{"id":8092,"date":"2009-06-08T13:57:48","date_gmt":"2009-06-08T13:57:48","guid":{"rendered":"http:\/\/agenciainclusive.wordpress.com\/?p=8092"},"modified":"2009-06-08T13:57:48","modified_gmt":"2009-06-08T13:57:48","slug":"escolas-privadas-tratam-o-estudante-como-mercadoria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=8092","title":{"rendered":"Escolas privadas tratam o estudante como mercadoria"},"content":{"rendered":"<p>Porto Alegre (RS) &#8211; Pesquisa in\u00e9dita feita pelo Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Sa\u00fade e dos Ambientes de Trabalho (DIESAT) com 1.680 professores do ensino privado de todo o Rio Grande do Sul mostra que 49% faz tratamento com medicamentos ou outros procedimentos. No entanto, a porcentagem aumenta quando foram questionados sobre problemas de sa\u00fade em geral. Setenta e oito por cento dos profissionais disseram que sentiram esgotados nos \u00faltimos seis meses, sofrendo com dificuldade de concentra\u00e7\u00e3o, perda de mem\u00f3ria, estresse, ansiedade e at\u00e9 mesmo dores f\u00edsicas.<\/p>\n<p>Para o coordenador-geral da Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino Privado do estado (Feet\/RS), Cassio Bessa, o levantamento reflete as m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es de trabalho do setor. Na entrevista a seguir, ele comenta os resultados da pesquisa encomendada por sindicatos de trabalhadores da categoria e responsabiliza a concorr\u00eancia entre as escolas privadas e a mercantiliza\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o pela situa\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria dos professores.<\/p>\n<p>Quais s\u00e3o os resultados da pesquisa que mais destacas? A gente se surpreendeu com o resultado da pesquisa porque, apesar de j\u00e1 termos uma an\u00e1lise emp\u00edrica da sobrecarga de trabalho que o professor do ensino privado tem no RS. Cada vez mais temos ac\u00famulo de trabalho fora a hora-atividade, que \u00e9 corre\u00e7\u00e3o e prepara\u00e7\u00e3o de aula. Hoje o professor tem inclusive via internet uma s\u00e9rie de tarefas pedag\u00f3gicas que n\u00e3o tinha h\u00e1 anos atr\u00e1s. Ent\u00e3o hoje o ac\u00famulo de trabalho extraclasse, a press\u00e3o que se sofre na escola particular para aprovar aluno, para n\u00e3o perder aluno, para ter resultado; a pr\u00f3pria quest\u00e3o da falta de limite e da indisciplina dos alunos &#8211; todas essas quest\u00f5es t\u00eam gerado um adoecimento cada vez maior dos professores. Isso a gente pode comprovar tanto na parte qualitativa da pesquisa como tamb\u00e9m nesse question\u00e1rio da entrevista quantitativa. Uma s\u00e9rie de perguntas foi feita ali e o question\u00e1rio era muito grande. Apareceram pessoas doentes, trabalhando com dor; preocupantemente muita gente se auto-medicando, compar\u00e1vel ao que vemos nos caminhoneiros que tomam aquele rebite para ag\u00fcentar nas estradas. A gente aqui na pesquisa tem um n\u00famero muito grande de professor tomando estimulante, calmante, anti-depressivo, medicamento para ajudar no sono. Ou seja, tomando rem\u00e9dio para poder ag\u00fcentar essa press\u00e3o. Pra n\u00f3s, esse resultado \u00e9 muito preocupante e muito surpreendente.<\/p>\n<p>Como o adoecimento dos professores reflete na sala de aula? A gente tem visto inclusive nos resultados do Enem que a qualidade da escola privada tem deca\u00eddo no RS. Entre os estados grandes \u00e9 o que tem a menor diferen\u00e7a entre as escolas p\u00fablicas e privadas. A gente sabe que existe uma s\u00e9rie de questionamentos em rela\u00e7\u00e3o ao Enem, mas notamos que a qualidade da educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 a mesma exatamente por essas quest\u00f5es que a gente j\u00e1 vem denunciando h\u00e1 muito tempo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de trabalho dos professores. Porque todo mundo acha que na escola privada os professores ganham bem e a gente est\u00e1 vendo que n\u00e3o \u00e9 assim. Inclusive tem aparecido em novelas de audi\u00eancia nacional essa problem\u00e1tica do estresse. E isso a gente realmente nota no dia-a-dia.<\/p>\n<p>Na pesquisa, 35% dos professores disseram que sofrem press\u00e3o dos chefes imediatos. Isso se deve ao sistema do ensino privado? Esse constrangimento e essa humilha\u00e7\u00e3o que caracterizam o ass\u00e9dio moral hoje \u00e9 muito decorrente do tratamento que a escola privada tem dado ao aluno, tratando-o como cliente. A gente tem at\u00e9 uma campanha nacional realizada pela nossa confedera\u00e7\u00e3o (Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino \u2013 CONTEE) de que educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 mercadoria. Portanto, o aluno n\u00e3o pode ser tratado como cliente, ele \u00e9 um educando. Existe muita press\u00e3o nessa concorr\u00eancia entre as escolas para aumentar o n\u00famero de estudantes; a gente sabe que hoje a concorr\u00eancia entre as escolas \u00e9 grande, que a classe m\u00e9dia n\u00e3o tem mais tantos filhos como tinha. Existem muita redes, mesmo faculdades, disputando alunos presencialmente e \u00e0 dist\u00e2ncia. Essa concorr\u00eancia faz com que haja uma disputa de mercado muito grande no ensino privado. E \u00e9 \u00f3bvio que essa press\u00e3o acaba refletindo na sala de aula, onde os chefes superiores cobram resultados como busca de alunos, aprova\u00e7\u00e3o por parte dos professores. E essa press\u00e3o repercute n\u00e3o somente no ensino, mas tamb\u00e9m na sa\u00fade do professor.