{"id":723,"date":"2008-07-24T12:26:00","date_gmt":"2008-07-24T12:26:00","guid":{"rendered":"http:\/\/agenciainclusive.wordpress.com\/2008\/07\/24\/com-a-maturidade-podemos-aprender-se-nos-dispusermos-a-fazer\/"},"modified":"2008-07-24T12:26:00","modified_gmt":"2008-07-24T12:26:00","slug":"com-a-maturidade-podemos-aprender-se-nos-dispusermos-a-fazer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=723","title":{"rendered":"Com a maturidade podemos aprender, se nos dispusermos a fazer"},"content":{"rendered":"<p><!-- START OF ACTIVEMETER CODE -->Acreditar no que defende \u00e9 colocar em pr\u00e1tica sua cren\u00e7a, antes de a  considerar<br \/>\nque ser\u00e1 boa para os outros.<\/p>\n<p>Ol\u00e1, meus caros  colegas:<\/p>\n<p>Desta feita, trago-lhes o texto que se segue e em cujas linhas  se poder\u00e1 ler:<br \/>\n&#8220;As pessoas que criaram a ADA certamente reconheceram que  alguns dos mais s\u00e9rios<br \/>\nimpedimentos ao acesso para pessoas com defici\u00eancias  n\u00e3o s\u00e3o problemas que podem<br \/>\nser resolvidos apenas pelos arquitetos. H\u00e1 tamb\u00e9m  problemas de atitude. Uma<br \/>\nbarreira causada pela atitude \u00e9 definida como uma  maneira de pensar ou sentir<br \/>\nque resulta em um comportamento que limita o  potencial das pessoas com<br \/>\ndefici\u00eancia de agirem de forma  independente.<\/p>\n<p>Muitas pesquisas t\u00eam demonstrado que uma pequena  porcentagem das pessoas tem<br \/>\natitudes abertamente negativas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s  pessoas com defici\u00eancias; essas<br \/>\natitudes s\u00e3o associadas ao preconceito, ao  medo, \u00e0 ignor\u00e2ncia, falta de<br \/>\nsensibilidade, discrimina\u00e7\u00e3o, avers\u00e3o ou ares de  superioridade. Essas pessoas<br \/>\nacreditam na maioria dos mitos a respeito das  defici\u00eancias, apesar da exist\u00eancia<br \/>\nde provas documentais que desmentem tais  mitos.&#8221;<\/p>\n<p>Como muitos de voc\u00eas sabem, venho me dedicando a investigar as  barreiras<br \/>\natitudinais e seu efeito danoso na restri\u00e7\u00e3o de direitos. Assim,  sou de pleno<br \/>\nacordo com o excerto acima.<br \/>\nEspero que o estudo dessas  barreiras e uma dose de boa vontade em transformarmos<br \/>\nnossas atitudes venham  corroborar para elimina\u00e7\u00e3o de situa\u00e7\u00f5es de discrimina\u00e7\u00e3o<br \/>\nt\u00e3o freq\u00fcentes em  nossa sociedade.<br \/>\nPara esse fim, convido-os a unirem-se a esta revolu\u00e7\u00e3o  humana.<br \/>\nCordialmente,<br \/>\nFrancisco Lima<br \/>\nA LEI DOS AMERICANOS PORTADORES DE  DEFICI\u00caNCIAS<br \/>\n[THE AMERICANS WITH DISABILITIES ACT] (ADA)<br \/>\nDe &#8220;Acesso e  Oportunidades: Um Guia Para a Conscientiza\u00e7\u00e3o Sobre  as<br \/>\nDefici\u00eancias&#8221;<br \/>\n[Access and Opportunities: A Guide to Disability  Awareness]<\/p>\n<p>Nas &#8220;Conclus\u00f5es e Finalidades da Lei dos  Americanos Portadores de Defici\u00eancias,<br \/>\nde 1990 (ADA), o Congresso dos Estados  Unidos observa que as pessoas com<br \/>\ndefici\u00eancias s\u00e3o uma &#8220;minoria separada e  isolada que tem sido submetida,<br \/>\nsistematicamente, a um tratamento  propositadamente desigual e relegada a uma<br \/>\nposi\u00e7\u00e3o de inferioridade na nossa  sociedade.