{"id":566,"date":"2008-06-28T10:31:00","date_gmt":"2008-06-28T10:31:00","guid":{"rendered":"http:\/\/agenciainclusive.wordpress.com\/2008\/06\/28\/mediador-nao-e-professor-particular\/"},"modified":"2008-06-28T10:31:00","modified_gmt":"2008-06-28T10:31:00","slug":"mediador-nao-e-professor-particular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=566","title":{"rendered":"Mediador n\u00e3o \u00e9 professor particular"},"content":{"rendered":"<p><!-- START OF ACTIVEMETER CODE -->Mediadores e Mediadoras do  Projeto  Roma:<\/p>\n<p>Como \u201cfazer pontes\u201d cognitivas entre os<br \/>\ncontextos?<\/p>\n<p>O PAPEL  DAS  MEDIADORAS  E  DOS  MEDIADORES  NO  PROJETO  ROMA.<\/p>\n<p>A pessoa mediadora, como facilitadora da aprendizagem nos contextos<br \/>\nfamiliar, escolar e social, \u00e9 o elo ou ponte de informa\u00e7\u00e3o e uni\u00e3o entre<br \/>\nestes contextos. Se pretende criar espa\u00e7os de reflex\u00e3o conjunta para<br \/>\nproduzir a melhora qualitativa de tais contextos, sendo o trabalho<br \/>\ncooperativo a cultura que impera no Projeto Roma.<\/p>\n<p>A fun\u00e7\u00e3o, como bem descreve a palavra, \u00e9 a da pessoa que media entre os<br \/>\npais, a escola e o Projeto Roma. Tentamos que nosso trabalho principal<br \/>\nconsista em que as m\u00e3es e pais, o restante dos familiares, professores e<br \/>\ntodas aquelas pessoas envolvidas educativamente com nossos meninos e<br \/>\nmeninas, tenha a consci\u00eancia de que a finalidade do Projeto Roma \u00e9 ensinar<br \/>\nestrat\u00e9gias cognitivas.<\/p>\n<p>O papel do mediador tem avan\u00e7ado progressivamente. No in\u00edcio \u00e9ramos mais<br \/>\norientadores que outra coisa; orient\u00e1vamos \u00e0 fam\u00edlia em certos temas; agora<br \/>\nintervimos e trabalhamos com ela e com o menino ou a menina, n\u00e3o como<br \/>\nprofessor particular, mas sim observando nossas atitudes, podendo<br \/>\nestabelecer um di\u00e1logo sobre as aprendizagens mais significativas e a<br \/>\nmaneira de abord\u00e1-las, criando novas estrat\u00e9gias de aprendizagem em fun\u00e7\u00e3o<br \/>\nda demanda dos pais e professores.<\/p>\n<p>No \u00e2mbito familiar, o mediador ou mediadora convida pais e m\u00e3es para<br \/>\nanalisar diversas situa\u00e7\u00f5es, al\u00e9m disso lhes estimulam para que aumentem os<br \/>\nenvolvimentos em cada situa\u00e7\u00e3o e contexto e que as diferentes interven\u00e7\u00f5es<br \/>\nde seu filho\/ filha sejam mais fundamentadas numa recapacita\u00e7\u00e3o comum<br \/>\natrav\u00e9s de experi\u00eancias quotidianas, sobre as que antes n\u00e3o se havia<br \/>\npensado, valorizando desta forma seu poder educativo. Muitos dos<br \/>\nassessoramentos que se costumam fazer em casa s\u00e3o para a resolu\u00e7\u00e3o dos<br \/>\nproblemas di\u00e1rios, propiciando a cada um dos meninos e meninas sua pr\u00f3pria<br \/>\nautonomia e o aumento progressivo de sua responsabilidade no lar. Resumindo,<br \/>\ntentamos ajudar com que a filosofia do Projeto Roma se concretize, embora<br \/>\ns\u00e3o eles e elas, muitas vezes, que nos apoiam de cara a entender e valorizar<br \/>\nesta filosofia e prosseguir com ela.