{"id":86,"date":"2008-04-28T10:02:00","date_gmt":"2008-04-28T10:02:00","guid":{"rendered":"http:\/\/agenciainclusive.wordpress.com\/2008\/04\/28\/direito-a-matricula-em-classe-regular-existe-um-limite\/"},"modified":"2008-04-28T10:02:00","modified_gmt":"2008-04-28T10:02:00","slug":"direito-a-matricula-em-classe-regular-existe-um-limite","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inclusivenews.com.br\/?p=86","title":{"rendered":"Direito a matr\u00edcula em classe regular &#8211; existe um limite?"},"content":{"rendered":"<p>No grupo do F\u00f3rum Permanente de Educa\u00e7\u00e3o Inclusiva, surgiu uma discuss\u00e3o<br \/>sobre se existem limites para uma escola, ou classe, aceitar um n\u00famero<br \/>limitado de pessoas com defici\u00eancia.<\/p>\n<p>A resposta da Profa Windyz \u00e9 esclarecedora:<\/p>\n<p>A pergunta e preocupa\u00e7\u00e3o s\u00e3o extremamente pertinentes uma vez que in\u00fameras<br \/>secretarias de educa\u00e7\u00e3o est\u00e3o \u00b4criando regras excludentes\u00b4( como estabelecer<br \/>o n\u00famero de alunos com defici\u00eancia por classe) para justificar a inclus\u00e3o de<br \/>estudantes com defici\u00eancias em suas redes de ensino.<\/p>\n<p>N\u00e3o existe em absoluto, nenhuma lei, diretriz ou pol\u00edtica<br \/>que sugere, estabelece ou indica tais decis\u00f5es. Na verdade, a lei,<br \/>diretrizes e pol\u00edticas nacionais estabelecem sim que \u00b4educa\u00e7\u00e3o \u00e9 um direito\u00b4<br \/>e ponto! Ou seja, toda e qualquer crian\u00e7a, jovem e adulto deve ter acesso \u00e0<br \/>educa\u00e7\u00e3o em seu bairro. E, nenhuma escola, diretor(a) ou professor(a) pode<br \/>recusar matricular quem quer que seja, muito menos baseada na defici\u00eancia:<br \/>ISSO \u00c9 DISCRIMINA\u00c7\u00c3O e a lei 7853\/89 prev\u00ea de 1 a 4 anos de pris\u00e3o!!!<\/p>\n<p>No papel de coordenadora do Projeto Nacional Educar na Diversidade (entre<br \/>2005 e 2007) da Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o Especial do MEC, tive a oportunidade<br \/>de visitar in\u00fameros munic\u00edpios e escolas. Durante esse per\u00edodo ouvi de<br \/>educadores que atuam em secretarias ou de gestores escolares que essa seria<br \/>uma forma de \u00b4fazer com que os professores aceitassem crian\u00e7as com<br \/>defici\u00eancia em suas classes, uma vez que eles\/as saberiam que seriam somente<br \/>(por exemplo) dois ou tr\u00eas.\u00b4<\/p>\n<p>Em tais oportunidades procurava faz\u00ea-los\/as entender que tal decis\u00e3o seria<br \/>exatamente a causa de poss\u00edveis exclus\u00f5es no futuro, pois um dia certamente<br \/>haver\u00e1 uma crian\u00e7a com defici\u00eancia para ser inserida na sala de um docente<br \/>que j\u00e1 possui 2 ou 3 alunos\/as com defici\u00eancia e, ele\/a dir\u00e1? Mas somente<br \/>podem 2 (ou 3)! E a\u00ed, o que a gente faz? Exclui? Claro que n\u00e3o!<\/p>\n<p>Assim, tanto estabelecer n\u00famero de alunos(as) com defici\u00eancia por turma como<br \/>o argumento de que \u00e9 para facilitar a aceita\u00e7\u00e3o desses aluno(as) por parte<br \/>dos docentes \u00e9 improcedente e excludente, al\u00e9m, de um ato discriminat\u00f3rio,<br \/>porque diferencia com base na diferen\u00e7a, neste caso, a defici\u00eancia.. .<\/p>\n<p>Outro elemento chave para desenvolver a compreens\u00e3o da incorre\u00e7\u00e3o acerca<br \/>deste procedimento \u00e9 o fato de que, segundo o princ\u00edpio da inclus\u00e3o, s\u00e3o as<br \/>escolas e os docentes\/educadores (as) que devem mudar e buscar formas de<br \/>incluir a TODAS os seus educandos\/as. Isso significa que, de forma, alguma<br \/>(!), o r\u00f3tulo \u00b4defici\u00eancia\u00b4ou \u00b4diagn\u00f3stico X\u00b4 deva preceder este principio<br \/>(ou se sobrepor a ele), sen\u00e3o, dever\u00edamos ter tamb\u00e9m regras para matricular<br \/>um n\u00famero X de alunos negros, do sexo feminino, oriundos de favelas ou<br \/>ind\u00edgena por turma&#8230; Porque ent\u00e3o discriminar com base na defici\u00eancia?<\/p>\n<p>Incluir educacionalmente significa aprender a romper com os modelos de<br \/>ensino r\u00edgidos e homogeneizadores, a partir dos quais o\/a docente ensina um<br \/>conte\u00fado curricular, na mesma hora, com as mesmas atividades para todos os<br \/>alunos\/as independentemente de suas caracter\u00edsticas de estilos e ritmos de<br \/>aprendizagem. Esse tipo de ensino ainda predominante nas escolas<br \/>brasileiras, n\u00e3o serve mais \u00e0 diversidade de origem, cultura, experi\u00eancias<br \/>individuais, habilidades, etc. de nossos estudantes.<\/p>\n<p>Dessa forma, cada docente deve hoje aprender a trabalhar estas diferen\u00e7as<br \/>existentes na sala de aula de forma inovadora, buscando novas formas de<br \/>apresentar os conte\u00fados curriculares e diversificando as atividades que s\u00e3o<br \/>trabalhadas em classe. A UNESCO chama isso de diferencia\u00e7\u00e3o curricular (n\u00e3o<br \/>adapta\u00e7\u00e3o curricular do modelo m\u00e9dico-psicol\u00f3 gico da educa\u00e7\u00e3o especial que<br \/>perpassa o movimento da integra\u00e7\u00e3o da pessoa com defici\u00eancia nas escolas<br \/>regulares) Diferenciar o curr\u00edculo significa planejar atividades diversas<br \/>que ocorrem ao mesmo tempo para atender \u00e0s diferentes demandas de estilos e<br \/>ritmos de aprendizagem na sala de aula. \u00c9 disso que trata meu livro \u00b4De<br \/>docente para Docente\u00b4Praticas de ensino e diversidade na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica<br \/>(2007) da ARTMED, que foi escrito para professores\/ as com experi\u00eancias de<br \/>professores\/ as trabalhando desta forma inovadora.<\/p>\n<p>Windyz Ferreira<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No grupo do F\u00f3rum Permanente de Educa\u00e7\u00e3o Inclusiva, surgiu uma discuss\u00e3osobre se existem limites para uma escola, ou classe, aceitar um n\u00famerolimitado de pessoas com defici\u00eancia. 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