&#8221; Al\u00e9m disso, o Congresso descreve a<br \/>\npersistente discrimina\u00e7\u00e3o  sofrida por pessoas com defici\u00eancias nas quest\u00f5es<br \/>\nreferentes ao trabalho, \u00e0  moradia, hospedagem e uso de instala\u00e7\u00f5es p\u00fablicas,<br \/>\neduca\u00e7\u00e3o, transporte,  recrea\u00e7\u00e3o, interna\u00e7\u00e3o em hospitais e cl\u00ednicas, atendimento<br \/>\nm\u00e9dico, vota\u00e7\u00e3o e  acesso aos servi\u00e7os p\u00fablicos.<\/p>\n<p>O Congresso relatava, naquele documento,  que a discrimina\u00e7\u00e3o sofrida pelos<br \/>\namericanos portadores de defici\u00eancias havia  tomado muitas formas, incluindo<br \/>\nnormas e pol\u00edticas superprotetoras,  segrega\u00e7\u00e3o ou relega\u00e7\u00e3o a servi\u00e7os ou<br \/>\nprogramas menores, tend\u00eancia \u00e0  exclus\u00e3o, exclus\u00e3o intencional declarada, e uma<br \/>\ns\u00e9rie de barreiras f\u00edsicas. A  ADA foi promulgada para fazer frente \u00e0s principais<br \/>\nformas de discrimina\u00e7\u00e3o e  elimin\u00e1-las.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o de deficientes &#8211; quase 54 milh\u00f5es de pessoas &#8211; \u00e9  o maior e mais<br \/>\ndiverso grupo minorit\u00e1rio nos Estados Unidos, ultrapassando os  idosos e os<br \/>\nafro-americanos. De modo geral, as pessoas com defici\u00eancias s\u00e3o  mais velhas,<br \/>\nmais pobres, t\u00eam menos escolaridade e menos empregos do que as  pessoas que n\u00e3o<br \/>\npossuem defici\u00eancias. A defici\u00eancia propriamente dita n\u00e3o  discrimina; ela afeta<br \/>\ntodos os segmentos raciais e econ\u00f4micos da  sociedade.<\/p>\n<p>Para ter direito \u00e0s prote\u00e7\u00f5es proporcionadas pela ADA, uma  pessoa deve preencher<br \/>\npelo menos uma destas tr\u00eas condi\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>Ela deve  ter uma limita\u00e7\u00e3o de ordem f\u00edsica ou mental que limite de maneira<br \/>\nsubstancial  uma ou mais de uma atividade principal da vida, como a audi\u00e7\u00e3o, a<br \/>\nvis\u00e3o, a  locomo\u00e7\u00e3o, a respira\u00e7\u00e3o ou a fala.<\/p>\n<p>Ela deve ter um hist\u00f3rico de limita\u00e7\u00e3o  substancial a uma das principais<br \/>\natividades da vida, como \u00e9 o caso de uma  pessoa que se recuperou do c\u00e2ncer ou um<br \/>\nindiv\u00edduo que, anteriormente, tenha  sido caracterizado como portador de uma<br \/>\ndificuldade de  aprendizado.<\/p>\n<p>Ela deve ser percebida como portadora de uma condi\u00e7\u00e3o que  limite, de maneira<br \/>\nsubstancial, as suas atividades, mas que na verdade n\u00e3o  seja muito prejudicial,<br \/>\ncomo alta press\u00e3o arterial controlada; ou que n\u00e3o  cause limita\u00e7\u00f5es substanciais,<br \/>\ncomo uma cicatriz na face ou o corpo ou parte  dele desfigurado.<\/p>\n<p>Essa defini\u00e7\u00e3o \u00e9 abrangente por princ\u00edpio. O Congresso  optou por n\u00e3o criar uma<br \/>\nlista de defici\u00eancias que tivesse o objetivo de  enquadrar as pessoas na ADA.