<\/p>\n<p>Desta consci\u00eancia que se despertou nos pais, como agentes fundamentais na<br \/>\neduca\u00e7\u00e3o de seus filhos e filhas, o Projeto, e em parte atrav\u00e9s de nossa<br \/>\na\u00e7\u00e3o mediadora, lhes tem inspirado confian\u00e7a e tem modificado suas atitudes<br \/>\nem rela\u00e7\u00e3o a sua capacidade como educadores, assim como em rela\u00e7\u00e3o \u00e0<br \/>\ncapacidade como aprendizes de seus filhos\/ filhas e tem feito que eles<br \/>\nmesmos, empapados desta nova filosofia, desenvolvam constantemente novas<br \/>\nestrat\u00e9gias de interven\u00e7\u00e3o educativa em contextos naturais, contribuindo,<br \/>\nassim, para seu desenvolvimento como pessoas e como pais.<\/p>\n<p>Temos permanecido atentos \u00e0s demandas das pessoas implicadas e<br \/>\nresponsabilidades da educa\u00e7\u00e3o de meninos\/ meninas, para apoiar e guiar o<br \/>\ndesenvolvimento e aplica\u00e7\u00e3o de \u201cestrat\u00e9gias para aprender a aprender\u201d, com<br \/>\numa finalidade sempre presente: que se fa\u00e7am competentes para desenvolver- se<br \/>\nde forma adequada e aut\u00f4noma nos distintos h\u00e1bitos, casa, escola, bairro,<br \/>\netc., tanto no momento atual como no futuro que previsivelmente tem que<br \/>\nescolher.<\/p>\n<p>No contexto social, lhes estimula provocar situa\u00e7\u00f5es nas quais se d\u00eaem<br \/>\nrela\u00e7\u00f5es com as pessoas ao seu redor e que saibam desenvolver- se de forma<br \/>\nespont\u00e2nea em um contexto que ir\u00e1, progressivamente, se abrindo desde o mais<br \/>\npr\u00f3ximo at\u00e9 outros cada vez mais amplos.<\/p>\n<p>No contexto escolar, o papel do mediador consiste em manter uma rela\u00e7\u00e3o<br \/>\nconstante, tentando que o discurso e a metodologia do Projeto penetre nos<br \/>\ndocentes e na institui\u00e7\u00e3o escolar e que se inclua no curr\u00edculo comum, dando<br \/>\numa assist\u00eancia no desenvolvimento dos processos de aten\u00e7\u00e3o, processamento,<br \/>\nplanejamento e na resolu\u00e7\u00e3o de problemas da vida quotidiana. Tem-se tentado<br \/>\nintroduzir o Projeto para que, pouco a pouco, sejam produzidas mudan\u00e7as,<br \/>\nmudan\u00e7as que n\u00e3o somente favore\u00e7am aos alunos e alunas com h\u00e1ndcap, mas que<br \/>\ntransformar\u00e3o a pr\u00e1tica educativa produzindo-se uma melhora da mesma para<br \/>\ntodos e todas as alunas e alunos dos centros. Com este modo de trabalho,<br \/>\npensamos que a escola como organiza\u00e7\u00e3o social e a pr\u00f3pria sociedade<br \/>\nmelhorar\u00e3o em qualidade de vida, pois o que se pretende com o Projeto \u00e9<br \/>\nconhecer, compreender e transformar os referencias da escola atual, buscando<br \/>\numa escola de qualidade. N\u00e3o \u00e9 um Projeto exclusivamente para pessoas com<br \/>\nS\u00edndrome de Down, e sim um projeto com a inten\u00e7\u00e3o de criar uma nova escola.<\/p>\n<p>Na maioria de nossos casos, esta mensagem n\u00e3o tinha tido muito eco, talvez<br \/>\npor falsos temores ou por um convencimento de antem\u00e3o, tanto na compet\u00eancia<br \/>\ncognitiva das pessoas com S\u00edndrome de Down como na necessidade da mudan\u00e7a da<br \/>\npr\u00e1tica educativa at\u00e9 uma educa\u00e7\u00e3o que atenda a todos e cada um dos alunos e<br \/>\nalunas diferentes que constituem nossos centros educativos, buscando uma<br \/>\nescola que parta das desigualdades e n\u00e3o das igualdades entre seres humanos,<br \/>\numa escola compreensiva e n\u00e3o seletiva. Embora n\u00e3o se tenham conseguido<br \/>\ngrandes lucros na maioria dos nossos casos neste contexto, pelo menos, se<br \/>\ntem tentado e de fato alguma mudan\u00e7a se tem conseguido.