completada com partes do conte\u00fado curricular.<\/p>\n<p>5. Os pais recebem todas as informa\u00e7\u00f5es relevantes (os direitos dos pais, pr\u00e1ticas educativas atuais, planejamento centrado-na-pessoa, not\u00edcias da escola etc.).<\/p>\n<p>6. Os pais recebem ou t\u00eam acesso a treinamento relevante.<\/p>\n<p>7. Os pais s\u00e3o inclu\u00eddos no treinamento com a equipe escolar.<\/p>\n<p>8. Os pais recebem informa\u00e7\u00f5es sobre os servi\u00e7os de apoio \u00e0 fam\u00edlia.<\/p>\n<p>9. Existem \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o de membros das fam\u00edlia servi\u00e7os de apoio na pr\u00f3pria escola (aconselhamento e grupos de apoio, informa\u00e7\u00f5es sobre defici\u00eancias etc.).<\/p>\n<p>10. Os pais s\u00e3o estimulados a participarem em todos os aspectos operacionais da escola (volunt\u00e1rios para saias de aula, membros do conselho da escola, membros da Associa\u00e7\u00e3o de Pais e Mestres, treinadores etc.).<\/p>\n<p>11. Existem recursos para as necessidades especiais da fam\u00edlia (reuni\u00f5es ap\u00f3s o hor\u00e1rio comercial, int\u00e9rpretes da l\u00edngua de sinais, materiais traduzidos etc.).<\/p>\n<p>12. A escola respeita a cultura e a etnicidade das fam\u00edlias e reconhece o impacto desses aspectos sobre as pr\u00e1ticas educativas.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> The Kansas checklist for identifying characteristics of effective inclusive programs. I a ed. em nov. 93, reimpress\u00e3o em dez. 94, 13 p. Este instrumental foi escrito por um grupo de t\u00e9cnicos e pais das seguintes cidades do Kansas &#8211; Horton, Hiawatha, Eudora, Sublette, Hugoton e Lakin, tendo sido compilado por Terry Rafalowski-Weich, Michelle Luksa e Julie Mohesky-Darby. O texto acima foi adaptado da p. 4.<\/p>\n<p><strong>PRINCIPAIS CARACTER\u00cdSTICAS DAS ESCOLAS INCLUSIVAS<\/strong><br \/>\nAdapta\u00e7\u00e3o de Romeu Kazumi Sassaki, 1997.<\/p>\n<p>1. Um senso de pertencer<br \/>\nFilosofia e vis\u00e3o de que todas as crian\u00e7as pertencem \u00e0 escola e \u00e0 comunidade e de que podem aprender juntos.<\/p>\n<p>2. Lideran\u00e7a<br \/>\nO diretor envolve-se ativamente com a escola toda no provimento de estrat\u00e9gias.<\/p>\n<p>3. Padr\u00e3o de excel\u00eancia<br \/>\nOs altos resultados educacionais refletem as necessidades individuais dos alunos.<\/p>\n<p>4. Colabora\u00e7\u00e3o e coopera\u00e7\u00e3o<br \/>\nEnvolvimento de alunos em estrat\u00e9gias de apoio m\u00fatuo (ensino de iguais, sistema de companheiro, aprendizado cooperativo, ensino em equipe, co-ensino, equipe de assist\u00eancia aluno-professor etc.).<\/p>\n<p>5. Novos pap\u00e9is o responsabilidades<br \/>\nOs professores falam menos e assessoram mais, psic\u00f3logos atuam mais junto aos professores nas saias de aula, todo o pessoal da escola faz parte do processo de aprendizagem.<\/p>\n<p>6. Parceria com os pais<br \/>\nOs pais s\u00e3o parceiros igualmente essenciais na educa\u00e7\u00e3o de seus filhos.<\/p>\n<p>7. Acessibilidade<br \/>\nTodos os ambientes f\u00edsicos s\u00e3o tornados acess\u00edveis e, quando necess\u00e1rio, \u00e9 oferecida tecnologia assistiva.<\/p>\n<p>8. Ambientes flex\u00edveis de aprendizagem<br \/>\nEspera-se que os alunos se promovam de acordo com o estilo e ritmo individual de aprendizagem e n\u00e3o de uma \u00fanica maneira para todos.