Quando a imprensa perpetua estereótipos
Jornalistas são pessoas. Por mais distanciamento e olhar crítico, os “operadores da imprensa” são produtos da sociedade em...
Os meus desiguais
Mais uma vez, durante essa semana, fui confrontado com a tese de que as pessoas precisam conviver com...
Fórum Social Mundial: o grande balanço
Nos últimos tempos, surgiram dúvidas sobre o real impacto do Fórum Social Mundial e sobre a sua sustentabilidade futura. Por Boaventura de Sousa Santos.
Falta de amor
Sou uma mutação. Genética. Não fui abortada. Em 1977 se escrevia à máquina, imprimia-se no mimeógrafo, respeitava-se o professor, usavam-se roupas coloridas e ouvia-se MPB ‘de primeira’. Vivia-se anestesiado com o suposto fim dos anos de chumbo (que nos assombra até hoje).
Um puxão de orelha de vez em quando faz bem!
Lunara preparava a redação pedida pela professora. Somente no Natal do ano anterior, ganhou uma máquina de escrever em Braille. Até aquela data, usara frequentemente a reglete e o punção.
Embora já tivesse uma certa prática na escrita Braille, porque há oito anos tinha familiaridade com este sistema, a menina ainda cometia muitos erros na grafia de algumas letras e pontuações.
As massas e os sobreviventes – Terra Trêmula
“O corpo humano apresenta-se nu e frágil, exposto a todo e qualquer ataque. O que lhe está próximo...
Não uma escola especial, mas uma escola regular, de qualidade especial para todos!
Não é novidade para ninguém, acredito, que os elevados níveis de desigualdade social e regional fazem do Brasil um dos países mais tiranos e perversos, em sua distribuição de renda. Enquanto 10% dos brasileiros concentram cerca de 45% da renda nacional – colocando-nos entre os ricos mais ricos do mundo – cerca de 10% dos mais pobres não chegam a somar 1% da renda do país, cabendo-nos a triste sina de sermos os pobres mais pobres do mundo.
Pessoas com Deficiência: Uma Área Carente de Pesquisa de Campo
O que isto nos denuncia? Que a literatura científica brasileira referente às questões das pessoas com deficiência sempre foi constituída de artigos de revisão. Ou pelo menos, que quem esteja produzindo pesquisas não está publicando ou colocando novos conhecimentos disponíveis à comunidade científica. Ainda mais em uma área que carente de definições, novos planejamentos e diretrizes.
Por que será?
"Por que será que existem pessoas que perdem o precioso tempo da vida não a aceitando, simplesmente, como ela é? Conheço quem passou mais de 30 anos no luto, se culpando por tudo. Se vitimizando por cada gesto ou palavra. Achando que é a única no mundo que tem um filho com deficiência. (...)"
Síndrome de Down não é doença
Síndrome de Down – A síndrome de Down é uma ocorrência genética natural e universal, estando presente em...
E se o seu filho for homossexual?
É, geralmente, no momento da descoberta que o preconceito mostra a sua face mais cruel. Por Antonio Ozaí da Silva. Da Via Política.
O currículo e a formação para um mundo globalizado e plural
"O caráter excludente de algumas escolas e do currículo tradicional, que reproduzem as desigualdades sociais, ao trabalhar com padrões culturais distantes das realidades dos alunos devem ser abolidos, pois além de “expulsar”, via reprovação e evasão, os alunos que mais necessitam da escola para sua educação, não estão mais de acordo com as propostas da educação e realidade atuais."