<\/p>\n<p>Algumas das dificuldades que n\u00f3s encontramos \u00e9 que em numerosas ocasi\u00f5es n\u00e3o<br \/>\nnos faz nenhuma demanda por parte do centro educativo ou da fam\u00edlia, ainda<br \/>\nquando se pode pressupor a exist\u00eancia de algum outro problema. Neste caso, o<br \/>\nque se costuma fazer \u00e9 provocar tal demanda propondo nos di\u00e1logos pontos<br \/>\ntem\u00e1ticos nos quais previsivelmente podem surgir conflitos. Outra das<br \/>\ngrandes dificuldades que a maioria das pessoas mediadoras encontram \u00e9 que o<br \/>\ncontexto escolar, no geral, tem se mostrado muito fechado. Embora que  tenha<br \/>\nse  comentado aos professores que supunham um benef\u00edcio para sua pr\u00f3pria<br \/>\npr\u00e1tica educativa e que n\u00e3o envolvia nenhuma imposi\u00e7\u00e3o nem carga emocional<br \/>\nna sua tarefa educativa, s\u00e3o captados, freq\u00fcentemente, certos temores e<br \/>\nreceios, e a desculpa de pouca disponibilidade de tempo \u00e9 encontrada em<br \/>\nmuitas ocasi\u00f5es. N\u00f3s queremos desempenhar um papel afetivo e emocional,<br \/>\ntentando incutir nos pais e professores confian\u00e7a e seguran\u00e7a para enfrentar<br \/>\na educa\u00e7\u00e3o dos meninos e meninas, e que desfrutem de seu desempenho.<\/p>\n<p>No \u00e2mbito familiar, em geral, sempre esteve bastante aberto a nossa<br \/>\ninterven\u00e7\u00e3o, do modo que se tem trabalhado melhor neste contexto e atrav\u00e9s<br \/>\ndeste trabalhado o contexto social, contexto, este, mais dif\u00edcil e mais<br \/>\nenriquecedor, j\u00e1 que por um lado garantia um menor grau de controle por<br \/>\nparte dos pais e m\u00e3es, mas por outro, garantia processos que envolviam um<br \/>\nmaior desenvolvimento da autonomia de seus filhos e filhas.<\/p>\n<p>Um dos grandes ganhos tem sido a cria\u00e7\u00e3o de recursos alternativos com a<br \/>\nfam\u00edlia, tanto em rela\u00e7\u00e3o a um melhor desenvolvimento cognitivo como tamb\u00e9m<br \/>\nno referente \u00e0s rela\u00e7\u00f5es sociais e ao desenvolvimento da autonomia.<\/p>\n<p>Rela\u00e7\u00e3o com os pais.<\/p>\n<p>Poder\u00edamos englobar os seguintes compartimentos:<\/p>\n<p>a) No in\u00edcio, t\u00ednhamos pouca seguran\u00e7a no nosso trabalho e como atuar, coisa<br \/>\nque se transmitiu aos pais e profissionais. Gra\u00e7as ao Projeto e amigos,<br \/>\ntemos nos envolvido cada vez mais, obtendo uma rela\u00e7\u00e3o mais pr\u00f3xima. Temos<br \/>\numa maior seguran\u00e7a e acreditamos no que fazemos com muita ilus\u00e3o, embora<br \/>\nsempre temos que continuar investigando e nos informando, abertos \u00e0 todos<br \/>\ntipos de possibilidades.<\/p>\n<p>b) Outro dos sentimentos dentro da rela\u00e7\u00e3o com os pais \u00e9 que ao nos<br \/>\nincorporarmos , nos parece que eles sabem de tudo e que n\u00f3s n\u00e3o podemos<br \/>\ncontribuir com nada. Mas pouco a pouco, temos ido intercambiando roles,<br \/>\n\u201ctodos temos que aprender de todos\u201d, n\u00e3o existe ningu\u00e9m que tenha a verdade<br \/>\nabsoluta, trocando conhecimentos chegaremos ao longe.