O currículo e a formação para um mundo globalizado e plural
"O caráter excludente de algumas escolas e do currículo tradicional, que reproduzem as desigualdades sociais, ao trabalhar com padrões culturais distantes das realidades dos alunos devem ser abolidos, pois além de “expulsar”, via reprovação e evasão, os alunos que mais necessitam da escola para sua educação, não estão mais de acordo com as propostas da educação e realidade atuais."
PNDH III: agora a vez é das ruas
"Por mais negativo que possa parecer, a polêmica em torno do PNDH-3 acabou tirando-o do anonimato instrumental do Estado brasileiro e provocou uma positiva reação de manifestações (notas, textos e atos) que aprofundaram em muito o seu caráter inicial."
Uma rosa para Zilda Arns, uma heroína do Brasil (1934-2010)
Tudo o que Zilda Arns pensou e praticou no Brasil e no exterior é o que o mundo precisa com urgência. Por que não indicá-la para o Prêmio Nobel da Paz, para que seu exemplo se multiplique ainda mais?
Como construir uma sociedade para todos sob a lógica da “separação”?
Está posto que o receio do novo não pode ser utilizado como justificativa para retrocessos ou paralisações. Toda criança é capaz de aprender e cada uma tem sua peculiaridade, característica que precisam ser valorizadas, quer individualmente quer no contexto coletivo. Essa perspectiva de trabalho nas diferenças reflete o grau de amadurecimento de toda e qualquer sociedade no que se refere ao pleno exercício da cidadania. - Por Liliane Garcez e Marília Costa Dias.
PNDH 3 – por que mudar?
O que está previsto no PNDH 3 precisa, com urgência, se tornar efetividade, a fim de que os direitos humanos sejam conteúdo substantivo na vida cotidiana de cada pessoa. O artigo é de Paulo César Carbonari. Da Carta Maior via Envolverde.
Protagonismo dos blogs muda contexto da campanha eleitoral na mídia
"A discussão virtual está ganhando mais relevância diante do aumento do número de leitores de jornais que passam a ver a imprensa não como um facilitador ou mediador do debate, mas como parte interessada."
2010, Promessas do Sol e a pergunta rola, por Marcos Cardoso
Tenho a leve impressão de que 2010 será um ano muito diferente e melhor para minha vida. Creio...
Vidinha mais ou menos…, por Andrei Bastos
"Como sempre quero mais – acessibilidade, fim de preconceito e discriminação, inclusão –, nessa minha estada em Búzios olho para a cidade com bastante rigor em relação à sua adequação às pessoas com deficiência. Afinal, como se não bastasse respeitar a lei, o balneário divide com o Rio de Janeiro a principal ambientação da novela “Viver a vida” da TV Globo, que tem uma das protagonistas tetraplégica."
A verdade faz bem ao Brasil, por Marino Boeira
Marino Boeira traz a luz Jacob Gorender para debater a polêmica instalada em torno do Porgrama Nacional de Direitos Humanos. De quebra, analisa também como o narcisismo pode afetar os formadores de opinião. Da Via Política.
A sutileza da violência
"Não ser violento é a única forma de nos preservarmos equilibrados em meio à maior de todas as violências inatas da vida: a de ter nascido finita e incapaz de desvendar o mistério da diversidade."
O jornalismo derrotado, por Marcos Rolim
" (...) Mais uma vez, ao invés de aprofundar o debate sobre as políticas públicas, a maior parte da mídia se deliciou com a reação vexatória dos militares, com o oportunismo da direita e com o medievalismo da Igreja, e o fez às custas da informação, para não variar."
A utopia do mundo perfeito é opressora, por João Luís de Almeida Machado
"Gosto sempre de lembrar que somos seres errantes, sei que o sentido mais óbvio é o de que vagamos pelo mundo, realizando nossas vidas por diferentes (ou nem tanto assim) trilhas. Errar, neste sentido, significa conhecer, explorar, viajar, descobrir e tentar... "