<\/p>\n<p>O estudante aparece como o principal provocador de ass\u00e9dio moral ao professor. A que isso se deve? Essa quest\u00e3o da falta de limites e da falta de cobran\u00e7a das escolas por uma disciplina mais r\u00edgida e determinada nas escolas acaba gerando um ambiente muito permissivo &#8211; e a escola acaba n\u00e3o cobrando dos pais e nem colocam mais limites em seus alunos. Muitas vezes o professor acaba tendo que assumir sozinho ou passar por situa\u00e7\u00f5es de constrangimento em rela\u00e7\u00e3o a seus alunos. E muitas vezes o professor fica sem respaldo das dire\u00e7\u00f5es das escolas. A gente ouviu muito na pesquisa qualitativa esse tipo de press\u00e3o.<\/p>\n<p>Um dado preocupante na pesquisa \u00e9 o alto \u00edndice de professores que se auto-medicam, inclusive com rem\u00e9dios que exigem a apresenta\u00e7\u00e3o de receita m\u00e9dica para serem comercializados. Como o sindicato enxerga essa situa\u00e7\u00e3o? Isso at\u00e9 surpreendeu a n\u00f3s. Na quest\u00e3o que toca sobre a forma\u00e7\u00e3o dos professores, vimos que o \u00edndice de forma\u00e7\u00e3o \u00e9 muito grande. A maioria tem gradua\u00e7\u00e3o e, a grande maioria tem especializa\u00e7\u00e3o e mestrado. E a gente se surpreendeu. Em rela\u00e7\u00e3o aos estimulantes, por exemplo, 8% se automedica; tranq\u00fcilizante e calmante, 5% se auto-medica sem receita. \u00c9 um \u00edndice muito grande vindo de pessoas esclarecidas, como os professores. E a gente pretende trabalhar os resultados dessa pesquisa, n\u00e3o somente para fazer essa cobran\u00e7a ao Sinepe (Sindicato dos Estabelecimentos do Ensino Privado no RS), para que a gente possa ter na nossa conven\u00e7\u00e3o coletiva de trabalho algumas cl\u00e1usulas que a gente j\u00e1 v\u00eam tentando negociar e o Sinepe n\u00e3o reconhece, n\u00e3o encaminha altera\u00e7\u00e3o para melhorar essa quest\u00e3o na qualidade da sa\u00fade e condi\u00e7\u00f5es de trabalho. Mas tamb\u00e9m a gente pretende utilizar a pesquisa para que os pr\u00f3prios professores possam se alertar. Pretendemos trabalhar preven\u00e7\u00e3o a essas doen\u00e7as dos professores. Queremos oferecer dicas, palestras e outros instrumentos para que os professores possam ter uma orienta\u00e7\u00e3o melhor sobre essa situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>H\u00e1 alguma quest\u00e3o espec\u00edfica que surgiu na pesquisa e que o sindicato quer abordar na pauta de reivindica\u00e7\u00f5es junto \u00e0s escolas? Sim. Neste ano que passou, na negocia\u00e7\u00e3o em Mar\u00e7o, colocamos algumas reivindica\u00e7\u00f5es. Por exemplo, que tivessem palestras, oficinas em todas as escolas, ao menos uma vez por semestre, que tratasse da preven\u00e7\u00e3o dessas doen\u00e7as dos professores. O Sinepe n\u00e3o quis discutir isso, diz que n\u00e3o poderia fazer nenhuma mudan\u00e7a no acordo coletivo. Da mesma forma o trabalho extraclasse. Reivindicamos que n\u00f3s pud\u00e9ssemos reservar uma das quatro reuni\u00f5es pedag\u00f3gicas que se tem na escola, para que o professor individualmente pudesse realizar esse trabalho extraclasse. J\u00e1 seria o come\u00e7o para tirar um pouco do excesso de trabalho que o professor tem. E tamb\u00e9m o limite de alunos por turma. A gente sabe que existem escolas e universidades com um n\u00famero excessivo de estudantes em sala de aula, onde os professores n\u00e3o t\u00eam inclusive aparelhagem para, conforme as orienta\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas, poder falar no microfone, a fim de que n\u00e3o d\u00ea o problema de voz que a gente v\u00ea na pesquisa aqui. S\u00e3o fatores que n\u00f3s vamos querer, pontualmente, debater com o Sinepe e mostrar para a sociedade que isso n\u00e3o pode continuar.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Chasque &#8211; <a href=\"http:\/\/www.agenciachasque.com.br\/ler01.php?idsecao=91f03f57e9aff94c35d3d21f0ef2fc5b&amp;&amp;idtitulo=ed8202f709ee04ec5dd59a38c4c6318d\">http:\/\/www.agenciachasque.com.br\/ler01.php?idsecao=91f03f57e9aff94c35d3d21f0ef2fc5b&amp;&amp;idtitulo=ed8202f709ee04ec5dd59a38c4c6318d<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre (RS) &#8211; Pesquisa in\u00e9dita feita pelo Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Sa\u00fade e dos Ambientes de Trabalho (DIESAT) com 1.680 professores do ensino privado de todo o Rio Grande do Sul mostra que 49% faz tratamento com medicamentos ou outros procedimentos. 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