Ialorixás promovem ações para combater fome, abusos e discriminação
Os terreiros de candomblé abriram as suas portas para a solidariedade na Baixada Fluminense. Uma iniciativa que se transformou em ações que buscam combater a fome, o abuso e a discriminação. Do Jornal Extra.
Filhos de presos são vítimas de negligência e preconceito
Filhos de pai ou mãe presos passam por problemas como preconceito e abandono nos abrigos do município de São Paulo. Tal situação foi observada pela professora Maria José Abrão em sua pesquisa pela Faculdade de Educação da USP. Da Agência USP.
Safernet recebe em 5 dias 10.000 denúncias sobre intolerância e preconceito no Twitter
A organização não governamental SaferNet Brasil recebeu, entre os dias 31 de outubro e 4 de novembro, mais de 10 mil denúncias relativas a usuários do Twitter que espalharam manifestações de ódio e incitação de violência contra cidadãos de origem nordestina. Da Agência Brasil.
Discriminação ainda permeia remanescentes de quilombos
Saiba mais sobre a história e a vida dos negros alagoanos remanescentes de quilombos. Reportagem é da Gazeta Web.
Religiosa jogada em formigueiro denuncia intimidação policial
A líder religiosa do Candomblé, Bernardete Souza Ferreira, 42 anos, que, na semana passada, foi algemada, arrastada pelos cabelos e jogada por soldados da Polícia Militar da Bahia num formigueiro, por ter pedido explicações para a invasão da área do Incra, onde vive em Ilhéus - o Assentamento Dom Hélder Câmara - denunciou que os mesmos policiais que praticaram a violência contra ela, continuam soltos e passaram a intimidar testemunhas. Da Afropress.
Manifesto pela cidadania e direito à participação das pessoas com deficiência no processo eleitoral
As pessoas com deficiência, seus familiares e instituições representativas abaixo assinadas vêm publicamente protestar, expor a situação de violação dos direitos civis e políticos das pessoas com deficiência durante o processo eleitoral e, ao final, requerer das autoridades judiciárias eleitorais competentes, em caráter de urgência, providências cabíveis para garantir, em igualdade de condições, o direito à participação no processo democrático e cidadania através do voto das pessoas com deficiência.
Funcionários relatam abuso e preconceito no trabalho
Atitudes como humilhação e preconceito de raça e gênero ainda acontecem em companhias de diversos setores e tamanhos no país. Pesquisa realizada com 800 profissionais de todas as áreas no Rio de Janeiro e São Paulo revelou que 31% dos entrevistados sofreram violações graves de seus direitos no trabalho nos últimos dez anos. Reportagem é do Valor Econômico.
Revista da ABPN, nro. 2
A Revista da ABPN, em seu segundo número, apresenta um conjunto de artigos nos quais se discute desde a afirmação de epistemologias negras até a operacionalização de propostas de superação do racismo e outras formas associadas de discriminação.
Racismo em escola vira "descuido"
Os principais veículos da grande mídia paulista reduziram o caso da condenação do Estado de S. Paulo a mero “descuido de uma professora da rede na utilização de um texto com conteúdo racista em sala de aula". Tanto na Folha quanto no Estado de S. Paulo - os dois principais jornais - o caso foi tratado de forma descritiva e descontextualizada. Da Afropress.
Luto como mãe
Com uma câmera na mão, mulheres revelam que por trás das belezas naturais do Rio de Janeiro se esconde a dor de quem perdeu seus filhos para aqueles que, por ironia, deveriam proteger a segurança da população.
Por elas que reclamo: minhas crianças!
"(...) é por isso que escrevo: para que minha voz não fique calada e para que minhas crianças que ainda não se descobriram enquanto negras tenham uma voz por elas, mas que logo elas também estarão falando por si e por outros pretos, pois isto também é de pertencimento do negro: lutar para que sua voz não seja ocultada, mas ressoada enquanto busca seus objetivos de vida. O texto é de Liliane Nascimento e está na Afropress.
Preconceito nos livros
O preconceito na literatura brasileira não se resume apenas ao texto propriamente dito, mas também à própria produção literária. Para Regina, ele começa antes mesmo de escritores negros baterem em uma editora para publicar seu livro. "Sentar-se diante de um computador e escrever exige educação formal, dinheiro e saúde e todos os índices mostram que os negros têm menos acesso à educação, salários mais baixos etc. Não é de se admirar, portanto, que tenhamos menos negros escrevendo no País." Reportagem de O Diário, via Geledés.





