Autor: inclusivenews2024

DeficiênciaINCLUSÃO SOCIAL

Quebrem barreiras, abram portas: por uma sociedade inclusiva para todos

Perto do dia 3 de dezembro de 2013 - Dia Internacional das Pessoas com Deficiência (DIPD) - teremos o documento da Randd contendo um plano para ações e uma plataforma ideal para deslanchar esforços mundiais a fim de ajudar na efetivação da participação plena e equiparada das pessoas com deficiência na sociedade e moldar o futuro do desenvolvimento para todos!
CAMPANHASDIREITOS HUMANOS

MNDH quer conferência de direitos humanos em 2013

Diante disso, o Movimento Nacional de Direitos Humanos se sente no dever de reivindicar a realização desse espaço de participação. Urgente se faz que o governo federal se posicione sobre o assunto. A realização de uma nova conferência nacional - que pode ser oficial ou não, afinal na trajetória das conferências foi mais vezes realizada pela sociedade civil do que convocada oficialmente pelo governo federal - se faz urgente no contexto do processo de monitoramento e de avaliação da implementação do PNDH-3 e da necessidade de avançar na construção de um Sistema Nacional de Direitos Humanos, que resumem os compromissos assumidos respectivamente na IX e XI Conferências nacionais, as duas que tiveram a chancela de convocação oficial. Não pode a sociedade ficar à mercê da agenda governamental e da governabilidade. Por isso, o MNDH espera posicionamento do governo e conclama às organizações de direitos humanos para que se somem neste debate e construção.
INCLUSÃO SOCIAL

Bicicleta como alternativa

Enquanto se constroem mais e mais rodovias no Brasil, mais cidades param, estancadas em engarrafamentos. Para discutir alternativas a este modelo rodoviário cuja aposta foi feita desde o século passado, a jornalista Natalia Garcia e a artista plástica Juliana Russo percorreram, nos últimos dois anos, 12 cidades pelo mundo.
DIREITOS HUMANOSDiversidade

Contornos da (in)tolerância

"Estado constitucionalmente laico, o Brasil tem sido palco para um debate cada vez mais incitado: até que ponto o casamento entre política e religião é legítimo, especialmente na elaboração de leis e políticas públicas? Em que medida a atividade religiosa parlamentar expressa valores que podem levar ao discurso de ódio e à intolerância? A neutralidade das esferas político-institucionais ante aos discursos religiosos é possível? Como, afinal, conciliar a liberdade religiosa com a universalidade dos direitos, a tolerância e a igualdade?"