<\/p>\n<p>c) Havia uma grande dist\u00e2ncia entre os pais e o mediador, j\u00e1  que havia um<br \/>\ngrande respeito entre n\u00f3s. Alguns pensam que o mediador \u00e9 imprescind\u00edvel e<br \/>\nque n\u00e3o se pode continuar sem ele, porque somos os que possuem o<br \/>\nconhecimento. Mas felizmente, o trabalho di\u00e1rio com seus filhos, lhes tem<br \/>\nproporcionado mais seguran\u00e7a e confian\u00e7a neles mesmos, propiciando assim sua<br \/>\natua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em geral, aprendemos muito dos pais em rela\u00e7\u00e3o a sua din\u00e2mica de trabalho em<br \/>\ncasa. Tudo isso n\u00e3o est\u00e1 em textos, e sim \u00e0 nossa volta, temos que<br \/>\naproveitar as situa\u00e7\u00f5es que nos oferece a vida quotidiana e transform\u00e1-las<br \/>\nem educativas para uma melhor rela\u00e7\u00e3o e entendimento em nosso contexto e<br \/>\ndesenvolvimento pleno nas atividades di\u00e1rias, tomando o ambiente como<br \/>\nlaborat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Temos desempenhado o papel de intermedi\u00e1rios entre os coordenadores da<br \/>\ninvestiga\u00e7\u00e3o e os pais, tentando proporcionar uma vis\u00e3o mais objetiva que a<br \/>\ndos pr\u00f3prios pais, sobre o desenvolvimento de seus filhos\/ filhas,<br \/>\ndificuldades, a aplica\u00e7\u00e3o dos distintos projetos encaminhados at\u00e9 a melhora<br \/>\ndos d\u00e9ficits s\u00f3cio &#8211; cognitivos e informado sobre a complexidade dos<br \/>\ncontextos familiar e escolar.<\/p>\n<p>Pensamos que se tem conseguido satisfazer as demandas dos pais e m\u00e3es<br \/>\nrefletindo e tratando de maneira conjunta o que seria mais conveniente em<br \/>\ncada situa\u00e7\u00e3o. Embora em outras ocasi\u00f5es, estas tratavam sobre o contexto<br \/>\nescolar e tem sido dif\u00edcil ou imposs\u00edvel, a n\u00e3o dar a este contexto muitas<br \/>\noportunidades para  tent\u00e1-lo ou consegu\u00ed-lo. \u00c0s vezes, no contexto familiar<br \/>\ne social tem-se podido delinear as necessidades delineadas, ao se produzir<br \/>\ncontra &#8211; indica\u00e7\u00f5es nos mesmos pais ou m\u00e3es; por exemplo: \u00e9 muito comum<br \/>\nquerer que um filho ou filha seja aut\u00f4nomo ou aut\u00f4noma, mas, por outro lado,<br \/>\n\u00e9 maior o medo de deixar-lhe sair para qualquer lugar  ou deixar-lhe que<br \/>\nvista desta ou daquela maneira.<\/p>\n<p>As pessoas mediadoras, de certo modo, contribuem para abrir espa\u00e7os para<br \/>\nmelhorar a educa\u00e7\u00e3o familiar ao fomentar o convencimento por parte da<br \/>\nfam\u00edlia na compet\u00eancia cognitiva das pessoas com S\u00edndrome de Down e ao<br \/>\nverificar, junto aos membros da fam\u00edlia, muitos processos que acreditavam<br \/>\nque n\u00e3o iam conseguir abordar com seus filhos e filhas. Tratamos de<br \/>\nconvencer-lhes de que qualquer situa\u00e7\u00e3o quotidiana   \u00e9 aproveit\u00e1vel para a<br \/>\neduca\u00e7\u00e3o e para a satisfa\u00e7\u00e3o desta ou daquela demanda, sem ter que recorrer<br \/>\n\u00e0 t\u00e9cnicas terap\u00eauticas.