<\/p>\n<p>Emprego<\/p>\n<p>As disposi\u00e7\u00f5es da ADA  referentes a emprego pro\u00edbem a discrimina\u00e7\u00e3o em todas as<br \/>\npr\u00e1ticas e  atividades referentes ao trabalho. Essas disposi\u00e7\u00f5es t\u00eam suas ra\u00edzes<br \/>\nna  hist\u00f3ria legislativa da Lei de Reabilita\u00e7\u00e3o de 1973 [1973  Rehabilitation<br \/>\nAct], mas t\u00eam um alcance muito maior. A ADA determina que  todas as decis\u00f5es<br \/>\nreferentes ao emprego sejam feitas sem refer\u00eancia \u00e0  exist\u00eancia ou \u00e0 conseq\u00fc\u00eancia<br \/>\nde defici\u00eancias. Essa proibi\u00e7\u00e3o se aplica n\u00e3o  somente \u00e0 admiss\u00e3o, mas a todos os<br \/>\naspectos do processo referente ao emprego,  incluindo: testes, atribui\u00e7\u00e3o de<br \/>\nfun\u00e7\u00f5es, avalia\u00e7\u00e3o, a\u00e7\u00f5es disciplinares,  treinamento, demiss\u00e3o, indeniza\u00e7\u00e3o e<br \/>\nadministra\u00e7\u00e3o de licen\u00e7as e  benef\u00edcios.<\/p>\n<p>Os empregadores devem proporcionar as adapta\u00e7\u00f5es razo\u00e1veis  para os trabalhadores<br \/>\ncom defici\u00eancias, desde que tais adapta\u00e7\u00f5es n\u00e3o  resultem em uma situa\u00e7\u00e3o<br \/>\ndesfavor\u00e1vel, como dificuldade ou despesa  significativa para a empresa de modo<br \/>\ngeral. O termo &#8220;adapta\u00e7\u00f5es razo\u00e1veis&#8221;  pode incluir provid\u00eancias para que o local<br \/>\nde trabalho se torne fisicamente  acess\u00edvel; aquisi\u00e7\u00e3o ou modifica\u00e7\u00e3o de<br \/>\nequipamentos ou dispositivos;  reestrutura\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o ou modifica\u00e7\u00e3o da<br \/>\nprograma\u00e7\u00e3o de trabalho; ajuste ou  modifica\u00e7\u00e3o de materiais ou pol\u00edticas de<br \/>\ntreinamento; e a disponibiliza\u00e7\u00e3o de  leitores ou int\u00e9rpretes qualificados.<\/p>\n<p>Os empregadores n\u00e3o precisam baixar  os padr\u00f5es de qualidade e nem de quantidade<br \/>\ncomo forma de adapta\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m  disso, eles n\u00e3o s\u00e3o obrigados a fazer as<br \/>\nmodifica\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para se  adaptarem a defici\u00eancias de que n\u00e3o estiverem<br \/>\ncientes. Se um indiv\u00edduo n\u00e3o  solicitar uma adapta\u00e7\u00e3o, um empregador n\u00e3o \u00e9<br \/>\nobrigado a faz\u00ea-la.<\/p>\n<p>As  disposi\u00e7\u00f5es da ADA referentes a emprego entraram em vigor em julho de  1992,<br \/>\nmas os n\u00edveis de emprego de pessoas com defici\u00eancias t\u00eam  permanecido<br \/>\nsistematicamente baixos desde ent\u00e3o. Em 1995, somente 28 por  cento de todas as<br \/>\npessoas deficientes, em idade produtiva, que n\u00e3o se  encontravam internadas em<br \/>\nhospitais ou cl\u00ednicas estavam empregadas, em  compara\u00e7\u00e3o com 75 por cento dos<br \/>\namericanos em idade produtiva e que n\u00e3o s\u00e3o  portadores de defici\u00eancias.<\/p>\n<p>Barreiras Arquitet\u00f4nicas e de  Comunica\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A ADA reconhece que uma barreira significativa \u00e0 inclus\u00e3o \u00e9 o  acesso aos lugares<br \/>\nonde os servi\u00e7os s\u00e3o prestados, assim como a movimenta\u00e7\u00e3o  dentro desses lugares.