Sofrimento do povo indígena
Não bastasse todo sofrimento vivido pelos povos indígenas, na luta pela sobrevivência, vivemos agora as agruras do abandono e do descaso institucionalizado, por primeiro, na forma de descumprimento de preceito constitucional, qual seja, a não demarcação das terras indígenas previstas para serem demarcadas em cinco anos. Por Wilson Matos da Silva.
A educação frente à economia do conhecimento
A educação tem pela frente uma profunda transformação, no sentido de ser menos ministradora de aulas, e mais articuladora da multimodalidade que caracteriza hoje a gestão do conhecimento. A mudança está apenas começando. Artigo de Ladislaw Dowbor.
A diversidade cultural na atualidade
Apresentando notável heterogeneidade em sua composição populacional, o Brasil desconhece a si mesmo. Por Guilherme Lima.
O necessário resgate dos direitos sociais
"(...) o caminho para a inclusão e efetiva participação do nosso povo como cidadãos é o da fragmentação coordenada do poder, a descentralização radical de competências (...)" Por José Luiz Quadros de Magalhães.
Saindo da caverna
"O mais doloroso é que a opinião parte de quem que se diz a favor da inclusão das pessoas com Down na sociedade, de igual para igual, em direção à igualdade de direitos. Sei..." O texto é de Laís Mendes Pimentel.
O pano de fundo dos recuos do PNDH-3
No caso da terceira edição do PNDH, estamos falando de um processo que envolveu mais de 14 mil pessoas em todo o país. Do Observatório do Direito à Comunicação.
E-gov e redes sociais: participação real ou espetáculo?
O segredo ainda impera dissimulado nas intenções de melhor informar e na promessa da transparência presentes nos discursos de modernização apresentado à sociedade, discurso isolado do ambiente real e do próprio passado. Enquanto o conflito entre passado e presente não se resolve, o usuário do e-Gov (e do governo real) permanece esperando o que mais vão lhe oferecer, assumindo a posição de espectador, sem agir, sem pensar, como quer o discurso espetacular. Por Gilda Maria Azevedo, no Observatório da Imprensa.
Seria chover no molhado
Por Marcos Rolim. Acompanhei com atenção a sessão do STF sobre o pleito da OAB a respeito da Lei da Anistia. A lei, como se sabe, nunca mencionou crimes como a tortura. Ela perdoou os "crimes políticos e conexos", ponto. A pergunta, então, era: a tortura, o estupro, o assassinato de presos, a ocultação de cadáveres são crimes "conexos"? Pois o STF, por 7 votos a 2, disse que sim, que estes crimes estão cobertos pela anistia. Bem, não sei em que mundo vivem os ministros do Supremo, mas, no planeta Terra, tais delitos não são políticos ou "conexos".
O cyberativismo e o deserto do real
Se estiver vendo alguma coisa, leve em consideração a possibilidade de ser um holograma ou uma miragem. Por Lucio Carvalho, da Inclusive.
Polícia e barbárie: alvo é o suspeito padrão
No espaço de trinta dias, dois motoboys assassinados - um sob tortura num quartel da Polícia Militar na Zona Norte e outro espancado até a morte na frente da própria mãe, quando chegava em casa -; um aposentado baleado na cabeça, por um segurança de empresa privada, ao se dirigir a uma agência bancária para receber a primeira parcela da aposentadoria que não pôde usufruir. Só em S. Paulo, na Grande S. Paulo. Por Dojival Vieira, da Afropress
Educar para a responsabilidade ambiental
Estamos em plena Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável, que traduz um esforço mundial das Nações Unidas no sentido de mobilizar amplas reflexões e efetivas ações capazes de colocar a educação em sintonia com as necessidades socioambientais da atualidade. Da Revista Pátio.
Do preconceito à promoção do direito
Enquanto texto atribuído a universitários prega violência contra colegas gays, o STJ reconhece a legalidade de adoção por casal de lésbicas do RS.