<\/p>\n<p>Pretendemos que se considere a pessoa com S\u00edndrome de Down, como um filho ou<br \/>\nfilha mais que, portanto, tem que assumir responsabilidades como qualquer<br \/>\noutro membro da fam\u00edlia. Deste modo, tentamos fazer que os pais e m\u00e3es vejam<br \/>\nque a linguagem \u00e9 fundamental como ve\u00edculo socializador e de desenvolvimento<br \/>\ncognitivo, que tem que deixar fazer a menina ou o menino e que, de antem\u00e3o,<br \/>\nn\u00e3o podemos julgar  sem provocar esta ou aquela experi\u00eancia. Que s\u00e3o seus<br \/>\nfilhos e filhas e que se tem que envolver eles e elas primeiro como pais e<br \/>\nm\u00e3es, j\u00e1 que \u00e9 enorme a import\u00e2ncia de seu papel no processo de aprendizagem<br \/>\nde seus filhos e filhas.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 nossa contribui\u00e7\u00e3o da melhora do curr\u00edculo escolar, temos que<br \/>\ndestacar alguns aspectos como: o est\u00edmulo da considera\u00e7\u00e3o do valor dos<br \/>\nconte\u00fados conceituais, procedimentais e atitudinais por igual. Mesmo assim,<br \/>\nnormalmente, se tem dado muito mais import\u00e2ncia aos conceituais,<br \/>\ndeteriorando os procedimentais e atitudinais. O Projeto Roma se baseia na<br \/>\nid\u00e9ia de que \u00e9 muito melhor realizar uma meta &#8211; aprendizagem que te leva a<br \/>\numa mudan\u00e7a de atitudes  em vez de acumular conceitos como se se tratasse de<br \/>\numa enciclop\u00e9dia.<\/p>\n<p>A considera\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia de ensinar a pensar e a proceder para que se<br \/>\nproduza uma maior generaliza\u00e7\u00e3o a outras novas situa\u00e7\u00f5es, acima do ac\u00famulo<br \/>\nde conceitos concretos ou a realiza\u00e7\u00e3o, de forma perfeccionista, de tarefas<br \/>\nou temas fixos. \u00c9 muito mais importante o processo do que os resultados.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, estimulamos a oferta de um mesmo curr\u00edculo para todos e todas e<br \/>\nn\u00e3o a de curr\u00edculos paralelos que criam uma \u201csubcultura\u201d em palavras de<br \/>\nMiguel L\u00f3pez Melero, em vez de ajudar na reconstru\u00e7\u00e3o de um patrim\u00f4nio de<br \/>\ncultura comum.<\/p>\n<p>Nos contextos familiar e social, nos tem sido permitido alimentar o<br \/>\ndesenvolvimento da aprendizagem cooperativa. No contexto escolar, do mesmo<br \/>\nmodo, se tem confundido muitas vezes o estar agrupados com o trabalhar<br \/>\ncooperativamente, sendo um abismo o espa\u00e7o que diferencia estes dois modelos<br \/>\nde ensino e aprendizagem.<\/p>\n<p>Do nosso pr\u00f3prio ponto de vista, temos observado que em todos os casos tem<br \/>\nhavido uma evolu\u00e7\u00e3o em nossos meninos e meninas, tanto em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s<br \/>\ncompet\u00eancias cognitivas produzindo-se uma melhora na linguagem (tanto<br \/>\nexpressiva como funcional e de n\u00edvel socializador) , assim como em rela\u00e7\u00e3o \u00e0<br \/>\nrepresenta\u00e7\u00e3o mental, de planejamento, de leitura &#8211; escrita, de resolu\u00e7\u00e3o de<br \/>\nproblemas, de aten\u00e7\u00e3o e de mem\u00f3ria e de generaliza\u00e7\u00e3o do conhecimento de<br \/>\nnovas situa\u00e7\u00f5es que surgem nos diferentes contextos.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s compet\u00eancias afetivo &#8211; sociais, tamb\u00e9m observamos uma grande<br \/>\nevolu\u00e7\u00e3o em suas condutas tanto em n\u00edvel social como de assertividade (saber<br \/>\ncomo conseguir algo) e, sobretudo, no referente ao desenvolvimento da<br \/>\npr\u00f3pria aut\u00f4nomia.