<br \/>\nA dificuldade de acesso afeta toda a comunidade &#8211; n\u00e3o  apenas as pessoas com<br \/>\ndefici\u00eancias, mas tamb\u00e9m outras, como as mulheres  gr\u00e1vidas e os idosos. Uma<br \/>\ndisposi\u00e7\u00e3o da ADA determina que a discrimina\u00e7\u00e3o  inclui a n\u00e3o remo\u00e7\u00e3o de<br \/>\nbarreiras arquitet\u00f4nicas ou de comunica\u00e7\u00e3o nas  instala\u00e7\u00f5es existentes se tal<br \/>\nremo\u00e7\u00e3o puder ser feita prontamente &#8211; isto \u00e9,  sem muita dificuldade ou sem um<br \/>\ncusto muito elevado. Os exemplos incluem a  instala\u00e7\u00e3o de &#8220;barras de apoio&#8221; em<br \/>\ninstala\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias, o rebaixamento de  telefones p\u00fablicos ou o acr\u00e9scimo de<br \/>\ninscri\u00e7\u00f5es em Braille aos bot\u00f5es de  controle dos elevadores.<\/p>\n<p>Caso uma barreira n\u00e3o possa ser removida  prontamente, deve-se tentar<br \/>\nproporcionar m\u00e9todos diferentes para os servi\u00e7os  ou programas &#8211; como conseguir<br \/>\najuda para retirar itens de locais  inacess\u00edveis. A ADA estabelece um padr\u00e3o<br \/>\nmuito mais elevado de acessibilidade  para as novas constru\u00e7\u00f5es e grandes<br \/>\naltera\u00e7\u00f5es nas instala\u00e7\u00f5es, porque \u00e9  muito mais barato fazer com que a<br \/>\nacessibilidade fa\u00e7a parte de uma nova obra  desde a fase de projeto.<\/p>\n<p>Discrimina\u00e7\u00e3o e Outras Barreiras<\/p>\n<p>As  pessoas que criaram a ADA certamente reconheceram que alguns dos mais  s\u00e9rios<br \/>\nimpedimentos ao acesso para pessoas com defici\u00eancias n\u00e3o s\u00e3o problemas  que podem<br \/>\nser resolvidos apenas pelos arquitetos. H\u00e1 tamb\u00e9m problemas de  atitude. Uma<br \/>\nbarreira causada pela atitude \u00e9 definida como uma maneira de  pensar ou sentir<br \/>\nque resulta em um comportamento que limita o potencial das  pessoas com<br \/>\ndefici\u00eancia de agirem de forma independente.<\/p>\n<p>Muitas  pesquisas t\u00eam demonstrado que uma pequena porcentagem das pessoas  tem<br \/>\natitudes abertamente negativas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas com defici\u00eancias;  essas<br \/>\natitudes s\u00e3o associadas ao preconceito, ao medo, \u00e0 ignor\u00e2ncia, falta  de<br \/>\nsensibilidade, discrimina\u00e7\u00e3o, avers\u00e3o ou ares de superioridade. Essas  pessoas<br \/>\nacreditam na maioria dos mitos a respeito das defici\u00eancias, apesar da  exist\u00eancia<br \/>\nde provas documentais que desmentem tais mitos. A grande maioria  dos americanos<br \/>\nn\u00e3o tem uma atitude positiva nem negativa em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s  pessoas com<br \/>\ndefici\u00eancias. Sua rea\u00e7\u00e3o, em geral, \u00e9 a indiferen\u00e7a. Eles  preferem n\u00e3o pensar no<br \/>\nassunto.<\/p>\n<p>Para superar essas barreiras de  atitude, \u00e9 importante que as pessoas se eduquem<br \/>\nno que diz respeito \u00e0 quest\u00e3o  da defici\u00eancia, e que participem de programas<br \/>\ncomunit\u00e1rios que incluam  pessoas com todos os tipos de forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Realiza\u00e7\u00f5es da ADA<\/p>\n<p>A  promulga\u00e7\u00e3o da ADA trouxe consigo a promessa de maior acesso aos  espa\u00e7os<br \/>\np\u00fablicos, maiores e melhores oportunidades de emprego, e a  oportunidade de<br \/>\nparticipar de maneira mais completa das principais das  atividades na vida da<br \/>\ncomunidade. Os defensores da lei vislumbraram um mundo  no qual os centros das<br \/>\nartes c\u00eanicas, os museus, os parques p\u00fablicos e os  centros de recrea\u00e7\u00e3o seriam<br \/>\nprojetados ou adaptados para que todos os  pudessem freq\u00fcentar, um mundo no qual<br \/>\nos usu\u00e1rios de cadeiras de rodas  pudessem se movimentar livremente e no qual a<br \/>\ntecnologia colocaria as imagens  e os sons da comunidade ao alcance de todos os<br \/>\nmoradores.