<\/p>\n<p>9. Estrat\u00e9gias baseadas em pesquisas<br \/>\nAprendizado cooperativo, adapta\u00e7\u00e3o curricular, ensino de iguais, instru\u00e7\u00e3o direta, ensino rec\u00edproco, treinamento em habilidades sociais, instru\u00e7\u00e3o assistida por computador, treinamento em habilidades de estudar etc.<\/p>\n<p>10. Novas formas de avalia\u00e7\u00e3o escolar<br \/>\nDependendo cada vez menos de testes padronizados, a escola usa novas formas para avaliar o progresso de cada aluno rumo aos respectivos objetivos.<\/p>\n<p>11. Desenvolvimento profissional continuado<br \/>\nAos professores s\u00e3o oferecidos cursos de aperfei\u00e7oamento cont\u00ednuo visando a melhoria de seus conhecimentos e habilidades para melhor educar seus alunos.<\/p>\n<p><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:left;\"><strong>TRECHOS DA DECLARA\u00c7\u00c3O DE SALAMANCA (UNESCO, 1994)<\/strong><br \/>\nTradu\u00e7\u00e3o: Romeu Kazumi Sassaki, 1997.<\/p>\n<p>((Educa\u00e7\u00e3o inclusiva: Capacitar escolas comuns para atender todos os alunos, especialmente aqueles que t\u00eam necessidades especiais.))<\/p>\n<p>((Princ\u00edpio da inclus\u00e3o: Reconhecimento da necessidade de se caminhar rumo \u00e0 &lt;&gt; &#8211; um lugar que inclua todos os alunos, celebre a diferen\u00e7a, apoie a aprendizagem e responda \u00e0s necessidades individuais.&gt;)<\/p>\n<p>(oportunidade de atingir e manter um n\u00edvel aceit\u00e1vel de aprendizagem.)<\/p>\n<p>(Todo aluno possui caracter\u00edsticas, interesses, capacidades e necessidades de aprendizagem que s\u00e3o singulares. Os sistemas educacionais devem ser projetados e os programas educativos implementados de tal forma a considerar a ampla diversidade dessas caracter\u00edsticas e necessidades.))<\/p>\n<p>((As escolas devem acomodar todos os alunos independentemente de suas condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas, intelectuais, sociais, emocionais, ling\u00fc\u00edsticas ou outras. O desafio para uma escola inclusiva \u00e9 o de desenvolver uma pedagogia centrada no aluno, uma pedagogia capaz de educar com sucesso todos os alunos, incluindo aqueles com defici\u00eancias severas.&gt;&gt;<\/p>\n<p>((Os curr\u00edculos devem ser adaptados \u00e0s necessidades dos alunos e n\u00e3o o inverso. As escolas devem, portanto, oferecer oportunidades curriculares que se adaptem a alunos com diferentes interesses e capacidades.&gt;)<\/p>\n<p>(A fim de acompanhar o progresso de cada aluno, os procedimentos de avalia\u00e7\u00e3o devem ser revistos.))<\/p>\n<p>((Aos alunos com necessidades educacionais especiais devem ser oferecidas diferentes formas de apoio, desde uma ajuda m\u00ednima em classes comuns at\u00e9 programas adicionais de apoio \u00e0 aprendizagem na escola, bem como a assist\u00eancia de professores especialistas e de equipe de apoio externo.))<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> The Salarnanca Stateinent and Framework for Action on Special Needs Education. UNESCO, 7-10 junho 1994. 47 p.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tradu\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o de Romeu Kazumi Sassaki, 1998 Instru\u00e7\u00e3o: Esta lista poder\u00e1 ser \u00fatil para avaliar o grau de consist\u00eancia entre as pr\u00e1ticas inclusivas da sua escola e os ideais do movimento de inclus\u00e3o escolar. 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