<\/p>\n<p>A forma\u00e7\u00e3o que o Projeto Roma contribui aos mediadores poderia se sintetizar<br \/>\nassim: tem ocasionado uma nova filosofia de ensino e uma nova maneira de<br \/>\nenfocar a pr\u00e1tica educativa; tem dado a oportunidade de ajudar a dar<br \/>\nsolu\u00e7\u00f5es aos problemas com os quais, ainda hoje em dia, as pessoas com<br \/>\nS\u00edndrome de Down t\u00eam que enfrentar; tem-se visto que se pode aprender de<br \/>\nqualquer situa\u00e7\u00e3o e que n\u00e3o se deve desperdi\u00e7\u00e1-la; tamb\u00e9m tem contribu\u00eddo<br \/>\npara que valorizemos, desde o princ\u00edpio, a leitura &#8211; escrita como base de<br \/>\nacesso \u00e0 cultura e a import\u00e2ncia de trabalhar os processos de aten\u00e7\u00e3o,<br \/>\nmem\u00f3ria, percep\u00e7\u00e3o, etc.<\/p>\n<p>Avaliamos nossa participa\u00e7\u00e3o no Projeto Roma como uma experi\u00eancia muito<br \/>\npositiva, tanto do ponto de vista pessoal como profissional.<\/p>\n<p>Pessoalmente, nos tem oferecido a oportunidade de progredir em nosso<br \/>\ndesenvolvimento como pessoa, permitindo fazer-nos participantes e solid\u00e1rios<br \/>\ncom uma problem\u00e1tica e meta atual, a integra\u00e7\u00e3o plena na sociedade das<br \/>\npessoas diferentes as quais chamamos de \u201cnormais\u201d. Sem a inten\u00e7\u00e3o de sermos<br \/>\npretenciosos e a pequena escala, nos tem convertido em agentes de troca<br \/>\nsocial, sendo nosso trabalho um \u00eaxito total no meio das fam\u00edlias, em alguns<br \/>\ncontextos sociais pr\u00f3ximos \u00e0s fam\u00edlias e n\u00e3o tanto nas institui\u00e7\u00f5es,<br \/>\nsobretudo a escolar.<\/p>\n<p>O desenvolvimento, aplica\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o do Projeto potencializou em n\u00f3s o<br \/>\ndesenvolvimento simult\u00e2neo de nossas capacidades de planejamento e reflex\u00e3o,<br \/>\ntornando-nos mais maduros na cria\u00e7\u00e3o e pr\u00e1tica de estrat\u00e9gias aplicadas \u00e0<br \/>\nresolu\u00e7\u00e3o de problemas da vida quotidiana.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m nossa participa\u00e7\u00e3o no Projeto Roma nos abriu um campo de rela\u00e7\u00f5es<br \/>\ninterpessoais de valor incalcul\u00e1vel. Estreitou os v\u00ednculos com os que j\u00e1<br \/>\neram nossos amigos, em quase todos os casos, os pais, permitindo-nos um<br \/>\nmaior conhecimento, admira\u00e7\u00e3o e trabalho conjunto. Em rela\u00e7\u00e3o aos outros<br \/>\nmediadores de nosso \u201cEstado\u201d, temos iniciado rela\u00e7\u00f5es de amizade e<br \/>\ncompanheirismo muito enriquecedoras. Com respeito \u00e0s outras pessoas de<br \/>\noutros \u201cEstados\u201d nos t\u00eam aberto caminhos que nem suspeit\u00e1vamos, nos<br \/>\nencontrando com pessoas muito diferentes unidas por um projeto comum, nos<br \/>\npermitindo falar num mesmo idioma frente a uma mesma problem\u00e1tica. E no que<br \/>\nse refere \u00e0 Universidade, temos sentido-a mais pr\u00f3xima e viva, em contato<br \/>\ncom a realidade.