<\/p>\n<p>As mudan\u00e7as  no meio art\u00edstico em Washington, D.C., s\u00e3o um exemplo do que<br \/>\naconteceu nos  Estados Unidos durante a d\u00e9cada de 90. No Centro John F. Kennedy<br \/>\nde Artes  C\u00eanicas [The John F. Kennedy Center for the Performing Arts],  a<br \/>\ndisponibilidade de tecnologia para prestar assist\u00eancia aos freq\u00fcentadores  com<br \/>\nproblemas espec\u00edficos de vis\u00e3o e audi\u00e7\u00e3o fez com que a freq\u00fc\u00eancia de  deficientes<br \/>\naumentasse em mais de 400 por cento. Todas as publica\u00e7\u00f5es do  Kennedy Center<br \/>\nincluem uma programa\u00e7\u00e3o de espet\u00e1culos apresentados em  linguagem de sinais (para<br \/>\ndeficientes auditivos). Dispositivos que  proporcionam melhor audi\u00e7\u00e3o, cadeiras<br \/>\nsituadas em locais de f\u00e1cil acesso,  servi\u00e7os de descri\u00e7\u00e3o por meio de \u00e1udio, e<br \/>\nmelhor sinaliza\u00e7\u00e3o interna, para  facilitar a circula\u00e7\u00e3o do p\u00fablico, fizeram com<br \/>\nque o Centro se tornasse uma  casa de espet\u00e1culos muito mais acolhedora. O Arena<br \/>\nStage, um dos maiores  teatros na capital dos Estados Unidos, j\u00e1 era um local de<br \/>\nf\u00e1cil acesso para  pessoas com defici\u00eancias muito antes da promulga\u00e7\u00e3o da ADA.<br \/>\nEsse teatro,  assim como outras casas de espet\u00e1culos e institui\u00e7\u00f5es do meio<br \/>\nart\u00edstico,  continua a encontrar maneiras de auxiliar os freq\u00fcentadores que<br \/>\npossuem  defici\u00eancias, para que o fato de as pessoas serem bem recebidas e<br \/>\nusufru\u00edrem  de adapta\u00e7\u00f5es adequadas seja a norma, e n\u00e3o a exce\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Gra\u00e7as \u00e0 ADA, a  paisagem f\u00edsica dos Estados Unidos agora possui guias<br \/>\nrebaixadas, sistemas  aperfei\u00e7oados de som e ilumina\u00e7\u00e3o, portas mais largas,<br \/>\ninstala\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias  p\u00fablicas mais espa\u00e7osas, e documentos e placas com tipos<br \/>\n[tamanhos de letras]  maiores. Apesar dos receios quanto ao custo e aos<br \/>\ninconvenientes, que  causaram uma demora consider\u00e1vel na promulga\u00e7\u00e3o da lei, uma<br \/>\npesquisa Harris  de opini\u00e3o confirma que 70 por cento dos americanos n\u00e3o v\u00eam<br \/>\nmotivo para  revogar nenhuma das disposi\u00e7\u00f5es da lei.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.activemeter.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/am1.activemeter.com\/webtracker\/track.html?method=track&amp;pid=46224&amp;java=0\" border=\"0\" alt=\"Free Hit Counter\" \/><br \/>\n<\/a><br \/>\n<!-- END OF ACTIVEMETER CODE --><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Acreditar no que defende \u00e9 colocar em pr\u00e1tica sua cren\u00e7a, antes de a considerar que ser\u00e1 boa para os outros. 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