<\/p>\n<p>Para os profissionais do ensino, temos visto a possibilidade de realizar uma<br \/>\neduca\u00e7\u00e3o e escola ideais, na qual pais, professores e outros envolvidos,<br \/>\npossam exercer um trabalho conjunto para conseguir o desenvolvimento m\u00e1ximo<br \/>\nda personalidade dos meninos\/ meninas, nos constituindo em comunidade<br \/>\neducativa onde todos, independentemente de sua realidade, encontram<br \/>\ncapacidade e igualdade de oportunidades. Por este ideal se tem lutado e<br \/>\nagora, atrav\u00e9s do Projeto Roma, t\u00eam encontrado pessoas que participam e v\u00eaem<br \/>\nsua realiza\u00e7\u00e3o mais poss\u00edvel, apesar das m\u00faltiplas dificuldades encontradas.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 din\u00e2mica de trabalho do grupo de mediadores e mediadoras, se<br \/>\ntem baseado, fundamentalmente, em reuni\u00f5es semanais de cada uma destas<br \/>\npessoas com as fam\u00edlias de seu caso concreto e, nos casos que t\u00eam sido<br \/>\nposs\u00edvel, com os professores e professoras nos centros educativos. Nestas<br \/>\nreuni\u00f5es se refletiam conjuntamente sobre o processo e que tentavam dar<br \/>\nrespostas \u00e0s demandas surgidas em cada uma das situa\u00e7\u00f5es e casos concretos.<br \/>\nMesmo assim, \u00e9 preciso trabalhar junto com os outros mediadores e<br \/>\nmediadoras, para estabelecer deste modo uma s\u00e9rie de cargos em comum, onde<br \/>\npossamos tra\u00e7ar nossos pr\u00f3prios problemas, d\u00favidas, preocupa\u00e7\u00f5es e ganhos.<br \/>\nDesta maneira, podemos nos ajudar e nos movimentar para seguir adiante com<br \/>\nnossos prop\u00f3sitos.<\/p>\n<p>Finalmente, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 nossa fun\u00e7\u00e3o, como conseq\u00fc\u00eancia do melhor<br \/>\nentendimento da filosofia do Projeto Roma ao longo de sua evolu\u00e7\u00e3o, tem sido<br \/>\ncada vez mais definida.<\/p>\n<p>Em s\u00edntese, a pessoa mediadora no Projeto Roma \u00e9 a ajuda permanente nos<br \/>\ncontextos familiares e escolares; \u00e9 a que tem possibilitado atrav\u00e9s das<br \/>\nobserva\u00e7\u00f5es em tais contextos, orientar, organizar e propor alternativas de<br \/>\ntrabalho (projetos espec\u00edficos), para que tanto pais e m\u00e3es, professores e<br \/>\nprofessoras como meninos e meninas, aprendam a aprender.<\/p>\n<p>Estas orienta\u00e7\u00f5es est\u00e3o determinadas em fun\u00e7\u00e3o das necessidades dos<br \/>\ncontextos. N\u00e3o tem que oferecer nem mais nem menos ajuda que cada contexto<br \/>\ndeterminado precisa. Quero dizer, \u00e9 um processo de reconstru\u00e7\u00e3o permanente<br \/>\nno sentido vigotskiano.<\/p>\n<p>Simplesmente, os mediadores e mediadoras s\u00e3o aquelas pessoas que sabem abrir<br \/>\nespa\u00e7os para a aprendizagem e para desenvolver processos que ajudem a<br \/>\nresolver problemas de vida quotidiana das pessoas com S\u00edndrome de Down.<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.activemeter.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/am1.activemeter.com\/webtracker\/track.html?method=track&amp;pid=46224&amp;java=0\" border=\"0\" alt=\"Free Hit Counter\" \/><br \/>\n<\/a><br \/>\n<!-- END OF ACTIVEMETER CODE --><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mediadores e Mediadoras do Projeto Roma: Como \u201cfazer pontes\u201d cognitivas entre os contextos? O PAPEL DAS MEDIADORAS E DOS MEDIADORES NO PROJETO ROMA. 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